<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352</id><updated>2011-08-18T18:04:51.235-07:00</updated><title type='text'>Ministério Crescendo na Graça e no Conhecimento de Deus</title><subtitle type='html'>SEJAM Todos bem VINDOS...

Muito Obrigado por entrar no meu blog.
Com certeza tu sairás muito mais convicto hoje, que ontem... e amanhã, muito mais convicto que hoje. Volte Sempre e Indique mais gente...
Não esqueça de deixar o seu voto...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Bp. Carlos Antonio Santos de Novais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07361364628640620052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/R_-EnYPkC3I/AAAAAAAAAAM/af36rVB2BKg/S220/Carlos.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>33</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352.post-7677309104029898330</id><published>2008-10-13T13:19:00.000-07:00</published><updated>2008-10-13T13:24:25.585-07:00</updated><title type='text'>A ESCOLHA ERRADA PODE SER FATAL</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;A ESCOLHA ERRADA PODE SER FATAL&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em certa cidade interiorana, morava uma linda jovem que estava prestes a se casar e que durante todas as noites, gostava de sair com o seu cãozinho de estimação.&lt;br /&gt;Certa noite, quando ela estava passeando com o seu cãozinho, passou defronte a uma garagem e sem perceber que vinha um carro em alta velocidade em sua direção, quase lhe atropelava... Esbravejou com o motorista, que logo saiu sem lhe dizer uma só palavra.&lt;br /&gt;Aquela moça foi pra casa e contou o ocorrido ao seu futuro esposo e como também naquela mesma noite vira passar em sua frente um ônibus... que muito lhe chamara a atenção... Afinal de contas, ali nunca havia passado um só ônibus durante toda sua vida e, como o mesmo parou... abriu a porta e a esperou entrar.&lt;br /&gt;Confusa, nem se quer perguntou alguma coisa ao motorista, saiu a toda disparada... por varias vezes, aquele ônibus parou a sua espera e ela não entrava, exceto seu cãozinho, que se esforçava bravamente para entrar no ônibus, mas, como sempre, era impedido por sua dona que logo pensou, que talvez aquele ônibus fosse o transporte da morte, pois dentro dele, havia inúmeras pessoas que também estavam a sua espera... “mas como eu tenho uma longa vida para frente, disse ela, quero é viver muito”, e por mais uma vez, se recusou a entrar no ônibus.&lt;br /&gt;Numa certa noite, ela abriu a porta de sua casa e sem perceber, seu cãozinho saiu apressadamente e entrou naquele ônibus, mas, a linda jovem desesperadamente correu atrás de seu cãozinho na tentativa de alcançá-lo antes dele entrar no ônibus, no entanto seu cãozinho entrou e ficou a sua espera e se recusava a sair de lá de dentro. Foi quando o motorista fechou a porta do ônibus e se foi...&lt;br /&gt;Ao sair o ônibus, carregando seu cãozinho, aquela linda jovem pôde perceber do outro lado da rua, que havia inúmeras pessoas lamentando o que havia acontecido, juntamente com varias ambulâncias e parâmedicos por todos os lados... Ao se aproximar, entrou em profundo desespero, ao ver estendido ao chão, seu corpo totalmente ensangüentado e imóvel, (estava morta) juntamente como seu cãozinho que aparentemente também havia morrido, mas, logo se levantou com vida e saiu correndo, ouvindo de um dos parâmedicos, “pensei que o cãozinho estava morto”.&lt;br /&gt;Foi ai que aquela moça pôde perceber, que fora atropelado por aquele carro que vinha em sua direção em alta velocidade e que aquele ônibus, não era o transporte da morte, mas, o transporte da vida e aquelas pessoas dentro dele, eram pessoas que escolheram espontaneamente entrar (por isso ficaram quietas a sua espera), e aquele cãozinho, ainda que irracional, preferiu fazer a escolha certa, não negligenciando o dom da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em João 3:16 e 17, está escrito:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#3333ff;"&gt;Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.&lt;br /&gt;Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui está a maior prova de amor de Deus á humanidade, no fato de ter enviado seu Filho Jesus Cristo, para nos salvar e libertar do pecado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se esqueça...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#33ccff;"&gt;Sempre temos duas escolhas a fazer, mas, a decisão é sempre sua.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Pb. Carlos Antônio Santos de Novais&lt;br /&gt;E-mail: bispocarlosantoniosantosdenovais@yahoo.com.br&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5222850717649752352-7677309104029898330?l=crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/7677309104029898330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/7677309104029898330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/2008/10/escolha-errada-pode-ser-fatal.html' title='A ESCOLHA ERRADA PODE SER FATAL'/><author><name>Bp. Carlos Antonio Santos de Novais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07361364628640620052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/R_-EnYPkC3I/AAAAAAAAAAM/af36rVB2BKg/S220/Carlos.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352.post-7310129749809013408</id><published>2008-09-10T12:59:00.000-07:00</published><updated>2008-09-13T14:55:01.256-07:00</updated><title type='text'>Ètica, Caráter e Cristianismo</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ulgWrgp2kIc/SMgn-1Ve3MI/AAAAAAAAAJ8/XXdRp5Zorl0/s1600-h/car%C3%83%C2%A1ter.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5244485726495497410" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ulgWrgp2kIc/SMgn-1Ve3MI/AAAAAAAAAJ8/XXdRp5Zorl0/s320/car%25C3%25A1ter.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O termo "caráter" procede do grego "charaktēr" e significa literalmente "estampa", "impressão", "gravação", "sinal", "marca" ou "reprodução exata". O vocábulo português encontra-se na Almeida Revista e Atualizada (ARA), nos texto de Mt 10.41 e Fp 2.22. Porém não traduz o original "charaktēr", mas o grego "onoma" (nome) nas duas ocorrências mateanas e "dokimē" (qualidade de ser aprovado) em Filipenses. A tradução Almeida Revista e Corrigida (ARC) verte a palavra na perícope de Mateus por "qualidade de profeta" e "qualidade de justo". A Nova Versão Internacional (NVI), traduz por "porque ele é profeta", "porque ele é justo".&lt;br /&gt;Não há qualquer contradição nas traduções, uma vez que o substantivo "onoma" permite qualquer uma dessas versões. Em o Novo Testamento, "onoma" significa "pessoas" em Ap 3.4, "reputação" em Mc 6.14 e possivelmente "caráter" em Mat 6.9. O nome (onoma) no contexto hebreu corresponde "as qualidades de uma pessoa". Logo, a tradução de "onoma" refere-se à natureza ou categoria do trabalho realizado pelo discípulo de Cristo, e, não necessariamente ao "caráter", como virtude moral. Já o vocábulo "dokimē", traduzido por "caráter" (ARA), "experiência" (ARC) e "aprovado" (NVI), possui o mesmo sentido de Rm 16.10, isto é, "testado e aprovado". O termo, nesse contexto, sanciona a qualidade moral e a experiência dos personagens envolvidos – Apeles e Timóteo foram testados e aprovados como bons obreiros de Cristo. Literalmente o termo significa "a qualidade de ser aprovado". Essa aprovação somente é ratificada depois que o "caráter" foi minuciosamente testado.&lt;br /&gt;A única ocorrência da palavra "charaktēr" em seu sentido verbal e imediato encontra-se em Hebreus 1.3. No exórdio epistolar, o literato afirma que nosso Senhor Jesus Cristo é "a expressa imagem" da pessoa de Deus. Ele é o "charaktēr" – a "estampa", a "gravação" ou "reprodução exata" – da "hypóstasis" ("substância", "essência" ou "natureza") do próprio Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um outro termo grego usado para definir o substantivo “caráter” é “ēthos” (hvqoj). Porém, algumas explicações são necessárias. A ética filosófica costuma distinguir entre ēthos e ethos. A diferença está na vogal longa “ē” (ē – thos) que, infelizmente, não possui corresponde em língua portuguesa. Quando os gregos falavam em ethos, com vogal breve, referiam-se à “ética” (ethiké), em latim, mores, isto é, moral. O termo aludia aos costumes sociais que eram considerados valores necessários à &lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Oa2uhFlFr08/SHqD_d-dw_I/AAAAAAAAAl0/T1NsjeKr24Q/s1600-h/aristoteles_academia%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;/a&gt;conduta do cidadão na pólis (cidade). Todavia, empregavam “ēthos” quando desejam descrever o caráter e o conjunto psicofisiológico de uma pessoa. Por extensão, “ēthos” se refere às características peculiares de cada pessoa. Esses traços individuais determinavam as virtudes e os vícios que um cidadão da pólis era capaz de levar a efeito. Essas peculiaridades são explicitamente resgistradas por Aristóteles em Ética a Nicômaco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo ethos diz respeito aos costumes sociais (At 6.14; 25.16), mas ēthos ao senso de moralidade e à consciência ética de cada pessoa (1 Co 15.33). Os costumes (ethos) designam os valores éticos ou morais da sociedade, enquanto ēthos às disposições do caráter diante de tais valores. No entanto, enquanto na filosofia aristotélica a virtude definia a relação do sujeito com a pólis, no Cristianismo, define, primeiramente, a relação do homem com Deus e, somente depois com os homens. Daí as duas principais virtudes do Cristianismo serem a fé e o amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como observamos, o caráter é a "marca" pessoal de uma pessoa. O "sinal" que a distingue dos outros e pela qual o indivíduo define o seu estilo, a sua maneira de ser, de sentir e de reagir. Também pode ser definido como o conjunto das qualidades boas ou más de um indivíduo que determina-lhe a conduta em relação a Deus, a si mesmo e ao próximo. O caráter, por conseguinte, não apenas define quem o homem é, mas também descreve o estado moral do homem (Pv 11.17; 12.2; 14.14; 20.27).Caráter, sua dimensão distintiva&lt;br /&gt;O caráter é distinto do temperamento e da personalidade, embora esteja relacionado a eles. O temperamento refere-se ao estado de humor e às reações emocionais de uma pessoa – o modo de ser. A personalidade envolve a emoção, vontade e inteligência de uma pessoa – aquilo que o individuo é. O caráter, influenciado pelo temperamento e personalidade, é o conjunto das qualidades boas ou más de um indivíduo que determina-lhe a conduta – como a pessoa age. Observe, porém, que uma das características que compõe o ser humano é imutável, inata (temperamento), outra é o desenvolvimento geral dos traços personalógicos do sujeito em determinado momento (personalidade). O caráter, por sua vez, embora intrinsecamente relacionado ao desenvolvimento da personalidade, forma-se em paralelo a ela. Assim como o desenvolvimento físico de uma criança nos primeiros anos é paralelo ao desenvolvimento mental, o caráter é formado à medida que a personalidade vai sendo construída.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, o caráter é a forma mais externa e visível da personalidade. Segundo Aristóteles, a disposição moral (caráter) é adquirida ou formada no indivíduo pela prática. Afirma um antigo provérbio que ao “semear um hábito, o indivíduo colhe um caráter”. O caráter, segundo a sabedoria dos antigos, é o resultado de um hábito interiorizado, aprendido através do exercício contínuo das virtudes ou dos vícios. Não deve ser confundido com as paixões (ira, desejos, ódio), muito menos com as faculdades (razão, emoção e vontade), pois essas categorias são naturais, próprias do ser.&lt;a title="" style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=5222850717649752352#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1] Consequentemente, a experiência é o palco no qual o caráter age. De acordo&lt;/a&gt; com Schopenhauer essa é uma das razões pela qual o caráter é empírico, pois somente com a experiência é que se pode chegar ao seu conhecimento, não apenas no que é nos outros, mas tal qual é em nós mesmos. Afirma o filósofo alemão que “quem praticou determinado ato, tornará a praticá-lo assim que se apresentem circunstâncias idênticas, tanto no bem como no mal”. &lt;a title="" style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=5222850717649752352#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;[2]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Assim sendo, a personalidade determina a forma como o indivíduo se ajusta ao ambiente, mas o caráter o modo como a pessoa age e reage nesse contexto social.&lt;br /&gt;Já o temperamento, segundo a definição histórica dos helênicos, designa o “tempero sangüíneo” do organismo. Os sábios da Hélade sabiam muito bem que o temperamento é profundamente influenciado pela composição bioquímica do sangue, pela hereditariedade, constituição física e pelo sistema nervoso. Por ser biológico, hereditário e internalizado no indivíduo pode ser controlado, mas jamais mutável. O caráter, no entanto, é o “sinal psíquico” do indivíduo, que determina-lhe a conduta. Porém, é desenvolvido, educável e mutável.&lt;br /&gt;Mediante o temperamento, a personalidade e o caráter, o indivíduo afirma sua autonomia; passa a ter consciência de si mesmo como ser humano e também que tipo de pessoa é. Essa descoberta existencial é um processo contínuo.&lt;br /&gt;Caráter, sua dimensão antropo-teológica&lt;br /&gt;Deus criou o homem em duas fases distintas. Na primeira o Eterno forma (hb. asah) a parte somática, corporal e visível do homem, a partir do “pó da terra” (Gn 2.7a). Esse primeiro estágio é chamado de criação mediata ou formativa. Na segunda fase Deus cria (hb. bara) o homem à sua imagem e semelhança (Gn 1.26,27; 2.7b). Essa imagem entende-se por moral e natural. A natural diz respeito àquilo que o homem é: ser racional (intelecto), emocional e volitivo (vontade). A moral relaciona-se à constituição do caráter, da moral e da ética. Diz respeito à constituição moral do homem, suas disposições intrínsecas que inclui o caráter e a qualidade deste: justo e santo. Antes da Queda, o homem era perfeito em santidade, retidão e justiça. Essas qualidades não procediam do próprio homem, mas eram reflexos dos atributos morais e imanentes do Senhor. Os atributo morais de Deus refletiam-se na constituição do sujeito (Ef 4.24; Lv 20.7; 1 Jo 2.29; 3.2,3). Porém, após a Queda, a natureza moral do homem foi corrompida pelo pecado (Rm 1.18-32; 3.23). Em lugar da justiça, o seu antagônico; em vez da santidade o seu oposto; em oposição à virtude o vezo (Gl 5.19-22). Somente a obra salvífica de nosso Senhor Jesus Cristo, mediante a ministração do Espírito Santo, é capaz de revestir o homem de uma nova natureza, criada segundo Deus, “em justiça e retidão procedentes da verdade” (Ef 4.24; 1 Co 1.30). É o Espírito Santo que transforma o pecador à semelhança da natureza e do caráter de Cristo (2 Co 3.18; 2 Pe 1.3-7).&lt;br /&gt;Portanto, para que você se torne o homem ou a mulher que Deus deseja é necessário que o seu temperamento, personalidade e caráter se tornem subservientes dos projetos de Deus para a tua vida. Até que Deus prevaleça sobre nossas vidas (2 Co 2.14), alguns precisam ser jogados numa cisterna, como José (Gn 37.20); outros, ser alimentado por corvos, como Elias (1 Rs 17.6); e, alguns, apresentar sua língua aos serafins, como fez Isaías (Is 6.6,7).&lt;br /&gt;O caminho que Deus escolhe para forjar o caráter de seus cooperadores algumas vezes é íngreme e inóspto. Mas, quando eles saem da fornalha, é perceptível até mesmo para os pagãos que eles andaram com o quarto Homem na fornalha (Dn 3.25-27). Deus jamais chamou alguém para uma grande missão sem que esse escolhido passasse por uma profunda transformação moral.&lt;br /&gt;Se desejas que o Deus de José, Elias e Isaías realize em você o mesmo que fez com eles, coloque o seu caráter no altar do Espírito; apresente a sua personalidade Àquele que a todos transforma segundo a imagem de Cristo. Só assim serás a pessoa que Deus deseja que você seja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=5222850717649752352#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;[1] ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. São P&lt;/a&gt;aulo: Martin Claret, 2002, p.40-55.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=5222850717649752352#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;[2] SCHOPENHAUER, Artur. O livre arbítrio. São Paulo: Editora Novo Horizonte, [s.d.] p.223&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Retirado do Blog:&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=5222850717649752352#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;cite&gt;www.teologiaegraca.blogspot.com&lt;/cite&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=5222850717649752352#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=5222850717649752352#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a title="" style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=5222850717649752352#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5222850717649752352-7310129749809013408?l=crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/7310129749809013408'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/7310129749809013408'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/2008/09/tica-carter-e-cristianismo.html' title='Ètica, Caráter e Cristianismo'/><author><name>Bp. Carlos Antonio Santos de Novais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07361364628640620052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/R_-EnYPkC3I/AAAAAAAAAAM/af36rVB2BKg/S220/Carlos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ulgWrgp2kIc/SMgn-1Ve3MI/AAAAAAAAAJ8/XXdRp5Zorl0/s72-c/car%25C3%25A1ter.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352.post-5604201112116367948</id><published>2008-08-25T08:28:00.000-07:00</published><updated>2008-09-02T18:11:02.881-07:00</updated><title type='text'>Lições que Deus Ensinou a Moisés e a Nós Também</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Lições que Deus Ensinou a Moisés e a Nós Também&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Cordialmente: Professor Dr. Raúl Ariel Jiménez Cortés&lt;br /&gt;(Reitor da FETEV - &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.faculdadeelshadai.org/"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.faculdadeelshadai.org/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;INTRODUÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um livro pode ser o fruto de uma inspiração literária, isso é próprio de poetas e escritores, esse não é meu caso, longe de mim me igualar aos grandes mestres da literatura. Um livro pode ser também o fruto de prolongada e exaustiva pesquisa, de muitas noites sem dormir, de árduo trabalho e infatigável pesquisa e reflexão sobre o assunto. Este último se assemelha mais a meu caso. Durante trinta e cinco anos me dediquei ao estudo dos assuntos que neste livro são tratados. E se há alguma fonte de inspiração, essa fonte é única, é a Bíblia, a Palavra de Deus Eterno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os capítulos que compõem este livro são temas na forma de Reflexões Bíblicas. Temas que giram em torno de uma relação, ou melhor, muito mais do que uma simples relação, e um assunto que trata da comunhão entre um homem e o seu Deus – O Todo Poderoso El Shadai, um homem que após quarenta anos soube compreender a vontade do Pai Eterno e fazer dessa vontade um modelo de vida. Um homem que viveu sob a dependência do Senhor e acabou sua carreira como vencedor. Mas também, e quem sabe, o mais importante dessa comunhão mútua foi a descoberta da forma como Deus trata com aqueles que se dispõem a ser líderes de um povo. Portanto, este livro trata de liderança comprometida com a vontade de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior necessidade do mundo atual é a de pessoas comprometidas com uma liderança que não se impõe, mas que se conquista, e hoje sabemos que o líder que impõe sua autoridade só ganha inimigo, mas os líderes capacitados, líderes espirituais, e acima de tudo, líderes que sabem identificar a vontade de Deus para eles e para seus liderados são pessoas amadas. Finalmente, este livro é também dedicado a todos aqueles que desejam conhecer melhor a forma como El Shadai – O Todo Poderoso nos surpreende quando procura transformar ouro bruto, cheio de escória em ouro puro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejamos que as páginas deste livro sejam de descoberta espiritual, que encontre nelas o padrão de uma comunhão que ensina o caminho a seguir, páginas que orientem para identificar a revelação bíblica que ensinou a Moisés lições importantes, e a nós também. Quem sabe o que foi acima expressado é a maior motivação para escrever estas poucas páginas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Capítulo 1 - O Chamado&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida de Moisés é sem dúvida, entre muitas outras biografias bíblicas, a mais rica em lições espirituais. A forma como Deus trabalhou na vida desse grande líder do passado, pode também nos ensinar a forma como Deus pode tratar com nossa própria vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o livramento e preservação da vida ao nascer, quando o povo de Israel enfrentava uma crise; sua educação na corte de Faraó, até sua morte no monte, são vislumbres de como Deus trata com seus eleitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos biógrafos bíblicos concorda numa questão, o ponto culminante na vida de Moisés é o seu chamado, por essa razão, iniciamos refletindo sobre as lições que Deus ensinou a Moisés quando o chamou para a liderança de Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nenhuma ovelha (Leitura: Êxodo 3.1).&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você já se sentiu solitário, no abandono, desalentado e frustrado, sem expectativas para o futuro? Moisés estava assim! Não eram quarenta dias, eram quarenta anos! E esses anos se alastravam um após outro e nada mudava, um ano após outro Moisés continuava cuidando das ovelhas que não eram dele. Se nos acreditamos que Moisés foi o autor de Êxodo, então, ele faz questão de deixar para a posteridade o registro de que ele era pastor, um pastor sem ovelhas, elas eram de Jetro, seu sogro. Ele era um pastor que não tinha rebanho. O que ele não sabia era que Deus lhe daria não um rebanho, mas um povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantas vezes, no deserto de nossa vida, contemplamos à nossa volta e não vemos outra coisa senão as pedras do deserto, e sentimos apenas o sol escaldante da solidão e o desespero de não encontrar uma saída. Os anos se passam um após outro e a visão não muda, os sonhos não se realizam, a noite do deserto cai sobre nós como um manto fechado e escuro. A depressão começa a tomar conta de nossa vida. Então o desalento, o desânimo e a frustração invadem a alma como uma tormenta de areia no deserto, vemos tudo em preto e branco, a vida perde sua razão de ser e não entoamos mais as velhas canções que alegravam o coração. Quando você contempla com tristeza, e com os olhos anuviados pelo choro, que aqueles que diziam ser seus amigos lhe dão as costas, e não mais olham para você da mesma forma, isso por causa de seus fracassos na vida, então está na hora de aprender junto com Moisés!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A visão do Eterno (Leitura: Êxodo 3.2-5)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No deserto, Deus deu a Moisés uma visão! E ele viu! O que ele viu mudou sua vida! Você precisa ter essa nova visão com relação a Deus, deve saber que o Todo Poderoso não está preocupado com sua história para mudar a sua vida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se Deus se preocupasse com a história de Moisés, Ele teria visto que esse homem era um assassino procurado pela justiça do Egito, ele tinha matado um cidadão desse país e fugido para o deserto. Se Deus se preocupasse com o sucesso de alguém, veria que Moisés era um fracasso como empreendedor, ele não tinha conseguido nem uma ovelha sequer para começar seu próprio rebanho, isso em quarenta anos. Se Deus olhasse para nós como o mundo moderno escolhe seus líderes, o Pai Eterno veria que um homem de oitenta anos está velho demais para começar alguma coisa. Moisés tinha ultrapassado a terceira idade! Por que Deus não procurou um jovem no vigor e entusiasmo dos vinte anos? Sabe por quê? Porque o Todo Poderoso nos surpreende!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o Senhor mostrou para Moisés a visão da sarça, Ele estava desejando lhe ensinar, e a nós também, ensinar a lição de que nada para o Senhor está dentro do que muitas vezes nos parece “normal”. Normal seria a sarça se queimar até virar cinza. Mas os milagres que transformam vidas estão marcados pelas surpresas do Senhor. É dessa forma que Ele nos surpreende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pensemos um momento:&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se Moisés apresentasse seu currículo para o pastorado de uma igreja moderna, seria ele aceito? Com 80 anos? Sem recursos, nem uma ovelha sequer? Assassino fugitivo? Com dificuldades para falar? Sem eloqüência? -- Vamos perguntar a opinião da esposa. O que ela diria de seu marido: “Certamente me és um esposo sanguinário” (Êxodo 4.25-26). Até a esposa achava que Moisés era sanguinário!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que tinha Moisés? Nada! Ele tinha apenas uma velha ferramenta de trabalho, sem valor nenhum, uma velha vara de pastor. Muitas vezes nós esperamos ter grandes coisas para oferecer ao Senhor. Esperamos ter talentos, educação, dinheiro, e por ai vai... O mundo de hoje escolhe jovens talentosos; o Eterno escolhe os idosos solitários. O mundo apela para a barganha: O que você pode dar em troca? O mundo espera que você seja alguém na vida. Deus escolhe àquele que perdeu a esperança na vida e o torna alguém. O mundo tem seus padrões, valores e a forma de medir as pessoas que lhe serão úteis para lhe oferecer uma oportunidade. Deus nos oferece uma oportunidade para crescer com Ele. Ele simplesmente nos surpreende!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixe-se surpreender por Ele! Se aproxime da sarça e veja! Este pode ser o dia em que o Senhor fará você pisar em lugar santo. O dia de tirar as sandálias de seus pés e se aproximar do Todo Poderoso que está na sarça. Veja o fogo do Senhor aquecendo seu coração, enquanto está lendo estas palavras, deixe-se aquecer e abandone todo seu passado de deserto e solidão, anos de fracasso ficarão para trás. Veja a sarça, veja o fogo, avance para a oportunidade que Deus está colocando a sua frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem eu sou? O que eu tenho? Por que tenho esperado tantos anos? Ainda essas são suas perguntas? Esqueça! O Todo Poderoso é Aquele que não olha para quem você foi ou ainda é. Não! Não, O Amoroso Pai, pelo contrário olha para ver em você o líder que pode ser! Não tem ovelhas? Ele lhe dará um povo! Você tem apenas uma velha ferramenta? Deus poderá usar ela para abrir o mar e libertar o povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em certa oportunidade um homem solitário, desalentado e triste, pensando que Deus o tinha abandonado, sentou-se à beira da praia, de fronte de um muro, e falou: “Pai, eu acreditarei em ti se novamente abrires este mar na minha frente, da mesma forma como aconteceu no deserto. Eu voltarei a ter esperança se derrubares novamente este muro, como aconteceu em Jericó e se agora fizeres chover como aconteceu com Elias”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E o homem esperou, e esperou, esperou pela resposta do Senhor.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o Todo Poderoso respondeu para o homem. Deus lhe abriu não o mar, mas muitas oportunidades de crescer. Derrubou não o muro, mas derrubou as muralhas de impedimentos que atrapalhavam a vida do homem. O Criador fez chover, não água sobre a cabeça do homem, mas choveu bênçãos e mais bênçãos sobre a vida dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem esperava, e continuou a esperar, depois de dois meses, foi de novo até a beira da praia, sentou-se na areia de frente para o muro, e mais desalentado ainda, levantou os olhos para o céu e perguntou: “O Senhor ficou surdo, que não ouves minha oração?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o Senhor respondeu: “E tu estás cego?” – Eu abri o mar, derrubei o muro e fiz chover! Mas, não tens conseguido enxergar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma nova visão! Precisamos olhar mais para a sarça de oportunidades e ver como o Senhor trabalha em nossa vida. Este é o dia de pisar em lugar santo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Capítulo 2 - Correndo no Deserto&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já sabemos que Moisés pastoreava as ovelhas de Jetro, seu sogro, ele não tinha ovelhas, Moisés tinha apenas aquela velha vara que servia de cajado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Senhor novamente o surpreende – O diálogo que também nos surpreende se encontra em Êxodo 4.1-4.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Então respondeu Moisés, e disse: Mas eis que não me crerão, nem ouvirão a minha voz, porque dirão: O Senhor não te apareceu”. Êxodo 4.1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma desculpa coerente? Talvez! Moisés estava pensando nas possibilidades. Como ele iria chegar ao Egito, reunir o povo e disser que após tantos anos de silêncio de Deus. O Senhor tinha voltado a falar? E falar justo a um homem solitário, em pleno deserto? Iria o povo acreditar? Foi então, em razão dessas possibilidades que Moisés argumentou com o Senhor. É lógica a argumentação de Moisés? O povo acreditaria num homem velho, homem que muitos não conheciam? O Povo deveria acreditar que aquele desconhecido, de oitenta anos, tinha falado com Deus!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja a dificuldade de Moisés, para a maioria do povo ele era um desconhecido, e quem se lembrava dele, talvez o lembrasse como o assassino do egípcio. Agora ele deveria chegar diante do povo e disser que Deus falou com ele, e ainda para complicar ele deveria disser que o povo deveria abandonar o Egito e sair para uma terra que o Senhor mostraria. Como poderia o povo acreditar? Se tivesse acontecido nos dias de hoje, o povo diria para Moisés que ele tomou muito sol na cabeça e ficou louco!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não me crerão, nem ouvirão a minha voz, porque dirão: O Senhor não te apareceu” – Ainda estas palavras é o eco de muitas outras desculpas de homens e mulheres que não reconhecem seu chamado divino, essa é a desculpa daqueles que duvidam que Deus possa abrir caminhos no deserto e destruir exércitos de inimigos. Pensamentos de dúvidas, argumentos vazios, palavras ao vento, que não fazem sentido nenhum para o Senhor, pois, quando Ele, que é o Todo Poderoso, Ele que é El Shadai, chama alguém, também o capacita para o cumprimento da missão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que Moisés aprendeu? Que mesmo que todos duvidassem, ele deveria ter a plena e absoluta certeza de que Deus o tinha enviado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o Senhor surpreende Moisés e faz com que todos esses pensamentos e argumentos sejam derrubados? Com uma simples pergunta, Moisés esperava do Senhor uma resposta completa, cheia de argumentos para convencer o povo a sair da escravidão, talvez Moisés esperasse um “Manual de Libertação”, mas não, o Senhor responde com cinco palavras em forma de pergunta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“... Que isso na tua mão?”. Êxodo 4.2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Senhor disse para Moisés olhar para a mão, para contemplar com atenção o que ele tinha! E com essa pergunta, Deus desejava que Moisés tomasse consciência de uma realidade inicial. Ele era pastor, tinha na sua mão calejada uma rama de árvore na forma de um cajado, era a velha vara, sua ferramenta de trabalho. A única coisa que era verdadeiramente dele. As ovelhas eram de seu sogro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus levou Moisés a reconhecer a sua incapacidade como líder e a reconhecer que toda a capacitação vem do Eterno. O mistério antecede a revelação e a revelação antecede a capacitação. Por quê? Porque a revelação é o reconhecimento que o Senhor está na solução dos problemas – Ali, em pleno deserto, ao pé do monte Horebe, Moisés reconhece que tinha um problema, na mão só tinha uma vara de pastor, um velho e gastado cajado, só isso e mais nada, ele tinha um problema, não se sentia capaz – O Senhor tinha a solução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Evangelho em três versículos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma leitura atenta de Êxodo 4.2-4 com certeza nos surpreende, pela forma como o Senhor trata com seus servos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nada.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Senhor primeiro perguntou: “Que isso na tua mão?”. Com está pergunta Ele está como que perguntando pelas habilidades que Moisés possuía. Pelas ferramentas que Moisés dispunha. E Moisés tinha apenas uma velha vara, um galho de árvore que tinha sido moldado para servir de cajado e assim cuidar das ovelhas. Moisés tinha só isso! Uma vara, mais nada! Lembremos que as ovelhas eram de seu sogro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então Deus lhe pede: “lança-a na terra”. Quando Moisés lançou a vara no chão, com que ficou? Com nada! Sem vara, sem ferramentas humanas, sem cajado, sem ovelhas, nada. O Senhor desejava que seu servo tivesse a compreensão de que ele não era capaz, que Moisés não tinha nada, e se ainda achava que tinha alguma coisa, então deveria lançar por terra. Quando o Criador exalta seus servos, Ele exalta os humildes e não os soberbos, nem os enfatuados que se acham ricos e poderosos, que diz em seu coração, rico sou e abastado e de nada tenho falta (Apocalipse 3.17). Nada, esse é o início de uma carreira vitoriosa no ministério, se sentir completamente na dependência do Senhor, isso é fé, fé e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;jogar nossas ferramentas humanas pelo chão, lançar por terra nossos recursos e habilidades e transformar tudo isso em recursos divinos a serviço do Pai Celestial.&lt;br /&gt;Transformando Recursos Humanos em Recursos Divinos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que aconteceu com a vara ao tocar no chão? A narrativa explica: “Se tornou em cobra” (verso 3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moisés tinha passado quarenta anos no deserto e conhecia todos os tipos de cobras. Quando viu aquela: Cauda curta, cabeça chata, ele reconheceu o perigo e não pensou duas vezes, começou a correr. Sua Bíblia (e a minha também) diz que “Moisés fugia dela” (verso 3). E como se foge de uma cobra venosa? Correndo! Moisés corria pelo deserto, pois sabia do perigo, a serpente era venenosa, uma mordida seria fatal. Se a cobra fosse uma minhoca inofensiva, sua Bíblia não diria que Moisés fugia dela. Moisés corria porque não desejava morrer envenenado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora o Senhor surpreende Moisés, com uma ordem inusitada. Deus pede para Moisés morrer envenenado! E isso que está escrito na Bíblia? O Senhor ordenou a Moisés para ele morrer pela mordida da cobra? Sim! Não explicado em detalhes, mas pelas implicações, veja a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma oportunidade eu viajei para Mato Grosso do Norte e conheci umas pessoas que tinham como profissão ser caçadores de cobras. Eles eram pessoas contratadas pelas companhias madeireiras para entrar no mato e matar ou caçar tudo tipo de animal perigoso que pudesse colocar em risco a equipe de trabalhadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu perguntei a um deles o que aconteceria se eu pegasse uma cobra pela cauda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não pastor! Foi a imediata resposta de nosso amigo. Jamais pode pegar uma cobra pela cauda, pois a cabeça se vira e morde você no braço, no rosto, e sua mordida é fatal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então ele explicou como se pega uma cobra: Quando pegamos uma serpente nós encurralamos a cobra, primeiro com esta ferramenta parecida com um grande garfo cumprido e de maneira, seguramos o bicho contra o chão e logo a seguir temos que segurar ela pela cabeça, pois temos que segurar a cabeça para manter os dentes longe de nós. Há uma enorme e fatal diferença entre pegar uma cobra pela cauda ou pela cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora você deve acreditar no Senhor, e no que Ele ordenou a Moisés, afinal de contas, quem escreve a narrativa foi o próprio Patriarca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja agora na sua Bíblia o pedido ou ordem do Senhor: “estende tua mão e pega-a pela cauda” (verso 4).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Imaginando a cena.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Moisés corria da cobra, ela era venenosa, não se corre e nem se foge de uma serpente inofensiva. Em meio à correria Moisés escuta a ordem do Senhor: “Pega a cobra pela cauda”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senhor, pegar a cobra pela cauda?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sim pela cauda!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja que a até aqui Moisés não sabia o que nós agora nós sabemos, que a cobra se transformaria em vara de novo. Ele não sabia. Ele apenas escutou a surpreendente ordem do Senhor. E agora?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que Moisés tinha escolha? Sim, ele poderia continuar correndo ou obedecer a Deus, por mais absurda que possa parecer essa ordem divina. Moisés não sabia o que iria acontecer ao pegar a cobra pela cauda? Sabia sim! Ele sabia que a morte era certa, pois a cabeça da serpente se viraria e fatalmente o morderia. Continuar correndo ou obedecer ao Senhor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ali no deserto, um homem de oitenta anos corria desesperadamente para não perder sua vida e o Senhor lhe ordena parar, e morrer! Morrer envenenado! Absurdo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece absurdo, mas pense bem, que era Deus que falava com Moisés, e o velho Moisés não pensou duas vezes, sua decisão foi obedecer, sua escolha foi ouvir e fazer a vontade do Senhor, por mais absurda que possa parecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moisés parou, esperou a cobra chegar perto, deu um pulo e pegou ela pela cauda, talvez ele até fechasse os olhos e esperou a mordida. Mas aconteceu o milagre! A cobra se transformou em vara novamente, Moisés sentiu em sua mão o corpo mole da serpente ficar rijo como a rama de árvore que lhe servia de cajado. O milagre tinha acontecido, e sabe por quê? Por que o mistério antecede à revelação. O Todo Poderoso devolveu a vida a Moisés, o homem estava disposto a morrer em obediência, para Moisés era mais valiosa a obediência de que sua própria vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que o Evangelho em três versículos? Porque o evangelho é uma troca de vida, damos nossa vida poluída pelo pecado em troca da vida de Cristo. Ele nos deu vida e vida em abundância, uma vida plena em troca de nossa morte (“um morreu por todos, logo; todos morreram” - 2ª Coríntios 5.14). Paulo se expressa corretamente quando disse: “estou morto, não vivo mais, Cristo vive em mim” (Gálatas 2.20). O “velho homem” está morto, e somos uma nova criatura (Colossenses 3:9). “Se o grão de trigo não morrer, fica ele só, mas se morrer da muito fruto” (João 12.24). Jesus diz para Nicodemos: “É necessário nascer de novo” (João 3.3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que Moisés fez foi um ato de fé. É fé em toda a Bíblia, de princípio a fim. E aqui encontramos o evangelho da fé que leva a obediência. É a doutrina da justificação pela fé ensinada na vida de um homem que se tornou líder em Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um texto surpreendente.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando mais para frente lemos em nossa Bíblia, logo após esse encontro de Moisés com Deus, encontramos uma surpresa. “Tomou, pois Moisés sua mulher e seus filhos, e os levou sobre um jumento, e tornou à terra do Egito; e Moisés tomou a vara de Deus na sua mão”. Êxodo 4.20. Foi neste momento, que Moisés volta para o Egito, para cumprir com a missão divina de libertar o povo, ele volta com o seu velho cajado, mas a narrativa é uma surpresa após a outra, temos o registro de que a vara não era mais a mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guarde isto em sua mente. A vara que Moisés lançou na terra, era a vara de Moisés, apenas uma velha ferramenta de trabalho, que servia para pastorear o rebanho de seu sogro. Porém, o texto da Bíblia esclarece muito bem que a que ele agora levava para o Egito era a “vara de Deus”. Uma ferramenta na mão de um homem para pastorear um povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Esse cajado era um símbolo de sua própria vida.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um cajado comum, uma vara de pastor transformada em vara do Senhor, agora, um instrumento na mão de Moisés para libertar o povo da escravidão do Egito. Quando Paulo explica o Evangelho da Graça do Senhor (Atos 20:24), nos ensina que a Justificação começa com a morte, uma morte figurada como um símbolo da entrega da vida poluída pelo pecado. Da mesma forma como Moisés esteve disposto a pegar a cobra pela cauda, a morrer pela mordida da cobra. O símbolo de uma vida transformada é perfeito, veja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabemos que a conseqüência do pecado foi a morte, e a serpente no Jardim teve culpa ao enganar a Eva, serpente e morte estão relacionadas, o homem vive, acha que vive, mas vive porque nasceu da carne (João 1.13), todavia, viver apenas na carne natural, como homem natural (1ª Coríntios 2.14), não resolve o problema do pecado. É necessário um “morrer” e um “ressuscitar”. Para herdar a vida eterna é necessário “morrer” e “ressuscitar”, primeiro de forma espiritual e depois, por ocasião da inauguração do Reino da Glória, na Segunda Vinda de Cristo, ressuscitar de forma física, isso se você já estiver descansando na sepultura em Cristo, mas se você estiver vivo ainda, então acontecerá a transformação. Vamos juntos ler atentamente Romanos 6.4-7 e compreender esta verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que; como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição. Sabendo isto, que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos; porquanto quem morreu está justificado do pecado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejamos levar sua atenção para o verso 7: “porquanto quem morreu está justificado do pecado”. Isto torna necessário destacar que Paulo está falando em Justificação pela Fé. --- Todavia preste bastante atenção na forma da frase: está justificado, Paulo NÃO diz estará justificado, como se fosse alguma coisa futura, mas, ele explica dizendo que quem está morto está justificado, portanto, é uma experiência de transformação imediata. De pecador a justificado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela fé morremos para o velho o homem e nascemos justificados como um novo homem, todas as coisas passadas ficam para trás e tudo se faz novo. Nascemos de novo, como filhos do Eterno e herdeiros de Seu Reino. Se o pecado pode ter o símbolo de uma serpente, a cobra do deserto simbolizava o pecado e suas conseqüências, a morte, mas se o homem morre, então está justificado do pecado. E Paulo explica como se processa essa “morte” – Junto com Cristo, pois, se “um morreu por todos, logo; todos morreram” - 2ª Coríntios 5.14. Pela fé Moisés pegou a cobra pela cauda, fecho os olhos e esperou a morte, ele esteve disposto a morrer, mas o Senhor lhe devolve uma outra vida, no símbolo de uma outra vara, um outro cajado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um homem comum, um pastor sem ovelhas, sem rebanho, sem futuro, transformado em líder de um povo. Assim acontece com quem compreende e aceita a Justificação pela Fé. Uma transformação de morte para vida. Todo o passado fica no passado, esquecido e perdoado, nada mais há para lembrar, desse momento em diante você é uma “nova criatura” – Como pode, então, certas religiões ficarem remoendo a vida passada de uma pessoa que nasceu de novo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos até fazer uma pergunta: A vara com a qual Moisés entrou no Egito é a mesma que ele jogou no chão, ao pé do monte no deserto? Era a mesma? Na aparência era a mesma, nada mudou, a mesma cor, o mesmo tamanho, o mesmo cajado. Porém, agora a vara que ele levou para o Egito, tinha algo que a anterior não tinha. Ela tinha o Poder do Senhor, razão pela qual é chamada “vara do Eterno”. Moisés levantou esse cajado de pastor para o céu e caíram as pragas no Egito, tocou no mar e o mar se abriu. Era a vara do Eterno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você já aceitou a vida de Cristo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O início&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquela época estávamos trabalhando um texto de Soteriologia (Um trabalho sobre a Salvação na Bíblia) e uma pergunta nos veio à mente: É a morte de Cristo substitutiva? O apóstolo Paulo, com toda certeza, responderia que sim, nas suas cartas isso é muito claro. O que não sabíamos na época era que também a vida de Cristo é substitutiva. Toda a vida do Salvador, sua obediência perfeita é imputada ao pecador que aceita esta verdade e a recebe como um fato consumado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um costume&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos acostumados com a pregação da cruz, da morte redentora, do sacrifício em nosso favor, que quase nenhuma atenção tem sido dada à vida do Salvador como ato de salvação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O erro de muitos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atribuir toda a salvação apenas a um único aspecto é errado, e algumas igrejas estão com essa visão parcial, incompleta. Não é apenas a morte do Senhor que tem importância, mas, sua vida também. Não vamos cometer o mesmo erro de achar que a morte do Senhor foi suficiente, vamos considerar também o fato de que Ele tinha que viver uma vida perfeita que pudesse ser oferecida ao Pai em lugar da vida imperfeita do homem. Ele deveria trocar sua vida perfeita pela vida imperfeita do homem pecador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um texto esclarecedor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por favor, solicitamos que nosso leitor considere com atenção o texto de Paulo a seguir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com o Eterno pela morte de seu Filho, muito mais, tendo sido reconciliados seremos salvos pela sua vida”. -- Romanos 5.10.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estudo cuidadoso deste texto e seu contexto imediato demonstram que a justificação pela fé se efetuou no momento da morte do Salvador, momento em que mesmo sendo inimigos de Deus, Ele nos reconciliou consigo pela morte de Cristo. Essa morte foi um ato de expiação. Então Paulo prossegue ensinando que após a reconciliação efetuada na cruz se processa a salvação, ele coloca esta questão nas seguintes palavras: “seremos salvos pela sua vida”. Paulo já tinha explicado anteriormente o significado da morte de Cristo, tinha esclarecido a razão e propósito dessa morte, agora ele passa a expor a razão pela qual CRisto teve uma vida de obediência perfeita, ele ensina que a vida perfeita do Senhor foi para nos salvar mediante essa vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia de novo: “seremos salvos pela sua vida”. Paulo não diz aqui: “seremos salvos pela sua morte”, mas pela SUA VIDA. Pela Vida de Cristo. Estas palavras de Paulo ecoam as palavras do próprio Senhor: “eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância” (João 10.10).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma vida substitutiva&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O evangelho é uma troca de vida, eu necessito morrer para receber em troca a vida de Cristo, da mesma forma como o apóstolo Paulo explicou sua experiência de salvação: “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim...” Gálatas 2.20. Quando Paulo disse: “não vivo mais eu” está dizendo que ele morreu espiritualmente e que agora ele tem uma outra vida, agora ele vive a vida de Cristo. E para que ninguém possa argumentar que isso é só uma experiência pessoal do apóstolo e não um princípio para a Igreja ele escreve: “Assim, meus irmãos, também vós estais mortos para a lei pelo corpo de Cristo...” Romanos 7.4. Esse mesmo princípio, da necessidade da morte espiritual, é estabelecido em 2ª Coríntios 5.14 “... Se um morreu por todos, logo todos morreram” Na cruz se processou não apenas a morte expiatória de Cristo, mas também nossa morte. Ali nos também morremos para o velho homem, para a lei e o pecado, mas não é suficiente, agora uma vez efetuada a reconciliação, nós seremos salvos pela Sua Vida,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos pela fé a vida de Cristo, Ele nos imputa pela graça sua vida perfeita.&lt;br /&gt;Lembrando:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única vida perfeita que o Pai Celestial aceita é a vida de Cristo, a única obediência perfeita aceita pela justiça divina é a obediência de Cristo, a única experiência que agrada ao Pai é a experiência de Cristo. Por essa razão o Salvador nos oferece Sua vida, e não apenas sua morte como garantia de salvação. Não incorra de novo no erro de querer que nossa justiça, nossa vida e nossa experiência tenham algum valor diante do Pai Celestial, isso é um erro muito velho, é um erro antigo, um erro medieval, chamado: “justificação pelas obras”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moisés, o idoso homem de oitenta anos compreendeu isto, e no deserto, perto do monte Horebe, trocou sua vida poluída pelo pecado, poluída pelo homicídio de um egípcio, por uma nova vida, uma vida de um verdadeiro filho do Eterno Pai. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo 3 - Saindo do Egito,  Saindo do Poder das Trevas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Então Moisés e Arão entraram no Egito para libertar o povo que vivia durante muitos anos como escravos de Faraó. Um povo sem esperança, sem alegria, famílias sem esperança de um futuro melhor para seus filhos, onde o pai e a mãe viam seus filhos continuar a ser escravos, uma situação que se prolongava por anos que não pareciam ter fim. Agora, dois homens chegam até o acampamento dos israelitas com palavras animadoras, o Senhor tinha visto a aflição do povo e tinha ouvido o seu clamor, o Senhor conhecia o sofrimento do povo (Êxodo 3.7). Isto é assim, porque Deus não está distante de nossas preocupações, Ele pode ver nosso coração e saber o que ali se esconde, podemos ocultar dos homens nossas lágrimas, chorar em silêncio, em meio a noite, em sussurros de desespero, mas não podemos esconder do Senhor nossa aflição, Ele escuta nossos clamores e lamentos, Ele nos ouve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse cenário de desconsolo e de profunda tristeza na terra do Egito é o quadro que o pincel do Diabo pinta neste mundo e resulta em desespero humano e é o mesmo quadro que vemos na moldura de um mundo moderno, mas perdido, a escravidão provocada pelo pecado é mais dolorosa que as lágrimas derramadas na praça pública ao som das chicotadas do carrasco. Dói mais saber que alguém está perdido, afundado no pecado, do que algemas em torno dos pulsos. O pecado escraviza. Adão foi vencido pelo Diabo, e Pedro explica “que aquele que é vencido fica escravo do vencedor” (2ª Pedro 2.19). A humanidade necessita de liberdade. Liberdade! é o grito angustiado de uma alma presa pela dor, uma dor tão grande que aperta a garganta e não deixa cantar as velhas canções que alegravam o coração. Liberdade! É o grito de uma mãe que vê seu filho se afundar na lama dos vícios e das drogas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moisés entrou no Egito e falou ao Faraó: “deixa ir o meu povo, para que me celebre uma festa no deserto” (Êxodo 5.1). Ser livre significava celebrar uma festa. Onde? Veja a resposta: “no deserto”. Mas uma vez o Senhor nos surpreende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Festa no Deserto&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faraó em seu palácio ouve dois homens falar que o povo de escravos vai celebrar uma festa “no deserto”, ele deve ter rolado de rir, como é que um povo, uma multidão de escravos vai fazer para celebrar uma festa em meio da areia escaldante? Você sabe das dificuldades de organizar uma festa, isso em lugar fechado, com mesas e cadeiras confortáveis para todos, talheres, copos, pratos, e guardanapos. De fato não é nada fácil, muitas vezes vi minha esposa nervosa por causa do aniversário do Samuel, nosso filho, ela ficava preocupada e ansiosa para que nada faltasse. Bom isso pode até parecer normal, mas uma festa no meio do deserto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, não era a festa que nos pensamos, e nem a festa que Faraó pensou, nem era a festa que os israelitas também esperam, uma mesa farta no deserto, cheia de guloseimas, um banquete para saciar a fome (como explica Davi no Salmo 78.19). Não era essa qualidade de festa, era uma outra festa, Moisés estava falando de celebrar a liberdade, o povo deveria sair do Egito para celebrar a liberdade da qual Cristo falou: “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livre” (João 8.36).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que muitos hoje em dia preferem uma festa, um verdadeiro banquete na casa dos amigos e não celebrar a festa da liberdade? Porque estão escravizados pelo pecado, gostam de ser servos e não livres, preferem continuar a ser escravos e cegos, o que não lhes permite enxergar que as correntes em volta dos pulsos e dos pés podem ser arrancadas por quem oferece liberdade plena. O Senhor Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma águia foi criada em terra, amarrada a uma corda que segurava uma de suas patas a um toco de madeira no meio de um quintal, a águia de tanto dar voltas e voltas em torno do pedaço de madeira que segurava sua pata formou um círculo no quintal, ela girava e girava em volta do círculo. Um dia o dono da águia se compadeceu dela e soltou a pata, retirando a argola. Para surpresa do homem, a águia, a qual tem uma poderosa visão, continuo a dar voltas e mais voltas seguindo a trilha do círculo que tinha formado. Ela não enxergava que estava livre, que agora podia voar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voar para a liberdade, é o desafio para quem ainda está oprimido e escravizado pela falsa religião. Muitos não escaparam ainda. Nicodemos de noite buscou a liberdade e foi liberto da escravatura de um sistema religioso que nada mais podia lhe oferecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Senhor, na cruz do Calvário soltou as amarras do pecado e nos deu a liberdade prometida, agora nosso grito de liberdade se transforma em celebração, celebramos a liberdade no deserto. Por que no deserto? Porque a Terra Prometida ainda está distante, ela é ainda uma promessa, promessa que se cumprirá quando seja inaugurado o Reino da Glória (Mateus 25.31) e então, só então, escutemos do Salvador sua meiga voz nos dizendo: “Vinde benditos de meu Pai”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O povo de Israel era um símbolo perfeito de um mundo escravizado pelo pecado e oprimido por Faraó um símbolo do Diabo.&lt;br /&gt;                                    &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As Estratégias do Diabo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeira Estratégia: Fazer Pensar que é Mentira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sair para celebrar a liberdade? Quando alguém deseja sair da escravatura o diabo, o primeiro que lhe diz é que essa tal de liberdade do pecado é “tudo mentira”. Veja a resposta de Faraó:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Agrave-se o serviço sobre esses homens, para que nele se apliquem e não dêem ouvidos a palavras mentirosas” (Êxodo 5.9)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Diabo é sujo, falso e hipócrita, na boca de Faraó ordenou aos capatazes israelitas para que agravassem o trabalho do povo, para que dessa forma não tivessem tempo para ouvir “palavras mentirosas”. Ele chamou Moisés e Arão de mentirosos, e fez isso com o maior cinismo, e sem remorso nenhum. Essa é a primeira estratégia do Diabo, fazer com que a pessoa pense que o Evangelho da Graça (Atos 20.24) é uma grande mentira, que não existe essa liberdade prometida, e ainda por cima coloca mais fardos e pesos sobre os ombros das pessoas, mais aflições e enfados com a vida, mais afazeres, mas trabalho, mais tijolos para fabricar, mais dinheiro para ganhar, para que dessa maneira a pessoa esqueça da Graça oferecida de forma gratuita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, pela primeira estratégia do inimigo o povo desanima, e não acreditam que possa haver liberdade somente pela fé, e ficam dando voltas e mais voltas sem sair do lugar. Não percebem que podem ter asas como de águias e voar. “Mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias...” (Isaías 40.31).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Tudo é mentira” – Essa é a primeira a mais fatal de todas as estratégias do Diabo, ele articula as coisas de tal maneira para que a verdade pareça mentira e a mentira pareça verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem sido assim desde que ele enganou a Eva. E será assim até o fim. Você já deve ter ouvido os pregadores do engano, emocionam até as lágrimas, modulam a voz para causar fortes emoções em seus ouvintes, criam cenários fantásticos e música que parece coral de anjos, mas a mentira está oculta atrás de toda essa aparência de piedade, assim agem as seitas. Somente depois, depois que a pessoa foi enredada nas teias do engodo é que aparece a mentira e as falsas doutrinas. Você já percebeu que em público as seitas parecem até evangélicas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faraó difamou os dois servos do Senhor enviados a seu palácio: “Eles falam mentiras”, foi a argumentação do rei pagão. Com essa estratégia o Faraó estava minando tanto os mensageiros como a mensagem. Como isso se repete na atualidade, é só se levantar alguém com coragem suficiente para denunciar a corrupção da religião, e que como atalaia do Senhor denuncie o afastamento da verdade e aponte com coragem a introdução do mundo nos programas das igrejas modernas, que os líderes reagem como Faraó, e gritam para seus membros: isso é mentira e mentiroso é esse homem. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As Estratégias do Diabo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segunda Estratégia: Pesados Fardos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Satanás, o inimigo de nossa alma, é muito astuto, e um perito em armar-nos ciladas, e com sua astúcia lança mão de qualquer coisa para nos afastar de Cristo. Por essa razão desejamos chamar sua atenção agora, para  lembrar de um fato importante:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazendo uma leitura atenta de Êxodo 5.15 a 20 descobrimos que os capatazes do povo eram israelitas, isto significa que eram seus próprios irmãos que exigiam do povo a produção da cota diária de tijolos. Os líderes de turma, ou seja, os capatazes, eles eram israelitas que trabalhavam a serviço de Faraó. E descobrimos também que foi Faraó que deu ordens aos capatazes, e exigissem do povo, fazer tijolos, na mesma quantidade de antes, mas com o serviço extra de que o povo deveria agora ajuntar a palha. Esse era um fardo pesado demais para o povo, era trabalho demais, e assim Satanás conseguiu seus propósitos: Depois deste incidente Moisés se lamenta para o Senhor – “Eis que os filhos de Israel não me têm ouvido...” (Êxodo 6.12).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guardei em meus arquivos uma revista de dezembro de 1994, na qual aparece um artigo de Clay Sterrett que é um dos líderes da Igreja Community Fellowship Church, de Staunton, Virgínia nos Estados Unidos, e leciona na escola Grace Christian School. Nesse artigo ele explica de forma correta esta estratégia do Diabo, de como Satanás usa até líderes da igreja para colocar nos ombros dos fieis fardos pesados de carregar, vejamos o que ele diz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Satanás não se importa nem um pouco com os trabalhos da igreja, desde que eles nos mantenham longe de uma comunhão profunda com Jesus. A sociedade atual valoriza muito o indivíduo laborioso e diligente. Por isso temos sentimento de culpa sempre que não estamos correndo de um lado para outro fazendo alguma coisa. Quantas vezes agimos exatamente como Marta, agitada no serviço de casa, sem nunca ter tempo para sentar-se aos pés de Jesus como sua irmã Maria. E o que ela estava fazendo (preparando uma refeição para Jesus) era perfeitamente legítimo. Mas o Senhor afirmou que Maria escolhera a boa parte. (Lucas 10.39-42). Muitos crentes estão precisando aprender a resistir à tentação de se entregar a certas atividades que drenam suas forças espirituais... Alguns pensam que quanto mais movimento fizer, mais realizarão para Deus... A palavra de Deus nega isso, afirmando: “Não, isso não é vida; é atividade... A W, Tozer também comentou essa nossa supervalorização da atividade religiosa. Nesse empenho de realizar a obra do Senhor, muitas vezes, perdemos o Senhor da obra, e ainda por cima deixamos nosso povo esgotado. Muitas dessas atividades que ocupam tanto de nosso tempo são inúteis, e outras simplesmente ridículas. Mas aqueles que gostam de ver todo mundo atuando, irão retrucar: -- Que nada! Isso é bom para promover a comunhão entre os crentes e manter o pessoal unido – Mas o fato é que a maior parte das atividades existentes nas igrejas em geral não contribui em nada para realizar a verdadeira obra de Cristo na terra. Na maioria dos lugares é praticamente impossível conseguir que alguém assista a uma reunião onde a única coisa a acontecer é a comunhão com Deus.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Você está surpreso? Eu também fique surpreso quando descobri que foi Faraó quem mandou aos próprios israelitas para colocar pesado fardo no povo que já sofria como escravos. Os próprios líderes israelitas, seus capatazes, por ordem de Faraó colocando fardos em seu próprio povo. Pelo menos poderiam ter resistido a essa proposta tão humilhante de Faraó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo problema e a mesma estratégia do Diabo foi observada por Cristo entre os judeus do primeiro século. O sonho do fundador da Igreja, da Igreja do Novo Testamento era uma Igreja sem os pesados fardos que os judeus da época colocavam no povo. O Salvador, o fundador da Igreja, condenou e criticou duramente os líderes que colocam fardos tão pesados que nem eles mesmos conseguiam carregar.&lt;br /&gt;“Atam fardos pesados e difíceis de carregar e os põem sobre os ombros dos homens; entretanto, eles mesmos nem com o dedo querem movê-los” Mateus 23.4.&lt;br /&gt;Essa segunda estratégia do diabo acontece dentro do próprio povo, o diabo manda para os líderes sem nenhuma visão espiritual, como capatazes do povo, que coloquem tarefas e mais tarefas, o diabo ordena para encher os ombros dos crentes com programas e programações, um sem fim de trabalhos, que parecem ser de dedicação ao Senhor, mas na realidade não passam de atividades para passar o tempo e transformar a igreja num clube de bons amigos.&lt;br /&gt;Moisés, um idoso líder de oitenta anos e seu irmão Arão de oitenta e três, entenderam a lição, eles viram como Faraó usava das estratégias de Satanás para não libertar o povo, foram lições que Moisés aprendeu. Será que nós vamos aprender? Afinal de contas o sonho é de Cristo, Ele deseja uma Igreja de homens e mulheres, jovens e crianças livres de pesados fardos e que desfrutem da alegria da justificação pela fé. Esse sonho não é meu, é do Senhor da Igreja.&lt;br /&gt;Termino este pequeno livro com uma esperança, gostaria que como semente em boa terra, estas poucas palavras produzam um dia seus frutos, frutos para vida eterna.&lt;br /&gt;Permitida a distribuição desde que respeite a autoria e sem nenhuma modificação do texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se após a leitura deste pequeno livro Deus mudou alguma coisa em sua vida, envie um e-mail para nós, ficaremos gratos de saber que através da leitura destas páginas seu coração agora se move na direção de Deus. Gostaríamos de saber se da mesma forma como Deus ensinou preciosas lições a Moisés, assim também você aprendeu alguma lição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No amor do Messias – Nosso Senhor Jesus Cristo&lt;br /&gt;Professor Dr. Raúl Ariel Jiménez Cortés.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cordialmente:  Pb. Carlos Antonio Santos de Novais &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;(Bacharelando em Teologia pela Faculdade El Shadai de Teologia Evangélica -FETEV &lt;a href="http://www.faculdadeelshadai.org/"&gt;http://www.faculdadeelshadai.org/&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5222850717649752352-5604201112116367948?l=crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/5604201112116367948'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/5604201112116367948'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/2008/08/lies-que-deus-ensinou-moiss-e-ns-tambm.html' title='Lições que Deus Ensinou a Moisés e a Nós Também'/><author><name>Bp. Carlos Antonio Santos de Novais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07361364628640620052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/R_-EnYPkC3I/AAAAAAAAAAM/af36rVB2BKg/S220/Carlos.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352.post-529391885490071125</id><published>2008-08-22T13:03:00.000-07:00</published><updated>2008-08-25T08:26:47.481-07:00</updated><title type='text'>Didaqué</title><content type='html'>&lt;h3 style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;big&gt;&lt;big&gt;&lt;big&gt;DIDAQUÉ&lt;br /&gt;&lt;/big&gt;&lt;/big&gt;&lt;/big&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(192,192,192)"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;Parte I - O Caminho da Vida e o Caminho da Morte&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;INTRODUÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Didaqué - A Instrução dos Doze Apóstolos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Instrução do Senhor para as nações segundo os Doze Apóstolos, &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O CAMINHO DA VIDA E O CAMINHO DA MORTE&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(102,102,102)font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A DIDAQUÊ&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="MARGIN: 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Título&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Completo: Didaché tou Kuríou dià ton dódeka apostólon tois éthnesin = “Ensino (instrução, doutrina) do Senhor aos gentios através dos doze apóstolos”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abreviado: “O ensino dos (doze) apóstolos” ou “A didaquê”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Importância:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;“Um dos documentos mais fascinantes e ao mesmo tempo mais intrigantes a emergirem da igreja primitiva” (M. W. Holmes).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nenhum documento da igreja antiga tem se revelado tão desconcertante para os estudiosos como esse folheto aparentemente inocente” ... “A criança mimada da crítica” (C. C. Richardson).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É a única evidência contemporânea direta que temos sobre as condições da vida da Igreja no período obscuro entre o Novo Testamento e a organização mais plenamente desenvolvida do 2º século” (M. Staniforth).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O documento mais importante do período sub-apostólico e a mais antiga fonte de lei eclesiástica que possuímos... Enriqueceu e aprofundou de modo extraordinário o nosso conhecimento dos primórdios da Igreja” (J. Quasten).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Descoberta do manuscrito:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O título do documento era conhecido através de referências em vários escritores antigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1873, Filoteos Bryennios, o metropolita grego de Nicomédia, encontrou na biblioteca do mosteiro do Santo Sepulcro (biblioteca do patriarca grego de Jerusalém), em Constantinopla (Istambul), um rolo de manuscritos em grego, datado de 1056, copiado por um escriba chamado Leo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratava-se de 120 folhas de pergaminho contendo a Sinopse de Crisóstomo dos Livros do AT e do NT, a Epístola de Barnabé, as duas epístolas de Clemente, a Didaquê, a Epístola de Maria de Cassobelae a Inácio e a versão longa das cartas de Inácio (12 cartas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1883, dez anos após a descoberta, Bryennios publicou a Didaquê pela primeira vez, em Constantinopla. Em 1887, o manuscrito (Cod. 54 ou Codex Ierosolymitanus) foi levado para a biblioteca patriarcal de Jerusalém, onde se encontra até hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem outras versões antigas da Didaquê: copta, etíope, georgiana e latina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Testemunhos antigos:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As muitas menções de trechos da Didaquê em escritos da igreja antiga atestam a sua importância. Ela deve ter gozado de ampla circulação por algum tempo, sendo aceita pelo menos por uma parte da igreja como um livro digno de ser lido no culto divino. Clemente de Alexandria a cita uma vez como Escritura (graphé). (Strom. I, 20, 100)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários autores acharam necessário destacar que a Didaquê não possuía caráter canônico. Eusébio de Cesaréia refere-se a ela como um dos livros apócrifos ou espúrios (Hist. Ecles., III, 25, 4). Atanásio faz o mesmo, mas declara que ela ainda era usada na instrução catequética (Ep. Fest. 39).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor da Didascália (início do terceiro século) conhecia toda a Didaquê. Esta serve de base para o 7º livro das Constituições Apostólicas (Síria, quarto século). Os Dois Caminhos (caps. 1-6) são muito semelhantes aos capítulos 18-20 da Epístola de Barnabé (100-130 AD). É possível que ambos os documentos tenham se baseado em uma fonte comum. Grande parte desse material também aparece na Ordem Eclesiástica Apostólica (quarto século) e na Vida de Schnudi (quinto século).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Partes constitutivas:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O documento tem duas partes distintas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(a) Os Dois Caminhos (1-6): código de moralidade cristã, apresentando as diferentes virtudes e vícios que constituem, respectivamente, o Caminho da Vida e o Caminho da Morte. Essa seção é uma adaptação de um tratado moral autônomo, provavelmente de origem judaica, que era conhecido e usado em Alexandria. No início do segundo século, esse texto judaico teria sido inserido em um primitivo manual eclesiástico – a Didaquê, recebendo importantes acréscimos cristãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(b) Manual eclesiástico (7-16): compêndio de regras que tratam de diversos aspectos da vida da igreja, tais como: batismo, jejum, eucaristia, missionários itinerantes, ministros locais, etc. São esses antigos regulamentos que conferem à Didaquê um interesse e importância singulares, pois refletem a vida de uma primitiva comunidade cristã na Síria (ou no Egito) no final do 1º século. (M. Staniforth)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Johannes Quasten faz uma divisão diferente: (a) instruções litúrgicas: caps. 1-10; (b) regulamentos disciplinares: caps. 11-15; (c) conclusão: a parousia do Senhor e deveres dela decorrentes: cap. 16. A primeira seção é composta de duas partes: regras de moralidade (1-6) e instruções litúrgicas (7-10).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o mesmo autor, alguns temas importantes do documento são: oração e liturgia, confissão, hierarquia, beneficência, eclesiologia e escatologia. Contém as mais antigas orações eucarísticas conhecidas e a única referência ao batismo por efusão nos dois primeiros séculos. Não faz nenhuma referência ao episcopado monárquico e aos presbíteros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roque Frangiotti divide o texto em quatro partes: (a) seção doutrinal ou catequética: caps. 1-6; (b) instruções litúrgicas: caps. 7-10; (c) instruções disciplinares: caps. 11-15; (d) epílogo sobre a segunda vinda de Cristo: cap. 16.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma versão latina, intitulada “Doctrina apostolorum” e correspondente à Didaquê 1-6 (sem 1.3b-2.1), apóia-se no texto grego de uma doutrina judaica tardia dos dois caminhos. Essa doutrina destinava-se à instrução moral de gentios desejosos de aderir à sinagoga como “tementes a Deus”. O escrito era intitulado “Didaché Kuríou tois éthnesin”. Pela inserção das palavras “diá ton dódeka apostólon” no título e pela interpolação de 1.3b-2.1, a doutrina recebeu um caráter cristão. (Altaner e Stuiber)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Autoria e data:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Autor: um ministro sagrado de idade avançada, formado na escola de Tiago, o Menor, que teria imigrado para a Síria por ocasião da guerra civil (R. Frangiotti). O documento teria sido colocado na forma presente no máximo até 150, embora pareça provável uma data mais próxima do final do primeiro século.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Evidências de antiguidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;* O título “servo de Deus” aplicado a Jesus.&lt;br /&gt;* A simplicidade litúrgica e das orações.&lt;br /&gt;* As orações eucarísticas apontam para um período em que a Ceia do Senhor era ainda uma ceia.&lt;br /&gt;* O batismo em água corrente.&lt;br /&gt;* Preocupação em distinguir as práticas cristãs dos rituais judaicos (8.1).&lt;br /&gt;* Ausência de preocupação com um credo universal.&lt;br /&gt;* Nenhuma referência aos livros do Novo Testamento.&lt;br /&gt;* Nenhuma referência ao episcopado monárquico.&lt;br /&gt;* Ênfase aos ofícios carismáticos e itinerantes: apóstolos e profetas.&lt;br /&gt;* Dupla estrutura de bispos e diáconos (ver Fp 1.1).&lt;br /&gt;* Outros temas ausentes: virgindade, tendências gnósticas e antignósticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Composição&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;C. Richardson entende que o “didaquista” foi mais um compilador do que um autor. Ou seja, ele não escreveu a Didaquê, mas reuniu dois documentos pré-existentes, fazendo algumas adaptações. Ele provavelmente compôs o capítulo final (16).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Dois Caminhos (caps. 1-5) representariam uma forma tardia de um catecismo original no qual o didaquista inseriu em bloco alguns ensinos tipicamente cristãos. Tais ensinos revelam um conhecimento de Mateus e Lucas, e também do Pastor de Hermas (1.5 = Man. 2.4-6) e da Epístola de Barnabé (16.2 = Barn. 4.9).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O manual de ordem eclesiástica (caps. 6-15) refletiria o período sub-apostólico nas igrejas rurais da Síria. Evidências: (a) é claramente dependente do evangelho de Mateus, que provavelmente se originou na Síria; (b) as orações eucarísticas refletem uma região em que o trigo é semeado nas colinas (9.4); (c) a seção batismal pressupõe uma região em que existem termas (7.2); (d) os profetas e mestres lembram a situação de Antioquia (Atos 13.1). A imagem que se obtém dessa fonte é de comunidades rurais que recebem periodicamente a visita dos líderes de algum centro cristão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Didaquê propriamente dita deve ter sido composta em Alexandria. Evidências: (a) os Dois Caminhos circulavam ali, pois a Epístola de Barnabé e a Ordem Eclesiástica Apostólica procedem daquela localidade; (b) é possível que Clemente de Alexandria conhecesse a Didaquê; (c) o documento revela uma atitude liberal em relação ao cânon do NT, aparentemente incluindo Barnabé e Hermas, o que aponta para Alexandria; (d) até o quarto século a Didaquê era altamente valorizada no Egito, sendo quase considerada canônica, e foi mencionada por Atanásio como adequada para a instrução catequética.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;CAPÍTULO I&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;Existem dois caminhos: o caminho da vida e o caminho da morte. Há uma grande diferença entre os dois.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;Este é o caminho da vida: primeiro, ame a Deus que o criou; segundo, ame a seu próximo como a si mesmo. Não faça ao outro aquilo que você não quer que façam a você.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;Este é o ensinamento derivado dessas palavras: bendiga aqueles que o amaldiçoam, reze por seus inimigos e jejue por aqueles que o perseguem. Ora, se você ama aqueles que o amam, que graça você merece? Os pagãos também não fazem o mesmo? Quanto a você, ame aqueles que o odeiam e assim você não terá nenhum inimigo.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt;Não se deixe levar pelo instinto. Se alguém lhe bofeteia na face direita, ofereça-lhe também a outra face e assim você será perfeito. Se alguém o obriga a acompanhá-lo por um quilometro, acompanhe-o por dois. Se alguém lhe tira o manto, ofereça-lhe também a túnica. Se alguém toma alguma coisa que lhe pertence, não a peça de volta porque não é direito.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;5&lt;/sup&gt;Dê a quem lhe pede e não peças de volta pois o Pai quer que os seus bens sejam dados a todos. Bem-aventurado aquele que dá conforme o mandamento pois será considerado inocente. Ai daquele que recebe: se pede por estar necessitado, será considerado inocente; mas se recebeu sem necessidade, prestará contas do motivo e da finalidade. Será posto na prisão e será intgerrogado sobre o que fez... e daí não sairá até que devolva o último centavo.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;6&lt;/sup&gt;Sobre isso também foi dito: &lt;i&gt;que a sua esmola fique suando nas suas mãos até que você saiba para quem a está dando&lt;/i&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;CAPÍTULO II&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;O segundo mandamento da instrução é:&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;Não mate, não cometa adultério, não corrompa os jovens, não fornique, não roube, não pratique a magia nem a feitiçaria. Não mate a criança no seio de sua mãe e nem depois que ela tenha nascido.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;Não cobice os bens alheios, não cometa falso juramento, nem preste falso testemunho, não seja maldoso, nem vingativo.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt;Não tenha duplo pensamento ou linguajar pois o duplo sentido é armadilha fatal.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;5&lt;/sup&gt;A sua palavra não deve ser em vão, mas comprovada na prática.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;6&lt;/sup&gt;Não seja avarento, nem ladrão, nem fingido, nem malicioso, nem soberbo. Não planeje o mal contra o seu próximo.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;7&lt;/sup&gt;Não odeie a ninguém, mas corrija alguns, reze por outros e ame ainda aos outros, mais até do que a si mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;CAPÍTULO III&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;Filho, procure evitar tudo aquilo que é mau e tudo que se parece com o mal.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;Não seja colérico porque a ira conduz à morte. Não seja ciumento também, nem briguento ou violento, pois o homicídio nasce de todas essas coisas.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;Filho, não cobice as mulheres pois a cobiça leva à fornicação. Evite falar palavras obscenas e olhar maliciosamente já que os adultérios surgem dessas coisas.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt;Filho, não se aproxime da adivinhação porque ela leva à idolatria. Não pratique encantamentos, astrologia ou purificações, nem queira ver ou ouvir sobre isso, pois disso tudo nasce a idolatria.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;5&lt;/sup&gt;Filho, não seja mentiroso pois a mentira leva ao roubo. Não persiga o dinheiro nem cobice a fama porque os roubos nascem dessas coisas.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;6&lt;/sup&gt;Filho, não fale demais pois falar muito leva à blasfêmia. Não seja insolente, nem tenha mente perversa porque as blasfêmias nascem dessas coisas.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;7&lt;/sup&gt;Seja manso pois os mansos herdarão a terra.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;8&lt;/sup&gt;Seja paciente, misericordioso, sem maldade, tranquilo e bondoso. Respeite sempre as palavras que você escutou.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;9&lt;/sup&gt;Não louve a si mesmo, nem se entrege à insolência. Não se junte com os poderosos, mas aproxima dos justos e pobres.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;10&lt;/sup&gt;Aceite tudo o que acontece contigo como coisa boa e saiba que nada acontece sem a permissão de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;CAPÍTULO IV&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;Filho, lembre-se dia e noite daquele que prega a Palavra de Deus para você. Honre-o como se fosse o próprio Senhor, pois Ele está presente onde a soberania do Senhor é anunciada.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;Procure estar todos os dias na companhia dos fiéis para encontrar forças em suas palavras.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;Não provoque divisão. Ao contrário, reconcilia aqueles que brigam entre si. Julgue de forma justa e corrija as culpas sem distinguir as pessoas.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt;Não hesite sobre o que vai acontecer.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;5&lt;/sup&gt;Não te pareças com aqueles que dão a mão quando precisam e a retiram quando devem dar.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;6&lt;/sup&gt;Se o trabalho de suas mãos te rendem algo, as ofereça como reparação pelos seus pecados.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;7&lt;/sup&gt;Não hesite em dar, nem dê reclamando porque, na verdade, você sabe quem realmente pagou sua recompensa.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;8&lt;/sup&gt;Não rejeite o necessitado. Compartilhe tudo com seu irmão e não diga que as coisas são apenas suas. Se vocês estão unidos nas coisas imortais, tanto mais estarão nas coisas perecíveis.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;9&lt;/sup&gt;Não se descuide de seu filho ou filha. Muito pelo contrário, desde a infância instrua-os a temer a Deus.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;10&lt;/sup&gt;Não dê ordens com rudeza ao seu escravo ou escrava pois eles também esperam no mesmo Deus que você; assim, não perderão o temor de Deus, que está acima de todos. Certamente Ele não virá chamar a pessoa pela aparência, mas somente aqueles que foram preparados pelo Espírito.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;11&lt;/sup&gt;Quanto a vocês, escravos, obedeçam aos seus senhores, com todo o respeito e reverência, como à própria imagem de Deus.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;12&lt;/sup&gt;Deteste toda a hipocrisia e tudo aquilo que não agrada o Senhor.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;13&lt;/sup&gt;Não viole os mandamentos dos Senhor. Guarde tudo aquilo que você recebeu: não acrescente ou retire nada.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;14&lt;/sup&gt;Confesse seus pecados na reunião dos fiéis e não comece a orar estando com má consciência. Este é o caminho da vida. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;CAPÍTULO V&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;Este é o caminho da morte: primeiro, é mau e cheio de maldições - homicídios, adultérios, paixões, fornicações, roubos, idolatria, magias, feitiçarias, rapinas, falsos testemunhos, hipocrisias, coração com duplo sentido, fraudes, orgulho, maldades, arrogância, avareza, palavras obscenas, ciúmes, insolência, altivez, ostentação e falta de temor de Deus.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;Nesse caminho trilham os perseguidores dos justos, os inimigos da verdade, os amantes da mentira, os ignorantes da justiça, os que não desejam o bem nem o justo julgamento, os que não praticam o bem mas o mal. A calma e a paciência estão longe deles. Estes amam as coisas vãs, são ávidos por recompensas, não se compadecem com os pobres, não se importam com os perseguidos, não reconhecem o Criador. São também assassinos de crianças, corruptores da imagem de Deus, desprezam os necessitados, oprimem os aflitos, defendem os ricos, julgam injustamente os pobres e, finalmente, são pecadoresconsumados. Filho, afaste-se disso tudo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;CAPÍTULO VI&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;Fique atento para que ninguém o afaste do caminho da instrução, pois quem faz isso ensina coisas que não pertencem a Deus.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;Você será perfeito se conseguir carregar todo o jugo do Senhor. Se isso não for possível, faça o que puder.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;A respeito da comida, observe o que puder. Não coma nada do que é sacrificado aos ídolos pois esse culto é destinado a deuses mortos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0);font-size:85%;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(192,192,192)"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;DIDAQUÉ&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;Parte II - A Celebração Litúrgica&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A CELEBRAÇÃO LITÚRGICA&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;CAPÍTULO VII&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;Quanto ao batismo, faça assim: depois de ditas todas essas coisas, batize em água corrente, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;Se você não tiver água corrente, batize em outra água. Se não puder batizar com água fria, faça com água quente.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;Na falta de uma ou outra, derrame água três vezes sobre a cabeça, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt;Antes de batizar, tanto aquele que batiza como o batizando, bem como aqueles que puderem, devem observar o jejum. Você deve ordenar ao batizando um jejum de um ou dois dias. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;CAPÍTULO VIII&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;Os seus jejuns não devem coincidir com os dos hipócritas. Eles jejuam no segundo e no quinto dia da semana. Porém, você deve jejuar no quarto dia e no dia da preparação.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;Não reze como os hipócritas, mas como o Senhor ordenou em seu Evangelho. Reze assim: &lt;i&gt;"Pai nosso que estás no céu, santificado seja o teu nome, venha o teu Reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão-nosso de cada dia nos dai hoje, perdoai nossa dívida, assim como também perdoamos os nossos devedores e não nos deixes cair em tentação, mas livrai-nos do mal porque teu é o poder e a glória para sempre"&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;Rezem assim três vezes ao dia. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;CAPÍTULO IX&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;Celebre a Eucaristia assim:&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;Diga primeiro sobre o cálice: &lt;i&gt;"Nós te agradecemos, Pai nosso, por causa da santa vinha do teu servo Davi, que nos revelaste através do teu servo Jesus. A ti, glória para sempre"&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;Depois diga sobre o pão partido: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;"Nós te agradecemos, Pai nosso, por causa da vida e do conhecimento que nos revelaste através do teu servo Jesus. A ti, glória para sempre.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt;Da mesma forma como este pão partido havia sido semeado sobre as colinas e depois foi recolhido para se tornar um, assim também seja reunida a tua Igreja desde os confins da terra no teu Reino, porque teu é o poder e a glória, por Jesus Cristo, para sempre"&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;5&lt;/sup&gt;Que ninguém coma nem beba da Eucaristia sem antes ter sido batizado em nome do Senhor pois sobre isso o Senhor disse: &lt;i&gt;"Não dêem as coisas santas aos cães"&lt;/i&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;CAPÍTULO X&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;Após ser saciado, agradeça assim:&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;"Nós te agradecemos, Pai santo, por teu santo nome que fizeste habitar em nossos corações e pelo conhecimento, pela fé e imortalidade que nos revelaste através do teu servo Jesus. A ti, glória para sempre.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;Tu, Senhor onipotente, criaste todas as coisas por causa do teu nome e deste aos homens o prazer do alimento e da bebida, para que te agradeçam. A nós, porém, deste uma comida e uma bebida espirituais e uma vida eterna através do teu servo.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt;Antes de tudo, te agradecemos porque és poderoso. A ti, glória para sempre.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;5&lt;/sup&gt;Lembra-te, Senhor, da tua Igreja, livrando-a de todo o mal e aperfeiçoando-a no teu amor. Reúne dos quatro ventos esta Igreja santificada para o teu Reino que lhe preparaste, porque teu é o poder e a glória para sempre.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;6&lt;/sup&gt;Que a tua graça venha e este mundo passe. Hosana ao Deus de Davi. Venha quem é fiel, converta-se quem é infiel. Maranatha. Amém."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;7&lt;/sup&gt;Deixe os profetas agradecerem à vontade. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="COLOR: rgb(0,0,0); TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;DIDAQUÉ&lt;br /&gt;Parte III - A Vida em Comunidade &lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style="COLOR: rgb(0,0,0); TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="COLOR: rgb(0,0,0); TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A VIDA EM COMUNIDADE&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;CAPÍTULO XI&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;Se vier alguém até você e ensinar tudo o que foi dito anteriormente, deve ser acolhido.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;Mas se aquele que ensina é perverso e ensinar outra doutrina para te destruir, não lhe dê atenção. No entanto, se ele ensina para estabelecer a justiça e conhecimento do Senhor, você deve acolhê-lo como se fosse o Senhor.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;Já quanto aos apóstolos e profetas, faça conforme o princípio do Evangelho.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt;Todo apóstolo que vem até você deve ser recebido como o próprio Senhor.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;5&lt;/sup&gt;Ele não deve ficar mais que um dia ou, se necessário, mais outro. Se ficar três dias é um falso profeta.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;6&lt;/sup&gt;Ao partir, o apóstolo não deve levar nada a não ser o pão necessário para chegar ao lugar onde deve parar. Se pedir dinheiro é um falso profeta.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;7&lt;/sup&gt;Não ponha à prova nem julgue um profeta que fala tudo sob inspiração, pois todo pecado será perdoado, mas esse não será perdoado.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;8&lt;/sup&gt;Nem todo aquele que fala inspirado é profeta, a não ser que viva como o Senhor. É desse modo que você reconhece o falso e o verdadeiro profeta.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;9&lt;/sup&gt;Todo profeta que, sob inspiração, manda preparar a mesa não deve comer dela. Caso contrário, é um falso profeta.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;10&lt;/sup&gt;Todo profeta que ensina a verdade mas não pratica o que ensina é um falso profeta.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;11&lt;/sup&gt;Todo profeta comprovado e verdadeiro, que age pelo mistério terreno da Igreja, mas que não ensina a fazer como ele faz não deverá ser julgado por você; ele será julgado por Deus. Assim fizeram também os antigos profetas.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;12&lt;/sup&gt;Se alguém disser sob inspiração: &lt;i&gt;"Dê-me dinheiro"&lt;/i&gt; ou qualquer outra coisa, não o escutem. Porém, se ele pedir para dar a outros necessitados, então ninguém o julgue. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;CAPÍTULO XII&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;Acolha toda aquele que vier em nome do Senhor. Depois, examine para conhecê-lo, pois você tem discernimento para distinguir a esquerda da direita.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;Se o hóspede estiver de passagem, dê-lhe ajuda no que puder. Entretanto, ele não deve permanecer com você mais que dois ou três dias, se necessário.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;Se quiser se estabelecer e tiver uma profissão, então que trabalhe para se sustentar.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt;Porém, se ele não tiver profissão, proceda de acordo com a prudência, para que um cristão não viva ociosamente em seu meio.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;5&lt;/sup&gt;Se ele não aceitar isso, trata-se de um comerciante de Cristo. Tenha cuidado com essa gente! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;CAPÍTULO XIII&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;Todo verdadeiro profeta que queira estabelecer-se em seu meio é digno do alimento.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;Assim também o verdadeiro mestre é digno do seu alimento, como qualquer operário.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;Assim, tome os primeiros frutos de todos os produtos da vinha e da eira, dos bois e das ovelhas, e os dê aos profetas, pois são eles os seus sumos-sacerdotes.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt;Porém, se você não tiver profetas, dê aos pobres.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;5&lt;/sup&gt;Se você fizer pão, tome os primeiros e os dê conforme o preceito.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;6&lt;/sup&gt;Da mesma maneira, ao abrir um recipiente de vinho ou óleo, tome a primeira parte e a dê aos profetas.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;7&lt;/sup&gt;Tome uma parte de seu dinheiro, da sua roupa e de todas as suas posses, conforme lhe parecer oportuno, e os dê de acordo com o preceito. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;CAPÍTULO XIV&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;Reúna-se no dia do Senhor para partir o pão e agradecer após ter confessado seus pecados, para que o sacrifício seja puro.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;Aquele que está brigado com seu companheiro não pode juntar-se antes de se reconciliar, para que o sacrifício oferecido não seja profanado.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;Esse é o sacrifício do qual o Senhor disse: &lt;i&gt;"Em todo lugar e em todo tempo, seja oferecido um sacrifício puro porque sou um grande rei - diz o Senhor - e o meu nome é admirável entre as nações"&lt;/i&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;CAPÍTULO XV&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;Escolha bispos e diáconos dignos do Senhor. Eles devem ser homens mansos, desprendidos do dinheiro, verazes e provados pois também exercem para vocês o ministério dos profetas e dos mestres.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;Não os despreze porque eles têm a mesma dignidade que os profetas e os mestres.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;Corrija uns aos outros, não com ódio, mas com paz, como você tem no Evangelho. E ninguém fale com uma pessoa que tenha ofendido o próximo; que essa pessoa não escute uma só palavra sua até que tenha se arrependido.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt;Faça suas orações, esmolas e ações da forma que você tem no Evangelho de nosso Senhor. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0);font-size:85%;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(192,192,192);font-size:85%;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="COLOR: rgb(0,0,0); TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;DIDAQUÉ&lt;br /&gt;Parte IV - O Fim dos Tempos &lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="COLOR: rgb(0,0,0); TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O FIM DOS TEMPOS&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;CAPÍTULO XVI&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;Vigie sobre a vida uns dos outros. Não deixe que sua lâmpada se apague, nem afrouxe o cinto dos rins. Fique preparado porque você não sabe a que horas nosso Senhor chegará.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;Reúna-se com frequência para que, juntos, procurem o que convém a vocês; porque de nada lhe servirá todo o tempo que viveu a fé se no último instante não estiver perfeito.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;De fato, nos últimos dias se multiplicarão os falsos profetas e os corruptores, as ovelhas se transformarão em lobos e o amor se converterá em ódio.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt;Aumentando a injustiça, os homens se odiarão, se perseguirão e se trairão mutuamente. Então o sedutor do mundo aparecerá, como se fosse o Filho de Deus, e fará sinais e prodígios. A terra será entregue em suas mãos e cometerá crimes como jamais foram cometidos desde o começo do mundo.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;5&lt;/sup&gt;Então toda criatura humana passará pela prova de fogo e muitos, escandalizados, perecerão. No entanto, aqueles que permanecerem firmes na fé serão salvos por aquele que os outros amaldiçoam.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;6&lt;/sup&gt;Então aparecerão os sinais da verdade: primeiro, o sinal da abertura no céu; depois, o sinal do toque da trombeta; e, em terceiro, a ressurreição dos mortos.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;7&lt;/sup&gt;Sim, a ressurreição, mas não de todos, conforme foi dito: &lt;i&gt;"O Senhor virá e todos os santos estarão com ele"&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;8&lt;/sup&gt;Então o mundo assistirá o Senhor chegando sobre as nuvens do céu.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="MARGIN: 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;ALTANER, Berthold e STUIBER, Alfred. Patrologia: vida, obras e doutrina dos padres da igreja. São Paulo: Paulinas, 1988.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EUSÉBIO DE CESARÉIA. História eclesiástica. Trad. Wolfgang Fischer. São Paulo: Novo Século, 1999.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FRANGIOTTI, Roque (Ed.). Padres Apostólicos. Trad. Ivo Storniolo e Euclides M. Balancin. Coleção Patrística, Vol. 1. São Paulo: Paulus, 1995.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HITCHCOCK, Roswell e BROWN, Francis (Eds.). Teaching of the Twelve Apostles: recently discovered and published by Philotheos Bryennios, metropolitan of Nicomedia. &lt;place st="on"&gt;&lt;state st="on"&gt;New York&lt;/state&gt;&lt;/place&gt;: Charles Scribner’s, 1884.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HOLMES, Michael W. (Ed.). The apostolic fathers: Greek texts and English translations. Grand Rapids: Baker, 1999.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LAKE, Kirsopp (Ed.). The apostolic fathers. Vol. I. London: William Heinemann; New York: Macmillan, 1912.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MORESCHINI, Claudio e NORELLI, Enrico. História da literatura cristã antiga grega e latina. Vol. I: De Paulo à era constantiniana. São Paulo: Loyola, 1996.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUASTEN, Johannes. Patrology. Vol. I: The beginnings of patristic literature. Westminster, Maryland: Christian Classics, 1993.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RICHARDSON, Cyril C. et al. (Eds.). Early Christian fathers. The Library of Christian Classics, Vol. I. Philadelphia: Westminster, 1953.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SCHAFF, Philip e WACE, Henry. Eusebius: church history, life of Constantine the great, and oration in praise of Constantine. Nicene and Post-Nicene Fathers, Second Series, Vol. I. Reprint. Grand Rapids: Eerdmans, 1986 (1890).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;________ . St. Athanasius: select works and letters. Nicene and Post-Nicene Fathers, Second Series, Vol. IV. Reprint. T&amp;amp;T Clark: Edinburgh; Grand Rapids: Eerdmans, 1987 (1891).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;STANIFORTH, Maxwell (Ed.). Early Christian writings: the apostolic fathers. New York: Barnes &amp;amp; Noble, 1993.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5222850717649752352-529391885490071125?l=crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/529391885490071125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/529391885490071125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/2008/08/didaqu.html' title='Didaqué'/><author><name>Bp. Carlos Antonio Santos de Novais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07361364628640620052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/R_-EnYPkC3I/AAAAAAAAAAM/af36rVB2BKg/S220/Carlos.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352.post-4443742023665502236</id><published>2008-07-05T10:49:00.000-07:00</published><updated>2008-07-05T10:55:43.422-07:00</updated><title type='text'>Os Dízimos Ainda estão em Vigor?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SG-0e7MrPFI/AAAAAAAAAJs/RGEg4R6Rx-8/s1600-h/Dizimo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5219588936525626450" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 154px; CURSOR: hand; HEIGHT: 192px" height="151" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SG-0e7MrPFI/AAAAAAAAAJs/RGEg4R6Rx-8/s320/Dizimo.jpg" width="146" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;“Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós bênção sem medida.” Ml 3.10, 11 e 12&lt;br /&gt;O Dízimo foi instituído por Deus aos judeus que viviam sob o domínio da Lei. É certo que o Senhor Jesus reconhecia a autoridade desta Lei, era judeu e nascido sob a Lei ("Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei," Gl 4.4), com a missão de cumpri-la ("Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra." Mt 5.17,18). Jesus não determinou de forma direta que o dízimo seria uma obrigação aos participantes da Nova Aliança.&lt;br /&gt;a) Na Bíblia vemos que o primeiro a dar o dízimo foi Abraão"E de tudo lhe deu Abrão o dízimo." Gn 14.20Abraão ao regressar da vitória sobre os reis inimigos, deu a Melquisedeque, sacerdote de Deus e rei de Salém, o dízimo de tudo que possuía e despojos da vitória.b) Jacó movido a dar o dízimo:"...de tudo quanto me concederes, certamente eu te darei o dízimo." Gn 28.22&lt;br /&gt;c) O dízimo é instituído pela Lei Mosaica."A décima parte das colheitas, tanto dos cereais como das frutas, pertence a Deus, o SENHOR, e será dada a ele." Lv 27.30 e "Certamente, darás os dízimos de todo o fruto das tuas sementes, que ano após ano se recolher do campo." Dt 14.22Os dízimos deveriam ser postos nas mãos dos Levitas, em posse pelo ministério que eles serviam no tabernáculo do concerto, como recompensa por não terem parte na herança da terra.O Novo Testamento não faz profundas referências a respeito do tema, mas, movidos pelo Espírito Santo, compreendemos que é bom e agradável ofertarmos a Deus.&lt;br /&gt;Paulo escrevendo às igrejas ensina que deveriam fazer coletas, nas quais os servos dariam segundo a sua prosperidade ("Quanto à coleta para os santos, fazei vós também como ordenei às igrejas da Galácia. No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá juntando, para que se não façam coletas quando eu for." 1Co 16.1-2). Uma ação de amor, generosidade e alegria ("E isto afirmo: aquele que semeia pouco pouco também ceifará; e o que semeia com fartura com abundância também ceifará. Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria. Deus pode fazer-vos abundar em toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, ampla suficiência, superabundeis em toda boa obra, como está escrito: Distribuiu, deu aos pobres, a sua justiça permanece para sempre." 2Co 9.6-9). Não havia uma definição de quantidade (10%), as ofertas eram segundo as posses da cada um. Este é o mesmo entendimento para o dízimo hoje, uma doação à igreja de ofertas agradáveis, que devem ser usadas na manutenção do templo, missões, meios de comunicações, mas, principalmente no auxilio aos irmãos mais carentes, ligados ou não à denominação; afinal, no Reino não há denominações. É inaceitável que as igrejas guardem o dinheiro do Senhor (poupança e aplicações diversas) enquanto há tantos irmãos necessitados de um auxilio financeiro. Usa-se como parâmetro a décima parte, no entanto, não é uma obrigação metódica.&lt;br /&gt;Infelizmente esta questão é uma tema desgastado, geralmente visto pelos não cristãos como um meio de explorar a fé dos mais simples. É lamentável que muitas igrejas realmente agem assim explorando à boa fé de seus membros com promessas de recompensas extraordinárias para aqueles que darem ou pagarem como preferem alguns os seus dízimos.Paulo escreveu uma carta ao povo de Corinto, na qual diz:“O homem natural não aceita as cousas do Espírito... pois lhe é loucura; e jamais pode entendê-las.” 1Co 2.14&lt;br /&gt;Dentro das igrejas há muitos que por diversos motivos não aceitam a idéia de reservar uma parte de seus ganhos para o Senhor.Os questionamentos variam do lógico ao absurdo. Por exemplo:. Deus não precisa de dinheiro!. Deus é dono de tudo!. Não vou encher a barriga de pastor!. Ganho pouco, e sou pobre!. Não sobra para o dízimo!. Tenho escola, e muitas despesas!. Isto é para os ricos!. e diversas outras desculpas.&lt;br /&gt;Era a respeito desses que Paulo escrevia, são homens que ainda não entregaram verdadeiramente suas vidas nas mãos do Senhor, vivem uma vida normal, natural e não conseguem enxergar com os olhos do Espírito a vontade de Deus para a vida de seus escolhidos.Jesus literalmente afirma: “ Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo.” Lc 14.33&lt;br /&gt;Esta é a principal condição exigida aos servos, a renúncia. Deixar todas as coisas para trás, princípios, pensamentos, pontos de vistas, conhecimentos, sabedoria.Ser apenas vasos abertos e prontos para serem cheios. Quando isto acontece, os questionamentos deixam de existir, pois o que importa verdadeiramente é obedecer, fazer a vontade do Pai.&lt;br /&gt;Em relação aos Dízimos, esta deve ser a posição do Servo, entregar o que é devido, deixando em segundo plano a preocupação com o destino que será dado a este dinheiro.&lt;br /&gt;Dar Voluntariamente "...vossas dádivas, e de todos os vossos votos, e de todas as vossas ofertas voluntárias que dareis ao SENHOR." Lv 23.38O dizimar era uma obrigação de cada israelita, mas, o desejo de ofertar deveria nascer no interior do coração, marcado por gratidão e alegria, uma ação voluntária, através da qual o Eterno era adorado. Vida Santa, uma condição"Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta." Mt 5.23,24A Santidade é uma condição especial, ela gera comunhão e intimidade com o Pai. Antes de trazermos as nossas ofertas ao Senhor, é necessário fazermos um "balanço" e confessarmos pecados e acertarmos todas situações que destoam da vontade de Deus.&lt;br /&gt;Uma Gratidão."Oferece a Deus sacrifício de ações de graças e cumpre os teus votos para com o Altíssimo; invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás." Sl 50.14,15Ação de dizimar/ofertar é uma demonstração que reconhecemos a soberania de Deus e o cuidado que Ele tem para conosco, abençoando-nos no cotidiano em todos os aspectos de nossa existência.&lt;br /&gt;OS FIÉIS SERÃO ABENÇOADOS!&lt;br /&gt;A) Para que haja mantimento.Quando há fidelidade nos dízimos, jamais faltará na casa do Senhor meios para que a obra prossiga e muitos sejam alcançados pela palavra. Restaurados e alimentados. É dever ainda da igreja estender as mãos aos necessitados do reino, estes o Senhor diz que sempre hão de haver.B) Derramarei Bênçãos sem Medidas.A nossa visão inicial de tudo deve ser espiritual, esta é a visão que verdadeiramente nos interessa. Neste caso, as bênçãos as quais o Senhor refere-se provavelmente não são riquezas materiais, como muitos tem prometido; sim, o crescimento espiritual. Lembre-se:"Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo." Lc 14.33C) Vossa vide não será estéril.Existe a benção de prosperidade prometida aos fieis. Deve-se esperá-la, jamais buscá-la. Pois há tempo para todas as coisas, e o Senhor conhece as necessidades de cada um. A preocupação deve estar em conservar uma vida santa, reta e justa diante de Deus.&lt;br /&gt;D) As Nações vos chamarão de felizes.Como é bom encontrar um servo fiel, sempre feliz, um rosto formoso que resplandece a paz de Cristo, mesmo em meio às muitas lutas e dificuldades. São estes os fieis do Senhor, que triunfam e voam como águias (Is 40.31) acima de todas as dificuldades.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sedes fieis ao Senhor nos Dízimos e Ofertas e verão a sua glória.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Elias R. de Oliveira&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Obs: "O Título desta Postagem e a figura é um acrescímo meu"&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.vivos.com.br/20.htm"&gt;http://www.vivos.com.br/20.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5222850717649752352-4443742023665502236?l=crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/4443742023665502236'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/4443742023665502236'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/2008/07/os-dzimos-ainda-esto-em-vigor.html' title='Os Dízimos Ainda estão em Vigor?'/><author><name>Bp. Carlos Antonio Santos de Novais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07361364628640620052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/R_-EnYPkC3I/AAAAAAAAAAM/af36rVB2BKg/S220/Carlos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SG-0e7MrPFI/AAAAAAAAAJs/RGEg4R6Rx-8/s72-c/Dizimo.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352.post-5793541090180417941</id><published>2008-07-05T10:26:00.000-07:00</published><updated>2008-07-05T10:28:21.249-07:00</updated><title type='text'>O Que eu Tenho Aprendido com a Prática?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Teoria e prática são duas coisas que embora sejam distintas, estão muito ligadas entre si. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A prática é o objetivo da teoria, no ministério, a prática serve para confirmar ou destruir nossas teorias, serve para nos fazer aprender a cada dia mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a prática ministerial tenho aprendido que querer agradar as autoridades é na verdade uma grande bobagem e ilusão, o reconhecimento dos superiores passa a ser conseqüência de quando damos o nosso melhor a Deus e o buscamos servi-lo e agradá-lo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a prática tenho aprendido a enojar a postura de alguns que ao receberem um pouco de poder já se sentem superiores aos demais, tenho aprendido que a humildade é a melhor opção e que quando a praticamos é como se o Senhor derramasse constantemente de sua graça sobre nós e nos sentimos melhor com a gente mesmo, a arrogância é na verdade a camuflagem da incompetência;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a prática tenho aprendido que o pastor tem que ter cheiro de ovelha, sua atenção e seu carinho precisam estar voltados a elas, pastor que tem cheiro de pastor precisa na verdade, ser pastoreado e não pastorear;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a prática tenho aprendido que as soluções mais eficazes são as mais simples, que muitas vezes as soluções fantásticas são formas de nos portarmos independentemente do que Deus quer buscá-lo é a solução;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a prática tenho aprendido que o poder de Deus é o diferencial, diferencial este que fez a Igreja Primitiva impactar o mundo de sua época sem estratégias magníficas, como os grandes shows, os mega-eventos, mas, sim com o discipulado bíblico;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a prática tenho aprendido que o radicalismo extra-bíblico não leva a lugar nenhum, e que o contrario disso não significa negligencia quanto ao erro;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a prática tenho aprendido que ficar a mercê dos números é vender o próprio ministério, que a saúde de alguns é mais valiosa que muitos doentes que abarrotam os bancos de nossas Igrejas sem encontrar adequado tratamento;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a prática tenho aprendido a valorizar os fieis trabalhadores e os que têm zelo pela obra de Deus o suficiente para criticarem uma conduta errada em detrimento dos bajuladores de plantão, interessados neles mesmos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, tenho aprendido muito mais com a prática que com a teoria e uma dessas coisas é que a hora de falar e a hora de calar. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5222850717649752352-5793541090180417941?l=crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/5793541090180417941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/5793541090180417941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/2008/07/o-que-eu-tenho-aprendido-com-prtica.html' title='O Que eu Tenho Aprendido com a Prática?'/><author><name>Bp. Carlos Antonio Santos de Novais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07361364628640620052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/R_-EnYPkC3I/AAAAAAAAAAM/af36rVB2BKg/S220/Carlos.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352.post-7804479768824870039</id><published>2008-06-27T05:15:00.000-07:00</published><updated>2008-07-05T10:44:07.989-07:00</updated><title type='text'>O CAMINHO DE CAIM</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Há muito tempo atrás, no Jardim do Éden, o primeiro homem, Adão e a sua esposa, Eva, caíram. E les haviam pecado contra o Altíssimo, fazendo a única coisa que Ele havia ordenado que não fizessem. Agindo assim, estas duas primeiras pessoas, deterioraram seu relacionamento com Deus e tiveram ciência de sua própria nudez. Embora tivessem tentado se cobrir juntando folhas de figueira, quando ouviram a voz do Senhor que passeava pelo jardim na virada do dia, eles se esconderam e estavam assustados. O homem, que havia sido criado por Deus e gozado de doce comunhão com Ele, agora estava se escondendo de Deus, nu e envergonhado.&lt;br /&gt;Conforme nós sabemos agora, isto não foi uma surpresa para o Senhor. Ele sabia de antemão que o homem que criara iria desobedecer a seu mandamento e cair em pecado. Já que Deus não é limitado pelo tempo e compreende simultaneamente tanto o princípio como o final de todas as coisas, Ele já havia preparado o caminho da salvação. Neste exemplo, por causa deste primeiro homem, Deus deve ter matado algum tipo de animal, porque somos ensinados que Ele fez roupas de pele para o casal. Foi tirando a vida de uma outra criatura que Deus providenciou uma cobertura que Adão e Eva tão desesperadamente necessitavam.&lt;br /&gt;Eu agora sugiro a vocês que o animal morto por Deus era um cordeiro. Embora isto não possa ser provado, sinto que existe uma grande possibilidade. Harmoniza lindamente com o resto da Escritura e com o supremo plano de redenção de Deus. Esta atitude, sem dúvida, estava apontando para o tempo em que Ele permitiria que Seu Único Filho, o Cordeiro de Deus, fosse morto como cobertura para os nossos pecados – escondendo nossa nudez e rebelião contra Deus.&lt;br /&gt;Também mais adiante, no livro de Gênesis, temos uma insinuação de que talvez fosse mesmo um cordeiro que foi morto por causa de Adão e Eva. Quando examinamos rigorosamente as Escrituras, surge um quadro. Aprendemos que Abel era um pastor, enquanto Caim era um lavrador do chão, um agricultor. Já que Deus não havia permitido ao homem que comesse carne antes do dilúvio e, de fato, os próprios animais não se comiam uns aos outros, mas eram herbívoros (Veja Gen 1:29,30 e 9:2,3), podemos indagar porque Abel estava zelando por um cordeiro. Porque ele gastou seu tempo cuidando de animais que não tinham valor algum para ele?&lt;br /&gt;A resposta é, muito provavelmente, encontrada na idéia de que estes animais eram usados para fornecer vestimentas. Estas ovelhas devem ter sido criadas por causa de sua lã ou por causa de sua pele, que eram usadas como cobertura, assim dando suporte à idéia que fora Deus quem havia dado o exemplo a eles. Tanto Caim quanto Abel, provavelmente, tinham conhecimento do que havia ocorrido com seus pais no Jardim do Éden. Estou certo que, como pais fiéis, os dois compartilharam com seus filhos tudo o que ocorrera e tentaram instruí-los na maneira correta de caminhar com Deus.&lt;br /&gt;Quando eu lia no livro de Gênesis que Deus rejeitou a oferta de Caim, eu me preocupava porque esta rejeição parecia arbitrária. Eu não conseguia compreender como Ele podia julgar entre esses dois homens se ambos estavam agindo puramente por instinto. Entretanto, agora eu sinto que Caim sabia tanto quanto Abel o tipo de sacrifício que Deus requeria. Ele sabia, pelo testemunho de seus pais, que eles haviam sido cobertos pela morte de um cordeiro e que Deus exigira o derramar do sangue para a expiação do pecado.&lt;br /&gt;Todavia, Caim escolheu seguir seu próprio caminho, embora sabendo da justa exigência de Deus. Ele deliberadamente o desobedeceu, ignorando o que havia sido evidentemente providenciado. Em vez disso, ofereceu algo de sua própria invenção, algo de sua própria imaginação, algo que ele mesmo podia produzir.&lt;br /&gt;Ele pode ter pensado: “Porque eu devo oferecer um cordeiro? Os vegetais que eu plantei são ótimos, não há nada de errado com eles. De fato, eles são os melhores vegetais das redondezas. Por que não posso oferecer a Deus o que tenho de melhor? Não é bom o bastante? Não há dúvida que ele vai reconhecer isto e recebê-lo.”&lt;br /&gt;Mas, como lemos em Gen cap 4 vers 5, Deus rejeitou a oferta de Caim. Não importa quão boa ela era, não importa o quão maravilhosa parecia ser, ainda que Caim houvesse trazido o seu melhor, Deus não estava satisfeito. Ele já havia ordenado qual era o sacrifício necessário . Ele já havia estipulado o formato para que os verdadeiros adoradores o seguissem e era apenas através da obediência que o Seu prazer e favor poderiam ser ganhos.&lt;br /&gt;UMA MENSAGEM PARA HOJE&lt;br /&gt;O que esta história tão antiga nos fala hoje? Como é que nós, crentes, podemos aprender da experiência destes primeiros homens e evitar o caminho de Caim? No Novo Testamento, assim como no Velho, Deus determinou a todos os crentes o modo adequado de adoração. Vemos no livro de João cap 4 vers 23 e 24 a seguinte declaração: “Jesus diz – é chegada a hora e a hora vem, quando os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. Deus é espírito e importa que seus adoradores DEVEM adorá-lo em espírito e em verdade.”&lt;br /&gt;Por favor, notem aqui a tradução da palavra “DEVEM”. As Escrituras não dizem que “PODEM” ou mesmo “TALVEZ DEVESSEM”, mas afirma especificamente que aqueles que adoram a Deus “DEVEM” fazê-lo no espírito. Tal adoração não é opcional. Qualquer coisa menos que isto não atinge o objetivo do claro mandamento de Deus.&lt;br /&gt;Você vê, tanto no Novo como no Velho Testamento, um cordeiro foi morto para a cobertura de pecados. Deus tinha providenciado um cordeiro! E este cordeiro deve ser a nossa oferta. Nada mais é adequado. Não importa quão bom possa parecer, não importa quão correto segundo as Escrituras possa aparentar, não importa quão reverente, adornado, musicalmente excelente possa ser, nenhuma outra coisa será satisfatória. Somente o Cordeiro irá fazê-lo.&lt;br /&gt;Este fato tem uma importante aplicação para nós, como cristãos. Quando nos reunimos para adorar o Pai, precisamos adorá-lo em espírito. Quando estamos juntos, é essencial que entremos no espírito de Jesus Cristo para que nossa adoração e nosso louvor e, na verdade tudo o que fazemos, se origine Nele. Ele é quem deve estar dirigindo nossas reuniões na Igreja. Além disso, é este Cordeiro que deve ser a essência deles.&lt;br /&gt;Mas, o que significa “estar no espírito” ? Significa que estamos em um certo estado de ânimo? Será que ele indica que entramos na emoção de uma determinada situação? Não. Significa que nós realmente entramos na presença de Deus através do Santo Espírito. Significa que estamos “ plenos” do Espírito de Jesus Cristo e sendo dirigidos por Ele.&lt;br /&gt;Vemos nos Evangelhos que, “quando dois ou mais se reunirem em Seu nome, Ele ali estará no meio deles.” Jesus não vem às nossas reuniões como um espectador. Ele não vem para nos ouvir em nossas cerimônias ou “serviços”. Cristo tem aparecido como nosso Sumo Sacerdote, para nos dirigir em louvor e adoração ao nosso Deus. Quando Jesus vem para o nosso meio, vem como Aquele que vai dar origem a todas as coisas. É Ele quem deve estar escolhendo as músicas e é Ele mesmo quem deve se derramar em nossas orações e através delas. É o Espírito de Jesus quem deve emanar da ministração da Palavra. Deus se satisfaz apenas com a oferta de Seu Filho e é somente quando nos reunimos e oferecemos a Ele tudo o que flui de Jesus Cristo, que o Pai se agrada. Qualquer coisa menos que isto é apenas “vegetal”.&lt;br /&gt;Talvez alguns acreditem que o objetivo em nossos encontros deve ser que os mesmos sejam de acordo com a Bíblia. Imaginam que, se simplesmente imitarmos aquilo que achamos que os crentes do Novo Testamento faziam, Deus se sentirá satisfeito. Isto leva tantos encontros cristãos a “fazer adoração” ou a “ter ministério” almejando, de qualquer forma, encontrar as bênçãos de Deus. Isto é um verdadeiro golpe ou um erro de alvo. Quando as coisas não correm muito bem, é comum os líderes culparem os que se assentam nos bancos pela falta de entusiasmo ou consagração.&lt;br /&gt;Mas o problema com este alvo é o seguinte: Quais das milhares de coisas das Escrituras Jesus deseja que façamos hoje? A Igreja primitiva fazia muitas coisas. A Bíblia está repleta de coisas que Deus deseja que digamos ou façamos em uma determinada situação. Mas, como Ele está nos liderando agora? Para saber isto, precisamos estar no Espírito. Precisamos ter um relacionamento real e íntimo com Ele. Deste modo, podemos sentir Sua liderança, segui-lo naquilo que Ele está fazendo e, assim, alcançar a satisfação da verdadeira adoração espiritual.&lt;br /&gt;Quão freqüentemente nós, povo de Deus, temos ido pelo caminho de Caim! (Judas 11) Quantas vezes nos reunimos e oferecemos a Deus o que se origina exclusivamente em nossos próprios corações! Nossas próprias idéias, invenções dos homens – coisas que têm uma mera qualidade da alma – têm sido colocadas no lugar de Cristo, como substitutas. Temos erradamente suposto que, se o que fazemos é bom, se é suficientemente bíblico, se é o bastante elaborado, se é suficientemente melodioso, Deus estará satisfeito. Não há dúvida que nós, como seres humanos, oferecemos a Deus o que temos de melhor. Tudo o que faze-mos tem as melhores intenções, humanamente falando. Entretanto, mesmo com todas estas coisas, Deus não se satisfaz. Ele não pode se satisfazer. Ele mesmo nos ensinou o Caminho e nós temos que andar nele.&lt;br /&gt;MUITAS OBRAS MARAVILHOSAS&lt;br /&gt;Oh, as catedrais que têm sido construídas, as liturgias que têm sido formuladas, os arranjos musicais que têm sido criados, as mensagens que têm sido pregadas, tudo em nome da adoração! Entretanto, Deus não deseja nenhuma destas coisas. Elas e muitos outros itens desta natureza, são realizações tremendamente humanas. Não estou tentando diminuir a excelência de nenhuma delas. Ainda assim, o seu valor é nulo se comparado com a beleza e a glória do que Deus providenciou.&lt;br /&gt;Muitas destas coisas são apenas as obras humanas, as melhores que podemos fazer, ainda assim elas não podem atingir o alvo, a exigência de Deus. Os homens apreciam tais coisas com sua alma, seus sentidos e freqüentemente confundem esta apreciação com alguma bênção espiritual. Entretanto, Lucas 16:15 afirma que “aquilo que é tido em alta estima pelos homens, é abominação aos olhos de Deus” .&lt;br /&gt;Coisas meramente externas não têm absolutamente valor espiritual. Elas nada fazem para intensificar nossa adoração ou para atrair a presença de Deus. A razão pela qual Deus rejeita tais coisas é que elas são uma substituição humana para a verdadeira oferta que Ele providenciou. Conseqüentemente, o espírito do homem é deixado sem ministração quando estas coisas predominam em nossas reuniões cristãs.&lt;br /&gt;Quantas vezes você saiu de um culto insatisfeito? Quantas vezes você ouve muitas mensagens em muitos encontros, conseguindo apenas umas migalhas da mesa do Senhor? Quantas vezes nossa adoração a Deus é formal, afetada e espiritualmente morta? Tudo isto somente serve para provar que temos seguido o caminho de Caim. Nenhuma de nossas idéias ou invenções, não importa quão boas ou “corretas” elas possam ser, poderá satisfazer a Deus e quando Deus não está satisfeito, nós também não poderemos estar espiritualmente satisfeitos.&lt;br /&gt;Oh, mas que diferença há no Filho! Quando o povo de Deus se reúne e se abre para Ele, permitindo que o Seu Espírito se mova em Seu meio, permitindo que o Sumo Sacerdote de nossa confissão dirija a adoração, o louvor e o ministério, quão satisfatórios estes encontros podem se tornar! Como serão cheios do Espírito e de Verdade! Como estes encontros serão ungidos e agradáveis! O homem se satisfaz porque Deus está satisfeito, tendo visto e aceito a oferta de Seu Filho.&lt;br /&gt;FOGO ESTRANHO&lt;br /&gt;No Velho Testamento temos um outro exemplo da vã religião humana. Nadabe e Abiu eram filhos do Sumo Sacerdote. Eram os filhos mais velhos de Arão e foram consagrados a Deus juntamente com ele para o sacerdócio junto ao Senhor. Os dois tinham bastante experiência em adorar ao Senhor e até chegaram a ver fogo cair do céu sobre os sacrifícios que ofereciam (Lv 9:24).&lt;br /&gt;Então começaram a achar que tinham um bom domínio no negócio da religião. Pensavam que já eram capazes de inventar algo para adorar a Deus. Tiveram a idéia de colocar um pouco de incenso em seus incensórios e foram para o santo Templo. O resultado foi desastroso. Veio fogo do céu e os consumiu. Esta foi a reação de Deus às suas inovações (Lv 10:1,3).&lt;br /&gt;Talvez estas coisas signifiquem algo para nós hoje. Como homens, temos uma profusão de idéias para contribuir com as reuniões das Igrejas – apresentações dramáticas, danças, adoração planejada anteriormente, performances musicais, práticas tradicionais, muitos dos adereços e formatos que achamos tão normais hoje na religião cristã – todas estas coisas podem ser apenas fogo estranho oferecido ao Senhor.&lt;br /&gt;Nós, povo de Deus, deveríamos chegar diante Dele com temor reverente. Deveríamos tomar cuidado para não seguirmos o caminho de Caim! É essencial que nossa adoração seja algo verdadeiramente espiritual, que venha do próprio Deus jorrando dentro de nós e derra-mando através de nós! Não é suficiente que, quando estamos juntos, sejamos simplesmente informados, emocionalmente estimulados ou entretidos.&lt;br /&gt;Ele, tão somente Ele, é a fonte de genuína oferta espiritual. Deus pode tolerar nossos exercícios religiosos hoje em dia. Hoje Ele não manda fogo do céu para destruir estas coisas que muitos de nós estão fazendo. Entretanto, somos ensinados que um dia nossas obras passarão pelo teste do fogo e, se estivemos construindo com madeira, feno e palha, em vez de ouro, prata e pedras preciosas, nossa obra será consumida. Lemos que o Senhor virá repentinamente ao Seu Templo e irá purificar os filhos de Levi de modo que sua oferta seja feita em justiça (Ml 3:1-3).&lt;br /&gt;Por favor, não me entendam mal. Não há dúvida que Deus pode nos conduzir em nossa adoração enquanto cantamos, dançamos ou fazemos muitas outras coisas. O Rei Davi dançou diante do Senhor com toda a sua força (2a Sm 6:14). Débora, Moisés e muitos outros, compuseram canções de louvor. Entretanto, fizeram estas coisas porque estavam transbordando de unção do Espírito Santo. Não fizeram isto por achar “apropriado”, “sagrado” ou “inspirado”. Aquilo que se origina em Deus e as invenções dos homens podem parecer iguais. Podem até mesmo ter a mesma forma aparente. Entretanto, há um universo de diferença!&lt;br /&gt;A questão não é realmente sobre a forma, mas sobre a fonte destas coisas. Se a fonte não é Deus, não importa o quão maravilhoso possa parecer, não importa que a doutrina possa estar correta, não importa que seja bom de se ver, isto é rejeitado por Ele. Por outro lado, tudo o que é inspirado pelo Espírito Santo, é importante e deveria ser incluído em nossa adoração. Como nós, os filhos de Deus, precisamos aprender a discernir entre o sagrado e o profano, entre o limpo e o sujo (Ez 22:26)! É triste, mas é verdade que muitos cristãos não aprenderam a discernir entre a alma e o espírito (Hb 4:12). Muitos passaram tão pouco tempo na presença de Deus meditando sobre Sua Palavra que nunca experimentaram a Sua espada do Espírito separando o que é natural e humano daquilo que é espiritual.&lt;br /&gt;Freqüentemente não temos crescido em nosso discernimento para sabermos o que Deus está pedindo. E, agindo assim, temos falhado em atingir Seus objetivos – adoração em espírito e em verdade. Há uma tendência entre alguns homens, de apreciar coisas com as quais estão habituados ou que existem há muito tempo. Outros gostam de inovações em sua adoração. Entretanto, tudo deve ser levado ao controle do Espírito Santo e somente Ele deve ser soberano sobre tudo o que fazemos.&lt;br /&gt;Além disso, já que Jesus é uma pessoa viva, podemos presumir que a Sua liderança irá mudar continuamente. Assim como o nosso relacionamento com outras pessoas está em constante transformação, assim também Deus se renova a cada manhã (Lm 3:22,23). Portanto, devemos estar em constante comunhão com Ele de maneira que possamos sentir e seguir o que Ele está fazendo hoje.&lt;br /&gt;É possível que muitas pessoas não compreendam o que estou dizendo e se sintam ofendidas por minhas palavras. Se este é o seu caso, eu lhe peço que não protele, mas que se coloque diante de Deus e lhe peça que o encha com Seu Espírito. Leia a passagem em Lucas que declara o quanto o Pai do Céu deseja derramar de Seu Espírito sobre aquele que lhe pedir (Lc 11:11-13). Ele anseia que saibamos a diferença entre o que é espiritual e o que é natural, para que possamos ofertar coisas que são aceitáveis e agradáveis a Ele!&lt;br /&gt;Deus nos ama muito. Ele derramou sobre nós o Seu Espírito. Ele nos ofereceu o Seu único Filho. Deus não escondeu de nós nada que fosse necessário para uma verdadeira adoração e um puro relacionamento com Ele. Como nós, como homens, precisamos aproveitar tudo o que Deus nos tem dado! Oh, que tenhamos o discernimento para saber o que se origina na alma e o que vem do Espírito. É em nosso espírito que nos ligamos a Deus (1a Co 6:17). E é somente através do Espírito Santo que podemos oferecer um sacrifício que seja aceitável.&lt;br /&gt;Para conseguir encontros genuinamente espirituais nós, assim como nosso devoto predecessor Abel, precisamos estar trabalhando uma semana naquilo que Deus providenciou. Se chegamos de mãos vazias aos nossos encontros na Igreja, se não estivemos antes&lt;br /&gt;na presença do Senhor nos alimentando em Sua Palavra e não sentimos o Seu Espírito se movendo dentro de nós, não teremos nada para oferecer. Se não pudemos exaltar o Cordeiro durante a semana, como podemos trazê-lo como uma oferta? Nesta situação, muitos cristãos são tentados a oferecer vegetais. Talvez pela falta de experiências espirituais, talvez pela falta de um relacionamento íntimo com o próprio Deus, eles são deixados sem cordeiro e podem oferecer aquilo que cresce do solo – algo terreno, algo natural. Estas coisas são espiritualmente insatisfatórias.&lt;br /&gt;O fato que o Pai procura homens e mulheres que o adorem em Espírito deveria realmente nos impressionar. Agora mesmo Ele está procurando por adoradores! Seu coração hoje está ansiando por verdadeiros adoradores que ofereçam sacrifícios de louvor, o fruto de seus lábios, aqueles que irão revelar a Ele o que Deus forjou neles através de Jesus Cristo.&lt;br /&gt;Oh, como precisamos orar, como necessitamos procurar a Sua face para que possamos experimentar este tipo de adoração! Não pode ser difícil. Na verdade, não deveria ser , porque Cristo morreu para que fosse assim. Nada tem sido negado a nós. O sacrifício do próprio Deus está completamente à nossa disposição. Portanto, vamos chegar até Ele e nos encher com o Cordeiro de Deus de maneira que, quando estivermos reunidos e Ele estiver no meio de nós, possamos oferecer um doce aroma, santo e agradável a Deus.&lt;br /&gt;Que possamos ser, como Paulo diz, aqueles “da circuncisão, que adoram a Deus em espírito” (Fp 3:3).&lt;br /&gt;Irmãos e irmãs, eu oro sinceramente para que estas coisas se tornem a sua realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;David W. Dyer - 25/04/2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradução – Maria Regina Vidal Eliasquevici&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5222850717649752352-7804479768824870039?l=crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/7804479768824870039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/7804479768824870039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/2008/06/o-caminho-de-caim.html' title='O CAMINHO DE CAIM'/><author><name>Bp. Carlos Antonio Santos de Novais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07361364628640620052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/R_-EnYPkC3I/AAAAAAAAAAM/af36rVB2BKg/S220/Carlos.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352.post-5398644067554239092</id><published>2008-06-25T12:54:00.000-07:00</published><updated>2008-07-05T10:49:05.924-07:00</updated><title type='text'>Os Avivamentos Através da História.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SGKiwPkDS9I/AAAAAAAAAI8/rF8YPLF5JP0/s1600-h/CA2PBTSW.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5215910268143619026" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SGKiwPkDS9I/AAAAAAAAAI8/rF8YPLF5JP0/s200/CA2PBTSW.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus é infinitamente poderoso para ainda hoje derramar sobre nós o seu Espírito como um rio transbordante, da mesma maneira como fez no passado.&lt;br /&gt;IRINEU (130-200dC), bispo de Lyon, na Gália.&lt;br /&gt;Declarou que no seu tempo muitos cristãos falavam línguas estranhas pelo Espírito e tinham dons, inclusive o de profecia. Irineu foi discípulo de Policarpo, bispo de Esmirna, que, por sua vez, fora discípulo de João, o apóstolo.&lt;br /&gt;JUSTINO MÁRTIR (100-165dC).&lt;br /&gt;Nasceu na Palestina, converteu-se em Éfeso e morreu em Roma. Nos seus escritos, mencionou os dons espirituais em evidência nos seus dias, inclusive o dom de línguas estranhas pelo Espírito Santo.&lt;br /&gt;ORÍGENES (185-254dC), teólogo de renome.&lt;br /&gt;Afirmou que os dons espirituais, inclusive o de línguas, eram um facto notório nos seus dias.&lt;br /&gt;CRISÓSTOMO (347-407dC), patriarca de Constantinopla.&lt;br /&gt;No sentido eclesiástico oriental, o termo “patriarca” designa um bispo investido de prerrogativas e precedências especiais. Crisóstomo relatou um caso em que três membros da sua igreja falaram pelo Espírito Santo em persa, latim e hindu.&lt;br /&gt;AGOSTINHO (354-430dC), bispo de Hipona, no Norte de África.&lt;br /&gt;Deu testemunho de que as línguas estranhas estavam em evidência no seu tempo.&lt;br /&gt;WALDENSES e ALBIGENSES (1140-1280dC).&lt;br /&gt;Isso no Sul da Europa, em plena Idade Tenebrosa – a Era Medieval. Eles eram dissidentes da Igreja Romana, seguidores dos princípios bíblicos da salvação e da vida cristã em geral. Os historiadores afirmam que entre eles havia manifestações espirituais em línguas estranhas, segundo o Novo Testamento.&lt;br /&gt;LUTERO (1483-1546).&lt;br /&gt;Falava em línguas e profetizava, conforme depoimento histórico do Dr. Jack Deer, eminente professor e historiador baptista, do Seminário Teológico de Dallas. Essa informação também é encontrada nas obras História da Igreja Alemã, de Souer (volume 3, pág. 406) e Pentecostes para Todos, de Emílio Conde, pág. 88.&lt;br /&gt;ANABAPTISTAS da Alemanha (1521-1550).&lt;br /&gt;Havia entre eles manifestações do Espírito, inclusive dons espirituais e línguas estranhas, como regista a história.&lt;br /&gt;HUGUENOTES (1560-1650). Eram, na França, protestantes, dissidentes quanto à forma de governo da época, no respeitante à liberdade religiosa. O historiador A. A. Boddy assim escreveu: “Durante a perseguição dos huguenotes, a partir de 1685, havia entre eles os que falavam em línguas, transbordantes de fervor espiritual”.&lt;br /&gt;QUAKERS (1647-1650) e os SHAKERS (1771-1774).&lt;br /&gt;Eram cristãos organizados em grupos distintos, no Nordeste da América do Norte, região da Nova Inglaterra. Dos Quakers (tremedores) e Shakers (puladores), diz a obra História da Igreja, de Philip Schaff, edição de 1882, que entre esses grupos havia manifestação de dons espirituais, inclusive línguas estranhas.&lt;br /&gt;METODISTAS primitivos. Líder: João Wesley (1703-1791), inglês. O historiador Philip Schaff, na sua História da Igreja, edição de 1882, relata que esses metodistas pugnavam por uma vida santa e muitos tinham dons espirituais e falavam línguas. O movimento avivalista metodista começou em 1739, em Londres. Foi no Metodismo que teve maior expressão e vulto o Movimento da Santidade, na América do Norte, entre determinadas igrejas tradicionais, após o início do século XIX, do qual, quase um século depois, surgiu o atual Movimento Pentecostal.&lt;br /&gt;IRVINGISTAS. Líder: Edward Irving (1822-1834), presbiteriano, da Igreja Escocesa de Londres. Irving testemunhou, entre outros factos, que, em 1831, uma irmã solteira, por nome Hall, cheia do Espírito Santo, falou em línguas num culto de oração. A Igreja Presbiteriana local, forçou o pastor Irving a renunciar ao seu pastorado por causa do avivamento que estava ocorrendo e seiscentos membros da igreja da Regent Square, de lá saíram com aquele pastor. Isso também está averbado na obra citada acima, de Schaff.&lt;br /&gt;D. L. MOODY (1837-1899), poderoso evangelista e avivalista norte-americano. Ele era baptista e pregava a salvação em Cristo de modo diferente e objectivo. Pregava a plenitude do Espírito Santo e uma vida cristã cheia do poder do alto. Acerca da sua marcante cruzada cristã evangelística de Londres, em 1873 escreveu Robert Boyd: “Moody pregou à tarde no Auditório da Associação Cristã de Moços, em Sunderland. Em pleno culto houve manifestação de línguas estranhas e profecia. O fogo espiritual dominava o ambiente” (Moody and Sankey in Great Britain, 1875). Há muitos outros exemplos de que, ao longo da história, o Espírito Santo vem sendo derramado sobre aqueles que o buscam. A mundialmente conhecida e respeitada Enciclopédia Britânica, declara: “A glossolália (o falar noutras línguas) esteve em evidência em todos os avivamentos da história da igreja” (volume 22, pág. 282, ano 1944).&lt;br /&gt;O declínio espiritual da igreja&lt;br /&gt;A igreja do primeiro século, pelo poder do Espírito Santo, tornou-se uma força invencível para levar o Evangelho de Cristo aos lugares mais remotos da Terra e conquistou almas para Deus em todos os locais do poderoso Império Romano, até no palácio do imperador César, como se lê em Filipenses 1:13 e 4:22. No fim do primeiro século, a espiritualidade da igreja já havia arrefecido (Apocalipse 2:4,15,20; 3:16-18). Era tão decadente o seu estado que, para cinco das sete igrejas locais mencionadas em Apocalipse 2 e 3, a mensagem do Senhor foi: “Arrepende-te” (2:5,16,22;3:3,19). Nos dias do imperador Constantino, já no quarto século, a igreja foi tutelada pelo Estado, ganhando muita fama. Mas isso fê-la perder espiritualidade e poder. A decadência continuou até que ela se transformou numa organização humana na Idade Média (500-1500dC), em vez de ser um organismo divino, como Corpo de Cristo, como revela o Novo Testamento. Como já vimos, Martinho Lutero foi um homem que experimentou a presença poderosa do Espírito Santo. Deus levantou esse baluarte cristão, por quem a doutrina bíblica fundamental da justificação pela fé foi restaurada à igreja. Lutero foi o instrumento de Deus para desencadear o Movimento da Reforma Religiosa em 1517.&lt;br /&gt;Outros movimentos avivalistas que se seguiram foram pelo Senhor usados para o retorno de outras doutrinas essenciais, como:&lt;br /&gt;a) O avivamento liderado por Wesley – A doutrina da santificação.&lt;br /&gt;b) Os morávios – As missões.&lt;br /&gt;c) O Exército de Salvação – A evangelização e a ação social da igreja.&lt;br /&gt;d) O Movimento Pentecostal – A dotação de poder do alto, mediante o baptismo no Espírito Santo, com a evidência física inicial no falar noutras línguas pelo Espírito, como ocorreu quando o Senhor Jesus batizou os salvos pela primeira vez, em Jerusalém (Atos 2:1-4). Um exame da história, do ponto de vista religioso, mostra que os trinta anos que precederam o século XIX (1870-1900) foram, na igreja cristã em geral, de declínio espiritual, de disputas teológicas acirradas e vazias, de enfraquecimento na fé cristã, de “cristianismo” formal, de rejeição do sobrenatural, de profissionalismo ministerial, de inatividade na evangelização do mundo e de conformismo quanto à frieza espiritual. Ao mesmo tempo, em diferentes pontos do globo, pequenos grupos de homens e mulheres, movidos por Deus, confessando os seus pecados com arrependimento, clamavam a Deus em oração e jejum por um avivamento de busca da Palavra de Deus, de tristeza e repúdio pelo pecado – um avivamento de santidade e de derramamento de poder do alto para reavivar a igreja. Entre muitos líderes da igreja de então reacendeu a convicção de que há para o crente um batismo no Espírito Santo subseqüente à conversão como afirma Atos 1:4-5. Surgiu também, no íntimo deles, um incontido clamor pela evangelização do mundo, mediante missões estrangeiras, bem como a busca das operações sobrenaturais de Deus, como é o caso da cura divina e demais milagres, segundo as Escrituras. Já nesse tempo de sequidão espiritual, como registra a história, houve, em diferentes pontos do globo, muitos casos de cura divina e batismo no Espírito Santo, com a manifestação de línguas estranhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Antonio Gilberto, consultor doutrinário da CPAD&lt;br /&gt;Fonte: Mensageiro da Paz (CPAD) de Setembro de 2007&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5222850717649752352-5398644067554239092?l=crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/5398644067554239092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/5398644067554239092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/2008/06/os-avivamentos-atravs-da-histria.html' title='Os Avivamentos Através da História.'/><author><name>Bp. Carlos Antonio Santos de Novais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07361364628640620052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/R_-EnYPkC3I/AAAAAAAAAAM/af36rVB2BKg/S220/Carlos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SGKiwPkDS9I/AAAAAAAAAI8/rF8YPLF5JP0/s72-c/CA2PBTSW.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352.post-7734679415681652888</id><published>2008-06-23T09:27:00.000-07:00</published><updated>2008-06-23T09:30:08.786-07:00</updated><title type='text'>Quanto Custa Ser Cristão?</title><content type='html'>Lucas 14:28&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;" Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se senta primeiro &lt;br /&gt;a calcular as despesas, para ver se tem com que a acabar? "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. C. Ryle - Jornal "Os Puritanos" Ano IV N.3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* * *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este versículo é de grande importância. Poucas são as pessoas que não têm freqüentemente de fazer esta pergunta: "Quanto custa?". Ao comprar um terreno, ao construir uma casa, ao mobiliar as habitações, ao fazer planos para o futuro, ao decidir a instrução e estudos dos filhos, etc., seria sábio e prudente que nos sentássemos a considerar com calma os gastos que tudo isso implicaria. As pessoas evitariam muitas moléstias e dores se ao menos fizessem a pergunta: "Quanto custa ser um crente verdadeiramente ser santo?" Estas perguntas são decisivas. Por não havê-las formulado desde um bom princípio, muitas pessoas que pareciam iniciar bem a carreira cristã, mais tarde mudaram seu rumo e se perderam para sempre no inferno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos em tempos muito estranhos. Os acontecimentos se sucedem com extraordinária rapidez. Nunca sabemos "o que o dia nos trará", quanto mais o que nos trará o ano! Nos nossos dias vemos muitos fazerem confissões de sua religiosidade. Em muitas partes do país as pessoas expressam vivo desejo de seguir um curso de vida santo e um grau mais alto de espiritualidade. É muito comum ver como as pessoas recebem a Palavra com alegria, porém depois de dois ou três anos se afastam e voltam a seus pecados. Há muitos que não consideram o custo de ser um verdadeiro cristão e um crente santo. Nossos tempos requerem de um modo muito especial que paremos e consideremos o custo e o estado especial de nossas almas. Este tema deve preocupar-nos. Sem dúvida o caminho da vida eterna é um caminho delicioso, porém seria loucura de nossa parte fechar os olhos ao fato de que se trata de um caminho estreito e que a cruz vem antes da coroa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) O que custa ser um verdadeiro cristão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejo que não haja mal entendidos sobre este ponto. Não me refiro aqui ao quanto custa salvar a alma do crente. Custou nada menos do que o sangue do Filho de Deus ao redimir o pecador e livrá-lo do inferno. O preço de nossa salvação foi a morte de Cristo na cruz do Calvário. Temos "sido comprados por preço". Cristo derramou o seu sangue em favor de muitos"(Marcos 14:241 Co.6:20). Porém não é sobre este tema que versa nossa consideração. O assunto que vamos tratar é distinto. Refere-se ao que o homem deve estar disposto a abandonar se deseja ser salvo; ao que deve sacrificar se se propõe a servir a Cristo. É neste sentido que formulo a pergunta: "Quanto custa?".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não custa grande coisa ser um cristão de aparência. Só requer que a pessoa assista aos cultos do domingo, duas vezes e durante a semana seja medianamente moralista. Este é o "cristianismo" da grande parte dos evangélicos da nossa época. Se trata, pois, de uma profissão de fé fácil e barata; não implica em abnegação nem sacrifício. Se este é o cristianismo que salva e o qual nos abrirá as portas da glória ao morrermos, então não temos necessidade de alterar a mundana descrição do caminho da vida eterna e dizer: "Larga é a porta e largo é o caminho que conduz ao céu".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, segundo o ensino Bíblico, custa caro ser cristão. Há inimigos que vencer, batalhas que evitar e sacrifícios que realizar; deve-se abandonar o Egito, cruzar o deserto, carregar o peso da cruz e tomar parte na grande caminhada. A conversão não consiste em uma decisão tomada por uma pessoa, em um confortável sofá, para logo em seguida ser levado suavemente ao céu. A conversão marca o início de um grande conflito, e a vitória vem após muitas feridas e contendas. Custa se obter a vitória. Daí concluirmos a importância de calcularmos este custo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratarei de demonstrar de uma maneira precisa e particular o que custa ser um verdadeiro cristão. Suponhamos que uma pessoa esteja disposta a servir a Cristo e se sente impulsionada e inclinada a segui-lo. Suponhamos que como resultado de alguma aflição, de uma morte repentina, ou de um sermão, a consciência de tal pessoa tem sido avivada e agora se dá conta do valor da alma e sente o desejo de ser um verdadeiro cristão. Sem dúvida alguma, todas as promessas do Evangelho se lhe resultarão alentadoras; seus pecados, por muitos e grandes que sejam, podem ser perdoados; seu coração por frio e duro que seja, agora pode ser mudado; Cristo, o Espírito Santo, a misericórdia, a graça, tudo está à sua disposição. Porém, ainda, tal pessoa deveria calcular o preço. Vejamos uma por uma, as coisas que deverá desejar, ou, em outras palavras, o que lhes custará ser cristão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) Custará sua Justiça Própria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deverá abandonar o orgulho e a auto-estima de sua própria bondade; deverá contentar-se com o ir ao céu como um pobre pecador, salvo pela gratuita graça de Deus e pelos méritos e justiça de outro (Jesus). Deverá experimentar que "tem errado e se tem desgarrado como uma ovelha"; que não tem feito as coisas que deveria ter feito e feito coisas que não deveria; deve confessar que não há nada são nele. Deve abandonar a confiança em sua própria moralidade e respeitabilidade, e não deve basear sua salvação no fato de que tem ido à igreja, tem orado, tem lido a Bíblia e participado dos sacramentos do Senhor, mas que deve confiar, única e exclusivamente na pessoa e obra de Cristo Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto parecerá muito duro a algumas pessoas, porém não me surpreende que seja assim. "Senhor - disse um lavrador, temeroso homem de Deus, a James Hervey - é mais difícil negar o nosso EU orgulhoso, que nosso EU pecador. Porém é absolutamente necessário que o neguemos. Aprendamos, pois, de uma vez por todas, que ser um verdadeiro cristão custará a uma pessoa perder sua justiça própria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B) custará seus pecados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deverá abandonar todo hábito e prática que sejam maus aos olhos de Deus. Deve virar o seu rosto contra o pecado, romper com o pecado, crucificar o pecado, mesmo contra a opinião do mundo. Não pode estabelecer nenhuma trégua especial com nenhum pecado que amava antes da sua conversão. Deve considerar a todos os pecados como inimigos mortais de sua alma e odiar todo caminho de falsidade. Por pequenos ou grandes, ocultos ou manifestos que sejam os pecados, deve renunciar completamente a todos eles. Sem dúvida estes pecados tentarão vencê-lo, porém jamais poderá ceder. Sua luta contra o pecado será continua e não admitirá trégua de nenhum tipo. Está escrito: "Lançai de vós todas as vossas transgressões com que transgredistes...". "cessai de fazer o mal" (Ez.18:31; ls.l:16).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto também parecerá muito duro para muitas pessoas; e vemos que freqüentemente nossos pecados são mais queridos do que nossos próprios filhos. Amamos o pecado, o abraçamos com todo nosso ser, nos agarramos a ele, nos deleitamos nele. Separar-nos do pecado é tão duro como separar-nos da nossa mão direita, e tão doloroso como se nos arrancassem um olho. Porém devemos separar-nos do pecado; não há outra alternativa possível. "Ainda que o mal lhe seja doce na boca, e ele o esconda debaixo da língua, e o saboreie, e o não deixe, antes o retenha no seu paladar.. ",sendo este o caso, devemos apartá-lo de nós si em verdade desejamos ser salvos (Jó 20:12-13). Se desejamos ser amigos de Deus, devemos primeiro romper com o pecado. Cristo está disposto a receber os pecadores, porém não aqueles que se agarram a seus pecados. Anotemos pois, também isto: o ser cristão custará a uma pessoa seus pecados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C) Custará seu amor à vida fácil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para correr com êxito a corrida ao céu se requer esforço e sacrifício. Haverá de velar diariamente e estar alerta, pois se encontrará em território inimigo. Em cada hora e em cada instante deverá vigiar sua conduta, sua companhia e os lugares que freqüenta. Com muito cuidado haverá de dispor de seu tempo e vigiar sua língua, seu temperamento, seus pensamentos, sua imaginação, seus motivos e sua conduta em suas relações diárias. Terá que ser diligente em sua leitura da Bíblia, em sua vida de oração, na maneira como passa o Dia do Senhor e participa dos meios de graça. Certamente que não poderá conseguir perfeição em todas estas coisas, porém mesmo assim, não pode descuidar-se. "O preguiçoso deseja, e nada tem, mas a alma dos diligentes se farta" (Pv.13:4).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também isto parece duro e difícil. Não há nada que nos desagrade tanto como as dificuldades na nossa confissão religiosa; por natureza evitamos as dificuldades. Secretamente desejaríamos que alguém pudesse cuidar de nossas obrigações religiosas e que desempenhasse por procuração nosso cristianismo. Não está de acordo com o nosso coração tudo aquilo que implique em esforço e trabalho; porém sem dor não há lucro para a alma. Deixemos bem firmado este fato: o ser cristão custará a uma pessoa seu amor pela vida fácil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D) Custará o favor do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se deseja agradar a Deus deve saber que será depreciado pelo mundo. Não deve estranhar se o mundo o engana, lhe ridiculariza, se levanta calúnias contra você e o persegue e o odeia. Não deve se surpreender se as pessoas o depreciam e com desdém condenam suas opiniões e práticas religiosas. Deve resignar-se a que o acusem de tolo, entusiasta e fanático, e inclusive que distorçam suas palavras e representem falsamente suas ações. Não se surpreenda de que o tachem de louco. O Mestre disse: "Lembrai-vos da palavra que eu vos disse: Não é o servo maior do que seu senhor. Se me perseguiram a mim, também perseguirão a vós outros; se guardaram a minha palavra, também guardarão vossa" (Jo.15:20).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também isto parece duro e difícil. Por natureza nos desagrada o proceder injusto e as acusações falsas. Se não nos preocupa a boa opinião dos que nos rodeiam deixaríamos de ser de carne e osso._Sempre resulta desagradável ser o alvo de criticas injustificadas e objeto de mentira e falsas acusações; porém não podemos evitá-lo. Do cálix que bebeu o Mestre também devem beber seus discípulos. Estes devem ser "...desprezado, e o mais rejeitado entre os homens... (Is.53:3). Anotemos, pois, o dito: ser cristão custará a pessoa o favor do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é, pois, a lista do que custará a uma pessoa ser cristã. Devemos aceitar o fato de que não é uma lista insignificante. Nada podemos riscar dela. Resultaria uma temeridade fatal se defendesse por justiça própria, os pecados, o amor à vida fácil, o amor ao mundo e crer que vivendo assim poder-se-ia salvar-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A realidade é esta: custa muito ser um verdadeiro cristão. Porém, que pessoa, no sentido pleno, pode dizer que este preço é demasiado elevado pela salvação da alma? Quando o barco está em perigo de afundar-se, a tripulação não vacila em lançar ao mar a preciosa carga. Quando a gangrena envolve a extremidade de um membro a pessoa se submeterá a qualquer operação, inclusive a amputação deste membro. Com maior motivo, pois, o crente está disposto a abandonar qualquer coisa que se levante entre sua alma e o céu. Uma religião que não custa nada, nada vale. Um cristianismo barato - sem a cruz - cedo ou tarde manifestará sua inutilidade; jamais levará a posse da coroa. Sem cruz não há coroa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II) A Importância de Calcular o Custo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Facilmente poderíamos resumir o assunto estabelecendo o princípio de que nenhuma das obrigações prescritas por Cristo pode ser descuidada sem grande prejuízo para a alma. São muitos os que fecham os olhos para a realidade da fé salvadora e evitam considerar o quanto custa ser cristão. E para ilustrar o que digo eu os poderia descrever o triste fim daqueles que, ao declinar seus dias, se dão conta desta realidade e fazem esforços espasmódicos para voltar-se para Deus. Porém, com grande surpresa se dão conta de que o arrependimento e a conversão não eram tão fáceis como haviam imaginado e que custa "uma grande soma" ser um cristão. Descobrem, também, que os hábitos do orgulho e a indulgencia pecaminosa, junto com o amor a vida fácil e mundana, não podem abandonar-se tão facilmente como haviam pensado. E assim, depois de uma débil luta, caem em desespero a abandonam este mundo sem esperança, sem graça e sem estar preparados para comparecer diante de Deus. Em suas vidas alimentaram a idéia de que o assunto espiritual poderia ser solucionado prontamente e facilmente. Porém abrem seus olhos quando já é demasiado tarde e descobrem, pela primeira vez na vida, que estão indo para perdição por não haver antes "calculado o custo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, há uma classe de pessoas as quais quero dirigir-me ao desenvolver esta parte do tema. E um grupo numeroso e que espiritualmente está em grande perigo. Tratarei de descrever estas pessoas e ao fazê-lo agucemos nossa atenção. Estas pessoas não são, como as anteriores, ignorantes do evangelho; não, ao contrário: pensam muito nele; não ignoram o conteúdo da fé; conhecem bem os esquemas da revelação. Porém, o grande defeito das tais pessoas é que não estão "arraigadas nem fundamentadas na fé". Com muita freqüência o conhecimento religioso destas pessoas é de segunda mão; têm nascido de famílias cristãs, têm-se educado em uma atmosfera cristã, porém nunca têm experimentado em suas vidas as realidades do novo nascimento e a conversão. Precipitadamente e talvez por pressões diversas, ou pelo desejo de ser como os demais, têm feito profissão de fé e se tem unido a membresia de alguma igreja, porem sem haver experimentado uma obra da graça em seus corações. Estas pessoas estão em uma posição perigosíssima e são as que mais necessitam da exortação de calcular o custo de serem verdadeiros cristão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por não haver calculado o custo um grande número de israelitas pereceu miseravelmente no deserto entre o Egito e Canaã. Cheios de zelo e entusiasmo abandonaram a terra de Faraó e parecia que nada poderia pará-los. Porém, tão logo encontraram perigos e dificuldades no caminho, seu calor não tardou em esfriar-se. Nunca pensaram na possibilidade de que pudessem surgir obstáculos. Pensavam que em questão de dias entrariam na posse da terra prometida. E assim, quando pelos inimigos, privações, sede e fome, foram provados, começaram a murmurar contra Moisés e contra Deus e desejaram voltar ao Egito. Em uma palavra: "não calcularam o custo" e em conseqüência morreram em seus pecados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por não haver calculado o custo, muitos dos seguidores de Jesus voltaram suas costas "... e já não andavam com ele" (JO.6:66). Quando pela primeira vez viram seus milagres e ouviram sua pregação, pensaram: "O Reino de Deus virá a qualquer momento". Se uniram ao número dos apóstolos e, sem pensar nas conseqüências, o seguiram. Porém se deram conta de que se tratava de doutrinas duras de crer, e uma obra dura de realizar, e de uma missão dura de se levar a termo, sua fé se desmoronou e nada ficou da mesma. Em uma palavra: não pararam para "calcular o custo", por isso naufragaram na sua profissão de fé cristã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por não haver calculado o custo, o rei Herodes voltou outra vez a seus velhos pecados e destruiu a sua alma. Desfrutava ouvindo a pregação de João Batista. O admirava e considerava um homem justo e santo, e inclusive o ouvia "de boa mente". Porém, quando se deu conta de que devia abandonar a sua favorita Herodias, sua profissão de fé religiosa se desvaneceu por completo. Não havia pensado nisto; não havia "calculado o custo" (Marcos 6:20)..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por não haver calculado o custo, Demas abandonou a companhia de Paulo, abandonou o evangelho, deixou a Cristo e perdeu o céu. Por longo período de tempo com o grande apóstolo dos gentios e se converteu em um dos seus companheiros de trabalho. Porém, quando se deu conta de que não podia participar da companhia do mundo e de Deus ao mesmo tempo abandonou o cristianismo e se uniu ao mundo. "Demas, tendo amado o presente século" - nos diz Paulo - "me abandonou... "(II Tm.4: 10). Não havia calculado o custo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por não haver calculado o custo milhares de pessoas que têm sentido uma experiência religiosa sob a evangelização de famosos pregadores naufragam espiritualmente. Se excitam e emocionam e chegam a pensar que experimentaram uma obra genuína de conversão; porém, na realidade não tem sido assim. Receberam a Palavra com alegria tão espetacular que inclusive surpreenderam os crentes experimentados. Com tal entusiasmo falavam da obra de Deus e das coisas espirituais que os crentes mais velhos chegavam a envergonhar-se de si mesmos. Porém, quando a novidade e o frescor de seus sentimentos se dissiparam, uma repentina mudança lhes sobreveio e demonstraram que na realidade não eram mais do que corações de terreno pedregoso em que a Palavra não pôde lançar raízes profundas. "O que foi semeado em solo rochoso, esse é o que ouve a palavra e a recebe logo, com alegria; mas não tem raiz em si mesmo, sendo antes de pouca duração; em lhe chegando a angústia ou a perseguição por causa da palavra, logo se escandaliza" (Mt.13:20-21). Pouco a pouco se derrete o céu de tais pessoas e seu amor se esfria. Por fim chega o dia quando seu assento na igreja está vazio e já nada se sabe deles. Por que? Porque não "calcularam o custo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por não haver contado o custo, milhares de pessoas que professaram ser salvas em reuniões de avivamento, depois de um tempo voltam ao mundo e são motivo de vergonha para o evangelho. Começam com uma noção tristemente equivocada do que seja o verdadeiro cristianismo. Imaginam que a fé cristã não é mais que uma "decisão por Cristo", uma mera experiência de certos sentimentos de alegria e paz. Logo que se dão conta de que têm de carregar uma pesada cruz no peregrinar até o céu, de que o coração é enganoso e de que o diabo está sempre ativo, se decepcionam e esfriam e retornam a seus velhos pecados. Por que? Porque nunca chegaram a saber o que é o cristianismo da Bíblia. Nunca aprenderam a calcular o custo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por não haver calculado o custo, freqüentemente os filhos de pais crentes dão um pobre testemunho do que é o cristianismo e são motivo de afronta para o evangelho. Desde a infância se familiarizaram de uma maneira teórica com o conteúdo do evangelho. Têm aprendido de memória longas passagens da escritura e têm assistido com certa regularidade a Escola Dominical, porém na realidade nunca têm pensado seriamente no que têm aprendido. E quando as realidades da vida começam a fazer-se sentirem suas vidas, com grande assombro por parte dos membros da congregação, estes filhos de crentes abandonam toda religião e submergem de cheio no mundo. Por que? Porque nunca chegaram a entender seriamente os sacrifícios e conseqüências que uma profissão de fé séria o cristianismo exige. Nunca se lhes ensinou a calcular o custo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas verdades são tão solenes como dolorosas, porém são verdades e põem em relevo a importância do tema que estamos considerando. São considerações que põem de manifesto a absoluta necessidade que têm todos aqueles que professam um desejo profundo de santidade, de fazer-se a pergunta: Quanto custa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor iriam as coisas em nossas igrejas se ensinassem a seus membros a calcular o custo que implica a profissão de fé cristã. A maioria dos líderes religiosos dos nossos dias dão mostras de uma impaciente pressa nas coisas do evangelho. Parece que o único grande fim a que se propõem é a conversão instantânea das almas, e em torno disto centralizam seus esforços. Esta maneira tão parcial e vazia de ensinar e apresentar o cristianismo é funesta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não interpretem mal o que digo. Eu aprovo inteiramente que se ofereça a salvação de uma maneira imediata, gratuita e completa em Cristo. Aprovo plenamente que se chame com urgência os pecadores a que se convertam imediatamente depois de se ouvir a mensagem de salvação. E a estas coisas não cedo o primeiro lugar. Mas condeno a atitude e o proceder de alguns que apresentam estas verdades por si só, isoladas e sem relação às demais verdades de todo conselho de Deus. Além destas verdades, com toda honestidade devemos advertir os pecadores das obrigações que impõe o serviço a Cristo e o que implica sair do mundo. Não temos direito de forçá-los a entrar no exército de Cristo, se antes não os temos advertido e prevenido da magnitude da batalha cristã. Em uma palavra: devemos adverti-los do custo de ser um verdadeiro cristão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foi esta a maneira de proceder do nosso Senhor Jesus? O evangelista Lucas nos diz que, em certa ocasião "Ora, ia com ele uma grande multidão; e voltando-se, disse-lhes: Se alguém viera mim, e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo. E qualquer que não levar a sua cruz, e não vier após mim, não pode ser meu discípulo" (Lc. 14:25-27). Francamente, não se pode reconciliar esta passagem bíblica com a maneira de proceder de muitos mestres religiosos da nossa época; no que a mim concerne, a doutrina do mesmo é clara como a luz do meio dia. Esta doutrina ensina que não temos que forçar os pecadores a uma precipitada confissão de fé cristã, sem antes não os termos advertido claramente da necessidade que têm de calcular o custo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lutero, Latimer, Baxter, Wesley, Whitefield, Rowland HilI, e outros, procederam segundo a maneira pela qual defende este texto. Todos estavam bem cientes do caráter enganoso do coração humano; e sabiam bem que não é ouro1 tudo que reluz, que a convicção não é conversão, que a emoção não é fé, que o sentimento não é graça, que não é de todo botão que provém fruto. "Não vos enganeis - era o grito constante destes pregadores - pensai bem no que fazeis; não corrais antes de haverdes sido chamados; calculem o custo!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se desejamos fazer o bem, não nos envergonhemos de seguir as pisadas do nosso Senhor Jesus Cristo. Exortem as pessoas a que considerem seus caminhos. Obrigue-os com santa violência a que entrem e participem do banquete a que se entreguem completamente a Deus. Ofereça-os uma salvação gratuita, completa e imediata. Insta-os uma e outra vez a que recebam a Cristo na plenitude de seus benefícios. Porém, em tudo, diga-lhes a verdade, toda a verdade! Alguns pregadores se utilizam de atos vulgares para recrutar adeptos. Não fale somente do uniforme, do soldo e da glória, fale também dos inimigos da batalha, da armadura, das sentinelas, das marchas, e dos exercícios. Não apresente apenas uma parte do cristianismo. Não esconda a cruz da abnegação, que todo peregrino cristão deve levar, quando falar da cruz sobre a qual Cristo morreu para nossa redenção. Explique com detalhes tudo o que a1, profissão de fé cristã implica. Rogue com insistência várias vezes aos pecadores que se arrependam e corram para Cristo; porém, insista, ao mesmo tempo, a que se sentem e calculem o preço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III) Sugestões para Ajudar a Calcular Corretamente o Custo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mencionarei alguns fatores que sempre influenciam nos nossos cálculos para saber o custo do verdadeiro cristianismo. Considere com calma e equilíbrio o que se tem de deixar e o que se tem de provar para chegar a ser discípulo de Cristo. Não esconda nada, considera tudo. E logo, faça as seguintes somas, tendo o cuidado de repassá-las bem para não haver equivoco, pois o resultado correto dos mesmos é alentador:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conte e compare os benefícios e as perdas que um discipulado verdadeiramente cristão contém. Muito possivelmente perderás algo deste mundo, porém ganharás a salvação da alma imortal. Está escrito: "Que aproveita ao homem, ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?" (Mc.8:36). &lt;br /&gt;Conte e compare os elogios e censuras, se é que és um cristão verdadeiro. Muito provavelmente terás de sofrer as reprovações do mundo, porém, terás a aprovação de Deus, Pai, Filho e Espírito Santo. As censuras vêm dos lábios de pessoas equivocadas, cegas e falíveis; a aprovação vem do Rei dos reis o Juiz de toda a terra. Está escrito: "Bem-aventurado sois quando, por minha causa, vos injuriarem e vos perseguirem e, mentindo, disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós" (Mt.S:Il-12). &lt;br /&gt;Conte e compare os inimigos e amigos. Por um lado tens a inimizade do diabo e dos maus; por outro, tens o favor e a amizade de Cristo Jesus. Os inimigos, quando muito, podem produzir-te alguns arranhões, pode rugir forte e rodear a terra e o mar para tratar de arruinar a tua alma; porém não pode de modo nenhum destruí-la. Teu Amigo é poderoso para salvar-te eternamente. Está escrito: "Digo-vos, pois, amigos meus: Não temais os que matam o corpo e, depois disso, nada mais podem fazer. Eu, porém, vos mostrarei a quem deveis temer: Temei aquele que depois de matar, tem poder para lançar no inferno. Sim, digo-vos, a esse deveis temer" (Lc. 12:4-5). &lt;br /&gt;Conte e compare a vida presente e a por vir. A vida presente não é fácil; implica em vigilância, oração, luta, esforço, fé e labor; porém, só é por poucos anos. A vida vindoura será de descanso e repouso; a influência do pecado já terá terminado e satanás estará acorrentado. E, ah! será um descanso para toda eternidade. Está escrito: "Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para noS eterno peso de glória, acima de toda comparação, não atentado nós nas cousas que se vêem; porque as cousas que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas" (2 Co.4:17-18). &lt;br /&gt;Conte e compare os prazeres do pecado e a felicidade do serviço a Deus. Os prazeres que o homem mundano obtêm são vazios, irreais, não satisfazem. São como a fogueira que fazem os espinhos arder: range e brilha, porém, só por uns minutos, logo se apaga e desaparece. A felicidade que Cristo ou torga a seu povo é sólida, duradoura e substancial; não depende da saúde nem das circunstâncias; nunca abandona o crente, nem mesmo na hora da morte. E uma felicidade que, além disso, se verá galardoada com uma coroa incorruptível. Está escrito: "O júbilo dos perversos é breve"; "Pois qual o crepitar dos espinhos debaixo duma panela, tal é a risada do insensato" (Jó 20:5; Ec.7:6). Porém também está escrito: "Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la a dou com a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize" (Jo. 14:27). &lt;br /&gt;Conte e compare as tribulações que o cristianismo verdadeiro implica e as tribulações que sobrevirão aos maus após a morte. A leitura da Bíblia, a oração, a luta cristã, uma vida de santidade, etc., implica em dificuldades e exigem abnegação por parte do crente. Porém não é nada em comparação com a "ira que virá" e que se desencadeará sobre os impenitentes e os incrédulos. Um só dia no inferno será muito mais intolerável que toda uma vida de peregrinação levando a cruz. O "bicho que nunca morre e o fogo que nunca se apaga" é algo que vai mais além do que a mente humana pode conceber e descobrir. Está escrito: "Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro igualmente os males; agora, porém, aqui, ele está consolado; tu em tormentos" (Lc.16:25). &lt;br /&gt;Considere e compare, em último lugar, o número daqueles que se voltam do pecado e do mundo para servir a Cristo, e o número daqueles que deixam a Cristo e voltam ao mundo. Os que se voltam do pecado e do mundo para servir a Cristo são muitos; porém nenhum dos que realmente têm conhecido a Cristo voltam ao inundo. Cada ano multidões abandonam o caminho largo e tomam a senda estreita que conduza vida. Nenhum dos que andam pelo caminho estreito se cansam do mesmo e voltam ao caminho. O caminho largo registra muitas pegadas de pessoas que torceram seu rumo e o abandonaram; porém, as pegadas dos caminhantes do caminho estreito, que conduz ao céu todas seguem a mesma direção. Está escrito "O caminho dos perversos é como a escuridão". "O caminho dos pérfidos é intransitável" (Pv.4:19; 13:15). Porém, também está escrito: "Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito" (Pv.4: 18).&lt;br /&gt;Estas somas e estas contas freqüentemente não se fazem corretamente; por isso há pessoas que continuamente e não podem dizer se vale a pena ou não servir a Cristo. As perdas e ganhos, as vantagens e desvantagens, as tribulações e os prazeres, as ajudas e os obstáculos, lhes dão um balanço tão igual, que não podem optar por Cristo. É que não têm feito a soma corretamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se explica o erro de tais pessoas? Se deve a uma carência de fé por sua parte. Para chegar a uma conclusão correta sobre nossas almas, devemos conhecer algo daquele poderoso princípio que Paulo menciona no capítulo 11 de sua Epístola aos Hebreus. Permitam-me demonstrar de que maneira intervém este princípio no grande "negócio" de calcular o custo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A que se deveu o fato de Noé perseverar até o fim na construção da arca? Estava só em meio a uma geração pecadora, incrédula e havia de sofrer o opróbrio, a zombaria e o ridículo das pessoas. O que lhe deu fortaleza ao seu braço e paciência em seu labor? Foi a fé. Noé cria na ira que havia de vir; cria que só na arca poderia achar o refúgio seguro. Pela fé considerou e teve como pobre o conceito e a opinião do mundo. Pela fé calculou o custo e não duvidou de que a construção da arca significava um ganho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A que se deveu o fato de Moisés rejeitar os prazeres do Egito e recusar-se ser chamado de filho da filha de Faraó? Como pode escolher ser maltratado com o povo de Deus e dirigir ao povo hebreu á terra da promissão, livrando-o da terra da escravidão? Segundo o testemunho do olho humano dos sentidos iria perder tudo e não ia ganhar nada em troca. O que impulsionou Moisés a agir dessa forma? Foi a fé. Ele cria que acima de Faraó havia UM maior e mais poderoso que o dirigiria e protegeria em sua grande missão. Ele tinha por maiores riquezas o vitupério de Cristo que todos os tesouros dos egípcios. Pela fé calculou o custo e "como vendo o invisível", se persuadiu de que o abandono do Egito e o peregrinar pelo deserto era, na realidade, ganho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que foi que fez o fariseu Saulo de Tarso decidir deixar a religião de seus pais e abraçar o Cristianismo? Os sacrifícios e os custos que a mudança implicava eram em verdade enormes. No entanto, Paulo abandonou todas as brilhantes perspectivas que tinha entre os de sua nação; trouxe sobre si, ao invés do favor dos homens, o ódio do homem, a inimizade do homem, a perseguição do homem até a morte. A que se deveu o fato de Paulo poder fazer frente a tudo isso? Se deveu a sua fé. Ele cria que Jesus, a quem conheceu no caminho de Damasco, poderia dar-lhe cem vezes mais do que o que abandonara, e no mundo vindouro a vida eterna. Pela fé calculou o custo, e viu claramente até que lado se inclinava a balança. Cria firmemente que o tomar a cruz de Cristo sobre si era ganho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notemos bem todas estas coisas. A fé que fez Noé, Moisés e Paulo fazerem as coisas que fizeram, é o segredo que nos levará a conclusões corretas com respeito a nossa alma. A mesma fé tem de ser nossa ajudadora e nosso livro de contas quando nos sentamos para calcular o custo do verdadeiro cristianismo. Esta fé, se a pedimos a receberemos. "Ele dá maior graça" (Tiago 4:6). Armados com esta fé apreciaremos as coisas no seu justo valor. Cheios desta fé, nunca aumentaremos a cruz nem diminuiremos a coroa. Nossas conclusões serão todas corretas; nossa soma total não registrará erros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em conclusão desejo que consideres seriamente se tua profissão de fé religiosa te custa atualmente algo. Mui possivelmente não te custa nada. Com toda probabilidade tua religião não te custa dificuldades, nem tempo, nem pensamentos, nem cuidados, nem dores, nem leitura alguma, nem oração, nem abnegação, nem conflito, nem trabalho, nem labor de nenhuma classe. Bem, pois não te escuses do que vou te dizer: esta profissão de fé nunca poderá salvar tua alma; nunca te dará paz enquanto estás vivo, nem esperanças na hora da morte. lima religião que não custa nada, não vale nada. Desperta! Desperta! Desperta e crê! Desperta e ora! Não descanses até que possas dar uma resposta satisfatória a minha pergunta: "Que te custa?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensa se é que necessitas de motivos que te estimulem mais e mais para o serviço do Senhor, pensa no muito que custou a salvação de tua alma. Considera que nada menos do que o Filho de Deus teve de abandonar o céu, fazer-se homem, sofrer a cruz, ser sepultado, para logo ressuscitar vitorioso sobre o pecado e a morte, e tudo para obter a redenção de tua alma. Pensa em tudo isso e te convencerás de que não é algo insignificante possuir uma alma mortal. Vale a pena tomar-se o incômodo de pensar sobre a esta alma tão preciosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ó, homem preguiçoso! Ó, mulher preguiçosa! Te conformarás com perder o céu por mero fato de que não queres te preocupar com as coisas espirituais? Tanto te repugna o exercício e o esforço como para permitir que tua alma naufrague para toda a eternidade? Sacode esta atitude covarde e indigna! Lavanta-te e porta-te varonilmente! Que não termine o dia sem que hajas dito a ti mesmo: "Por muito que seja o custo, eu tomo a determinação de esforçar-me para entrar pela porta apertada". Olha a cruz de Cristo e receberás alento para seguir adiante, e valor para consegui-lo. Sê sincero e realista com tua própria situação espiritual; pensa na morte, no juízo, na eternidade. Poderá custar muito o ser cristão, porém podes estar seguro de que vale a pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se algum leitor realmente sente que tem calculado o custo, e tomado sobre si a cruz, eu o exorto a que persevere e continue em frente. Talvez freqüentemente sintas como se teu coração estivesse a ponto de desfalecer, e que o ímpeto da tentação ameaça naufragá-lo no desespero. Eu te digo: persevera, segue em frente. Não há dúvida de que teus inimigos são muitos, e os pecados que te rodeiam batem com ímpeto; talvez os teus amigos sejam poucos, e o caminho íngreme e estreito. Porém, mesmo assim, nestas circunstâncias, persevera e segue adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo é muito curto. Uns poucos anos de vigilância e oração, uns vão e vêm sobre as ondas do mar deste mundo, umas poucas mortes a mais, umas mudanças a mais, uns poucos verões a mais, e já não haverá necessidade de muita luta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A presença e companhia de Cristo compensará os sofrimentos deste mundo. Quando nos vemos como somos vistos, e olhamos até a nossa jornada da nossa vida, nos surpreenderemos de nossa debilidade e desmaios de coração. Ficaremos surpresos de que demos tanta importância a nossa cruz, e pensamos tão pouco em nossa coroa. Ficaremos maravilhados de que calculando o custo, chegamos até a duvidar para onde se inclinava a balança. Animemo-nos! Não estamos longe do nosso lugar eterno! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retirado do Site: http://www.geocities.com/Athens/Delphi/7162/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5222850717649752352-7734679415681652888?l=crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/7734679415681652888'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/7734679415681652888'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/2008/06/quanto-custa-ser-cristo.html' title='Quanto Custa Ser Cristão?'/><author><name>Bp. Carlos Antonio Santos de Novais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07361364628640620052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/R_-EnYPkC3I/AAAAAAAAAAM/af36rVB2BKg/S220/Carlos.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352.post-2802476354358112035</id><published>2008-06-22T10:53:00.000-07:00</published><updated>2008-06-22T10:55:18.621-07:00</updated><title type='text'>O Evangelho de João: A teologia de Jesus - Sofrimento e morte de Cristo</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SF6R_mKo-MI/AAAAAAAAAIc/oSRerKipf-s/s1600-h/logo.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SF6R_mKo-MI/AAAAAAAAAIc/oSRerKipf-s/s200/logo.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214765940304574658" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que lugar está dando você para Cristo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leitura diária: João 19.38-42&lt;br /&gt;Leitura da Bíblia em um ano: Romanos, capítulos 4 a 8 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto nos conta uma das histórias mais simples e bonitas de dedicação a Cristo que podemos retirar das Escrituras, infelizmente, de uma dádiva que nos conduz à tristeza e à lamentação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, dar uma sepultura a alguém é algo que evoca abatimento e sofrimento. Ninguém quer ser lembrado por ter dado uma sepultura a alguém. Afinal de contas, é muito melhor dar uma casa, um carro, uma geladeira, um bem perecível qualquer, mas nunca uma sepultura! Enquanto os primeiros são presentes que serão desfrutados pelo beneficiário, que poderão ser avaliados em sua utilidade e oportunidade e motivos de gratidão e lembranças para sempre, o segundo, não será sentido, nem lembrado, nem agradecido por aquele que o recebeu. Ele está morto, e sob o ponto de vista humano mais simples e rasteiro, sequer se importa com o que vai acontecer ao seu corpo, pois nada lhe será transmitido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José, um certo homem de Arimatéia, pequena cidade ao noroeste de Jerusalém, para muitos estudiosos, provavelmente, a célebre cidade de Ramá (Ramatein), onde Samuel, nos tempos do AT, teria erigido a sua escola de profetas, vai dar este presente a Cristo. Não em vida. (Hoje, alguns fazem isto. Com a construção desses modernos cemitérios e crematórios, algumas famílias têm adquirido antecipadamente os seus jazigos o que faz com que em vida, já tenham os familiares conhecimento do bem terreno que será a última morada dos corpos físicos dos queridos). Com José de Arimatéria foi diferente. Cristo precisou morrer, para ele, que era um de seus discípulos em oculto, dar-lhe o seu presente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"No lugar onde Jesus foi crucificado havia um jardim,&lt;br /&gt;e nesse jardim um sepulcro novo,&lt;br /&gt;em que ninguém ainda havia sido posto"&lt;br /&gt;(Jo 19.41). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José deu do seu melhor para o Senhor. Era o que o Senhor precisava na hora. Ele o estava reservando para si mesmo e para os seus. Diante da necessidade, deu o seu melhor para Jesus. O que você está dando para Cristo em sua vida? O seu melhor? Algo que represente vida ou morte? Sim, que lugar você está dando para Jesus em sua vida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oração para o dia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ensina-me, Senhor, &lt;br /&gt;a dedicar o meu melhor para ti. Que eu não deixe desperdiçar os meus talentos e bens sem lembrar-me de ofertar o melhor para ti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Retirado do Site http://www.juerp.org.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5222850717649752352-2802476354358112035?l=crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/2802476354358112035'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/2802476354358112035'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/2008/06/o-evangelho-de-joo-teologia-de-jesus.html' title='O Evangelho de João: A teologia de Jesus - Sofrimento e morte de Cristo'/><author><name>Bp. Carlos Antonio Santos de Novais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07361364628640620052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/R_-EnYPkC3I/AAAAAAAAAAM/af36rVB2BKg/S220/Carlos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SF6R_mKo-MI/AAAAAAAAAIc/oSRerKipf-s/s72-c/logo.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352.post-4955056465526018560</id><published>2008-06-17T07:38:00.000-07:00</published><updated>2008-06-17T08:08:42.552-07:00</updated><title type='text'>A fragilidade do apostolado moderno</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SFfQDKYMexI/AAAAAAAAAIU/W_h-aP9AP84/s1600-h/fragil2-full.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SFfQDKYMexI/AAAAAAAAAIU/W_h-aP9AP84/s200/fragil2-full.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5212863846448659218" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É curioso observar como algumas igrejas evangélicas tem facilidade em aceitar novidades. E é triste verificar a falta de empenho dos cristãos em observar as Escrituras e analisá-las com sensatez e cuidado. Triste também é saber que poucas são as igrejas que motivam seus membros ao estudo sistemático da Bíblia, ao aprofundamento teológico, a formação de grupos de estudo e discussão sobre as doutrinas cristãs e que verifiquem na Bíblia se as coisas realmente são como é pregado. Aliás, não é pecado analisar se os ensinos e a pregação estão em conformidade com as Sagradas Escrituras (Atos 17.10-11).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro desta miscelânea de revelações e novidades que temos observado, é importante expressar-se sobre o caráter das revelações: 1) as revelações nunca deverão ser colocadas acima da Bíblia. A Bíblia é a palavra final e autoridade máxima, já que se trata da inerrante Palavra de Deus; 2) Se a revelação está em desconformidade com a Bíblia, descarte imediatamente tal revelação. Deus não é Deus de confusão (1 Coríntios 14.33) As experiências pessoais não podem ser colocadas acima das Escrituras Sagradas, pois estas já contêm a revelação do propósito de Deus ao homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nestes tempos de tantas novidades, algo chama atenção de maneira muito preocupante na história recente da igreja: trata-se do Apostolado Contemporâneo, ou Restauração Apostólica. Muitos têm se levantado como apóstolos nestes dias. Apóstolos ungindo apóstolos e criando uma hierarquia apostólica. Alguns pastores que, talvez por se sentirem menores que seus colegas de ministério que foram ungidos como apóstolos, ungem-se a si mesmos e se auto-proclamam apóstolos. Não há fundamento para o chamado ministério apostólico contemporâneo pelo simples fato do mesmo não possuir respaldo bíblico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Dicionário Bíblico Universal, o termo apóstolo “significa mais do que um 'mensageiro': a sua significação literal é a de 'enviado', dando a idéia de ser representada a pessoa que manda. O apóstolo é um enviado, um delegado, um embaixador” (Buckland &amp; Willians, p. 35) . A Bíblia de Estudo de Genebra também aplica esta descrição, dizendo que apóstolo “significa 'emissário', 'representante', alguém enviado com a autoridade daquele que o enviou” (Bíblia de Estudo de Genebra, p. 1272).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A frágil sustentação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqueles que defendem esta frágil posição, têm se sustentado principalmente na má interpretação do texto de Efésios 4.11 para o uso do ministério apostólico para nossos dias. O texto de Efésios 4.11 diz: “E Ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A refutação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As regras mais simples de hermenêutica nos ensinam que os textos sagrados nunca devem ser tirados de seu contexto. E no contexto da epístola de Paulo aos Efésios, temos no capitulo 2 o texto que prova que este ministério não mais existe. Antes de citar o texto, é importante refletir: quando um prédio é construído, o que é feito primeiro? As paredes ou a fundação da obra? É obvio que todo alicerce, toda fundação é feita em primeiro lugar. Não é possível construir as paredes e no meio das paredes fazer a fundação. Efésios 2.19-20 diz: “Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristo é a pedra angular e os fundamentos foram postos pelos apóstolos e profetas. Os evangelistas, pastores e mestres são os responsáveis pela construção das paredes desta obra. Como bem explica Norman Geisler “De acordo com Efésios 2.20, os membros que formam a igreja estão 'edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas'. Uma vez que o alicerce está pronto, ele não é jamais construído novamente. Constrói-se sobre ele. As Escrituras descrevem o trabalho dos apóstolos e dos profetas, quanto à sua natureza, como um trabalho de base” (Geisler, p. 375).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bíblia registra o uso do termo apóstolo a outros personagens. Russel N. Champlin explica que “há também um sentido não técnico, secundário, da palavra ´apóstolo´. Trata-se de uma significação mais lata, em que o termo foi aplicado à muitas outras pessoas, nas páginas do NT. Esse sentido secundário dá a entender essencialmente ´missionários´, enviados dotados de poder e autoridade especiais” (Champlin, p. 288, v. 3). Nesse sentido o Ap. Paulo chamou a alguns irmãos por apóstolos seguindo este termo não técnico:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Personagem&lt;br /&gt; Texto&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Tiago, irmão do Senhor&lt;br /&gt; Gálatas 1.19&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Epafrodito&lt;br /&gt; Filipenses 2.25&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Apolo&lt;br /&gt; 1 Coríntios 4.9&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Andrônico e Junias&lt;br /&gt; Romanos 16.7&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No contexto de Efésios 4.1, Paulo não estava se referindo a estes homens, mas sim aos 12, Matias (que substituiu Judas Iscariotes), e a si mesmo. Estes compunham, juntamente com os profetas, o fundamento da igreja (Efésios 2.19-20).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existiam duas exigências fundamentais para que um apóstolo fosse reconhecido para tal função:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Ser testemunha ocular da ressurreição de Jesus Cristo (Atos 1:21-22; Atos 1.2-3 cf. 4.33; 1 Coríntios 9.1; 15.7-8);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Ser comissionado por Cristo a pregar o Evangelho e estabelecer a igreja (Mateus 10.1-2; Atos 1.26).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como Matias, que passou a integrar o corpo apostólico por ser uma testemunha, Paulo, que se considerava o menor, por ser o último dos apóstolos, contemplou a Cristo no caminho de Damasco (Atos 9.1-9; 26.15-18), onde ocorreu o início de sua conversão. Ou seja, ambos preenchem os pré-requisitos para tal função. No entanto, os que se intitulam apóstolos em nossos dias não se encaixam nos padrões bíblicos que validam o apostolado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É interessante que, enquanto o Ap. Paulo refere-se a si mesmo como “o menor dos apóstolos” (1 Coríntios 15.9), os atuais apóstolos tem por característica a fama e a ostentação do título. Tudo é apostólico! A unção é apostólica! Os eventos são apostólicos! As músicas são apostólicas! Nem de longe se assemelham com a humildade dos apóstolos bíblicos. Eventos, cultos e seminários se tornam mais interessantes quando a presença do Apóstolo Fulano é confirmada. É um chamariz: “venha e receba a unção apostólica diretamente do Apóstolo Beltrano”. Tais apóstolos têm se colocado como super-crentes, uma nova e especial classe da igreja, a elite cristã dos tempos modernos. Hoje existe de tudo um pouco neste balcão mercantil da fé: Apóstolo do Brasil, Apóstolo da Santidade, Apóstolo do Avivamento e até mesmo o mais popular apóstolo brasileiro, chamado por muitos por “Paipóstolo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem hoje ministérios com características apostólicas, no sentido das missões (envio) e no estabelecimento de igrejas. No entanto, isso não faz de ninguém um apóstolo nos padrões bíblicos. A forma como Wayne Grudem explica esse fato é muito esclarecedora: “Embora alguns hoje usem a palavra apóstolo para referir-se a fundadores de igrejas e evangelistas, isso não parece apropriado e proveitoso, porque simplesmente confunde que lê o Novo Testamento e vê a grande autoridade ali atribuída ao ofício de ‘apóstolo’. É digno de nota que nenhum dos grandes nomes na história da igreja – Atanásio, Agostinho, Lutero, Calvino, Wesley e Whitefield – assumiu o título de ‘apóstolo’ ou permitiu que o chamassem apóstolo. Se alguns, nos tempos modernos, querem atribuir a si o título ‘apóstolo’, logo levantam a suspeita de que são motivados por um orgulho impróprio e por desejos de auto-exaltação, além de excessiva ambição e desejo de ter na igreja mais autoridade do que qualquer outra pessoa deve corretamente ter”. (Grudem, p. 764).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É equivocado aplicar o termo “apóstolo” para ministros contemporâneos. A Bíblia de Estudo de Genebra concluí que “Não há apóstolos hoje, ainda que alguns cristãos realizem ministérios que, de modo particular, são apostólicos em estilo. Nenhuma nova revelação canônica está sendo dada; a autoridade do ensino apostólico reside nas escrituras canônicas” (Bíblia de Estudo de Genebra, p. 1272). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tamanho o fascínio que os crentes possuem por essa Restauração Apostólica, gera preocupação nas lideranças mais sóbrias. Vale citar as sábias palavras de Augusto Nicodemus Lopes: “Há um gosto na alma brasileira por bispos, catedrais, pompas, rituais. Só assim consigo entender a aceitação generalizada por parte dos próprios evangélicos de bispos e apóstolos auto-nomeados, mesmo após Lutero ter rasgado a bula papal que o excomungava e queimá-la na fogueira.” (Lopes, cf. blog do autor).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ofícios que o Novo Testamento expõem para a igreja, para aqueles que compõem sua liderança, são: Apóstolos, Pastores (ou Presbíteros, ou Bispos – já que todos os termos representam a mesma função/ofício – Tito 1.5-7; Atos 20.17,28) e Diáconos. Esta Restauração Apostólica não encontra subsídio bíblico ou histórico, portanto, levando em conta este contexto, e considerando principalmente que Paulo foi o último apóstolo, conclui-se que não existem apóstolos em nossos dias. Cabe a igreja de nossos dias, exercer suas funções sem invencionices e modismos, seguindo o puro e verdadeiro Evangelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Buckland, AR. e Willians, L. Dicionário Bíblico Universal. São Paulo: 2001. Editora Vida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bíblia de Estudo de Genebra. São Paulo: 1999. Editora Cultura Cristã&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geisler, N. e Rhodes, R. Resposta às Seitas. Rio de Janeiro: 2004. CPAD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Champlin, RN. O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo, v. 3 e 4. São Paulo: 2002. Hagnos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grudem, W. Teologia Sistemática. São Paulo: 1999. Edições Vida Nova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AGIR – Agência de Informações Religiosas – www.agirbrasil.com &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Augusto Nicodemus Lopes - http://tempora-mores.blogspot.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5222850717649752352-4955056465526018560?l=crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/4955056465526018560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/4955056465526018560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/2008/06/fragilidade-do-apostolado-moderno.html' title='A fragilidade do apostolado moderno'/><author><name>Bp. Carlos Antonio Santos de Novais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07361364628640620052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/R_-EnYPkC3I/AAAAAAAAAAM/af36rVB2BKg/S220/Carlos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SFfQDKYMexI/AAAAAAAAAIU/W_h-aP9AP84/s72-c/fragil2-full.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352.post-8832691482102892137</id><published>2008-06-16T09:27:00.000-07:00</published><updated>2008-06-16T09:30:34.693-07:00</updated><title type='text'>Festas Juninas de "DEUS " ou do "DIABO"?</title><content type='html'>Existe no decorrer do ano, diversas datas que são definidas como feriado, seja, municipal, estadual ou nacional. Geralmente, um feriado sempre é bem vindo; para muitos sinônimo de folga no trabalho e diversão. Mas, há uma questão muito séria que encontra-se por trás de alguns destes feriados, são dias santos, por conseqüência consagrado há alguma entidade venerada por multidões; estes feriados é uma forma de devotar louvor ou veneração a  personagens declarados como santos (1Co 10.19,20).&lt;br /&gt;É necessário portanto, que nós como corpo do Senhor Jesus, não venhamos  a compartilhar destas consagrações; evitando, estarmos juntos aos que se alegram com elas. Neste caso, especifico, muitas cidades têm como tradições patrocinar festividades denominadas como "Festas Juninas", que consistem em "forrós e outras tradições" comuns à data; o Espírito de Deus nos aconselha a não participarmos de tais tradições, nem mesmo, admirá-las. E, na condição de separados que somos, é sábio declararmos  diante das trevas que anulamos em nome de Jesus Cristo,  todo poder e autoridade constituída pelos homens às forças espirituais contra nossas vidas. O passo seguinte é procurarmos viver um dia, de muita vigilância e consagração ao Senhor (Mt 26.41), para que não sejamos atingidos pelo inimigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não se juntem com os descrentes para trabalharem com eles. Como é que o certo e o errado podem ser companheiros? Como podem viver juntas a luz e a escuridão? Como podem Cristo e o diabo estar de acordo? O que é que um cristão e um descrente têm em comum? Que relação pode haver entre o Templo de Deus e os ídolos pagãos? Pois nós somos o templo do Deus vivo."  ( 2Co 6:14-16)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos dias atuais a permissividade infelizmente é muito bem aceita pelas igrejas, as práticas comuns aos que andam sob os conselho da carne, são adaptadas e cristianizadas. Já é possível encontrar-se igrejas "evangélicas" montando "arraiais juninos", "quadrilhas" e outras manifestações comuns ao catolicismo. Cegos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema está divido em três etapas:&lt;br /&gt;1 - Festas Juninas&lt;br /&gt;2 - Santos Juninos&lt;br /&gt;3 - Danças Juninas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                              1- FESTAS JUNINAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Festas Juninas, são tradicionalmente homenagens a três santos católicos, são eles: Santo Antonio, São João, São Pedro e São Paulo . A seguir, veja como surgiu tais comemorações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O calendário das festas católicas é marcado por diversas comemorações de dias de santos. As comemorações de cunho religioso foram apropriadas de tal forma pelo povo brasileiro que ele transformou o Carnaval - ritual de folia que marca o início da Quaresma, período que vai da quarta-feira de Cinzas ao domingo de Páscoa - em uma das maiores expressões festivas do Brasil no decorrer do século XX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do mesmo modo, as comemorações de São João (24 de junho) fazem parte de um ciclo festivo que passou a ser conhecido como festas juninas e homenageia, além desse, outros santos reverenciados em junho: Santo Antônio (dia 13) e São Pedro e São Paulo (dia 29).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se pesquisarmos a origem dessas festividades, perceberemos que elas remontam a um tempo muito antigo, anterior ao surgimento da era cristã. De acordo com o livro O Ramo de Ouro, de sir James George Frazer, o mês de junho, tempo do solstício de verão (no dia 21 ou 22 de junho o Sol, ao meio-dia, atinge seu ponto mais alto no céu, esse é o dia mais longo e a noite mais curta do ano) no Hemisfério Norte, era a época do ano em que diversos povos - celtas, bretões, bascos, sardenhos, egípcios, persas, sírios, sumérios - faziam rituais de invocação de fertilidade para estimular o crescimento da vegetação, promover a fartura nas colheitas e trazer chuvas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Hemisfério Norte, as quatro estações do ano são demarcadas nitidamente; na região equatorial e nas tropicais do Hemisfério Sul, o movimento cíclico alterna o período de chuva e o de estiagem, mas ainda assim o ciclo vegetativo pode ser observado da mesma maneira - alteração na coloração e perda das folhas, seca e renascimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que ocorre com a natureza é algo semelhante à saga de Tamuz e Adônis, que submergem do mundo subterrâneo e retornam todos os anos para viver com suas amadas Istar e Afrodite e com elas fertilizar a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o cultivo da terra pelo homem, surgiram os rituais de invocação de fertilidade para ajudar o crescimento das plantas e proporcionar uma boa colheita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Grécia, por exemplo, Adônis era considerado o espírito dos cereais. Entre os rituais mais expressivos que o homenageavam estão os jardins de Adônis: na primavera, durante oito dias, as mulheres plantavam em vasos ou cestos sementes de trigo, cevada, alface, funcho e vários tipos de flores. Com o calor do sol, as plantas cresciam rapidamente e, como não tinham raízes, murchavam ao final dos oito dias, quando então os pequenos jardins eram levados, juntamente com as imagens de Adônis morto, para ser lançados ao mar ou em outras águas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os rituais de fertilidade perduraram através dos tempos. Na era cristã, mesmo que fossem considerados pagãos, não era mais possível acabar com eles. Segundo Frazer, é por esse motivo que a Igreja Católica, em vez de condená-los, os adapta às comemorações do dia de São João, que teria nascido em 24 de junho, dia do solstício&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Europa, os festejos do solstício de verão foram adaptados à cultura local, de modo que em Portugal foi incluída a festa de Santo Antônio de Lisboa ou de Pádua, em 13 de junho. E a tradição cristã completou o ciclo com os festejos de São Pedro e São Paulo, ambos apóstolos da maior importância, homenageados em 29 de junho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os portugueses iniciaram o empreendimento colonial no Brasil, a partir de 1500, as festas de São João eram ainda o centro das comemorações de junho. Alguns cronistas contam que os jesuítas acendiam fogueiras e tochas em junho, provocando grande atração sobre os indígenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que no Brasil essa época marcasse o início do inverno, ela coincidia com a realização dos rituais mais importantes para os povos que aqui viviam, referentes às colheitas e à preparação dos novos plantios. O período que vai de junho a setembro é a época da seca em muitas regiões do Brasil, quando os rios estão baixos e o solo pronto para enfrentar o plantio, que segue a seqüência: derrubada da mata, queima das ramagens para limpar o terreno e adubá-lo com as cinzas e plantio. É a técnica da coivara, tão difundida entre os povos do continente americano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa época os roçados velhos, do ano anterior, ainda estão em pleno vigor, repletos de mandioca, cará, inhame, batata-doce, banana, abóbora, abacaxi, e a colheita de milho, feijão e amendoim ainda se encontra em período de consumo. Esse é um tempo bom para pescar e caçar. Uma série ritual, que dura todo o período, inclui um conjunto muito variado de festas que congregam as comunidades indígenas em danças, cantos, rezas e muita fartura de comida. Deve-se agradecer a abundância, reforçar os laços de parentesco (as festas são uma ótima ocasião para alianças matrimoniais), reverenciar as divindades aliadas e rezar forte para que os espíritos malignos não impeçam a fertilidade. O ato de atear fogo para limpar o mato, além de fertilizar o solo, serve principalmente para afastar esses espíritos malignos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve, portanto, certa coincidência entre o propósito católico de atrair os índios ao convívio missionário catequético e as práticas rituais indígenas, simbolizadas pelas fogueiras de São João. Talvez seja por causa disso que os festejos juninos tenham tomado as proporções e a importância que adquiriram no calendário das festas brasileiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As relações familiares eram complementadas pela instituição do compadrio, que servia para integrar outras pessoas à família, estreitando assim os laços entre vizinhos e entre patrões e empregados. Até mesmo os escravos podiam ser apadrinhados pelos senhores de terra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havia duas formas principais de tornar-se compadre e comadre, padrinho e madrinha: uma era, e ainda é, através do batismo; a outra, através da fogueira. Nas festas de São João, os homens, principalmente, formavam duplas de compadres de fogueira: ficavam um de cada lado da fogueira e deveriam pular as brasas dando-se as mãos em sentido cruzado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os laços de compadrio eram muito importantes, pois os padrinhos podiam substituir os pais na ausência ou na morte destes, os compadres integravam grupos de cooperação no trabalho agrícola e os afilhados eram devedores de obrigações para com os padrinhos. A instituição beneficiava os patrões, que tinham um séquito de compadres e afilhados leais tanto nas relações de trabalho como nas campanhas políticas, quando se beneficiavam do voto de cabresto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje as festas juninas possuem cor local. De acordo com a região do país, variam os tipos de dança, indumentária e comida. A tônica é a fogueira, o foguetório, o milho, a pinga, o mastro e as rezas dos santos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Nordeste sertanejo, o São João é comemorado nos sítios, nas paróquias, nos arraiais, nas casas e nas cidades. A importância dessa festa pode ser avaliada pelo número de nordestinos e turistas que escolhem essa época do ano para sair de férias e participar dos festejos juninos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Amazônia cabocla, a tradição de homenagear os santos possui um calendário que tem início em junho, com Santo Antônio, e termina em dezembro, com São Benedito. Cada comunidade homenageia seus santos preferidos e padroeiros, com destaque para os santos juninos. São festas de arraial que começam no décimo dia depois das novenas e nas quais estão presentes as fogueiras, o foguetório, o mastro, os banhos, muita comida e folia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tradição caipira, especialmente a do Sudeste do Brasil, caracteriza-se pelas festas realizadas em terreiros rurais, onde não faltam os elementos típicos dos três santos de junho. Mas elas também se espalharam pelas cidades e hoje as festas juninas acontecem, principalmente, em escolas, clubes e bairros. Como em outras partes do Brasil, o calendário das festas paulistas destaca os rodeios e as festas de peão boiadeiro como eventos ou espetáculos mais importantes, que se realizam de março a dezembro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As festas juninas, com maior ou menor destaque, ainda são realizadas em todas as regiões do Brasil e representam uma das manifestações culturais brasileiras mais expressivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.vivos.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte de Pesquisa: www festajuninas com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5222850717649752352-8832691482102892137?l=crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/8832691482102892137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/8832691482102892137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/2008/06/festas-juninas-de-deus-ou-do-diabo.html' title='Festas Juninas de &quot;DEUS &quot; ou do &quot;DIABO&quot;?'/><author><name>Bp. Carlos Antonio Santos de Novais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07361364628640620052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/R_-EnYPkC3I/AAAAAAAAAAM/af36rVB2BKg/S220/Carlos.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352.post-9120161993859046599</id><published>2008-06-04T09:02:00.000-07:00</published><updated>2008-06-04T09:05:12.134-07:00</updated><title type='text'>A Intolerância Bíblica</title><content type='html'>Gostaria de enfatizar esta verdade, asseverando que existe, na fé cristã, um lado de intolerância. Vou mais além e afirmo que, se não temos visto este lado intolerante da fé, provavelmente nunca vimos verdadeiramente a fé. Existem muitos mandamentos nas Escrituras que substanciam a afirmativa de que colocar mais alguém ao lado de Jesus, ou falar de salvação a parte dEle, ou sem que Ele seja o centro dela, é traição e negação da verdade. O apóstolo Pedro, dirigindo-se ao sinédrio em Jerusalém, disse: "porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome dado, entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos" (At.4:12). &lt;br /&gt;Todo falso ensinamento deve ser odiado e combatido. O Novo Testamento nos diz que assim fez nosso Senhor e todos os apóstolos, e que eles se opuseram e advertiram as pessoas contra isso. Mas pergunto novamente: isto Å realizado hoje? Qual sua atitude pessoal quanto a isso? Acaso é você uma daquelas pessoas que diz que não há necessidade dessas negativas, e que deveríamos estar contentes com uma apresentação positiva da verdade? Subscrevemos o ensinamento prevalecente que discorda de advertências e críticas ao falso ensinamento? Você concorda com aqueles que dizem que um espírito de amor é incompatível com a denúncia crítica e negativa dos erros gritantes, e que temos de ser sempre positivos? A resposta mais simples a tal atitude é que o Senhor Jesus Cristo denunciou o mal e os falsos mestres. Repito que Ele os denunciou como "lobos vorazes" e como "sepulcros caiados" e como "guias cegos". O apóstolo Paulo disse de alguns deles: "o deus deles é o ventre, e a glória deles está na sua infâmia". Esta é a linguagem das Escrituras. Pode haver pouca dúvida, mas a Igreja está como é hoje porque não seguimos o ensinamento do Novo Testamento e as suas exortações, e nos restringimos ao positivo e ao assim chamado "Evangelho simples", e fracassamos em acentuar negativas e críticas. O resultado é que as pessoas não reconhecem o erro, quando se defrontam com ele. Aceitam aquilo que aparenta ser bom, e se impressionam com aqueles que vem às suas portas falando da Bíblia e oferecendo livros sobre a Bíblia e profecias e coisas deste tipo. E eles, na condição de sua ignorância infantil, freqüentemente ajudam a propagar o falso ensinamento, porque não conseguem ver nada de errado nele. Além disso, não compreendem que o erro deve ser odiado e denunciado. Eles imaginam-se a si mesmos cheios de um espírito de amor, são iludidos por satanás, a fera destruidora que estava no encalço delas, e que, num bote súbito, os agarrou com sua esperteza e sutileza.&lt;br /&gt;Não é agradável ser negativo; ter que denunciar e expor o erro não dá alegria. Mas qualquer pastor que sinta, em pequena medida, e com humildade, a responsabilidade que o apóstolo Paulo conhecia num grau infinitamente maior pelas almas e o bem estar espiritual de seu povo, é forçado a fazer estas advertências. Isto não é desejado nem apreciado por esta moderna geração moralmente fraca. Muito amiúde a bancada tem controlado o púlpito e grande dano tem sobrevindo à Igreja. O apóstolo adverte a Timóteo que virá um tempo em que as pessoas "não suportarão a sã doutrina". Este é freqüentemente o caso no tempo presente, e assim tem sido durante este século. Por isso é importante que cada membro deva te ruma concepção real da Igreja e do oficio do ministro em particular.&lt;br /&gt;Hoje há no mundo igrejas que na superfície parecem ser igrejas florescentes. Multidões se agregam a elas e demonstram demasiado zelo e entusiasmo. Mas num exame mais acurado descobre-se que a maior parte do tempo é tomado por música de vários tipos, e com clubes e sociedades e atividades sociais. O culto começa às 11:00h e tem que terminar exatamente ao meio-dia, e haverá sérios problemas se isso não ocorrer! Há apenas uma breve "reflexão" de quinze minutos, vinte minutos no máximo. O infeliz ministro, se não enxergar estas coisas com clareza, teme ir contra os desejos da maioria. Sua sobrevivência depende dos membros da igreja, e o resultado é que tudo é feito para se conformar aos desejos e anseios da congregação.&lt;br /&gt;Mas deixe-me acrescentar que o ministro também não pode impor. É o próprio Senhor quem determina, Aquele que está assentado à mão direita de Deus e que deu "alguns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores" (Ef.4: t 1 ). Ele os deu para a edificação dos membros da Igreja, e é a mensagem dELE que deve ser pregada sem temor nem favor. Precisamos recuperar algo do espírito de John Knox cuja pregação fazia tremer a Maria, Rainha dos Escoceses. &lt;br /&gt;O trabalho do ministro é edificar o corpo de Cristo. A ocupação do ministro é edificar a Igreja, não a si mesmo! Ai! Eles têm muito freqüentemente edificado a si mesmos, e temos lido de príncipes da igreja vivendo em posições de grande pompa e riqueza. Isto é uma gritante deturpação dos ensinamentos de Paulo! Observemos que os ministros são chamados para edificar, não para agradar nem entreter. O modo pelo qual deveriam fazer isso está resumido perfeitamente naquela passagem, imensamente lírica, de Atos Z0. O apóstolo Paulo está se despedindo dos presbíteros da igreja de Éfeso, à beira mar, e eis o que ele diz: "Agora, pois, encomendo-vos ao Senhor e È Palavra da Sua graça, que tem poder para vos edificar e dar herança entre todos os que são santificados" (v.32). "Palavra da Sua graça, que tem poder para vos edificar"! Não é surpresa que a igreja seja o que é hoje, pois lhe têm sido dados filosofia e entretenimento. Por meio delas um ministro pode, por enquanto, atrair e segurar uma multidão; mas não pode edificar; a tarefa dos pregadores é edificar, não atrair multidões. Nada edifica a não ser a inadulterada Palavra de Deus. Não há autoridade fora dela; e ela não pode de modo algum ser modificada ou nivelada para se adaptar à moda da ciência moderna, ou a alguns supostos "resultados confirmados da crítica" que está sempre em modificação. É o "eterno Evangelho" e é: a "Eterna Palavra a mesma que Paulo e os demais apóstolos pregaram, a mesma Palavra que os Reformadores protestantes pregaram, os Puritanos, e os grandes pregadores de duzentos anos atrás, como também Spurgeon no último século, sem qualquer modificação que fosse. É pelo fato de isso ter sido tão amplamente esquecido nos últimos cem anos que as coisas hoje estão como estão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: D. M. Lloyd-Jones&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Extraído do Jornal "Os Puritanos" Ano III No. 3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Tudo que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor...” Cl 3.23&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Whatever you do, work at it with all your heart, as working for the Lord…” Cl 3.23&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bp. Carlos Antonio Santos de Novais&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5222850717649752352-9120161993859046599?l=crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/9120161993859046599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/9120161993859046599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/2008/06/intolerncia-bblica.html' title='A Intolerância Bíblica'/><author><name>Bp. Carlos Antonio Santos de Novais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07361364628640620052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/R_-EnYPkC3I/AAAAAAAAAAM/af36rVB2BKg/S220/Carlos.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352.post-177660245551117983</id><published>2008-05-31T07:08:00.000-07:00</published><updated>2008-06-02T13:38:46.116-07:00</updated><title type='text'>Nepotismo, quem escolhem os líderes? Eu ou Deus?</title><content type='html'>Nepotismo, quem escolhem os líderes? Eu ou Deus?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Wikipédia, a enciclopédia livre, define Nepotismo como.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nepotismo (do latim nepos, neto ou descendente) é o termo utilizado para designar o favorecimento de parentes em detrimento de pessoas mais qualificadas, especialmente no que diz respeito à nomeação ou elevação de cargos.&lt;br /&gt;Originalmente a palavra aplicava-se exclusivamente ao âmbito das relações do papa com seus parentes, mas atualmente é utilizado como sinônimo da concessão de privilégios ou cargos a parentes no funcionalismo público. Distingue-se do favoritismo simples, que não implica relações familiares com o favorecido.&lt;br /&gt;Nepotismo ocorre assim, quando, por exemplo, um funcionário é promovido por ter relações de parentesco com aquele que o promove, havendo pessoas mais qualificadas e mais merecedoras da promoção. Alguns biólogos sustentam que o nepotismo pode ser instintivo, uma maneira de seleção familiar. Parentes próximos possuem genes compartilhados e protege-los seria uma forma de garantir que os genes do próprio individuo tenha uma oportunidade a mais de sobreviver. Um grande nepotista foi Napoleão Bonaparte. Em 1809, 3 de seus irmãos eram reis de países ocupados por seu exército.&lt;br /&gt; No contexto Evangélico, essa é a prática de favorecer os parentes, principalmente filhos, netos, genros, noras, esposas etc, a cargos ministeriais na igreja, como se isso fosse a coisa mais normal do mundo, ah!... No mundo isso é normal, mas, na igreja? É uma vergonha, mas, também tem... &lt;br /&gt;Um exemplo clássico, são as Assembléias de Deus,  igreja em que fui membro por mais de 16 anos, juntamente com minha esposa e filhos.&lt;br /&gt;Temos presenciado inúmeros casos de Pastores que vão ás convenções de seus respectivos ministérios com seus filhos e parentes, muitos desses, desviados  e de uma conduta duvidosa, logo são “consagrados” ao oficio sacerdotal, e isso, para que a Igreja estejam sempre sob a direção familiar, como se os outros membros da igreja, fossem pessoas incapazes de “dirigir” a Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser cristão é privilégio e conquista e não uma questão de nepotismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 29 de junho de 2007, o papa Bento 16 assinou um documento que aponta a Igreja Católica como a única capaz de reunir todos os requisitos da comunidade fundada originalmente por Cristo e seus apóstolos. Logo que a notícia correu o mundo, recebi vários pedidos para que escrevesse sobre o assunto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não escrevi porque, se o fizesse, teria de aconselhar os evangélicos a não ficarem tão enfurecidos. Bento 16 não disse nada que os próprios crentes não acreditam ou não tenham falado. Quantos líderes igualmente se consideram como a autêntica expressão do cristianismo! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não simpatizei com a declaração do papa também não concordo com o ufanismo profundamente entranhado entre muitos evangélicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles se enxergam como os mais puros e mais autênticos defensores da verdade, enquanto fazem vista grossa para os grupos neo-pentecostais que achincalham os valores mais elementares da ética. Acho esquisito que se critique as igrejas adeptas da teologia da prosperidade, mas se faça uso de seu crescimento para cevar as estatísticas sobre a presença evangélica no país. Por que gabar-se do crescimento desses grupos? E o que fazer com seus escândalos horrorosos? Os abalos provocados pelos neo-pentecostais parecem insuficientes para que as igrejas históricas se mobilizem por uma grande vigília ética, infelizmente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles se esforçam em mostrar que preservam a reta doutrina, mas, ao mesmo tempo, se mantêm omissos na defesa das crianças pobres, dos índios, das mulheres negras e dos idosos. Por que tanto zelo em proteger a ortodoxia enquanto deixam um imenso desprezo pela vida? Entre os crentes, sobra ortodoxia e falta ortopraxia. O movimento carece de mobilizações pela defesa do meio ambiente; de quem escreva contra os efeitos terríveis da globalização; de mais passeatas em protesto contra a pedofilia e o trabalho escravo. Restam poucos profetas. Precisa-se de mulheres e de homens que se recusem a vaticinar paz, paz, no meio de tanto sofrimento e morte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Triste ver a esperança propositalmente vendida como ilusão, a fé confundida com a manipulação do sagrado, assistir às multidões procurando um alívio mágico para suas angústias existenciais nas igrejas e serem pilhadas em seus magros salários. Enquanto os membros esperam um milagre, os pastores faturam para deslancharem seus projetos megalomaníacos. É preciso questionar as intenções e os objetivos subjacentes desses sermões pretensamente evangélicos. Aumentar o número dos convertidos? Convertidos de quê a quê? Quanta jactância dos crentes continuarem a aferir a aprovação de Deus pelas estatísticas de seu crescimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente alguns líderes confundem inchaço com verdadeiro crescimento e com avivamento. Com João Wesley, aconteceu um genuíno avivamento e ocorreram mudanças na Inglaterra. Nos avivamentos de Jonathan Edwards e Charles Finney, ambos abolicionistas, leis mais justas foram promulgadas nos Estados Unidos. No Brasil, mesmo com a presença da igreja em áreas pobres, dificilmente acontecem câmbios sociais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Triste observar como algumas lideranças se deixam picar pela mosca azul. A cada eleição, oligarcas espertíssimos procuram os pastores em busca de alianças. Estes, por sua vez, manipulam seus rebanhos, alegando que a igreja precisa de alguém que “faça a diferença”. Os candidatos dos evangélicos são eleitos, mas acabam rebaixados à categoria de “nanicos”. E só se ouve falar neles novamente na eleição seguinte ou quando pipocar algum escândalo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Triste observar como os crentes nutrem uma visão idealizada de si mesmos. Acho estranho que se divulguem libertações com testemunhos fantásticos enquanto uma grande maioria é obrigada a viver com sua realidade inalterada. Toda semana recebo mensagens de pessoas feridas e decepcionadas; perdidas por não saberem relacionar os sermões com suas contingências concretas. Por isso, aumenta tanto a população dos “ex-evangélicos” e dos “sem-igreja”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Triste observar como os cambistas voltaram. Os evangélicos oram pouco e negociam muito. Infelizmente, mais igrejas buscam requintar seu buffet de serviços religiosos e mais pastores tentam ser palestrantes motivacionais bem-sucedidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Triste observar como os ambientes evangélicos se ensimesmam. Desconectados da vida, líderes insistem em responder a perguntas que ninguém faz; e há um despreparo para dialogar sobre os novos questionamentos. Poucos evangélicos escrevem para o mundo secular; faltam pesquisadores com respeitabilidade acadêmica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho insuportável o clima beligerante de algumas igrejas em relação ao mundo, aos poetas, às artes, aos esportes e ao diálogo inter-religioso. A intolerância recrudesce e novos preconceitos confirmam que os evangélicos permanecem proselitistas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de sentirem raiva do papa, os evangélicos deveriam se perguntar o que estão fazendo para honrar o nome de cristãos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos vivendo numa Crise ou em uma Apostasia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MENSAGEM BASEADA NO LIVRO DE EZEQUIEL&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ezequiel era um sacerdote e profeta da aristocracia de Jerusalém. Foi levado cativo para Babilônia aos vinte e cinco anos de idade, ou seja, onze anos antes da destruição do templo (586 a.C). Foi contemporâneo de Daniel e Jeremias. Em Babilônia residia na sua própria casa. Começou seu ministério cinco anos após ter chegado a Babilônia, aos trinta anos de idade (581 a.C), no fim da carreira de Jeremias. Por mais de vinte anos foi o centro espiritual dos exilados, o ponto central de suas profecias era a destruição de Jerusalém. Sua missão era falar com um povo que conhecia a Deus, e chamar ao arrependimento aqueles que viviam numa segurança descuidada, admoestando-os que não depositassem a esperança de que, pela ajuda dos egípcios, se livrariam do jugo da Babilônia e confirmando que a destruição de Jerusalém era inevitável e se aproximava rapidamente.&lt;br /&gt;Ezequiel começou o seu ministério um ano após Jeremias ter enviado uma carta combatendo a predição dos falsos profetas que induziram os cativos a crer que Jerusalém não seria destruída e que eles logo seriam restaurados em sua querida cidade. Seu ministério confirmava as palavras de Jeremias. Ezequiel esforçou-se em convencê-los de que antes de alimentarem qualquer esperança de voltar à Jerusalém, era necessário voltar ao Senhor seu Deus.&lt;br /&gt;A Assembléia de Deus viveu muitos anos em Jerusalém (símbolo de glória e de Deus presente), mas como Israel, o comodismo e o seu afastamento da vontade de Deus, fez com que o povo fosse levado cativo para Babilônia (A glória de Deus se retirasse), agora no cativeiro o povo de Israel busca refugio nos egípcios para se livrar de Babilônia e voltar à Jerusalém. Assim está a igreja Assembléia de Deus, buscando recursos do mundo (Egito) para que a glória de Deus volte a ser real em nossos cultos. Quantas ciosas do mundo fazem parte hoje de nossos templos e tudo isto em busca de se trazer de volta a presença de Deus como antes. Shows, bailes e outras inovações não vão sacudir o jugo de Babilônia.&lt;br /&gt;Mesmo Israel tendo sido levado cativo para a Babilônia, o castigo não surtiu efeito, que era o de produzir no povo frutos dignos de arrependimento. Muitos continuavam a levar a mesma vida eivada de erros, cuidando estar procedendo de maneira leal a Deus, e deste modo queriam consultá-lo por intermédio de Ezequiel - Ez 14.1; 20.1–3. Alguns resistiam as predições do profeta, endurecendo o coração para não ouví-lo, outros reclamavam que tinham sido abandonados por Deus e que estavam pagando pelos pecados de seus pais - Ez 2.3–8; 18.2, 25; 33.10,17,20. Ezequiel teve ainda que se confrontar com os falsos profetas que profetizavam paz, prosperidade e restituição dos bens perdidos. Assim estão os profetas de hoje, as suas mensagens são somente para agradar o povo, pregam o que o povo quer ouvir e não o que o povo precisa ouvir. Mesmo que as predições de Ezequiel fossem duras e difíceis de ouvir, eram inspiradas por Deus, e muitos o consideravam como profeta e embora não o obedecessem, sempre iam ouvir as suas mensagens - Ez 33.30– 33.&lt;br /&gt;Muitos pregadores estão preocupados com o teor de suas mensagens, em como agradar os ouvintes, e procuram encaminhá-las de tal maneira que o povo não venha a rejeita-los, prejudicando a freqüência dos mesmos aos cultos, e pregam contando histórias, piadas e fazendo graça para levar o povo ao riso em lugar de glorificar o nome de Jesus, querem transformar o púlpito que para mim sempre será um lugar sagrado e consagrado (não me importando quem tenha um parecer contrário) em lugar de espetáculo. Púlpito não é lugar para bobo da corte, púlpito é lugar de subir homens sérios (também, não carrancudos) e de se falar coisas sérias, que dizem a respeito de um Deus sério. Falta muita palavra de Deus em nossos cultos e é por isto que faltam os milagres, pois é a pregação da palavra no nome de Jesus que misturada com a fé de quem ouve que traz os milagres à igreja – At 3.16 e ela é viva e eficaz e também mais que suficiente. Então para que ficarmos contando histórias e piadas?&lt;br /&gt;O interessante é que o povo tem tido uma boa aceitação a estes artistas carismáticos contadores de histórias e piadas, e que negligenciam a verdadeira pregação do evangelho e é por isto que o povo perece, por falta de conhecimento – Os 4.6 e por buscarem pastores segundo as suas próprias concupiscências, mas mesmo que falemos de maneira exortativa ou repreensiva, sempre encontraremos aqueles que mesmo que não obedeçam, que sentirão necessidade de ouvir, pois no fundo sabem que a comida espiritual que estão comendo é uma comida pura e saudável, aliás, estamos vivendo a época que muitas ovelhas estão raquíticas, com fome e sede (por isto andam de um lado para outro atrás de satisfazer o apetite), fome não de comer pão, e sede não de beber água, mas de se ouvir a genuína palavra de Deus - Am 8.11, 12 e este é o verdadeiro ofício do profeta, falar o que Deus quer, quer ouçam ou deixem de ouvir – Ez 33.1–20, porque não temos que agradar a homens, pois se assim procedêssemos não seriamos considerados por Deus como seus servos - Gl 1.10. Ele mesmo diz: Conheço as tuas obras, que não és frio nem quente; quem deras foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca – Ap 3.15,16.&lt;br /&gt;Estas palavras foram dirigidas à lideranças, e hoje muitos pregadores têm se enquadrado nestes versículos.&lt;br /&gt;  O quente é aquele que conhece a palavra de Deus e a mensagem que Ele quer que se pregue em nossos dias e que é fiel àquele que o enviou, mesmo que esta fidelidade resulte na perda da própria vida como João Batista que foi degolado – Mt 14.3-11, por não temer a aparência do homem, mas a Deus. O crente quente tem a palavra de Deus acima de qualquer perigo ou ameaça.&lt;br /&gt;O frio é aquele sem conhecimento, sem discernimento ou direção, o consagrado por conveniência, é o pregador robô, só prega o que o ministério quer que se pregue, para agradá-lo.&lt;br /&gt;O morno é o que tem visto a degradação da igreja, tem mensagem, sabe pregar, mas prefere se acomodar a uma mensagem falsificada, distorcida, cheia de filosofia, e fora da direção de Deus. Estes são os que provocam náuseas, ânsias de vômito em Deus e que já chegaram em sua garganta, dos quais Ele diz que está preste a vomitá-los da sua boca.&lt;br /&gt;Embora a tarefa de Ezequiel, a principio se apresentasse difícil e cheia de oposições, Ezequiel a leva a um bom término, sendo coroado de sucesso, pois a volta do povo ao Senhor e a sua terra, foi em grande parte, fruto do seu ministério, pois a mão do Senhor era forte sobre ele – Ez 3.14, seu nome significa: Deus fortalece. Sua chamada foi precedida por uma visão da glória de Deus: “Estando eu no meio dos exilados, junto ao rio Quebar, se abriram os céus, e eu tive visões de Deus”. Diante das visões tão gloriosas do Senhor, Ezequiel caiu com o rosto em terra, e ouviu a voz de quem falava – Ez 1.1–18. A vocação profética sempre começa com uma experiência com Deus, não existe um método definido. Muitos ficam esperando grandes aparições para confirmar sua vocação. Porém, não devemos ficar impressionados, se Deus quiser se revelar a nós desta maneira, mas não é uma regra.&lt;br /&gt;Ao relatar a visão da glória de Deus, Ezequiel diz que viu uma semelhança de um homem sentado. O trono revela que Deus é Rei e Juiz, ele é o Senhor que governa e julga. O governo da igreja é de Deus, é Ele quem estabelece seus representantes – Pv 8.14-16, mas muitas das vezes o homem rejeita o governo de Deus para estabelecer o seu próprio governo – I Sm 8.1–8; 16.6–12; Jz 23.6. Embora Israel fosse seu povo, Deus se refere a ele como povo rebelde: “Ele me disse: Filho do homem, eu te envio aos filhos de Israel, às nações rebeldes que se insurgiram contra mim, eles e seus pais prevaricaram contra mim, até precisamente ao dia de hoje, os filhos são de duro semblante e obstinados de coração, Eu te envio a eles, e lhes dirás: Assim diz o Senhor” - Ez 2.3, 4.&lt;br /&gt;Rebeldia é uma atitude atribuída a satanás, pois não quis se sujeitar ao regime teocrático, e assim vivia o povo de Israel na época de Ezequiel, rejeitando o projeto de Deus, e quando um povo rejeita Deus e seu projeto, ele substitui a justiça pela injustiça, multiplica-se a violência, a exploração, a contenda, a desunião, os dízimos e ofertas do povo não chegam à casa do tesouro, as viúvas, os pobres e os necessitados são rejeitados na porta, enquanto os poderosos enriquecem as custas do povo, cria-se partidos políticos que irão sustentar projetos puramente pessoais e contrários aos de Deus. Todo sistema injusto, cedo ou tarde, acaba provocando a sua própria ruína e de todos os que são omissos e coniventes com ele e com quem o elabora; assim veio a ruína administrativa da Assembléia de Deus, ruína que muitos insistem em ignorar. Faz-se necessário lutarmos pela unidade e com a unidade, voltarmos ao governo de Deus, o Todo-Poderoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; AS ABOMINAÇÕES VISTAS POR EZEQUIEL (Cap. 8)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1 – A imagem do Ciúme&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Estando Ezequiel sentando em sua casa e os anciões de Judá assentados diante dele, a mão do Senhor Deus caiu sobre ele – Vs. 1, olhando eis uma figura como de fogo, desde os seus lombos e daí para baixo, era fogo e dos seus lombos para cima, como resplendor de metal brilhante, estendeu ela dali uma semelhança de mão e o tomou pelos cachos da cabeça; o Espírito o levantou entre a terra e o céu, até à entrada da porta do pátio de dentro, que olha para o norte, onde estava colocada a imagem dos ciúmes, que provoca o ciúme de Deus (...) disse-lhe ainda: Filho do homem, vês o que eles estão fazendo? As grandes abominações que a casa de Israel faz aqui, para que me afaste do meu santuário? Pois verás ainda maiores abominações.&lt;br /&gt;Israel introduzira no templo de Deus altares para seus ídolos e os adoraram. Quantos altares, hoje, são levantados para os ídolos do povo de Deus? São palcos armados em nossos púlpitos (que perderam o referencial de lugar santo, onde Deus usa seus servos para ministrarem a sua palavra ao povo) destinados aos shows, que servem somente para atrair multidões de crentes, que abandonam os cultos de suas congregações para irem após eles, que em muitos casos são artistas e profissionais da música mercenários que não têm uma vida consagrada a Deus e nem compromisso com a sua palavra e que foram introduzidos em nosso meio pela insana gula financeira dos empresários de rádios e gravadoras que exercem grande influência no povo evangélico e o manipula.&lt;br /&gt;Conheço três cantores, não por ouvir falar, mas por testemunho próprio, que lotam igrejas, mas que são literalmente falando, verdadeiros fornicários e adúlteros. O primeiro deles foi excluído da igreja (mas continua fazendo seus shows pelas igrejas e anunciado nas rádios) por deixar a esposa e trocá-la por outra, que leva para onde vai. O segundo, eu tenho em meu poder uma carta de um marido traído, que relata a uma “rádio pseudo-evangélica” onde o cantor tem contrato, que o mesmo circula pelas igrejas apresentando a esposa do remetente como se fosse sua. E o terceiro que no término de seus compromissos levava uma irmã que conheceu numa igreja, e que hoje se encontra desviada para o motel. Infelizmente a ida aos templos não tem sido impulsionada por João 4.23,24, a adoração do invisível. Pastores têm levado as suas ovelhas a este erro, a atração do culto não é mais Jesus, e sim o artista corrupto, que só aceita ir a uma determinada igreja mediante o acordo de se vender 50 ou mais cds, quando não, cobram seus altos e absurdos cachês, que saem da casa do tesouro, dinheiro este que biblicamente deveria ser empregado para que haja mantimento na casa de Deus – Ml 3.10, no socorro dos pobres, necessitados e viúvas. Deus até permite que se venda um material, mas estipular quantidade ou dar preço a uma visita, misericórdia!!!&lt;br /&gt;Muitos líderes declaram que não estamos em crise e nem nos apostatando. Se não estamos, o que é isto então? É progresso? Tomemos posse do Azorrague de cordéis – Jo 2.15, e os lancemos pra fora de nossos templos e derribemos as mesas, pois a casa de Deus não é casa de negócios – Vs16.&lt;br /&gt;Dou graças a Deus pelo Espírito Santo ser o inspirador da minha fé e adoração, e por Jesus Cristo que está comigo todos os dias ser mais que suficiente para satisfazer o desejo da minha alma de ter um ídolo, e por Ele não cobrar nada para se fazer presente em minha vida, muito pelo contrário, foi Ele quem pagou para me ter como adorador, e o preço foi muito alto, pois pagou com o seu próprio sangue. Que darei, pois, ao Senhor por todos os benefícios que me tem feito? Sl 116.12. A casa de Deus é um local onde devemos nos reunir para adorar, invocar o nome do Senhor e cultuá-lo, o próprio Senhor Jesus disse que a sua casa seria chamada casa de oração. Infelizmente, nós abrimos as nossas igrejas para os profissionais da música, e viciamos o povo a só ir para igreja se houver uma atração musical, que se tornou para eles por nossa culpa, mais atraente do que Jesus Cristo. Hoje temos igrejas que lotam tanto, de crentes de outras igrejas e não de convidados não crentes, que se faz necessário colocarmos telões do lado de fora, tudo isto em busca dos ídolos que o povo fez para si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;2 – O Pecado dos Anciões&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Ezequiel foi levado à porta do átrio, quando, viu um buraco na parede, então foi lhe dito: Cava naquela parede. Tendo cavado, eis que havia uma porta, então me disse: Entra e vê as malignas abominações que eles fazem aqui.&lt;br /&gt;O buraco na parede para mim representa a fragilidade no ministério e também a brecha aonde o inimigo entra. Existem tantos ministérios que são tão enigmáticos, um acobertando o pecado do outro, é o favoritismo, corporativismo e o nepotismo imperando. Se pudéssemos por alguns instantes ter o privilégio da onisciência, cavaríamos a vida de cada um, como se quebra um sigilo bancário e descobriríamos como Ezequiel, as abominações que muitos cometem e pensam que Deus não vê.&lt;br /&gt;O ministério que tem um buraco na parede é um alvo vulnerável aos ataques e artimanhas do maligno. Acoberta-se tanto pecado em nome da ética e da amizade, que se um dia for cavado, o escândalo poderá causar uma ruína muito grande, por isto se faz necessário tirarmos de entre nós a transgressão, e não nos tornarmos cúmplices de pecados de outros – I Tm 5.22.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;3 – O Pecado das Mulheres&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Ezequiel foi ainda levado à entrada da porta da casa do Senhor, que está da banda do norte, e eis que estavam ali mulheres assentadas chorando por Tamuz.&lt;br /&gt;Tamuz era o deus babilônico da vegetação. Quando a vida vegetal morria no outono, o povo lamentava julgando ser aquilo a morte do ídolo. As mulheres de Judá abandonaram a Deus, o Senhor, e voltaram-se para deuses como esse, em busca de socorro e benefícios.&lt;br /&gt;Muitas mulheres que serviam a Deus com integridade, dedicação e fidelidade, chegando a terceira idade e findando o vigor físico, abandonaram a Deus e não têm mais a ousadia de antes, de falar e fazer o que Deus mandou, mas voltaram-se para a omissão, em busca de não perderem os benefícios conquistados ao longo dos anos, através do serviço na casa de Deus. Mulheres que entregavam mensagens e profecias sem temer ao homem, agora estão como o profeta velho do I Re 13, prostradas e agarradas àqueles que lhe oferecem benefícios materiais, como uma cesta básica. Mas a palavra de Deus diz que ele usa o velho também – Jl 2.28, por isto, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia - II Co 4.16 e cada velho se torna um vaso novo nas mãos de Deus para clamar contra as abominações que se fazem em nome da religião na casa do Senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;4 – Desprezo ao Templo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Levado para o átrio interior da casa do Senhor, eis que estavam à entrada do templo, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o templo do senhor e com o rosto para o oriente, eles adoravam o sol, virados para o oriente.&lt;br /&gt;O sol apesar de ser uma grande fonte de luminosidade, quando contemplado diretamente tem o poder de ofuscar a visão. Assim se encontravam aqueles vinte e cinco homens, com a visão espiritual ofuscada, a ponto de se voltarem contra o templo de Deus. Muitos ministros estão deste modo nos dias de hoje, em busca de algo que possa melhorar a liturgia dos cultos, estão buscando luz naquilo que aparentemente traz brilho, mas que espiritualmente afasta e nos faz dar as costas para o templo de Deus, local de culto, desconsiderando o que ele representa.&lt;br /&gt;Nosso corpo é o verdadeiro templo do Espírito Santo de Deus, mas não podemos ignorar que o templo construído pelas mãos dos homens é local consagrado a Deus, onde nos reunimos em busca da edificação do corpo de Cristo e comunhão entre os irmãos, e que Deus zela por este templo. Dar as costas simboliza o descaso e a banalização ao sagrado, e aceitar tantas coisas que tem profanado o culto a Deus, isto é uma abominação que ele irá cobrar de muitos que estão tolerando tais coisas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 – Atitudes Levianas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Então me disse: Viste filho do homem? Há coisa mais leviana para a casa de Judá, do que essas abominações que fazem aqui?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os homens praticavam as abominações descritas, mas viviam como se os seus procedimentos fossem totalmente legais; não havia um quebrantamento e arrependimento em busca de se voltar e consertar o que estava errado, assim é no dia de hoje, quanta injustiça, omissão e prostituição cultual. Quantos não zelam mais pelo ministério recebido da parte de Deus, e estão enterrando os dons que pela graça receberam, dons estes que estão enterrados embaixo do eu, do eu faço, eu mando, eu dirijo, eu presido, eu tenho uma outra visão, eu acho, eu mudo, eu me divorcio, eu me caso de novo e etc.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 – O Furor de Deus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Pelo que também eu procederei com furor, o meu olho não poupará, nem terei piedade, ainda que me gritem aos ouvidos com grande voz eu não os ouvirei.&lt;br /&gt;Nunca se viu o povo de Deus da nossa geração sofrer tanto como nos dias de hoje, tenho visto e encontrado inúmeros irmãos em total estado de depressão, desanimados, sem rumo e em crise espiritual avançado, a sua face já não traz a expressão leve de quem goza da paz que excede a todo entendimento humano. Sabemos que o tempo da lei passou, que vivemos na graça, e talvez (eu não sei) nunca mais teremos (antes da vinda de Cristo) um caso como o de Coré, Datã, Abirão e dos que os seguiram, quando a terra se abriu e os engoliu, mas devemos estar atentos para o caso de Ananias e Safira que expiraram por causa do pecado cometido.&lt;br /&gt;Tem muita gente disfarçada e brincando de ser crente, e se entregando a modernidade, mas Deus nos diz que Ele, o Senhor, não muda (não se moderniza) ele é o mesmo, ontem, hoje e eternamente, e por certo, seria racional pensar que tudo o que é ligado a Ele também não deve sofrer mudança ou influência modernista. O culto, a palavra, a doutrina bíblica, tudo deveria ser imutável, inclusive a maneira de servi-lo, agradavelmente com reverência e piedade, porque o nosso Deus é fogo consumidor – Hb 12.28, 29.&lt;br /&gt;Muitos têm sido consumidos, não pelo fogo de Deus, mas pelos próprios pecados. Alguns irmãos perderam o gozo e a alegria de servir a Deus e estão em busca de inovações, como se elas fossem remédio e a solução para a sua decadência espiritual e ficam forçando a barra, tentando introduzir em nossas Igrejas Assembléias de Deus, costumes e doutrinas que eles acham que irão influenciar positivamente em sua comunhão com Deus, mas comunhão com Deus se obtém através de um espírito contrito e quebrantado, pois Ele não desprezará – Sl 51. 17, e se humilhando, orando e buscando a sua face, e se convertendo dos maus caminhos – II Cr 7. 14. Aí sim Deus sara as feridas.&lt;br /&gt;Diante de tantas abominações cometidas pelo povo de Israel, havia muitos que não se deixaram influenciar e sofriam por presenciar a decadência espiritual do povo. Deus envia sete homens à cidade, seis com suas armas destruidoras na mão. Esses seis homens são anjos que atuam a mando de Deus para executarem o seu julgamento contra os profanos e abomináveis que seriam mortos por suas armas. O julgamento começa pelo santuário – Ez 9. 6.&lt;br /&gt;Os líderes espirituais têm maior responsabilidade pela vida espiritual da igreja e pelo rumo apóstata que ela toma, pois terão que apresentar com zelo, o rebanho que lhes foram confiados, como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo – II Co 11. 2; e para isto suas vidas têm de servir de exemplo de fidelidade e comunhão com Deus.&lt;br /&gt;A prostituição cultual do povo deriva da omissão e irresponsabilidade dos líderes. Quando Israel deteve-se em Sitim, o povo começou a se prostituir com as filhas dos moabitas, que os convidaram aos sacrifícios de seus deuses. Juntando-se, pois Israel a baal-peor a ira do Senhor se acendeu contra Israel e disse Ele a Moisés: Toma todos os cabeças do povo e enforca-os ao Senhor diante do sol, e o ardor da ira do Senhor se retirará de Israel. Neste ínterim um homem dos filhos de Israel trouxe a seus irmãos uma midianita perante os olhos de Moisés e de toda congregação dos filhos de Israel. Vendo Finéias, o sacerdote, filho de Eleazar, filho de Arão, levantou-se do meio da congregação e atravessou com a lança o varão israelita e a mulher, então a praga cessou de sobre os filhos de Israel. E os que morreram daquela praga foram vinte e quatro mil – Nm 25.1-9. E o nome do israelita que foi morto com a midianita era Zinri, filho de Salu, maioral da casa paterna dos simeonitas – Vs. 14.&lt;br /&gt;Não importa quem seja o homem que traz a imoralidade para o meio da congregação, tanto ele quanto a imoralidade devem ser extirpados, para que a praga não se espalhe e morram tantos quantos morreram naquela ocasião, e para isto o líder tem que exercer a sua autoridade eclesiástica, dada por Deus e que um dia será cobrada.&lt;br /&gt;Ao ordenar a matança, Deus manda que se comece pelos homens mais velhos que estavam diante da casa, simbolizando a responsabilidade de cada líder e o julgamento que sofrerão ao darem conta de sua mordomia – Lc 16. 2.&lt;br /&gt;Um anjo é enviado para marcar com um sinal na testa dos homens que suspiravam e gemiam por causa de todas as abominações que se cometia, e assim eram poupados da matança.&lt;br /&gt;Deixe-me te dizer uma coisa, amado: Deus tem visto o teu sofrimento diante de todas as abominações que tens presenciado, por isto não há motivos para você se escandalizar e sair da igreja, pois nós não somos daqueles que se retiram para a perdição e nem a tua salvação depende daqueles que praticam todas estas abominações, ainda que nossos líderes se tornem para com Deus como Sodoma e seus seguidores como Gomorra – Jr 23.14 e Ele os condene a subversão, reduzindo-os em cinzas e pondo-os para exemplos aos que vivem impiamente, assim como Ele livrou Ló (que estava enfadado da vida dissoluta dos homens abomináveis, e mesmo habitando este justo entre eles, afligia, todos os dias a sua alma justa, pelo que via e ouvia sobre as obras injustas), Ele é poderoso para te livrar também – II Pe 2.6-9. Fica firme na tua posição e receba em nome de Jesus o sinal em tua testa, sinal feito com o sangue poderoso, do Senhor que te chamou, separou e guarda para o dia da salvação que se aproxima. Aleluia!!!&lt;br /&gt;Diante do sincretismo religioso e do simonia, muitas ovelhas estão confusas e necessitadas de uma palavra de esclarecimento, incentivo, esperança e perseverança na guarda da fé, mas quando vão procurar um irmão em busca de uma orientação, descobrem que eles eram covardes e medrosos – Jz 7.3, e que se foram apressadamente das montanhas de Gileade por não suportarem as adversidades, combateram mal o combate, saíram na carreira e jogaram fora a fé.&lt;br /&gt;Nós não devemos seguir e tomar como exemplo os obreiros covardes que têm pedido carta para outras igrejas, estes pensam que estão procedendo de maneira digna e querem somente mostrar para os homens aquilo que não são: Fiéis.&lt;br /&gt;O obreiro é separado para auxiliar no cuidado do rebanho, e obreiro fiel não foge diante das dificuldades, esta atitude é egoísta, de quem está preocupado em apascentar a si mesmo. Mas assim diz o Senhor Jeová: Ai dos pastores que se apascentam a si mesmos! Não apascentarão os pastores as ovelhas? – Ez 34.2. O bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas. O mercenário, a quem não pertencem as ovelhas, não é o pastor. De modo que quando vê vir o lobo, deixa as ovelhas e foge. Então o lobo ataca o rebanho, e dispersa as ovelhas. O mercenário foge porque é mercenário, e não tem cuidado com as ovelhas – Jo 10.11-13. Estes precisam saber que estamos no meio de uma batalha espiritual e no campo de batalha não é lugar de fugir, e sim de lutar e vencer, e para isto devemos nos apossar das armas espirituais.&lt;br /&gt;Mesmo que as mudanças no sistema de culto, na doutrina e etc já estejam decretadas, devemos confiar e esperar naquele que muda situações. Daniel quando soube que a escritura que ia contra a lei de seu Deus estava assinada, entrou em sua casa e três vezes no dia punha-se de joelhos, e orava, e dava graças diante do seu Deus, como também antes costumava fazer, e o resultado desta batalha foi glorioso, 120 (cento e vinte) presidentes e 2 (dois) príncipes foram envergonhados diante de um fiel servo de Deus que não mudou a sua rotina e nem se rendeu ao novo e injusto sistema.&lt;br /&gt;Nunca vi um médico que cuida de um canceroso, arrancar a parte não afetada e deixar o câncer, se alguma coisa tiver que ser extirpada, esse terá que ser o câncer (tirai, pois, do meio de vós a este iníquo – I Co 5.13) e Jesus é o médico da igreja: Judá profanou a santidade do Senhor, a qual ele ama, e se casou com a filha de deus estranho. O Senhor extirpará das tendas de Jacó o homem que fizer isto – Mt 2.11,12. Se tu és um obreiro, não abandone a tua congregação como é de costume de alguns (covardes – Jz 7.3), mas se porte como um obreiro que tudo sofre por amor dos escolhidos, para que também eles alcancem a salvação que está em Cristo Jesus com glória eterna – II Tm 2.10 e creia no Senhor e veja que ele ainda é Deus que faz justiça nesta terra, e consome o pecador que não subsistirá na congregação dos justos – Sl 1.5b.&lt;br /&gt;Os que foram poupados da matança eram a minoria, nos alertando que a igreja e o seu progresso espiritual não deve ser medido por sua quantidade numérica, mas pela retidão e submissão a palavra de Deus. Tem muitos lideres que estão dando um jeitinho para encher suas igrejas através de inovações, mas o mais importante do que encher uma igreja é ter nela membros consagrados e santificados para o serviço de Deus.&lt;br /&gt;Muitos irmãos que congregam nestas igrejas Assembléias de Deus que abriram as portas à modernidade e que continuam firmes e fiéis à fé que sempre defenderam, têm a consolação de Deus e a certeza de que mesmo vivendo no meio de tanta coisa que os façam angustiados (pela visão do pecado), Ele não os abandonou, muito pelo contrário, serão livres da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo – Ap 3.10, pois muitos são chamados, mas poucos são os escolhidos - Mt 22. 14, estando dois no campo, será levado um e deixado o outro, estando duas moendo no moinho, será levada uma e deixada outra – Mt 24.40, 41. Portanto temos que viver a cada dia como se ele fosse o último, e Jesus hoje viesse, e vigiarmos, pois não podemos presumir que ele não poderá vir agora.&lt;br /&gt;Após marcar a testa dos fiéis, sai a sentença de Deus: “Matai velhos e jovens, meninos, mulheres e virgens, até exterminá-los, mas a todo o homem que tiver o sinal não vos chegueis e começai pelo meu santuário, e começaram pelos homens mais velhos que estavam diante da casa”.&lt;br /&gt;O julgamento é a resposta de Deus a uma vida de hipocrisia, Deus não tolera aqueles que têm como responsabilidade cuidar da sua casa e que procedem de maneira hipócrita e indigna, comprometendo sua chamada com pecados ocultos.&lt;br /&gt;Creio que Deus pode matar ou enviar alguém que cumpra esta ordem nos dias de hoje, e jamais me escandalizarei se um dia ver ou ouvir falar que alguém foi fulminado em cima do púlpito – At 12. 22; 5. 5, pois esta é uma das maneiras de Deus se manifestar contra a hipocrisia, engano e desonestidade com relação ao reino de Deus, e com a falta de compromisso dos líderes com a sua palavra, como fez com Abiú e Nadabe que ofereceram fogo estranho perante a face do Senhor. Diz a palavra de Deus acerca deles: Então saiu fogo de diante do Senhor e os consumiu; e morreram perante o Senhor – Lv 10.1,2.&lt;br /&gt;Embora não tenha ainda visto esta manifestação do juízo de Deus, literalmente falando, tenho visto de forma espiritual. Tem muitos ministros que estão fulminados espiritualmente, perderam as rédeas do ministério, estão turbados e sem direção, suas mensagens não diz mais a respeito da salvação, batismo com Espírito Santo, santificação e vinda de Cristo, mas entregaram seus púlpitos àqueles que comercializam o evangelho, e o transformaram em fonte de enriquecimento próprio, suas mensagens são voltadas para a busca da prosperidade material.&lt;br /&gt;O cativeiro e o julgamento de Deus sobre o seu povo, tinha a finalidade de fazê-los reconhecer a gravidade de seus erros e se voltarem para Deus. A visão do afastamento da glória de Deus foi um dos acontecimentos mais triste da Bíblia, que é seguido pelo juízo de Deus contra os chefes do povo. Este afastamento se dá aos poucos, primeiro do lugar santíssimo, depois do templo e então repousa sobre o carro dos querubins que a conduz até a porta oriental do templo, e por fim, deixa a cidade, indo pousar sobre o monte das oliveiras.&lt;br /&gt;Esta demora ao sair do templo, demonstra que Deus não estava querendo deixá-lo. Dizer aqui que o Espírito Santo de Deus se retirou da Assembléia de Deus para muitos pode parecer um absurdo, e porque não dizer, uma heresia e um paradoxo a sua promessa, de que estaria conosco todos os dias, até a consumação dos séculos – Mt 28.20, mas a própria palavra de Deus diz que em muitos lugares o Espírito Santo foi proibido de atuar e posto para fora: “Eis que estou a porta e bato, se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele, comigo – Ap 3. 20”. O Espírito de Deus é educado, ele não invade o espaço de ninguém e dá ao ser humano o direito de escolher seus amigos e convidados. Em muitas Assembléias de Deus o Espírito Santo foi proibido de entrar e de dirigir o culto a Deus, quem dirige é o homem por meio do emocionalismo. Mas o Espírito Santo de Deus está batendo à porta. O bater na porta representa uma das funções dele, que é o de convencer o mundo do pecado, da justiça e do juízo – Jo16.8. Ele quer trazer a glória de volta, libertando, salvando, curando e batizando com poder aos que a Ele se renderem.&lt;br /&gt;Ouço alguns ministros dizendo que para ser um líder, hoje, já não basta ser piedoso, íntegro e terno de coração, que se faz necessário também ser empresário, montar um bom departamento de relações públicas, negociar bons horários em emissoras de rádio e tv, para divulgar o nome da igreja, convidar bons cantores e bandas que estejam movimentando multidões e pessoas do meio artístico com testemunho de impacto (emocionalismo) para atrair o povo. “Com isto (eles mesmo declaram) tenho que mudar o teor das mensagens (o homem é quem dirige, não o Espírito de Deus) pois o povo que vai em busca destes movimentos, apenas procura um bom programa religioso, boa música e ambiente confortável. É necessário dar o que as pessoas querem, nada de esvaziar a platéia propondo uma solidez de princípios, chega de purismo. O Espírito de nossa época é mesmo de pouca fidelidade. Para que tentar lutar contra as tendências de uma geração? Do jeito que vimos fazendo, a casa está lotada. Com cadeiras vazias quem paga as minhas contas? - Relato publicado na revista Ela – Fev/Mar 2001 – Resumo Págs 16, 17 e 18 – De um Pastor que não quis se identificar e que termina assim o seu desabafo: Ando triste e cansado. Alguma coisa me rasga por dentro. Não entendo por que me dou tanto e continuo tão arrasado. Agora você entende porque preferi não dizer o meu nome? Preciso de ajuda      (Fonte: Correio Missionário Internacional/Comin/E-Mail: comin@yawi.com.br ).&lt;br /&gt;Lendo o relato completo deste pastor, percebi que ele abriu a porta de sua igreja para satisfação própria de ver o seu auditório cheio, e para isto teve que abandonar alguns princípios bíblicos para agradar e atrair os ouvintes, mas esta prática o levou a uma angustia tão grande que ele resolveu pedir ajuda.&lt;br /&gt;Muitos estão assim, mortos espiritualmente, procedendo como as virgens loucas – Mt 25. 1 –13, sem comunhão pessoal com Deus, estão sem azeite (que representa o Espírito Santo), e pedindo emprestado, porque as suas lâmpadas se apagam (estão sem unção), mas diferentes das cinco loucas que bateram à porta pedindo ao noivo que as deixassem entrar e já era tarde, ainda há tempo para quem quiser se arrepender. O principal objetivo de Deus é este, trazer o povo ao arrependimento: “Eu repreendo e castigo a todos quanto amo, se, pois, zeloso e arrepende-te” - Ap 3. 19. Mas muitos não querem se arrepender, não ouvem a voz, não aceitam o castigo, não confiam no Senhor, nem se aproximam do seu Deus, os seus príncipes são leões rugidores, os seus juizes são lobos da tarde, que não deixam os ossos para outro dia, os seus profetas são levianos e criaturas aleivosas, os seus sacerdotes profanaram o santuário e fizeram violência à lei – Sf 3. 2-4.&lt;br /&gt;Estas eram as quatro principais categorias de líderes em Judá. Deus os condenou por não serem santos e justos. Os príncipes e juízes perverteram a lei, e abusavam de seus cargos para obter dinheiro e propriedades (o mesmo acontece hoje). Os profetas alteravam a mensagem divina a fim de obter  popularidade e a aprovação do povo. Os sacerdotes profanavam a casa de Deus ao violarem seus princípios e viverem vidas imorais. Devemos resistir aos líderes que toleram ou promovem o mundanismo e a imoralidade em nome de Deus. Em lugar deles, coloquemos líderes leigos que preservem os padrões divinos (Fonte – Bíblia de estudo pentecostal – Pág. 1344).&lt;br /&gt;O padrão divino para a igreja é que todos o invoquem e o sirvam com um mesmo espírito. O seu zelo por sua casa é muito grande, e Ele não tolera e nem faz pacto com os abomináveis, por isto muitos se encontram angustiados, Deus não os responde – I Sm 28. 6, 15. Ficam desesperados sem saber o que fazer, e quando tentam fazer alguma coisa o desastre é maior.&lt;br /&gt;Como Sansão que ficou por muito tempo brincando com o perigo, até descobrir que o Senhor se tinha retirado dele – Jz 16. 20 encontram–se muitas Assembléia de Deus nos nossos dias. Mas Deus está procurando um homem para se colocar no meio da igreja como líder nacional e repreender o povo dos seus pecados e convocá-lo a voltar para Ele - Ez 22. 30.&lt;br /&gt;Por certo Jesus é o nosso líder e Sumo-Pastor, o que intercede pela igreja como organismo, mas no contexto deste livro estamos tratando da igreja como organização, de uma denominação que precisa restaurar através do reavivamento a consciência da nossa vocação e da nossa missão como exército de Cristo.&lt;br /&gt;Nós assembleianos, estamos como na visão de Ezequiel no Cap. 37, num vale de ossos secos, mas eu profetizo sobre esses ossos, que Deus há de abrir a nossa sepultura e sairemos dela e o seu Espírito será sobre nós, e voltaremos à nossa terra, que representa a volta dos princípios bíblicos estabelecidos por Deus.&lt;br /&gt;A visão dos ossos vivificados cumpriu-se na vida material do povo de Israel no tempo de Ciro, mas futuramente terá pleno cumprimento tanto material quanto espiritual.&lt;br /&gt;O povo de Deus no Velho Testamento se dividiu em dois reinos após a morte de Salomão, o reino do sul (Judá) e o reino do norte (Israel). Embora tivesse um propósito redentor nesta divisão, Deus promete um dia uní-los e congregá-los, fazendo-os uma só nação, um Rei será Rei de todos eles e nunca mais serão duas nações, nunca mais para o futuro se dividirão em dois reinos – Ez 37.&lt;br /&gt;A Assembléia de Deus embora tenha se afastado, já conhece este Rei, falta-nos somente achegarmos novamente à Ele e sermos um só povo, e a finalidade da união é para que as nações saibam que Ele é o Senhor que nos santifica, nos fortalece e que o seu santuário está no nosso meio para sempre - Vs.28. Portanto, esquadrinhemos os nossos caminhos, experimentemo-nos e voltemos para o Senhor – Lm 3. 40, reparemos o altar quebrado e Ele derramará do seu fogo santo como resposta de seu agrado por nossa submissão a Sua vontade. Amém&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5222850717649752352-177660245551117983?l=crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/177660245551117983'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/177660245551117983'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/2008/05/nepotismo-quem-escolhem-os-lderes-eu-ou.html' title='Nepotismo, quem escolhem os líderes? Eu ou Deus?'/><author><name>Bp. Carlos Antonio Santos de Novais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07361364628640620052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/R_-EnYPkC3I/AAAAAAAAAAM/af36rVB2BKg/S220/Carlos.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352.post-4520156724702240528</id><published>2008-05-30T17:23:00.001-07:00</published><updated>2008-05-30T17:26:28.033-07:00</updated><title type='text'>A Hermenêutica Feminista</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SECaq9vATRI/AAAAAAAAAG4/ki9VslsgW9w/s1600-h/Teologia+Feminista.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SECaq9vATRI/AAAAAAAAAG4/ki9VslsgW9w/s320/Teologia+Feminista.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5206331232157191442" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro obstáculo do caminho&lt;br /&gt;É quase impossível a tentativa de se realizar uma análise abrangente da Hermenêutica Feminista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta tarefa é um tanto que frustrante, porque existem dificuldades para se avaliar o movimento sem cometer injustiças quanto a sua falta de uniformidade. Existem pelo menos duas questões básicas que precisam ser consideradas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Cada teóloga expõe a sua própria versão desta teologia.[1] Não só divergências de contexto denominacional, mas de perspectiva teológica. Cada escritora tem o seu compromisso teológico orientado pelo seu contexto social e “experiência de opressão”. É praticamente impossível classificar teólogas feministas em grupos que definam posições em comum. Por isso, o modo como se aproximam e lêem as Escrituras divergem segundo as suas preferências pressuposicionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. A articulista Helen Schüngel-Straumann nota que nem todas as teólogas feministas adotam a mesma perspectiva em relação à interpretação da Bíblia. Ela declara que em relação à Bíblia "Carolyn Osiek (em Collins 93s) distingue cinco atitudes: 1. A de uma rejeição total da Bíblia, de que é exemplo a obra de Mary Daly. 2. A de uma interpretação leal, que vê a Bíblia como revelação/palavra de Deus e que não admite dúvida a este respeito. Uma 3ª abordagem é a que ela denomina de revisionista. Nela é criticado unicamente o enfoque androcêntrico, voltando a ser prestigiadas as tradições feministas esquecidas. Como exemplo desta linha a autora menciona Phyllis Trible. A 4ª abordagem é descrita como sublimacionista, onde os preconceitos ideológicos (como o de que o feminino seria superior ao masculino) desempenham um papel importante e onde predominam as interpretações simbólicas-isoladas de que qualquer contexto político-social. Como 5ª abordagem, que ela vê como a mais importante em nossos dias, Osiek descreve a interpretação da Bíblia segundo a teologia feminista da libertação, a que associa os nomes de Rosemary Radford, Letty M. Russell e Elisabeth Schüssler Fiorenza. No espaço lingüístico alemão não se pode deixar de mencionar aqui Luise Schottroff."[2]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edificando sobre a areia movediça&lt;br /&gt;A Teologia Feminista é um ramo dentro da conhecida Teologia da Libertação, entretanto, em vez de ser usada para uma interpretação em favor dos pobres, a aplicação dos princípios da libertação são direcionados para defender as mulheres como desfavorecidas num ambiente predominantemente masculino. A interpretação feminista das Escrituras tem o seu ponto de partida num dos seus pressupostos básicos: a teologia deve fundamentar-se sobre a análise da realidade socio-política da mulher. Ela não começa com o texto da Escritura, mas com o contexto sócio-vivencial feminino, como sendo oprimida numa sociedade machista. Rosemary R. Ruether delineia as bases da hermenêutica feminista "quando falamos da experiência das mulheres como uma chave hermenêutica (ou teoria da interpretação), estamos nos referindo exatamente àquela experiência que ocorre, quando as mulheres criticamente se tornam conscientes das experiências falsificantes e alienantes impostas a elas, como mulheres, através de uma cultura dominada por homens. A experiência das mulheres é, desta forma, em si um evento da graça, uma introdução do poder libertador que procede do que está além do contexto cultural patriarcal, que as permite criticar e resistir a essas interpretações androcêntricas sobre quem e o que elas são."[3]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A adoção do pressuposto subjetivo da “opressão” é essencial na interpretação das Escrituras. A teologia feminista se propõe denunciar todos os textos e tradições que perpetuam as estruturas e ideologias patriarcais consideradas opressivas. Loren Wilkinson observa que a teóloga feminista “Elizabeth Schüssller Fiorenza, por exemplo, em Bread, Not Stones, argumenta que as mulheres devem tomar como ponto de partida a definição da sua situação de opressão, e depois abrir a sua Bíblia, a fim de descobrir o meio de alcançar a libertação.”[4]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da “opressão”, outro pressuposto da Teologia Feminista é que a “experiência” feminina possui determina o resultado e a ação teológica. Christine Schaumberger observa que "o que é novo e especificamente feminista não é, pois, o realce sobre a categoria teológica da experiência, mas sim o concentrar-se no perceber e no refletir as experiências femininas. Experiências femininas é o ponto de partida da teologia feminista, e a medida para a crítica, o engajamento e o compromisso, para a criatividade re-visionária."[5]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, Schaumberger não define o que ela quer dizer teologicamente com “experiência” (do alemão erfahrung) dificultando a análise da sua tese. Na nova hermenêutica a interpretação e sistematização do ensino não é algo extraído das Escrituras, mas da experiência subjetiva do intérprete que impõe sobre o texto sagrado a sua opinião. Robert H. Stein conclui que “em razão disso, há ‘leituras’ ou interpretações marxistas, feministas, liberais, igualitárias, evangélicas ou arminianas do mesmo texto. Ou seja, para esta corrente os vários significados legítimos podem ser extraídos mediante a concepção de cada intérprete.”[6] A premissa de Schaumberger despreza que o fator determinante do significado do texto é o seu autor. Augustus Nicodemus observa que “as hermenêuticas feministas são uma variedade de reader response, baseados nos conceitos de Gadamer.”[7]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma avaliação final&lt;br /&gt;Discordando da Hermenêutica Feminista e unindo-me aos intérpretes que adotam o método gramático-histórico, afirmo que a passagem significa aquilo que o autor original, com consciente intenção, inspirado plenariamente, quis dizer ao redigir o texto. A formulação teológica não depende da experiência de gênero do intérprete, ou da percepção da realidade a partir da sua sexualidade, mas da precisa exegese do texto em sua estrutura gramatical, do seu contexto histórico e da sistematização das informações extraídas a partir das Escrituras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este subjetivismo é uma característica das novas hermenêuticas que surgiram no século XX. Moisés Silva observa que “se há algo diferente na hermenêutica contemporânea é justamente a ênfase que ela dá à subjetividade e relatividade da interpretação.”[8] A hermenêutica feminista não é uma exceção entre as novas hermenêuticas que surgiram no século XX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notas:&lt;br /&gt;[1] As teólogas mais expressivas do movimento subscreveram que “não pretendemos oferecer uma dogmática feminista unificada, e esperamos que tal coisa nunca venha a existir. Também não nos foi possível, nem foi pretensão nossa, chegar a uma perfeita homogeneidade dos diferentes artigos” in: Elisabeth Gössmann, et.al., orgs., Dicionário de Teologia Feminista (Rio de Janeiro, Editora Vozes, 1997), págs. 10-11.&lt;br /&gt;[2] Helen Schüngel-Straumann, "Bíblia" in: Elizabeth Gossmann et al., orgs., Dicionário de Teologia Feminista (Petrópolis, Editora Vozes, 1997), págs. 210-214.&lt;br /&gt;[3] Rosemary R. Ruether, “Feminist Interpretation: A Method of Correlation”, in: Feminist Interpretation of the Bible, ed. Letty M. Russel (Philadelphia, Westminster Press, 1985), pág. 114.&lt;br /&gt;[4] Loren Wilkinson, "A Hermenêutica e a Reação Pós-Moderna Contra a 'Verdade'" in: Elmer Dyck, ed., Ouvindo a Deus (São Paulo, Shedd Publicações, 2001), pág. 160.&lt;br /&gt;[5] Christine Schaumberger, "Experiência" in: Elizabeth Gossmann et al., orgs., Dicionário de Teologia Feminista (Petrópolis, Editora Vozes, 1997), pág. 183.&lt;br /&gt;[6] Robert H. Stein, Guia Básico para a Interpretação da Bíblia (Rios de Janeiro, CPAD, 1999), pág. 23.&lt;br /&gt;[7] Augustus Nicodemus Lopes, A Bíblia e seus intérpretes (São Paulo, Editora Cultura Cristã, 2004), pág. 232.&lt;br /&gt;[8] Moisés Silva, "Visões Contemporâneas da Interpretação Bíblica" in: Walter C. Kaiser, Jr. &amp; Moisés Silva, Introdução à Hermenêutica Bíblica (São Paulo, Editora Cultura Cristã, 2002), pág. 233.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5222850717649752352-4520156724702240528?l=crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/4520156724702240528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/4520156724702240528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/2008/05/hermenutica-feminista.html' title='A Hermenêutica Feminista'/><author><name>Bp. Carlos Antonio Santos de Novais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07361364628640620052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/R_-EnYPkC3I/AAAAAAAAAAM/af36rVB2BKg/S220/Carlos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SECaq9vATRI/AAAAAAAAAG4/ki9VslsgW9w/s72-c/Teologia+Feminista.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352.post-1578056087329513898</id><published>2008-05-30T16:12:00.000-07:00</published><updated>2008-05-30T16:26:52.122-07:00</updated><title type='text'>Bíblias e suas Traduções - Onde está o Erro?</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SECL6dvATPI/AAAAAAAAAGo/11hQC5hx7ek/s1600-h/counterfeit2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp3.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SECL6dvATPI/AAAAAAAAAGo/11hQC5hx7ek/s320/counterfeit2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5206315005770747122" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes do III século a.C, os judeus temiam que sua literatura Sagrada, fosse traduzidas para outras línguas.&lt;br /&gt;Eles tinham em mente que,  se fossem traduzidas, essas traduções seriam traduções profanas dos seus escritos, que foram revelados somente para Eles, OS ESCOLHIDOS.&lt;br /&gt;No entanto, a primeira tradução desses escritos judaicos, composta até então somente do Antigo Testamento, surgiu por volta do III Século a.C. Tradução esta, chamada de “SEPTUAGINTA” por ter sido ironicamente traduzida por setenta dois rabinos Judeus, (6 de cada uma das 12 tribos de Israel) por isso chamada de “SEPTUAGINTA”.Inclusive, tradução usada por Jesus Cristo e seus discípulos.&lt;br /&gt;Será que os Judeus, num sentido não tão extremo estavam com a razão em ter zelo por não deixar seus escritos serem “profanados”?   Haja visto o grande número de traduções (inúmeros destas, tremendas aberrações) num sentido único de sustentar ensinos falsos e alheios da verdade de Deus.&lt;br /&gt;Examine o que aqui é exposto e tire as suas próprias conclusões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. VASTAS OMISSÕES NAS VERSÕES MODERNAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São vastas as diferenças entre o texto em que se baseia a VRTiago [como também as Almeidas 1753, RCorr e CFiel] e os textos em que se baseiam as versões modernas. Somente no Novo Testamento há mais que 8000 diferenças de palavras entre o Texto Recebido e o texto de Westcott-Hort (e suas revisões tais como a do texto de Nestlé e a do texto da UBS). É verdade que muitas destas mudanças não são tão significantes quanto as demais – mas TODAS são diferenças REAIS. [Contando somente nos 4 Evangelhos:] mais que 2800 das palavras do Texto Recebido são omitidas no texto de W-H em que se baseiam as versões modernas; este é um vasto número de palavras; é aproximadamente o número de palavras em 1 e 2 Pedro combinados. O Senhor Jesus Cristo disse “... Nem só de pão viverá o homem, mas de TODA a PALAVRA que sai da boca de Deus.” (Mt 4:4). As palavras da Bíblia são palavras cruciais! [Cada uma delas!].&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;***Versos e frases completamente omitidos das novas versões. Há 17 versos completamente omitidos na New International Version -- Mt 17:21; 18:11; 23:14; Mc 7:16; 9:44; 9:46; 11:26; 15:28; 17:36; 23:17; João 5:4; At 8:37; 15:34; 24:7; 28:29; Rm 16:24; e 1 João. 5:7. Ademais, a NIV separa Mc 16:9-20 do resto do capítulo com uma nota que diz “Os dois mais antigos e confiáveis manuscritos não têm Mc 16:9-20”, assim destruindo, nas mentes dos leitores, a autoridade desta vital passagem, e efetivamente removendo mais outros 10 versos. João 7:53-8:11 é também separado do restante do texto pela nota de rodapé: “Os mais antigos e mais confiáveis manuscritos não têm João 7:53-8:11.” Deste modo, outros 24 versos são efetivamente removidos da Bíblia. A NIV questiona quatro outros versos com notas de rodapé -- Mt 12:47; 21:44; Lc 22:43; 22:44. Isto faz um total de 55 versos que são completamente removidos ou gravemente questionados. Adicionalmente, há 147 outros versos com significantes porções omitidas. [Você deve checar a AECont, ARAtlz, ARMelh, NVI, BViva, BLHoje, e outras Bíblias-TC, e chocar-se ao ver que fazem praticamente o mesmo, seja por omissão direta, ou por notas de rodapé destruidoras da fé, ou por pares de colchetes também destruidores da fé, que significam '[tudo indica que isto foi adicionado bem depois, por falsificadores]' ].&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;*************************************************************&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;11. CORRUÇÕES DOUTRINÁRIAS NAS VERSÕES MODERNAS Os promotores das versões modernas [baseadas no Texto Crítico] clamam que as diferenças entre suas versões e a VRTiago [ou, em português, as diferenças entre as Bíblias-TC e as Almeidas RCorr ou CFiel] são relativamente insignificantes e não têm conexão com doutrina. Isto não é verdade. As diferenças são grandes, e muitas das mudanças nas versões-TC realmente afetam doutrinas. Até mesmo muitos dos promotores das versões modernas admitem que as diferenças são vastas e graves. O prefácio da Revised Standard Version clama: “A VRTiago tem GRAVES DEFEITOS. Pelos meados do século XIX, o desenvolvimento dos estudos bíblicos e a descoberta de muitos manuscritos mais antigos que aqueles sobre os quais a VRTiago foi baseada, tornou manifesto que estes defeitos são tantos e tão graves que exigem uma revisão da tradução inglesa”. Um trabalho mais recente, “The English Bible from KJV to NIV”, contem um capítulo inteiro tratando de “Os Problemas Doutrinários na VRTiago”. O autor, Jack Lewis, conclui com estas palavras: “ ’Doutrina’ significa ‘ensino,’ e qualquer falha em apresentar a Palavra de Deus acurada, completa e claramente, em uma tradução, é um problema doutrinário. Os assuntos que temos inspecionado panoramicamente neste capítulo todos eles afetam o ensino que o leitor receberá da sua Bíblia. É ingênuo declarar que eles não têm nenhum significado doutrinário". ...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;[Uma vez que] concordamos que há sérias diferenças doutrinárias entre as versões, também reconhecemos o feliz fato de que há uma concordância doutrinária básica entre as [duas] famílias textuais. Isto nos mostra duas coisas: Primeiro, podemos regozijar que Deus tem prevalecido sobre o ímpio plano dos homens e demônios, e tem perpetuado as doutrinas essenciais mesmo nos textos mais corrompidos. Segundo, isto não significa que as diferenças entre os textos são insignificantes e inofensivas. Não significa que doutrina não é afetada. Também não significa que não é importante descobrir qual é e usar o mais puro texto .&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Você pode mostrar a alguém o evangelho da graça de Cristo mesmo com uma versão católica romana. Você pode provar que Cristo é Deus [o Altíssimo, o eterno ‘Eu Sou’], mesmo com a pervertida Tradução Novo Mundo usada pelos Testemunhas de Jeová. Você pode ensinar a doutrina da propiciação mesmo a partir de uma perversão tal como a Today's English Bible, que extirpa a palavra “sangue” da maioria das principais passagens. Isto mostra a maravilhosa mão de Deus em obstruir os esforços do Diabo. Mas isto não significa que as mudanças feitas nestas e em outras novas traduções não são significantes. As doutrinas mencionadas [no parágrafo] acima são seriamente enfraquecidas nas novas versões.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A seguir, apresentamos algumas doutrinas cruciais que são afetadas pelos modernos textos e traduções:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;AS VERSÕES MODERNAS ENFRAQUECEM A DOUTRINA DA DIVINDADE DE CRISTO&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• Mc 9:24 -- "E logo o pai do menino, clamando, com lágrimas, disse: Eu creio, SENHOR! ajuda a minha incredulidade." (ACFiel (e VRTiago)). &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• [A palavra 'SENHOR', isto é] o testemunho do homem, de que Cristo é o Deus, é OMITIDA. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• [Por exemplo, a ARAtlz diz "E imediatamente o pai do menino exclamou [com lágimas] : Eu creio!, ajuda-me na minha falta de fé."] &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• Mc 15:39 -- "E o centurião, que estava defronte dele, vendo que assim clamando expirara, disse: Verdadeiramente este homem era O Filho de Deus." (ACFiel (e VRTiago)). &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• [A palavra 'O', isto é] o testemunho do centurião, de que Cristo é o Deus, é OMITIDA do texto [ou trocada por 'UM'], ou questionada em nota de rodapé. [Aqui, o erro das versões modernas é de tradução, é de insuficiente conhecimento do grego, é de esquecer a doutrina]. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• [Veja, por exemplo, a ARAtlz: "O centurião que estava em frente dele, vendo que assim expirara, disse: Verdadeiramente este homem era Filho de Deus."] &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• Lc 2:33 -- "E JOSÉ, E SUA MÃE, se maravilharam das coisas que dele se diziam." (ACFiel (e VRTiago)). A divindade de Cristo é atacada pela mudança de “José e Sua mãe” para “O PAI E A MÃE DO MENINO”. [Ver nota de rodapé de Lc 2:33, na seção abaixo]. [Por exemplo, a AECont diz "O pai e a mãe do menino admiraram-se das coisas que dele se diziam".] &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• Lc 2:43 -- "E, regressando eles, terminados aqueles dias, ficou o menino Jesus em Jerusalém, e não o soube JOSÉ, NEM SUA MÃE." (ACFiel (e VRTiago)). As versões-TC mudam "José, nem sua mãe" para “SEUS PAIS”. [Ver nota de rodapé de Lc 2:33, na seção abaixo]. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• [Veja, por exemplo, a AECont:"Ao regressarem, terminados aqueles dias, ficou o menino Jesus em Jerusalém, e não o souberem seus pais".] &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• Lc 23:42 – "E disse a Jesus: SENHOR, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino." (ACFiel (e VRTiago)). &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• As versões-TC têm o ladrão penitente dirigindo-se a Cristo meramente como “JESUS”, ao invés de como “Senhor”, como no TR. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• [Veja, por exemplo, a ARAtlz: "E acrescentou: Jesus, lembra-te de mim quando vieres no teu reino."] &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• João 1:14 (...glória do uniGÊNITO do Pai...); 1:18 (...O Filho uniGÊNITO, que está no seio do Pai...); 3:16 (...deu o seu Filho uniGÊNITO...); 3:18 (...não crê no nome do uniGÊNITO Filho de Deus.) (ACFiel (e VRTiago)). &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• A NIV e a maioria das outras versões-TC omitem “gênito” [isto é, mudam “filho unigênito” para “FILHO ÚNICO”], assim removendo um importante testemunho da unicidade de Cristo como o uni-GÊNITO, o único-gerado Filho de Deus. Cristo não é o único filho de Deus. Adão é chamado filho de Deus (Lc 3:38); anjos são chamados filhos de Deus (Jó 1:6); crentes são chamados filhos de Deus (Fp 2:15). Mas Cristo é o uni-GÊNITO Filho de Deus, exatamente como a VRTiago [e a ACFiel] corretamente afirmam. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• [Por enquanto, a NVI brasileira diminuiu unigênito para único "somente" em nota de rodapé.] &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• João 3:13 – "Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem, QUE ESTÁ NO CÉU." (ACFiel (e VRTiago)). &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• As novas versões OMITEM “que está no céu”. Este claro, irrefutável testemunho da divindade e onipresença de Cristo, é removido das modernas traduções. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• [Por exemplo, a NVI diz "Ninguém jamais subiu ao céu, a não ser aquele que veio do céu: o Filho do homem."] &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• João 9:4 –"Convém que EU faça as obras daquele que me enviou...” (ACFiel (e VRTiago)). &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• As novas versões dizem “É necessário que NÓS façamos as obras daquele que me enviou...” Você pode ver que esta leve mudança de pronomes de “eu” para “nós” retira inteiramente esta linda referência à obra singular de Cristo. Mudanças aparentemente pequeninas na Bíblia podem criar enormes diferenças. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• [A ARAtlz, por exemplo, diz "E necessário que façamos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar."] &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• Atos 8:37 – "E DISSE FILIPE: É LÍCITO, SE CRÊS DE TODO O CORAÇÃO. E, RESPONDENDO ELE, DISSE: CREIO QUE JESUS CRISTO É O FILHO DE DEUS." (ACFiel (e VRTiago)). &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• As versões-TC OMITEM este verso [diretamente, ou por nota de rodapé, ou por colchetes] e assim removem o glorioso e importante testemunho do eunuco etíope sobre a encarnação e divindade de Jesus Cristo. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• [Por exemplo, a ARAtlz põe todo o verso entre colchetes, o que entendemos que seus editores o consideram uma falsificação. A NVI já tirou o verso do texto principal] &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• 1 Co 15:47 – "O primeiro homem, da terra, é terreno; o segundo homem, O SENHOR, é do céu." (ACFiel (e VRTiago)). &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• As versões-TC OMITEM “O Senhor” e dizem “... o segundo homem é do céu,” assim efetivamente removendo este abençoado e poderoso testemunho de que Jesus Cristo é o Senhor, [e provém] do céu. [Veja, por exemplo, a ARAtlz: "O primeiro homem, formado da terra, é terreno; o segundo homem é do céu."] &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• 1 Tm 3:16 – “E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: DEUS se manifestou em carne, foi justificado no Espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo, recebido acima na glória.” (ACFiel (e VRTiago)). &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• As versões-TC OMITEM a palavra chave neste verso, a palavra “Deus”. Por exemplo, a ARAtlz diz: “Evidentemente grande é o mistério da piedade: AQUELE que foi manifestado na carne, foi justificado em espírito, contemplado por anjos, pregado entre os gentios, crido no mundo, recebido na glória.” Pela substituição da palavra “Deus” pela pronome genérico “aquele” [aplicável se Cristo fosse mero homem], somos roubados de um das mais claros testemunhos, em toda a Bíblia, da divindade de Cristo, e somos deixados com uma referência sem sentido a um ambíguo e não identificado ‘aquele’, ‘que se manifestou em carne.’ &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• Terrance Brown, respeitado ex-secretário da Trinitarian Bible Society, faz este comentário: “Incontáveis milhões compondo o povo de Deus, desde o alvorecer da era cristã até o presente dia, têm lido estas palavras nas suas Bíblias precisamente como elas aparecem na nossa Versão Autorizada [e na nossa Almeida CFiel], mas agora este poderoso testemunho da divindade do nosso Salvador está para ser varrido para fora das Escrituras e desaparecer sem deixar vestígios”. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• Ap 1:11 – "Que dizia: EU SOU O ALFA E O OMEGA, O PRIMEIRO E O DERRADEIRO; e o que vês, escreve-o num livro, e envia-o às sete igrejas que estão na Ásia: ...." (ACFiel (e VRTiago)). &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• As versões-TC OMITEM. "Eu sou o Alfa e o Omega, o primeiro e o derradeiro". &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• [Veja, por exemplo, a ARAtlz: "dizendo: O que vês, escreve em livro e manda às sete igrejas: ..."] &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Examinamos brevemente 15 passagens-chave em que o testemunho da divindade de Cristo tem sido inteiramente removido ou tem sido criticamente enfraquecido, nas mais novas versões da Bíblia. Há muito mais passagens que não consideramos. A divindade de Cristo não tem sido removida completamente destas Bíblias, mas, pelas mudanças nas palavras destas importantes passagens, o testemunho global da doutrina da divindade de Cristo tem sido enfraquecido. É esta realmente uma questão de pequenas conseqüências, amigos, como muitos querem que acreditemos? Eu digo que não.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mas isto não é tudo. Em adição a estas principais omissões estão as seguintes omissões de nomes e títulos pertencentes ao Senhor Jesus Cristo. Devemos esta lista a D. K. Madden, em “A Critical Examination of the New American Standard Bible”: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;SENHOR -- Omitido em Mt 13:51; Mc 9:24; At 9:6; 2 Co 4:10; Gl 6:17; 2 Tm 4:1; Tt. 1:4.&lt;br /&gt;JESUS -- Omitido em Mt 8:29; 16:20; 2 Co 4:6; 5:18; Cl 1:28; Fm 6; 1 Pd 5:14. &lt;br /&gt;CRISTO -- Omitido em Lc 4:41; João 4:42; At 16:31; Rm 1:16; 1 Co 16:23; 2 Co 11:31; Gl 3:17; 4:7; 1 Ts 2:19; 3:11; 3:13; 2 Ts 1:8; Hb 3:1; 1 João 1:7; Ap 12:17. &lt;br /&gt;JESUS CRISTO -- Omitido em 1 Co 16:22; Gl 6:15; Ef 3:9; 2 Tm 4:22. &lt;br /&gt;SENHOR JESUS CRISTO -- Omitido em Rm 16:24; Ef 3:14; Cl 1:2. &lt;br /&gt;FILHO DE DEUS -- Omitido em João 9:35; João 6:69.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Do estudo acima, que não é exaustivo, pode ser visto que o texto de Westcott-Hort e as modernas traduções fazem um definido ataque contra o testemunho que as escrituras dão da divindade de Jesus Cristo. Este fato, sozinho, é suficiente motivo para mantermos o Texto Recebido e as traduções fiéis fundamentadas sobre ele, e põe o letreiro de mentira sobre a idéia de que não há desvios doutrinários nas versões-TC.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;AS VERSÕES MODERNAS ENFRAQUECEM A DOUTRINA DA PROPICIAÇÃO. Considere os seguintes exemplos:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cl 1:14 – "Em quem temos a redenção PELO SEU SANGUE, a saber, a remissão dos pecados; " (ACFiel (e VRTiago)). &lt;br /&gt;As versões-TC OMITEM a supremamente importante frase “PELO SEU SANGUE”. &lt;br /&gt;[Veja, por exemplo, a ARAtlz: "No qual temos a redenção, a remissão dos pecados."]&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Hb 1:3 – “... havendo feito POR SI MESMO a purificação dos nossos pecados, ...” (ACFiel (e VRTiago)).&lt;br /&gt;As versões-TC OMITEM as palavras “POR SI MESMO” deste verso. A NIV [por exemplo] diz “... . Depois de ter realizado a purificação dos pecados, ...”. As três pequenas palavras omitidas nas versões-TC seriamente enfraquecem o testemunho desta passagem quanto ao que Cristo realizou sobre a cruz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 Pd 4:1 – “Ora, pois, já que Cristo padeceu POR NÓS na carne, ...” (ACFiel (e VRTiago)). &lt;br /&gt;As versões-TC OMITEM “POR NÓS”.&lt;br /&gt;[Veja um exemplo: a NVI diz "Portanto, uma vez que Cristo sofreu corporalmente, armemo-nos..."]&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1 Co 5:7 – :“... Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado POR NÓS.” (ACFiel (e VRTiago)). &lt;br /&gt;As versões-TC também OMITEM “POR NÓS” neste verso. &lt;br /&gt;[Exemplo: a ARAtlz diz "... Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado."]&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;AS VERSÕES MODERNAS ENFRAQUECEM A DOUTRINA DO JEJUM. O Texto Crítico em grego e as versões modernas [nele baseadas] fazem um estranho ataque contra os ensinos do Novo Testamento sobre o jejum. Embora algumas referências a jejum permaneçam, são removidas várias referências muito significativas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mt 17:21 – "MAS ESTA CASTA DE DEMÔNIOS NÃO SE EXPULSA SENÃO PELA ORAÇÃO E PELO JEJUM.” (ACFiel (e VRTiago)). &lt;br /&gt;Todo este verso é OMITIDO nas NASV, RSV, NIV, New English Bible, Jerusalem Bible, e Phillips. A TEV coloca o verso entre colchetes. [As ARAtlz, ARMelh, NVI, BViva, BLHoje e outras Bíblias-TC em português destroem o verso por meio de colchetes ou nota de rodapé, que implicam que o verso é uma falsificação].&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mc 9:29 – " E disse-lhes: Esta casta não pode sair com coisa alguma, a não ser com oração E JEJUM.” (ACFiel (e VRTiago)). &lt;br /&gt;O texto em grego, de Westcott-Hort, e as novas versões baseadas neste texto, OMITEM a frase “E JEJUM”, que também é omitida das NIV, NASV, RSV, LB, Phillips, NEB, e Jerusalem Bible. [As AECont, ARAtlz, ARMelh, NVI, BViva, BLHoje e outras Bíblias-TC em português destroem a frase por meio de colchetes ou nota de rodapé, que implicam que "e jejum" é uma falsificação].&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Estes dois versos sobre jejum não são as únicas referências a esta doutrina nas Escrituras, mas são as duas únicas referências que específica e diretamente ensinam a importância de jejuar como um aspecto do guerrear espiritual. Aqueles que têm lutado batalhas espirituais contra os poderes das trevas sabem por experiência a preciosa verdade da qual Jesus está falando nestas passagens. Oração é um poderoso recurso espiritual, mas HÁ fortificações demoníacas que não podem ser quebradas somente por oração sem jejum. Este é um fato, e ele faz parte da Bíblia! Remover da Bíblia estas referências é loucura e é malévolo. É igual a, antes de enviarmos um soldado à batalha, retirarmos do seu equipamento parte do armamento que lhe é essencial.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;At 10:30-31 – "E disse Cornélio: Há quatro dias estava eu EM JEJUM até esta hora, orando em minha casa à hora nona. E eis que ..." (ACFiel, VRTiago, e a maioria das tradicionais traduções protestantes nas várias linguagens). &lt;br /&gt;As novas versões, seguindo o texto em grego, de Westcott-Hort, OMITEM a expressão “EM JEJUM”. [Veja o exemplo da ARAtlz: "Respondeu-lhe Cornélio: "Faz hoje quatro dias que, por volta desta hora, estava eu observando em minha casa a hora nona de oração, e eis que ..."]&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1 Co 7:5 –" Não vos priveis um ao outro, senão por consentimento mútuo por algum tempo, para vos aplicardes AO JEJUM E à oração; e depois ajuntai-vos outra vez, para que Satanás não vos tente pela vossa incontinência.” (ACFiel (e VRTiago)). &lt;br /&gt;Aqui, rejeitando a maioria dos testemunhos textuais, as novas versões OMITEM “AO JEJUM E” desta importante passagem. &lt;br /&gt;[A ARAtlz, por exemplo, diz "Não vos priveis um ao outro, salvo talvez por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos dedicardes à oração e novamente vos ajuntardes, para que Satanás não vos tente por causa da incontinência."]&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;2 Co 6:5 – "Nos açoites, nas prisões, nos tumultos, nos trabalhos, nas vigílias, nos JEJUNS," (ACFiel (e VRTiago)). &lt;br /&gt;A palavra “jejum” foi MUDADA em algumas das novas versões para “FOME”. [A BViva, por exemplo, diz "estivemos sem ter o que comer"]. Obviamente fome e jejum são duas coisas diferentes. Em 2 Co 11:27, onde o apóstolo Paulo dá uma lista similar de alguns aspectos do seu ministério, ele menciona ambos: fome E jejum. Portanto, o Espírito Santo não está usando estes termos como sinônimos: Este é um outro ataque sobre a doutrina bíblica dos benefícios espirituais do jejuar.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;2 Co 11:27 – "Em trabalhos e fadiga, em vigílias muitas vezes, em fome e sede, EM JEJUM muitas vezes, em frio e nudez." (ACFiel (e VRTiago)).&lt;br /&gt;"Em jejum" foi MUDADA, em algumas das novas versões, para “PASSANDO FOME”. [A BViva, por exemplo, diz "ESTIVEMOS SEM TER O QUE COMER"]. Alguém pode ter fome e continuar sem comer sem que isto seja conectado com a vida espiritual e o batalhar espiritual. Na VRTiago (e na ACFiel), uma clara distinção é feita entre a fome que Paulo freqüentemente suportava e seus freqüentes períodos de jejuar [sob o controle] do Espírito. Se nestas duas passagens [2 Co 6:5 e 11:27] o Espírito Santo está se referindo às batalhas espirituais do Apóstolo, ao jejuar sob o controle do Espírito, interpretação que é a mais provável uma vez que foi feita uma tal distinção [entre jejum e fome], então os modernos tradutores fizeram um grande mal ao removerem este ensino.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Quando os escritos destes seis versos são tomados juntos, aparece nos novos textos em grego e suas traduções um padrão definido de ataques contra a doutrina do jejum como sendo uma arma espiritual. Isto é ainda mais sério à luz do fato de que somos advertidos nas Escrituras que o guerrear espiritual crescerá em intensidade à medida que o tempo do retorno de Cristo se aproximar. “Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. ... Mas os homens maus e enganadores irão de mal para pior, enganando e sendo enganados.” (2 Tm. 3:1,13). Não se deixe ser enganado e levado, caro crente amigo, a aceitar uma versão da Bíblia que remova da sua vida esta importante arma espiritual [o jejum].&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;---*------*------*--- &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;De modo algum são estas todas as doutrinas atacadas nas versões-TC. Mas, destes exemplos, o resultado global [já] pode ser [claramente] percebido. Admitimos que as doutrinas acima não foram inteiramente removidas, mas não há dúvidas de que um definido enfraquecimento de doutrina tem tomado lugar.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;*************************************************************&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;12. ERROS NAS VERSÕES MODERNAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As versões-TC não somente enfraquecem importantes doutrinas, mas contêm erros grosseiros [isto é, graves contradições das versões-TC consigo próprias]. Sl 12:6 diz “As palavras do SENHOR são palavras PURAS, ...” Mas as novas versões não são puras. Eu darei oito exemplos de erros nas versões-TC:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mt 27:34 – "Deram-lhe a beber VINAGRE misturado com fel; mas ele, provando-o, não quis beber." (ACFiel (e VRTiago)). &lt;br /&gt;As versões-TC mudam a palavra “vinagre” para “vinho”. Isto cria uma CONTRADIÇÃO COM A PROFECIA EM SL 69:21, que ensina que, ao Messias, seria dado vinagre para beber. &lt;br /&gt;[Veja, por exemplo, a NVI: "Ali lhe deram para beber VINHO misturado com fel; mas, depois de prova-lo, recusou-se a beber."]&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mt 5:22 -- "Eu, porém, vos digo que qualquer que, SEM MOTIVO, se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo; e qualquer que disser a seu irmão: Raca, será réu do sinédrio; e qualquer que lhe disser: Louco, será réu do fogo do inferno." (ACFiel (e VRTiago)). &lt;br /&gt;As versões-TC omitem as palavras “sem motivo”. A NVI [por exemplo] diz “Mas eu lhes digo que qualquer que ficar irado contra seu irmão estará sujeito a julgamento. ...” Esta “pequena” omissão cria um SÉRIO ERRO, PORQUE CRISTO ELE PRÓPRIO FICOU OCASIONALMENTE IRADO. Mc 3:5 diz “E, olhando para eles em redor com indignação ...” Irar-se não é necessariamente um pecado, é irar-se “sem motivo” que o é.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mc 1:2-3 – "Como está escrito NOS PROFETAS: Eis que eu envio o meu anjo ante a tua face, o qual preparará o teu caminho diante de ti. Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, Endireitai as suas veredas." (ACFiel (e VRTiago)). &lt;br /&gt;As versões-TC dizem que Cristo está citando “o profeta Isaías”. Isto cria um ERRO, PORQUE É ÓBVIO QUE MARCOS NÃO ESTÁ CITANDO SOMENTE ISAÍAS: ele está citando Ml 1:3 como também Is 40:3; ele estava citando “os profetas”, exatamente como a VRTiago [e a ACFiel] o dizem. &lt;br /&gt;[Veja, por exemplo, a ARAtlz: "Conforme está escrito na profecia de Isaías: ...".]&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1 Co 7:1 – "Ora, quanto às coisas que me escrevestes, bom seria que o homem não TOCASSE em mulher;" (ACFiel (e VRTiago)). &lt;br /&gt;A New International Version [e a BViva, etc.] dizem "... É bom para um homem não CASAR com uma mulher." Estas versões ESTÃO ERRADAS: A BÍBLIA CLARAMENTE DIZ QUE O CASAMENTO É BOM (1 Co 7:38; Pr. 18:22; Hb 13:4). &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;João 7:8 – “... eu não subo AINDA a esta festa, ....” (ACFiel (e VRTiago)).&lt;br /&gt;No verso 10, vemos claramente que JESUS REALMENTE FOI À FESTA, MAIS TARDE. A maioria das versões-TC [em inglês] apresenta Jesus como mentindo, no verso 8. A NASV, por exemplo, diz: “... eu não subirei a esta festa ...” [Em português, tomemos o exemplo de] a NVI: ela tem uma nota de rodapé que diz “vários manuscritos dizem: ‘eu não subirei’ ”. O fato é que apenas alguns manuscritos flagrante e descaradamente corrompidos, que atacam [nosso Senhor] Jesus Cristo, omitem esta palavra crucial [“ainda”]. As versões-TC criam um sério erro com as palavras que lhes faltam.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Lc 2:33 – “E JOSÉ, e sua mãe, se maravilharam das coisas que dele se diziam.” (ACFiel (e VRTiago)).&lt;br /&gt;As versões-TC mudam “José” para “O PAI DO MENINO”, assim criando um blasfemo erro e dando SUPORTE ÀS MENTIRAS DOS MODERNISTAS QUE NEGAM O NASCIMENTO VIRGINAL DE CRISTO. [Por exemplo, a AECont diz "O pai e a mãe do menino admiraram-se das coisas que dele se diziam".]&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Lc 2:43 – “... ficou o menino Jesus em Jerusalém, e não o soube JOSÉ, NEM SUA MÃE." (ACFiel (e VRTiago)).&lt;br /&gt;As versões-TC mudam “José, nem sua mãe” para “seus pais”, assim criando o mesmo problema acima [SUPORTE ÀS MENTIRAS DOS MODERNISTAS E BLASFEMADORES QUE NEGAM O NASCIMENTO VIRGINAL DE CRISTO. Ver nota de rodapé do comentário acima].&lt;br /&gt;[Veja, por exemplo, a AECont: "Ao regressarem, terminados aqueles dias, ficou o menino Jesus em Jerusalém, e não o souberam seus pais."]&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;João 1:14 (...glória do uniGÊNITO do Pai...); 1:18 (...O Filho uniGÊNITO, que está no seio do Pai...); 3:16 (...deu o seu Filho uniGÊNITO...); 3:18 (...não crê no nome do uniGÊNITO Filho de Deus.) (ACFiel (e VRTiago)). &lt;br /&gt;Removendo destes versos a supremamente importante palavra “gênito” [isto é, mudando “unigênito” para “único”], muitas versões-TC, como a NIV, criam um FANTÁSTICO ERRO. [Em português, este erro ainda está nas notas de rodapé da NVI, mas já se instalou no texto principal da BViva]. O problema, como já temos visto, é que Cristo não é o filho único de Deus: Adão é chamado filho de Deus (Lc 3:38); anjos são chamados filhos de Deus (Jó 1:6); e crentes são chamados filhos de Deus (Fp 2:15). CRISTO NÃO É O ÚNICO FILHO DE DEUS, MAS ELE É O ÚNICO-FILHO-GERADO DE DEUS, exatamente como o TR, a VRTiago [e a ACFiel] corretamente ensinam.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;*************************************************************&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;13.CONCLUSÃO &lt;br /&gt;As versões-TC são baseadas em um texto (em grego) corrompido que foi introduzido no mundo por homens que eram apóstatas da Fé. Este texto, e as versões nele baseadas, enfraquecem doutrinas chave da fé cristã e introduzem erros na Palavra de Deus. Milhares de palavras inspiradas são omitidas. O resultado da multiplicação dessas traduções tem sido o enfraquecimento da autoridade da Bíblia no coração de milhões [de pessoas]. Um claro e dogmático “assim diz o Senhor” tem sido substituído por um anêmico “[Bem,] alguns manuscritos dizem ...”&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os proponentes das novas versões contendem que as Bíblias da Reforma se basearam em um texto inferior. Eles contendem que os mais puros manuscritos das Escrituras não se tornaram disponíveis até a última parte do século XIX, quando foram descobertos por Tischendorf e outros. Eles contendem que a Bíblia que foi levada até às extremidades da terra durante a Reforma e a grande era missionária dos séculos XVII até XX, necessitava ser purificada pelos modernos críticos do texto bíblico.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nós rejeitamos este pensar. Sabemos que Deus não permitiria que Suas Santas Escrituras fossem corrompidas. O Sl 12:6-7 traz a promessa: “As palavras do SENHOR são palavras puras, como prata refinada em fornalha de barro, purificada sete vezes. Tu AS guardarás, SENHOR; desta geração AS livrarás para sempre.” (Ver também 19:7-8; 33:1; 100:5; 111:7-8; 117:2; 119:89,152,160; 138:2b; Is 40:8 (= 1Pd 1:25); Is 59:21; Mt 4:4; 5:18; 24:35 (= Lc 21:33); Lc 16:17; 1Pd 1:23,25; Ap 22:18-19. Deus tem zelosamente preservado a Bíblia através dos séculos. A preservada Palavra de Deus não ficou perdida e esquecida na biblioteca do Papa e em um mosteiro herético! Não [podemos] acreditar que o Senhor preservaria Sua Palavra através da apóstata Igreja Católica Romana, que perseguiu [e matou] os crentes e queimou incontáveis Bíblias através dos séculos. Ao contrário, a Palavra de Deus foi preservada pelos santos [isto é, crentes] fiéis do Novo Testamento, que recusaram dobrar os joelhos ao erro, e nós temos essa Bíblia preservada no Texto Recebido, na Bíblia do Rei Tiago [e nas Almeidas 1753, RCorr e CFiel], e em outras fiéis traduções do Texto Recebido.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Enquanto nós não temos respondido cada questão que possa ser levantada com relação às versões da Bíblia – na verdade, não podemos responder a cada questão – temos oferecido o largo esboço [da matéria] e [seus] fatos básicos. Nós advertiríamos que os difamadores da VRTiago [e das Almeidas 1753, RCorr e CFiel] deliciam-se em lidar com tópicos secundários – com as fraquezas de Erasmus, com as antiquadas palavras da VRTiago [e das Almeidas 1753 e RCorr], com a suposta ignorância dos defensores da VRTiago [e das Almeidas RCorr e CFiel], com a não sobrevivência dos “originais”, com a suposta falta de manuscritos de suficiente autoridade disponíveis aos editores da era da Reforma – enquanto ignoram as grandes questões fundamentais ao nosso tema, as questões aqui abordadas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Exaltamos e confiamos aos nossos leitores o Texto Recebido e suas fiéis traduções. Você não irá jamais ser desapontado se você edificar sua vida e sua igreja sobre a Rocha Eterna. A Bíblia adverte “Não removas os antigos limites que teus pais fizeram” (Pv 22:29).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;É NECESSÁRIA A LUTA PELA VRTiago [e pelas Almeidas-TR, isto é, ARCorr e ACFiel]?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O que se segue deve-se ao Pastor Gary Freeman: “Um escritor, que estava se desesperando por causa do debate em relação às versões da Bíblia, escreveu recentemente ‘[Será que] preciosas energias e talentos têm de ser desperdiçados em querelas de picuínha entre soldados que deveriam estar concentrando seus melhores esforços para combater os inimigos reais do cristianismo bíblico?’ [Note o desesperado ou reprobatório tom desse escritor]. Está certo este pensar? [Não, de modo algum, pois] cremos que soldados que lutam juntos devem debater uma questão quando ela envolve a integridade e confiabilidade da mais importante peça de armamento com a qual esperamos combater o inimigo. Como podemos nós não dizer nada a nossos companheiros quando alguém sabotou nossa artilharia? Como esperarmos ganhar a batalha quando vamos para a luta com nossa principal arma tomada de nós e trocada por uma substituta defeituosa e inconfiável?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“A luta pela VRTiago [e pelas Almeidas RCorr e CFiel] é necessária. Nós, que estamos batalhando na linha de fogo em defesa da posição “VRTiago-somente” [e pela posição TRADUÇÕES-TR-SOMENTE], somos [erroneamente] reputados como os causadores da contenda. Um pastor disse ‘Certamente a controvérsia troveja de furor do lado daqueles que fariam [da posição sobre as versões] um teste para comunhão.’ Outro pastor escreve ‘Uma das tragédias de partir os corações, enfrentadas por qualquer grupo de comunhão, ocorre quando algum movimento [esforço organizado para alcançar um alvo] chega e cresce e polariza e então racha o grupo. O movimento pode ser [somente] sobre versões da Bíblia, sobre querelas pessoais ou sobre agravos sofridos. A questão não é doutrinária pois, entre irmãos fundamentalistas, sempre há concordância sobre as doutrinas essenciais.’ &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Estamos perplexos em ver como o grupo que trouxe as versões modernas [baseadas no Texto Crítico] para dentro das nossas igrejas e comunhões de igrejas, agora quer nos culpar, a nós que desejamos permanecer com a VRTiago [e com as Almeidas RCorr e CFiel], como sendo os divisores, polarizadores, rachadores [de igrejas e comunhões] e amantes de controvérsias. Se estes ‘soldados companheiros na guerra' desejam trazer para nosso meio ‘Bíblias’ que deixam de fora [ou questionam] Mc 16:9-20; João 7:53-8:11; At 8:37; Rm. 8:1b; e que extirpam `pelo Seu sangue' de Cl 1:14; `Deus' de 1 Tm 3:16; a passagem da Trindade de 1 João 5:7,8; ‘havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados' de Hb 1:3; `nos lavou dos nossos pecados’ de Ap 1:5; a palavra ‘ainda’ de João 7:8 (esta palavra, sendo removida das novas versões, faz do nosso Salvador um mentiroso); então eles não deveriam gritar [contra nós], nos chamando de revoltantemente sujos, injustos, discriminatórios, sem amor, ou divisivos, quando nós bem alto reagimos em alta voz sobre qual Bíblia será a Palavra de Deus no campo de batalha.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Os ofensores, divisores, querelentos e polarizadores são aqueles que querem trazer novas versões para dentro do fundamentalismo. Cremos, contrários à citação pouco acima, que esta é uma questão doutrinária. Cremos que Deus tem preservado a palavra que Ele inspirou. Cremos que ela é encontrada, em grego, no Texto Recebido, e, em inglês, na nossa VRTiago [e, em português, nas nossas Almeidas 1753, RCorr e CFiel]. Continuaremos a lutar pela nossa VRTiago [e pelas ARCorr e ACFiel], não para sermos divisivos, mas de modo que, como ‘soldados companheiros na guerra', possamos ir para a batalha contra nossos inimigos dizendo [com toda a confiança] ‘Assim diz o Senhor’, ao invés de [com alguns receios] '[Bem... Ehhh...] É assim que Deus disse?' ...” &lt;br /&gt;Traduções Errôneas da Bíblia das Testemunhas de Jeová&lt;br /&gt;Esta lista é apenas representativa. Ela não esgota este assunto.&lt;br /&gt;Colossenses 1:15-17&lt;br /&gt;A palavra "outro" é inserida 4 vezes. Isto não está no original grego e nem está implícito. Esta é uma seção onde Jesus é descrito como o criador de todas as coisas. Desde que a organização da T.J. acredita que Jesus é um ser criado eles inseriram a palavra "outro" para mostrar que Jesus era ates de tudo "outras" coisas, implicando que Ele também fosse um ser criado.&lt;br /&gt;Existem duas palavras, no Grego, traduzidas como "outro": heteros e allos. O primeiro significa outro de uma coisa diferente, ou seja, de natureza diferente. O segundo significa outra coisa da mesma natureza ou do mesmo tipo. Nenhum dos dois é usado nesta seção da Escritura. As T.J. mudaram a Bíblia para torná-la adequada à sua teologia aberrante.&lt;br /&gt;João 1:1&lt;br /&gt;Eles traduziram erradamente este versículo como "um deus". Novamente, isto é porque eles negam quem Jesus é e devem mudar a Bíblia para que ela se torne adequada à sua teologia. A versão das T.J. está assim: "No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era um Deus."&lt;br /&gt;Hebreus 1:6&lt;br /&gt;Neste verso eles traduziram a palavra Grega para adoração, proskuneo, como "reverência." Reverência é uma palavra que significa honra, mostra respeito, até curvar-se diante de alguém. Já que, para eles, Jesus é um ser criado, então ele não pode ser adorado. Eles tiveram de fazer isto em outros versículos a respeito de Jesus: Mt 2:2,11; 14:33; 28:9.&lt;br /&gt;Hebreus 1:8&lt;br /&gt;Este é um versículo onde Deus Pai, está chamando Jesus de Deus: "Mas do Filho diz: O teu trono, ó Deus, subsiste pelos séculos dos séculos, e cetro de eqüidade é o cetro do teu reino.'"&lt;br /&gt;Já que as T.J. não concordam com isso, de novo, eles alteraram a Bíblia para que ela se adequasse à sua teologia. Eles traduziram o verso como: "...Deus está no seu trono ..." O problema com a tradução das T.J. é que esta passagem é uma citação do Salmo 45:6 que, no Hebraico, só pode ser traduzido como "...O teu trono, ó Deus, subsiste pelos séculos dos séculos ..." Para justificar a tradução do N.T eles atualmente também trocaram a tradução do Antigo Testamento!&lt;br /&gt;A Tradução do Novo Mundo é horrível. Ela mudou o texto para se adequar à sua própria teologia em muitos lugares. Mas antes que você pense que estou apenas mencionando o que outros disseram, eu estudei Grego bíblico por 4 1/2 na Faculdade e no Seminário.&lt;br /&gt;Adicionalmente, eu tive 1 1/2 ano de Hebraico bíblico. Eu sei, por exame, que a Tradução do Novo Mundo é corrompida pela visão não-cristã e não-bíblica da sociedade.&lt;br /&gt;Matthew Slick&lt;br /&gt;Tradução: Vinicios Torres&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bíblia na Linguagem de Hoje: Versão, Traição ou Tapeação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro Monteiro de Almeida &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução &lt;br /&gt;1)."Nada acrescentes às Suas Palavras, para que não te repreendas e sejas achado mentiroso" (Prov. 30:5-6) O ataque satânico contra a palavra de Deus remonta o Jardim do Éden. A primeira intervenção de Satanás na História foi adulterando e pondo dúvida na Palavra de Deus: nascia a primeira Bíblia na Linguagem de Hoje! O primeiro pecado de Eva foi o de aceitar a suposta palavra de Deus "modernizada" da boca do Diabo. Séculos mais tarde, Satanás recorreu novamente às Escrituras para tentar o Mestre Jesus em Mateus 4:1-11. Com o passar dos séculos, após a consumação da revelação de Deus no Apocalipse, o ataque satânico ficou mais bem elaborado, usando supostos crentes e sociedades Bíblicas. Nasciam "versões" mais POPs, mais adequadas, mais ao estilo das bancas de jornal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2).Histórico vergonhoso No final da década de sessenta, a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), que é a filha da apóstata UNITED BIBLE SOCIETIES (UBS), se preparava para o lançamento da Bíblia POP. A "Diretoria da SBB reunida no dia 24 de Outubro de 1967, resolveu autorizar a composição de uma comissão paritária, formada de elementos da igreja católica e de evangélicos, para o estudo da possibilidade de tradução conjunta do Novo Testamento" (Circular da SBB, de 15 de Fevereiro de 1968). Se o ecumenismo é uma abominação ao Senhor, já se conclui que os envolvidos com esta idéia eram rebeldes e apóstatas. A SBB produziu então, a infame Bíblia na Linguagem de Hoje (BLH), a segunda maior catástrofe Bíblico-teológica em língua portuguesa, só perdendo para a perversão "Mundo Novo" das Testemunhas de Jeová, mas não por muito, pois o texto grego pervertido que baseia ambas é o mesmo: O FAMIGERADO WESTCOTT-HORT. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3). A filosofia da mediocridade! Bastaria o início claramente corrompido para qualquer crente sério rejeitar esta "versão"", porém vamos e adiante e analisemos os argumentos ridículos que se usam para defender a Bíblia na linguagem de Hoje (BLH): &lt;br /&gt;3.1 "A BLH é mais moderna" Verifica-se hoje uma decadência vocabular. É a geração das gírias, dos monossílabos, sem palavras. Nesse embalo, a BLH presta um grande serviço a tendência do momento, esvaziando e alterando o vocabulário Bíblico. &lt;br /&gt;3.2 "A BLH é mais fácil de entender" Gerações e gerações de crianças e analfabetos entenderam e se converteram ao escutar a Palavra de Deus. Existem pessoas que aprenderam a ler sozinhas, apenas de posse da Bíblia Revista e Corrigida de Almeida, que possui mais de 300 anos. Não precisamos de uma versão com linguajar medíocre e tendencioso. Por acaso a palavra "sangue" não é conhecida? Porque substituí-la por "morte"? "Barca" de Noé (Heb. 11:7)? Não teriam traduzido "kibotos" (arca no grego) por barca para insinuar o espúrio dilúvio local? "Barulho do gongo" (1Cor. 13:1)? A mensagem da BLH é a de insulto à inteligência das pessoas privando-as de crescer. &lt;br /&gt;3.3 "A BLH é mais compreensível para crianças, jovens e para o analfabeto." Na verdade, "A BLH avilta as palavras Bíblicas, massifica-as. Até o pobre analfabeto quando conversa com o seu dotô se preocupa em evitar, tanto quanto lhe é possível, certos termos e linguajar do seu vocabulário." Por acaso se colocariam termos próprios dos malandros, dos traficantes, das prostitutas? A Palavra de Deus anuncia as Boas Novas de reconciliar o homem com Deus, de elevar o homem na direção do seu Criador e não de descer mais ainda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4).Erros grosseiros e omissões Dentre as centenas de erros se destacam apenas alguns devido a limitação de espaço. Mat. 1:25 Omitiram a palavra " primogênito" para reforçar a falsa doutrina católica de que Maria morreu *virgem. Mat. 16:3-4 Omitiram as palavras hipócritas" e "adúltera". Mat. 16:18 Colocaram a palavra igreja com I maiúsculo para uma associação com a Igreja Católica. Mar. 1:1 Omitiram a expressão "Filho de Deus". Jo. 1:14,18 3:16,18. Substituíram criminosamente a palavra "unigênito" (gr. monogénes) por "único" Rom. 1:29 Omitiram a expressão "prostituição". Rom. 1:31 Omitiram a expressão "irreconciliáveis". 1 Tim. 3:16 Trocaram criminosamente a expressão "Deus se manifestou em carne" por " ele apareceu como ser humano" . Tito 2:7. Omitiram a expressão que eles detestam: " "na doutrina mostra incorrupção " Tiago 4:4 Trocaram a expressão "adúlteros e adúlteras" por " gente infiel". 1 João 4:3. Omitiram criminosamente a expressão " que Jesus Cristo veio em carne" Apoc. 1:11. Suprimiram "Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o derradeiro... " ETC. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5).Conclusão A BLH, que nasceu no coração de homens ecumênicos, está saturada de expressões da Nova Era, linguagem macia (politicamente correta) para não ofender as pessoas e indução a doutrinas falsas. De tão desfigurada, transformou-se numa monstruosa colcha de retalhos de apostasia. Sob a desculpa medíocre de popularizar o texto, são severamente atacadas doutrinas fundamentais da fé cristã como a realidade do Inferno, infalibilidade e inspiração da Bíblia, Perfeição de Deus, divindade de Cristo, Trindade, morte vicária de Cristo, etc... As omissões contam-se às centenas, as adições danificam criminosamente o sentido do texto sagrado manipulando-o conforme o arbítrio herege dos seus idealizadores. Pela sua inclinação ecumênica esta obra significa mais um passo na direção da apostasia dos "KAKANGÉLICOS"(do grego Kakós = mau-ruim) em direção aos braços da religião Católica Romana. A BLH não é a Palavra de Deus e os crentes sérios que zelam pela verdade devem rejeitar essas heresias e "batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos" (Judas 3). O prezado leitor poderá confiar no único texto fiel da palavra de Deus em português que é distribuído pela Sociedade Bíblica TRINITARIANA do Brasil que é também distribuído pelos GIDEÕES INTERNACIONAIS! "Porque nós não somos como muitos, falsificadores da palavra de Deus..." 2Cor. 2:17 "E se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, que estão escritas neste livro." Apoc. 22:19 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BIBLIOGRAFIA Bíblia Sagrada - Edição Corrigida e Fiel de Almeida, Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, 1995. Bíblia na Linguagem de Hoje da SBB, 1988 A BÍBLIA TRAÍDA, Pr. Aníbal Pereira Reis, 1976 A BÍBLIA NA LINGUAGEM DE HOJE, artigo, Júlio Carrancho, 1999 EXPONDO OS ERROS DA NVI, folheto, 1999 Bíblias falsificadas, artigo do jornal DESAFIO DAS SEITAS, Mary Schultze, Maio 2000. MODERN BIBLE VERSIONS, David Cloud, 1994 THE LIVING BIBLE, BLESSING OR CURSE, David Cloud,1991 UNHOLY HANDS ON GOD'S HOLY BOOK: A REPORT ON THE UNITED BIBLE SOCIETIES, David Cloud, 1985 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16 Categorias de Bíblias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como prometeu, Deus não só a inspirou como também PRESERVOU a Bíblia perfeitamente, jota por jota, til por til! (Sl 12:6-7; 19:7-8; 33:1; 100:5; 111:7-8; 117:2; 119:89,152,160; 138:2b; Is 40:8; 59:21; Mt 4:4; 5:18; 24:35; Lc 16:17; 1Pd 1:23,25; Ap 22:18-19).&lt;br /&gt;- Sendo perfeita, esta preservação tem que ter sido contínua.&lt;br /&gt;- Sendo para NOSSO proveito, tem que ter sido aqui na terra, em USO, uso INCESSANTE, pelos FIÉIS (Roma é seu oposto).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O Senhor Deus fez isto através do TEXTO TRADICIONAL (TT) (isto é, através do Texto Massorético do V.T. e através do Textus Receptus do N.T.). No N.T., este TT representa a esmagadora maioria dos mais de 5000 manuscritos hoje sobreviventes do N.T. em grego, manuscritos que basicamente concordam entre si e foram ininterruptamente usados (quer em grego ou fielmente traduzidos) por TODAS as igrejas fiéis (Roma é seu oposto), passando por Antioquia, Ásia Grega, pelos Valdenses (desde os anos 120 até próximo à Reforma), etc. Depois da invenção da imprensa, este texto foi publicado por Erasmo (e Beza, Stephanus, os irmãos Elzevir; a comissão da KJV, e Scrivener (texto perfeito, publicado pela Trinitarian Bible Society UK)).&lt;br /&gt;- O TT passou a ser adotado por TODAS as traduções para TODOS os idiomas, por TODAS as igrejas “protestantes”!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos dizer que há 16 categorias de Bíblias em português (eram 7, mas a ação do Pr. Fridolin Janzen complicou toda a cena). Da melhor para a pior elas são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Como Identificar e Marcar as Bíblias Falsificadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(How to Spot a Counterfeit Bíblia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoas [nos] escrevem e perguntam a respeito de alguma certa versão da Bíblia. Ora, como podem ser encontradas no mercado atual mais de 200 diferentes traduções em Inglês [uma tradução é um diferenciado conjunto de palavras, sem contarmos diferenças de papel, nem de tipografia, nem de encadernação], e como uma nova tradução está sendo lançada no mercado a cada 6 meses, é difícil analisarmos individualmente e separarmos as Bíblias de Satanás daquelas que são a pura Palavra de Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Por isso, e para ajudar os crentes que nos escrevem,] criamos 25 testes muito simples e que permitem [rápida, fácil, e seguramente] identificarmos e marcarmos quais Bíblias são falsificações que, em última análise, procedem de Satanás. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se qualquer tradução falha em 1 [UM, basta somente UM] dos seguintes testes, então ela é uma das Bíblias falsificadas, procedentes de Satanás. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seguir, para sua comodidade, transcreveremos em azul a pura e genuína Palavra de Deus [em Inglês, ela é a KJB, a King James Bible ou Authorized Version de 161, ainda hoje impressa exatamente como na primeira impressão, com diferença apenas de algumas adaptações para mudanças nos modos de soletrar certas palavras; em Português, ela é a ACF, a Almeida Corrigida Fiel, fiel herdeira da Almeida 1681 e 1693]. Compare [compare mesmo] a verdadeira Palavra de Deus com a Bíblia que você usa ou que quer avaliar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: De modo nenhum estas são TODAS as falsificações e fraudes e corrupções encontradas nas Bíblias falsificadas: Há milhares dessas tais distorções. Esta é somente uma simplificada e abreviada lista de rápida checagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheque sua Bíblia e veja se ela é uma falsificação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Mateus 9:13 “Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifício. Porque eu não vim a chamar os justos, mas os pecadores, ao arrependimento.” (Mt 9:13 ACF - Almeida Corrigida Fiel)&lt;br /&gt;Muitas Bíblias falsificadas eliminam, aqui, que Cristo chama o pecador ao arrependimento! Arrependimento é indispensável à salvação, não existe verdadeira salvação sem verdadeiro arrependimento. Quem tem interesse em falsas conversões, sem arrependimento?... Quem, senão... ?!...&lt;br /&gt;Seja sincero e corajoso! Transcreva este verso de sua Bíblia: _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ . &lt;br /&gt; ⁪ - Sua Bíblia é a pura Palavra de Deus (compare bem com a ACF e a KJB)?&lt;br /&gt; ⁪ - Ou é muito semelhante à Bíblia dos T. Jeová, que adulterou para "...eu não vim chamar os que são justo, mas pecadores."?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Mateus 20:16 “Assim os derradeiros serão primeiros, e os primeiros derradeiros; porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos.” (Mt 20:16 ACF - Almeida Corrigida Fiel)&lt;br /&gt;Muitas Bíblias falsificadas extirpam, aqui, importantíssima parte da doutrina da salvação (mais especificamente, as doutrinas do chamamento e da eleição, no aspecto que "muitos são chamados", mas somente "poucos são escolhidos")!&lt;br /&gt;Seja sincero e corajoso! Transcreva este verso de sua Bíblia: _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ . &lt;br /&gt; ⁪ - Sua Bíblia é a pura Palavra de Deus (compare bem com a ACF e a KJB)?&lt;br /&gt; ⁪ - Ou é muito semelhante à Bíblia dos T. Jeová, que adulterou para "... os últimos serão primeiros e os primeiros, últimos."?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Mateus 20:20 “Então se aproximou dele a mãe dos filhos de Zebedeu, com seus filhos, adorando-o, e fazendo-lhe um pedido.” (Mt 20:20 ACF - Almeida Corrigida Fiel)&lt;br /&gt;Muitas Bíblias falsificadas removem as palavras "adorando-O" e roubam a adoração do Senhor Jesus Cristo. Algumas substituirão "adorando-O" por "ajoelhando-se" ou "ajoelhando-se diante". Contra tais Bíblias falsificadas está o fato que apenas simplesmente "ajoelhar-se" ante Jesus não é o mesmo que adorá-Lo como Deus que Ele é.&lt;br /&gt;Seja sincero e corajoso! Transcreva este verso de sua Bíblia: _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ . &lt;br /&gt; ⁪ - Sua Bíblia é a pura Palavra de Deus (compare bem com a ACF e a KJB)?&lt;br /&gt; ⁪ - Ou é muito semelhante à Bíblia dos T. Jeová, que adulterou para "prestando homenagem"?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Mateus 26:28 “Porque isto é o meu sangue; o sangue do novo testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados.” (Mt 26:28 ACF - Almeida Corrigida Fiel)&lt;br /&gt;Muitas Bíblias falsificadas substituem a frase "novo testamento" pela frase genérica "novo acordo" ou "novo pacto". Este é um ataque óbvio à Palavra de Deus escrita. É interessante que, embora as Bíblias falsificadas removam a frase "novo testamento", eles não intitulam os seus Novos Testamentos como "Novo Acordo" ou "Novo Pacto". Por que? Os falsificadores sabem que eles não poderiam vender a falsificação deles mantendo o título "Novo Acordo" ou "Novo Pacto" na capa. Portanto, como qualquer bom falsificador, eles dissimulam, disfarçam seu crime.&lt;br /&gt;Seja sincero e corajoso! Transcreva este verso de sua Bíblia: _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ . &lt;br /&gt; ⁪ - Sua Bíblia é a pura Palavra de Deus (compare bem com a ACF e a KJB)?&lt;br /&gt; ⁪ - Ou é muito semelhante à Bíblia dos T. Jeová, que adulterou para "...meu sangue do pacto..."?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Lucas 4:4 “E Jesus lhe respondeu, dizendo: Está escrito que nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra de Deus.” (Lc 4:4 ACF - Almeida Corrigida Fiel)&lt;br /&gt;Muitas Bíblias falsificadas removem a última metade de Lucas 4:4, "... mas de toda a Palavra de Deus". Isto é um outro assalto à Palavra de Deus. Em Lucas 4:4, o Senhor Jesus Cristo está citando Deuteronômio 8:3. Os falsificadores crêem que o Senhor Jesus não sabe o que Deuteronômio 8:3 diz?&lt;br /&gt;Seja sincero e corajoso! Transcreva este verso de sua Bíblia: _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ . &lt;br /&gt; ⁪ - Sua Bíblia é a pura Palavra de Deus (compare bem com a ACF e a KJB)?&lt;br /&gt; ⁪ - Ou é muito semelhante à Bíblia dos T. Jeová, que adulterou para "...o homem não deve viver só de pão."?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Lucas 4:8 “E Jesus, respondendo, disse-lhe: Vai-te para trás de mim, Satanás; porque está escrito: Adorarás o SENHOR teu Deus, e só a ele servirás.” (Lc 4:8 ACF - Almeida Corrigida Fiel)&lt;br /&gt;Muitas Bíblias falsificadas removem as palavras "vai-te para trás de mim, Satanás". Aqui o Senhor Jesus Cristo abertamente repreende Satanás - mas as Bíblias falsificadas não repreendem Satanás.&lt;br /&gt;Seja sincero e corajoso! Transcreva este verso de sua Bíblia: _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ . &lt;br /&gt; ⁪ - Sua Bíblia é a pura Palavra de Deus (compare bem com a ACF e a KJB)?&lt;br /&gt; ⁪ - Ou é muito semelhante à Bíblia dos T. Jeová, que adulterou para "Em resposta, Jesus disse-lhe: Está escrito..."?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Lucas 6:48 "É semelhante ao homem que edificou uma casa, e cavou, e abriu bem fundo, e pôs os alicerces sobre a rocha; e, vindo a enchente, bateu com ímpeto a corrente naquela casa, e não a pode abalar, porque estava fundada sobre a Rocha." (Lc 6:48 ACF - Almeida Corrigida Fiel)&lt;br /&gt;Muitas Bíblias falsificadas adulteram, aqui, para "bem construída" (aplausos para o homem, não para a Rocha, mais uma vez eliminada!).&lt;br /&gt;Seja sincero e corajoso! Transcreva este verso de sua Bíblia: _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ . &lt;br /&gt; ⁪ - Sua Bíblia é a pura Palavra de Deus (compare bem com a ACF e a KJB)?&lt;br /&gt; ⁪ - Ou é muito semelhante à Bíblia dos T. Jeová, que adulterou para "... por ter sido bem construída"?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Lucas 16:23 “E no inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio.” (Lc 16:23 ACF - Almeida Corrigida Fiel)&lt;br /&gt;Muitas Bíblias falsificadas recusam traduzir a palavra grega "haides". Em vez de traduzir "haides" pela palavra "inferno", a falsificação transliterará a palavra grega "haides" para o Português "hades". Por este embuste a falsificação tenta extinguir as chamas do inferno. Hades não é "inferno". Inferno são chamas, tormentos, choros e prantos, completa escuridão - para sempre. Hades é um lugar de purificação, segundo a Nova Era, ou é  um local de fantasia, da mitologia grega. O hades assírio é uma morada de bênçãos com céus de prata chamados Campos Felizes.&lt;br /&gt;Seja sincero e corajoso! Transcreva este verso de sua Bíblia: _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ . &lt;br /&gt; ⁪ - Sua Bíblia é a pura Palavra de Deus (compare bem com a ACF e a KJB)?&lt;br /&gt; ⁪ - Ou é muito semelhante à Bíblia dos T. Jeová, que adulterou para "E no Hades, ..."?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. João 3:15 "Para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:15 ACF - Almeida Corrigida Fiel)&lt;br /&gt;Muitas Bíblias falsificadas eliminam, aqui, que o descrente perecerá (irá para sofrimento literal e consciente e eterno e terrível, no lago de fogo)!&lt;br /&gt;Seja sincero e corajoso! Transcreva este verso de sua Bíblia: _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ . &lt;br /&gt; ⁪ - Sua Bíblia é a pura Palavra de Deus (compare bem com a ACF e a KJB)?&lt;br /&gt; ⁪ - Ou é muito semelhante à Bíblia dos T. Jeová, que adulterou para "... todo o que nele crer tenha vida eterna"?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. João 6:47 "Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em Mim tem a vida eterna." (João 6:47 ACF - Almeida Corrigida Fiel)&lt;br /&gt;Para agrado dos universalistas (que pregam que todos serão salvos, por variados caminhos, por muitos salvadores), muitas Bíblias falsificadas eliminam, aqui, que temos que crer em Cristo (crer total e somente nEle, crer literalmente e de todo coração em tudo que a Bíblia diz sobre Ele). Bastaria "crer"? Crer em qualquer alguém ou qualquer algo?... Fé em fé? Crer em crer?&lt;br /&gt;Seja sincero e corajoso! Transcreva este verso de sua Bíblia: _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ . &lt;br /&gt; ⁪ - Sua Bíblia é a pura Palavra de Deus (compare bem com a ACF e a KJB)?&lt;br /&gt; ⁪ - Ou é muito semelhante à Bíblia dos T. Jeová, que adulterou para "... Quem crê tem a vida eterna"?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. João 14:16 “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre;” (Jo 14:16 ACF - Almeida Corrigida Fiel)&lt;br /&gt;Muitas Bíblias falsificadas mudam o Espírito Santo de ser o amoroso e solícito "Consolador", para simplesmente ser um outro "Ajudador, Conselheiro" [ora, isto não exige compaixão, nem amor, nem solícito cuidado.]&lt;br /&gt;Seja sincero e corajoso! Transcreva este verso de sua Bíblia: _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ . &lt;br /&gt; ⁪ - Sua Bíblia é a pura Palavra de Deus (compare bem com a ACF e a KJB)?&lt;br /&gt; ⁪ - Ou é muito semelhante à Bíblia dos T. Jeová, que adulterou para "... ele vos dará outro ajudador ..."?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. Atos 4:27 “Porque verdadeiramente contra o teu santo Filho Jesus, que tu ungiste, se ajuntaram, não só Herodes, mas Pôncio Pilatos, com os gentios e os povos de Israel;” (At 4:27 ACF - Almeida Corrigida Fiel)&lt;br /&gt;Muitas Bíblias falsificadas mudam a declaração deste verso, que o Senhor Jesus Cristo é "o filho santo" do Pai, para a declaração que o Senhor Jesus Cristo é o "servo santo" do Pai. Esta é uma sutil (veja Gênesis 3:1) e esperta negação da divindade do Senhor Jesus Cristo. As Bíblias falsificadas fazem isto novamente em Atos 4:30.&lt;br /&gt;Seja sincero e corajoso! Transcreva este verso de sua Bíblia: _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ . &lt;br /&gt; ⁪ - Sua Bíblia é a pura Palavra de Deus (compare bem com a ACF e a KJB)?&lt;br /&gt; ⁪ - Ou é muito semelhante à Bíblia dos T. Jeová, que adulterou para "... o teu santo servo ..."?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13. Atos 8:37 “E disse Filipe: É lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus.” (At 8:37 ACF - Almeida Corrigida Fiel)&lt;br /&gt;Algumas Bíblias falsificadas completamente removem este maravilhoso versículo (e muitos outros). Atos 8:37 mostra o eunuco etíope sendo salvo. As Bíblias falsificadas impedem este nobre Etíope de ser salvo. Algumas Bíblias falsificadas são um pouco mais sutis: elas não removem o versículo do texto, mas adicionam uma nota de rodapé questionando o versículo e plantando uma semente de dúvida. Soa familiar? "Sim, tem Deus dito...?" Muitas Bíblias falsificadas também removem [os inteiros versículos]: Mateus 17:21, 18:11, 23:14, Marcos 7:16, 9:44, 9:46, Marcos 11:26, 15:28, Lucas 17:36, 23:17, João 5:4, Atos 8:37, 15:34, 24:7, 28:28, Romanos 16:24 e 1 João 5:7!&lt;br /&gt;Seja sincero e corajoso! Transcreva este verso de sua Bíblia: _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ . &lt;br /&gt; ⁪ - Sua Bíblia é a pura Palavra de Deus (compare bem com a ACF e a KJB)?&lt;br /&gt; ⁪ - Ou é muito semelhante à Bíblia dos T. Jeová, que adulterou para "verso omitido"? (sua Bíblia pode destruir através de colchetes [] ou de nota de rodapé. Quem desconhece que colchetes, em termos francos, significam “incluímos estas palavras só por razões comerciais e para enganar os cegos / desinformados / tolos que ainda crêem na Bíblia tradicional, mas estamos convictos que tais palavras não são inspiradas, elas serão suprimidas quando tivermos mais coragem e honestidade.”?)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14. Atos 17:29 “Sendo nós, pois, geração de Deus, não havemos de cuidar que a divindade seja semelhante ao ouro, ou à prata, ou à pedra esculpida por artifício e imaginação dos homens.” (At 17:29 ACF - Almeida Corrigida Fiel)&lt;br /&gt;As Bíblias falsificadas mudam "divindade" para a doutrina da Nova Era de "Natureza Divina" ou "Ser Divino".&lt;br /&gt;Seja sincero e corajoso! Transcreva este verso de sua Bíblia: _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ . &lt;br /&gt; ⁪ - Sua Bíblia é a pura Palavra de Deus (compare bem com a ACF e a KJB)?&lt;br /&gt; ⁪ - Ou é muito semelhante à Bíblia dos T. Jeová, que adulterou para "o ser divino"?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15. Atos 20:28 "Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue." (At 20:28 ACF - Almeida Corrigida Fiel)&lt;br /&gt;Muitas Bíblias falsificadas (a NVI o faz em nota de rodapé) adulteram, aqui, "Deus" para "Senhor". Muitas Bíblias falsificadas (não a NVI) adulteram "com Seu próprio sangue" para "com a morte sacrificial do seu próprio [Filho]"! Ao todo, extirpam uma das maiores provas da divindade de Cristo!&lt;br /&gt;Seja sincero e corajoso! Transcreva este verso de sua Bíblia: _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ . &lt;br /&gt; ⁪ - Sua Bíblia é a pura Palavra de Deus (compare bem com a ACF e a KJB)?&lt;br /&gt; ⁪ - Ou é muito semelhante à Bíblia dos T. Jeová, que adulterou para "... o sangue do seu próprio [Filho]"?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16. Romanos 6:22 “Mas agora, libertados do pecado, e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação e, por fim, a vida eterna.” (Rm 6:22 ACF - Almeida Corrigida Fiel)&lt;br /&gt;Muitas Bíblias falsificadas rebaixam os crentes da posição de voluntários, amorosos "servos de Deus" para o cruel "escravizado" ou "escravos de Deus". As Bíblias falsificadas descrevem meu Pai como um "proprietário de escravos" e Seus preciosos filhos como "escravos". Oh, quão contrário e perverso para o caráter do meu amoroso e maravilhoso Pai do Céu! Isto é feito muitas vezes nas Bíblias falsificadas. Isto é um absurdo que nos choca, porque a primeira parte de Romanos 6:22 diz: "...libertados do pecado..." e, de acordo com as Bíblias falsificadas, nós, agora, somos escravos! &lt;br /&gt;Seja sincero e corajoso! Transcreva este verso de sua Bíblia: _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ . &lt;br /&gt; ⁪ - Sua Bíblia é a pura Palavra de Deus (compare bem com a ACF e a KJB)?&lt;br /&gt; ⁪ - Ou é muito semelhante à Bíblia dos T. Jeová, que adulterou para "... vos tornastes escravos de Deus ..."?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17. Romanos 14:10,12  “10 Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão? Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo. ... 12 De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus.” (Rm 14:10,12 ACF - Almeida Corrigida Fiel)&lt;br /&gt;Muitas Bíblias falsificadas adulteram, aqui, mudando "tribunal de Cristo" para "tribunal de Deus", assim destruindo uma grande prova de que Cristo é Deus, o mesmo Deus do verso 12! É o juiz do julgamento de todos (Jo 5:22): dos crentes (para galardoamento) e dos perdidos (para eterno sofrimento)!&lt;br /&gt;Seja sincero e corajoso! Transcreva este verso de sua Bíblia: _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ . &lt;br /&gt; ⁪ - Sua Bíblia é a pura Palavra de Deus (compare bem com a ACF e a KJB)?&lt;br /&gt; ⁪ - Ou é muito semelhante à Bíblia dos T. Jeová, que adulterou para "... a cadeira de juiz de Deus ... Deus."?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18. 1Coríntios 1:21 “Visto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação.” (1Co 1:21 ACF - Almeida Corrigida Fiel)&lt;br /&gt;Muitas Bíblias falsificadas mudam "...pela loucura da pregação..." para "pela loucura do que foi pregado" ou "pela loucura da mensagem pregada". As enganosas Bíblias falsificadas mudam a coisa a que se "loucura" se refere, que é o "ato de pregar", para a "mensagem contida na pregação" - o evangelho do Senhor Jesus. Não há nada de "loucura" sobre a "mensagem" de Jesus Cristo - ela é a mais elevada e a mais razoável mensagem na história do universo! 1 Coríntios 1:18 diz: "Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus." Isto nos faz imaginar ... Porventura aqueles que publicam estas Bíblias falsificadas são salvos? &lt;br /&gt;Seja sincero e corajoso! Transcreva este verso de sua Bíblia: _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ . &lt;br /&gt; ⁪ - Sua Bíblia é a pura Palavra de Deus (compare bem com a ACF e a KJB)?&lt;br /&gt; ⁪ - Ou é muito semelhante à Bíblia dos T. Jeová, que adulterou para "... a tolice do que se prega."?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19. 1Coríntios 6:10 Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.” (1Co 6:9-10 ACF - Almeida Corrigida Fiel)&lt;br /&gt;As Bíblias falsificadas mudam a palavra "efeminados" para "homossexual" ou "prostitutos masculinos". Isto enfraquece a séria reprovação contra mesmo que seja apenas a aparência ou maneirismo (efeminado), para ser uma reprovação apenas ao ato sexual de homossexuais. &lt;br /&gt;Seja sincero e corajoso! Transcreva este verso de sua Bíblia: _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ . &lt;br /&gt; ⁪ - Sua Bíblia é a pura Palavra de Deus (compare bem com a ACF e a KJB)?&lt;br /&gt; ⁪ - Ou é muito semelhante à Bíblia dos T. Jeová, que adulterou para "... nem homens mantidos para propósitos desnaturais, ..."?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20. 2Coríntios 2:17 “Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus.” (2Co 2:17 ACF - Almeida Corrigida Fiel)&lt;br /&gt;As Bíblias falsificadas mudam a palavra "falsificadores da Palavra de Deus" para "mascateadores (ou vendedores) da Palavra de Deus". Um aparente esforço pelos falsificadores para esconder o fato de que eles estão "falsificando a Palavra de Deus". Mas isto não vai funcionar: ... Deus sabe o que eles estão fazendo. &lt;br /&gt;Seja sincero e corajoso! Transcreva este verso de sua Bíblia: _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ . &lt;br /&gt; ⁪ - Sua Bíblia é a pura Palavra de Deus (compare bem com a ACF e a KJB)?&lt;br /&gt; ⁪ - Ou é muito semelhante à Bíblia dos T. Jeová, que adulterou para "... vendedores ambulantes da palavra de Deus, ..."?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21. Colossenses 1:14 “Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados;” (Cl 1:14 ACF - Almeida Corrigida Fiel)&lt;br /&gt;Muitas Bíblias falsificadas removem a frase "através do Seu sangue". Mas salvação é somente "através do Seu sangue". Sem derramamento de sangue não há remissão dos pecados (Hebreus 9:22). &lt;br /&gt;Seja sincero e corajoso! Transcreva este verso de sua Bíblia: _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ . &lt;br /&gt; ⁪ - Sua Bíblia é a pura Palavra de Deus (compare bem com a ACF e a KJB)?&lt;br /&gt; ⁪ - Ou é muito semelhante à Bíblia dos T. Jeová, que adulterou para "mediante quem temos o nosso livramento por meio de resgate, o perdão dos nossos pecados"?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22. 1Tessalonicenses 5:22 “Abstende-vos de toda a aparência do mal.” (1Ts 5:22 ACF - Almeida Corrigida Fiel)&lt;br /&gt;As Bíblias falsificadas mudam "toda a aparência do mal" para "cada forma (ou tipo) de mal". &lt;br /&gt;Seja sincero e corajoso! Transcreva este verso de sua Bíblia: _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ . &lt;br /&gt; ⁪ - Sua Bíblia é a pura Palavra de Deus (compare bem com a ACF e a KJB)?&lt;br /&gt; ⁪ - Ou é muito semelhante à Bíblia dos T. Jeová, que adulterou para "... toda forma ..."?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23. 1Timóteo 3:16 “E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Deus se manifestou em carne, foi justificado no Espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo, recebido acima na glória.” (1Tm 3:16 ACF - Almeida Corrigida Fiel)&lt;br /&gt;Muitas Bíblias falsificadas mudam a crucial palavra "Deus" para o não qualificado, vago pronome "ele". Este é o mais claro versículo na Bíblia que declara que Jesus Cristo era "Deus manifesto na carne" e as Bíblias falsificadas o destroem. &lt;br /&gt;Seja sincero e corajoso! Transcreva este verso de sua Bíblia: _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ . &lt;br /&gt; ⁪ - Sua Bíblia é a pura Palavra de Deus (compare bem com a ACF e a KJB)?&lt;br /&gt; ⁪ - Ou é muito semelhante à Bíblia dos T. Jeová, que adulterou para "... Ele foi manifestado em carne, ..."?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24. 1Pe 2:2 “Desejai afetuosamente, como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificado, para que por ele vades crescendo;” (1Pe 2:2 ACF - Almeida Corrigida Fiel)&lt;br /&gt;Muitas Bíblias falsificadas mesmo dirigindo-se aos que são eleitos (1:2) e redimidos (1:18) e de novo nascidos (1:23), adicionam, aqui, "por ele vades crescendo para salvação" ao final do verso, favorecendo o ensino herético que salvação vem por um processo gradual de crescimento!&lt;br /&gt;Seja sincero e corajoso! Transcreva este verso de sua Bíblia: _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ . &lt;br /&gt; ⁪ - Sua Bíblia é a pura Palavra de Deus (compare bem com a ACF e a KJB)?&lt;br /&gt; ⁪ - Ou é muito semelhante à Bíblia dos T. Jeová, que adulterou para "... cresçais para a salvação."?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25. Apocalipse 1:5 “E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dentre os mortos e o príncipe dos reis da terra. Aquele que nos amou, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados,” (Ap 1:5 ACF - Almeida Corrigida Fiel)&lt;br /&gt;Muitas Bíblias falsificadas mudam as maravilhosas palavras "em seu sangue nos lavou dos nossos pecados," para "liberta-nos" ou "livra-nos" dos nossos pecados. Apocalipse 1:5 é o único versículo na Bíblia que diz que você é lavado no sangue - e as Bíblias falsificadas o destroem. O que pode lavar meu pecado? Nada senão o sangue de Jesus. &lt;br /&gt;Seja sincero e corajoso! Transcreva este verso de sua Bíblia: _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ . &lt;br /&gt; ⁪ - Sua Bíblia é a pura Palavra de Deus (compare bem com a ACF e a KJB)?&lt;br /&gt; ⁪ - Ou é muito semelhante à Bíblia dos T. Jeová, que adulterou para "... e nos soltou dos nossos pecados por meio do seu próprio sangue"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Fonte de Consulta:  http://solascriptura-tt.org/)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5222850717649752352-1578056087329513898?l=crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/1578056087329513898'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/1578056087329513898'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/2008/05/bblias-e-suas-tradues-onde-est-o-erro.html' title='Bíblias e suas Traduções - Onde está o Erro?'/><author><name>Bp. Carlos Antonio Santos de Novais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07361364628640620052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/R_-EnYPkC3I/AAAAAAAAAAM/af36rVB2BKg/S220/Carlos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SECL6dvATPI/AAAAAAAAAGo/11hQC5hx7ek/s72-c/counterfeit2.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352.post-8551850035982104197</id><published>2008-05-30T09:01:00.000-07:00</published><updated>2008-05-30T09:07:06.761-07:00</updated><title type='text'>Quem questiona não é bem vindo na igreja</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SEAlEVYbAgI/AAAAAAAAAGg/PqvR8rAmeaY/s1600-h/Cadeira.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SEAlEVYbAgI/AAAAAAAAAGg/PqvR8rAmeaY/s320/Cadeira.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5206201925629575682" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diferença sempre foi vista com curiosidade ou estranheza. A cor de sua pele, por exemplo, pode tornar você um estranho em alguns cenários. Já seu poder aquisitivo ou sua educação têm a capacidade de fazer com que se destaque em determinados ambientes. Até mesmo seu estilo de adoração, a linha teológica que você adota ou sua preferência por algum partido político podem colocá-lo à margem – ou para além dela – em certos casos. A verdade é que ser, pensar, olhar ou agir de modo diferente da maioria pode empurrar determinado indivíduo para fora dos círculos sociais e religiosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fato é que, nas nossas igrejas, sempre há uma pessoa, ou um grupo, que na maioria das vezes se sente diferente da maioria – e gente assim quase sempre é marginalizada. Dan Taylor, em The Myth of Certainty [O mito da certeza], chama essas pessoas de “cristãos reflexivos”. Os menos solidários classificam-nas como questionadoras da fé; e, muitas vezes, suas atitudes de inconformismo fazem com que se tornem desrespeitados em suas comunidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como quase todos os protestantes sabem, no século 16 a Igreja Católica Apostólica Romana estava empolgada acerca da emissão das famigeradas indulgências. Elas eram alardeadas pelo clero como maneiras de reduzir o tempo das pessoas no purgatório através da doação de dinheiro ou bens à Igreja. Mas apesar da generalização de tal prática, muitas pessoas não se contiveram e questionaram o programa de indulgência proposto pelas autoridades eclesiásticas. Elas duvidaram do que a instituição sustentava com tamanha convicção, simplesmente porque aquilo não fazia sentido para esses cristãos questionadores. Se permanecessem em silêncio, iriam se sentir desonestos e frustrados; contudo, se levantassem suas questões, seriam vistos com desconfiança. Alguns desses questionadores, como Martinho Lutero se manifestaram e descobriram que cristãos reflexivos, já àquela altura, não tinham futuro na Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproximadamente cem anos mais tarde, Galileu Galilei olhou através de um telescópio certa noite e viu luas posicionadas como bailarinas em órbita de Júpiter. Logo percebeu que a Igreja estava errada ao sustentar a visão de mundo tradicional, geocêntrica, que havia herdado de Aristóteles e Ptolomeu. Infelizmente, quando passou a questionar abertamente a corrente majoritária, ele descobriu aquilo que Martinho Lutero já sentira na pele: cristãos reflexivos não eram bem-vindos à Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma história semelhante poderia ser contada acerca do célebre evangelista John Wesley, que duvidava daquilo que todos sabiam: que atividades sagradas, como a pregação, precisavam ser desenvolvidas em espaços sagrados, como púlpitos. Por discordar disso, ele foi à porta das minas de carvão do Reino Unido anunciar a salvação em Jesus a trabalhadores que não freqüentavam os templos. Poderíamos falar ainda de crentes reflexivos como Phineas Bresee, fundador dos Nazarenos, que duvidou que pessoas pobres devessem ser evitadas por cristãos honrados. E o que dizer de Menno Simons, o líder dos anabatistas, que discordava da voz corrente de que cristãos deveriam matar outros cristãos em nome de Cristo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questionadores contemporâneos, como o pastor Martin Luther King Jr e o bispo Desmond Tutu, duvidaram que a raça fosse um fator de comunhão, e enfrentaram forte oposição por isso. Já líderes como Bill Hybels ou Rick Warren, com suas propostas de uma nova eclesiologia, ou talvez você, com suas idéias ainda não devidamente expostas, também tendem a provocar certo desconforto devido a suas posturas... Os heróis que estudamos na história da Igreja começaram como cristãos reflexivos que duvidaram daquilo que todos consideravam ser o óbvio. Como conseqüência foram, em quase todos os casos, marginalizados. Quando comunidades habitualmente marginalizam ou excluem seus membros mais reflexivos – aqueles que fazem perguntas difíceis sobre coisas que são completamente basilares para a maioria –, é claro que os que são estigmatizados acabam feridos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comunidade que exclui, no entanto, também é ferida, porque ao agir assim corta da própria pele recursos de crescimento e de renovação. Além disso, constrói resistências exatamente para aquilo que em breve será necessário, o que deixa no ar uma pergunta urgente: quem são os cristãos reflexivos, que talvez sintam que já estão com a camada de gelo bem fina nas margens, ou seja, prestes a serem marginalizados por completo? E o que seria necessário para dizer-lhes que eles são queridos, necessários e respeitados, que a sua diferença não é um problema a ser resolvido por meio da pressão para que se amoldem, mas que sua atitude questionadora é um recurso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui vai uma sugestão: que esses cristãos reflexivos sejam ouvidos! Tentemos entender suas perguntas, frustrações e novas idéias, mesmo que não concordemos com suas inquietações. Sejamos atenciosos, dando-lhes espaço para serem quem são, mesmo se pensam diferente da maioria. Às vezes, talvez seja preciso se posicionar entre eles e seus críticos mais contundentes a fim de defendê-los das forças que mantêm as fronteiras e promovem a exclusão. Um coração bondoso e um ouvido disposto a escutar podem manter os cristãos reflexivos dentro da comunidade – e, se a renovação vier das margens, como quase sempre parece ser o caso, então, ao amputarmos essas nossas margens, fazemos aquilo que os chefes dos sacerdotes e escribas fizeram quando uma voz necessária apareceu às margens de sua comunidade. Será que estamos escutando seu clamor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Cristianismo Hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brian McLaren&lt;br /&gt;(Tradução: Jorge Camargo)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5222850717649752352-8551850035982104197?l=crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/8551850035982104197'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/8551850035982104197'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/2008/05/quem-questiona-no-bem-vindo-na-igreja.html' title='Quem questiona não é bem vindo na igreja'/><author><name>Bp. Carlos Antonio Santos de Novais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07361364628640620052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/R_-EnYPkC3I/AAAAAAAAAAM/af36rVB2BKg/S220/Carlos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SEAlEVYbAgI/AAAAAAAAAGg/PqvR8rAmeaY/s72-c/Cadeira.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352.post-622483090862806429</id><published>2008-05-30T08:53:00.000-07:00</published><updated>2008-05-30T09:39:27.131-07:00</updated><title type='text'>A integridade do evangelho: uma avaliação do neopentecostalismo e seus "MILAGRES"</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SEAjsFYbAfI/AAAAAAAAAGY/mj3esgqQuKs/s1600-h/dinheiro.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SEAjsFYbAfI/AAAAAAAAAGY/mj3esgqQuKs/s320/dinheiro.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5206200409506120178" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elas ocupam um enorme espaço na televisão aberta, chegando a milhões de lares brasileiros todos os dias. As três mais conhecidas e salientes têm nomes parecidos (citados no site de origem (http://praxiscrista.blogspot.com), mas, tirado aqui por quetão ética e tratados por A.B e C).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses nomes apontam para objetivos ousados e ambiciosos. Seus líderes máximos adotam, respectivamente, os títulos de bispo, missionário e apóstolo. Elas são o fenômeno mais recente, intrigante e explosivo do “protestantismo” tupiniquim. Trata-se das igrejas neopentecostais, denominadas por alguns estudiosos “pentecostalismo autônomo”, em virtude de seus contrastes com os grupos mais antigos desse movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É difícil categorizá-las adequadamente, não só por serem ainda recentes, mas porque, ao lado de alguns traços comuns, também apresentam diferenças significativas entre si. A Igreja "A", investe fortemente na cura divina. Seu apóstolo garante que ninguém realiza mais milagres do que ele. Seu estilo é personalista e carismático. Caminha no meio dos fiéis, deixa que as pessoas recolham o suor do seu rosto para fins terapêuticos, às vezes é ríspido com os auxiliares. O missionário da Igreja "B", é simpático e bonachão; parece um pastor à moda antiga. É também polivalente: prega, canta, conta piadas, anuncia produtos e serviços. Controla com rédea curta o seu pequeno império. Todavia, nenhuma dessas igrejas vai tão longe na ruptura de paradigmas quanto a "C". &lt;br /&gt;Dependendo do ângulo de análise, parece protestante ou católica. Seu carro-chefe é a teologia da prosperidade. Defende sem pejo a ética da sociedade de consumo. Seu líder está entrando na lista dos homens mais ricos do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o início, o cristianismo tem exibido uma grande variedade de manifestações, algumas bastante inusitadas. Foi o caso do gnosticismo e do marcionismo nos primeiros séculos, das seitas apocalípticas na Idade Média e de alguns grupos resultantes dos reavivamentos nos Estados Unidos do século 19. Porém, nenhum movimento tem sido tão pródigo em termos de quantidade e diversidade de ramificações quanto o pentecostalismo contemporâneo. No atual ambiente pluralista e inclusivista, muitos observadores vêem nessa multiplicidade um sinal de vitalidade, de dinamismo. Todavia, há sinais preocupantes nos ensinos e práticas de certos grupos. Na célebre Confissão de Fé de Westminster (1647), os puritanos ingleses colocaram a questão em termos de diferentes graus de pureza das igrejas cristãs — cap. 25.4,5 (igrejas mais puras e menos puras). Uma avaliação simpática e honesta das igrejas neopentecostais aponta para alguns aspectos que precisam ser reconsiderados a fim de que elas se tornem genuínos instrumentos do evangelho de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PROBLEMA HERMENÊUTICO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma grave deficiência dessas novas igrejas está na maneira como interpretam a Bíblia. Os reformadores protestantes insistiram no valioso, porém arriscado, princípio do “livre exame das Escrituras”, ou seja, de que todo cristão tem o direito e o dever de ler e estudar por si mesmo a Palavra de Deus. Acontece que muitos viram nisso uma licença para a livre interpretação do texto sagrado, o que nunca esteve na mente dos líderes da Reforma. Eles lutaram contra uma abordagem individualista e tendenciosa da Escritura, insistindo na adoção de princípios equilibrados de interpretação que levavam em conta o sentido literal e gramatical do texto, a intenção original do autor, o contexto histórico das passagens e também a tradição exegética da igreja. Por essas razões, eles rejeitaram o antigo método de interpretação alegórica, isto é, a busca de sentidos múltiplos na Escritura, por entenderam que ela obscurecia e distorcia a mensagem bíblica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em muitas igrejas neopentecostais nada disso é levado em consideração. A Bíblia se torna um joguete, uma peteca lançada para lá e para cá ao sabor das conveniências. Tomam-se diferentes declarações, episódios e símbolos bíblicos e, sem esforço algum de interpretação, passa-se diretamente para a aplicação, muitas vezes de uma maneira que nada tem a ver com o propósito original da passagem. O que é ainda mais grave, os textos bíblicos são usados de modo mágico, como se fossem amuletos ou talismãs, como se tivessem um poder imanente e intrínseco. A Bíblia é encarada prioritariamente como um livro de promessas, de bênçãos, de fórmulas para a solução de problemas, e não como a revelação especial na qual Deus mostra como as pessoas devem conhecê-lo, relacionar-se com ele e glorificá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UMA NOVA LINGUAGEM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sua releitura da Bíblia, os neopentecostais por vezes criam uma nova terminologia, muito diferente dos conceitos bíblicos tradicionais. Privilegiam-se expressões como “exigir nossos direitos”, “manifestar a fé”, “declarar a bênção”, todos os quais apontam para uma espiritualidade antropocêntrica, ou seja, voltada para as necessidades, desejos e ambições dos seres humanos, e não para a vontade e a glória de Deus. Alguns dos temas bíblicos mais profundos e solenes redescobertos pelos reformadores do século 16 são quase que inteiramente esquecidos. Não mais se fala em pecado, reconciliação, justificação pela fé, santificação, obediência. O evangelho corre o risco de ficar diluído em uma nova modalidade de auto-ajuda psicológica, deixando de ser “o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conceito de fé talvez seja aquele que esteja sofrendo as maiores distorções. No discurso de muitas igrejas do pentecostalismo autônomo, a fé se torna uma espécie de poder ou varinha de condão que as pessoas utilizam para obter as bênçãos que desejam. Deus fica essencialmente passivo até que seja acionado pela fé do indivíduo. É verdade que Jesus usou uma linguagem que aparentemente aponta nessa direção (“tudo é possível ao que crê”, “vai, a tua fé te salvou”). Mas o conceito bíblico de fé é muito mais amplo, a ênfase principal estando voltada para um relacionamento especial entre o crente e Deus. Ter fé significa acima de tudo confiar em Deus, depender dele, buscar a sua presença, aceitar como verdadeiras as declarações da sua Palavra. O objeto maior da fé não são coisas, mas uma pessoa — o Deus trino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FUNDAMENTOS QUESTIONÁVEIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A teologia da prosperidade, que serve de base para boa parte da pregação e das práticas neopentecostais, é uma das mais graves distorções do evangelho já vistas na história cristã. Essa abordagem teve início nos Estados Unidos há várias décadas, sob o nome de “health and wealth gospel”, ou seja, evangelho da saúde e da riqueza. No neopentecostalismo, essa se torna a principal chave hermenêutica das Escrituras. Tudo passa a ser visto dessa perspectiva reducionista acerca do relacionamento entre Deus e os seres humanos. O raciocínio é que Cristo, através da sua obra na cruz, veio trazer solução para todos os tipos de problemas humanos. Na prática, acaba se dando maior prioridade às carências materiais e emocionais, em detrimento das morais e espirituais, muito mais importantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradicionalmente, as maiores bênçãos que o homem podia receber de Deus incluíam o perdão dos pecados, a reconciliação, a paz interior e, num sentido mais amplo, a salvação. Dentro da nova perspectiva teológica, as coisas mais importantes que Deus tem a oferecer são um bom emprego, estabilidade financeira, uma vida confortável, felicidade no amor e coisas do gênero. É uma nova versão da tese do sociólogo alemão Max Weber, segundo o qual os calvinistas buscavam no sucesso econômico a evidência da sua eleição. Os problemas da teologia da prosperidade são diversos: (a) falta de suporte bíblico — a Escritura aponta na direção oposta, mostrando a armadilha em que caem os que se preocupam com as riquezas; (b) empobrecimento da relação com Deus, concebida em termos interesseiros e mercantilistas; (c) incentivo a atitudes de individualismo, egocentrismo e falta de solidariedade; (d) tendência para a alienação quanto aos problemas da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O neopentecostalismo representa um grande desafio para as igrejas históricas e mesmo para as pentecostais clássicas. Esse movimento tem encontrado novas formas de atrair as massas que não estão sendo alcançadas pelas igrejas mais antigas. Nem todos os grupos padecem dos males apontados atrás. Muitas igrejas neopentecostais são modestas, evangelizam com autenticidade e não se rendem à tentação dos resultados rápidos, dos projetos megalomaníacos e dos métodos incompatíveis com o evangelho. O grande problema está nas megaigrejas e seus líderes centralizadores, ávidos de fama, poder e dinheiro. Estes precisam arrepender-se e voltar às prioridades da mensagem cristã, buscando em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça, para que então as demais coisas lhes sejam acrescentadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista Ultimato&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Antonio Novais&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5222850717649752352-622483090862806429?l=crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/622483090862806429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/622483090862806429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/2008/05/integridade-do-evangelho-uma-avaliao-do.html' title='A integridade do evangelho: uma avaliação do neopentecostalismo e seus &quot;MILAGRES&quot;'/><author><name>Bp. Carlos Antonio Santos de Novais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07361364628640620052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/R_-EnYPkC3I/AAAAAAAAAAM/af36rVB2BKg/S220/Carlos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SEAjsFYbAfI/AAAAAAAAAGY/mj3esgqQuKs/s72-c/dinheiro.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352.post-553102270820320910</id><published>2008-05-30T06:30:00.000-07:00</published><updated>2008-05-30T08:01:09.661-07:00</updated><title type='text'>Barulho de Carroça</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SEAIh1YbAeI/AAAAAAAAAGQ/TiXrxi8oZ2s/s1600-h/Carroca.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp0.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SEAIh1YbAeI/AAAAAAAAAGQ/TiXrxi8oZ2s/s320/Carroca.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5206170546598511074" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa manhã, bem cedo, meu pai me &lt;br /&gt;convidou para ir ao bosque a fim&lt;br /&gt;de ouvir o cantar dos pássaros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concordei com grande alegria, e lá&lt;br /&gt;fomos nós, umedecendo nossos&lt;br /&gt;calçados com o orvalho da relva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele se deteve em uma clareira e, &lt;br /&gt;depois de um pequeno silêncio,&lt;br /&gt;me perguntou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você está ouvindo alguma coisa &lt;br /&gt;além do canto dos pássaros?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apurei o ouvido alguns segundos&lt;br /&gt;e respondi:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Estou ouvindo o barulho de uma &lt;br /&gt;carroça que deve estar descendo&lt;br /&gt;pela estrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Isso mesmo... - disse ele. &lt;br /&gt;É uma carroça vazia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De onde estávamos não era &lt;br /&gt;possível ver a estrada e eu&lt;br /&gt;perguntei admirado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como pode o senhor saber&lt;br /&gt;que está vazia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ora, é muito fácil saber que é uma&lt;br /&gt;carroça vazia. Sabe por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não! - respondi intrigado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu pai pôs a mão no meu ombro&lt;br /&gt;e olhou bem no fundo dos meus&lt;br /&gt;olhos, explicando:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Por causa do barulho que faz!&lt;br /&gt;Quanto mais vazia a carroça, &lt;br /&gt;maior é o barulho que faz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não disse mais nada, porém &lt;br /&gt;deu-me muito em que pensar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tornei-me adulto e, ainda hoje, quando&lt;br /&gt;vejo uma pessoa tagarela e inoportuna,&lt;br /&gt;interrompendo intempestivamente a&lt;br /&gt;conversa de todo o mundo, ou quando &lt;br /&gt;eu mesmo, por distração, vejo-me&lt;br /&gt;prestes a fazer o mesmo, imediatamente&lt;br /&gt;tenho a impressão de estar ouvindo a&lt;br /&gt;voz de meu pai soando na clareira do&lt;br /&gt;bosque, e me ensinando:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou Pentecostal, mas, aqui só pra nós, devemos ter muito cuidado com os barulhos que se fazem por aí, dizendo ser o mover do Espírito Santo.&lt;br /&gt;Vejo muitas meninices no meio dos Pentecostais, e a Igreja, que deveria ser prudente em examinar nas escrituras como os irmãos de Beréia, que não deixavam de verificar diariamente o que era ensinado e colocava em dúvidas tudo quanto não estava nas Sagradas Escrituras, inclusive de algumas manifestações duvidosas de pretensos "espirituais". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quanto mais vazia a carroça,&lt;br /&gt;maior é o barulho que faz!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CUIDADO COM O BARULHO DA CARROÇA... PODE ESTÁ VAZIA...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retirado da Internet e adaptado por mim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5222850717649752352-553102270820320910?l=crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/553102270820320910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/553102270820320910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/2008/05/barulho-de-carroa_30.html' title='Barulho de Carroça'/><author><name>Bp. Carlos Antonio Santos de Novais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07361364628640620052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/R_-EnYPkC3I/AAAAAAAAAAM/af36rVB2BKg/S220/Carlos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SEAIh1YbAeI/AAAAAAAAAGQ/TiXrxi8oZ2s/s72-c/Carroca.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352.post-2833065659859384629</id><published>2008-05-30T06:26:00.000-07:00</published><updated>2008-05-30T06:27:10.685-07:00</updated><title type='text'>Pastoreando ovelhas ou entretendo bodes?</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SD8g-VYbAaI/AAAAAAAAAFw/ag7hMymoYAY/s1600-h/Bode.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SD8g-VYbAaI/AAAAAAAAAFw/ag7hMymoYAY/s200/Bode.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5205915949527138722" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SD8SFVYbAVI/AAAAAAAAAFI/XdQL64n4Lyo/s1600-h/Bispo Carlos Antonio Santos de Novais.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SD8SFVYbAVI/AAAAAAAAAFI/XdQL64n4Lyo/s200/Bispo.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5205899577111806290" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bp. Carlos Antonio Novais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos primórdios da Igreja cristã, quando a mesma ainda estava em processo de formação, Paulo, o  apóstolo dos gentios, enviou uma carta aos irmãos de Éfeso, alertando-os quanto a divina escolha de homens (e mulheres), ao santo ministério (Éf. 4:11). Este mesmo apóstolo, também enviou uma carta ao seu amigo pesoal e ministerial – Timóteo, instruindo-o quais seriam as condições básicas para a escolha e consagração daqueles que aspiram ao episcopado (bispado = presbitério), e as normas quanto a integridade destes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1Tm 3:1-16&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Fiel é esta palavra: Se alguém aspira ao episcopado, excelente obra deseja. &lt;br /&gt;É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, ... apto para ensinar;&lt;br /&gt;Também é necessário que tenha bom testemunho dos que estão de fora, para que não caia em opróbrio, e no laço do Diabo. Da mesma forma os diáconos sejam sérios... guardando o mistério da fé numa consciência pura. "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também Pedro, depois de ser restaurado por Cristo, por causa de sua fraqueza em nega-lo, foi alertado a cuidar das ovelhas (João 21:16), e Pedro confessou que o amava incondicionalmente e acabou morrendo tempos depois (crucificado de cabeça para baixo, segundoalguns historiadores), mas, o que me chamaa atenção neste episódio, é a forma com que Cristo mandou Pedro, o apóstolo, a cuidar de suas ovelhas (plural), poís ovelhas, muito diferentes de bodes, precisam de cuidados especiais e individual.&lt;br /&gt;O que me espanta de muitos Entretecedores de bodes, é o desprezo das ovelhas, as quais só "prestam" para serem consumidas as sus gorduras e nada mais, deste Pastores, que tem preferência por ovelhas gordas e menosprezam as magras, &lt;br /&gt;a Bíblia tem uma notícia para eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PASTORES INFIÉIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bíblia nos fornece muitos elementos pelos quais se pode reconhecer o abuso neste ministério - tanto no Velho como no Novo Testamento. &lt;br /&gt;Quais são as características de um "pastor” infiel? &lt;br /&gt; Primeira característica: Não busca ao Senhor para saber a sua vontade: "Porque os pastores se tornaram estúpidos e não buscam ao Senhor; por isso não prosperam, e todos os seus rebanhos se acham dispersos. Jeremias 10:21. O "pastor” que não se orienta pela Palavra de Deus pode manter o domínio sobre o rebanho por algum tempo mas aos poucos o rebanho vai se dispersando. &lt;br /&gt;Segunda característica do "pastor" infiel: Ele apascenta a si mesmo: "Filho do homem, profetiza contra os pastores de Israel; profetiza, e dize-lhes: Assim diz o Senhor Deus: Ai dos pastores de Israel que se apascentam a si mesmos! Não apascentarão os pastores as ovelhas? Comeis a gordura, vestis-vos de lã e degolais o cevado; mas não apascentais as ovelhas. "Ezequiel 34:2-3. O "pastor" infiel sempre está interessado em defender os seus direitos - seu salário, seu dia de descanso, sua privacidade, sua família. Gasta a maior parte do tempo cuidando de seus próprios interesses. &lt;br /&gt;Terceira característica do "pastor" infiel: Ele não apascenta as ovelhas: " A fraca não fortalecestes, a doente não curastes, a quebrada não li gastes, a desgarrada não tomastes a trazer e a perdida não buscastes... Ezequiel 34:4. O "pastor" infiel faz poucas visitas aos membros, deixa os fracos na sua fraqueza, deixa os “feridos espirituais" sem cuidar da sua recuperação e não vai atrás dos que estão se afastando. Mesmo quando procurado, sempre acha alguma desculpa para não atender aos que necessitam de cuidado espiritual. Ele não quer ser perturbado em seu descanso. Mas faz questão de um bom salário. Quando faz visitas. costuma visitar não os que necessitam, mas os que o apoiam na sua posição. &lt;br /&gt;Quarta característica do "pastor" infiel: Ele exerce domínio sobre o rebanho: "Mas dominais sobre elas com rigor e dureza" Ezequiel 34:4b. O "pastor” infiel age como se fosse dono da igreja e considera a obrigação de todos os demais como sendo a mera obediência às suas ordens. Ele desobedece frontalmente a ordem de Deus: "Não como dominadores sobre o rebanho...". I.Pedro 5:3. &lt;br /&gt;Quinta característica do "pastor" infiel: Ele quer ter a primazia: "Escrevi alguma cousa à Igreja; mas Diótrefes, que gosta de exercer a primazia entre eles, não nos dá acolhida." III.João 9. O "pastor" infiel, não quer ser um servo da Igreja (II Coríntios 4:5), mas quer ser um chefe na igreja. Não aceita ser um co--presbítero com os outros (I Pedro 5:1) mas quer ser um chefe-presbítero. Ele é obstinado pelo poder. E por isso não costuma ler cartas quando outros escrevem para ajudar (III. João 9) para não perder o seu domínio sobre a igreja. &lt;br /&gt;Sexta característica do "pastor" infiel: Ele não dá acolhida na igreja a pessoas que não apoiam a sua ditadura: "Não nos dá acolhida" III. João 9b. Ele faz de tudo para evitar qualquer contato de membros com pessoas de fora que poderiam ajudar a igreja a retornar aos princípios bíblicos. &lt;br /&gt;Sétima caraterística do "pastor" infiel: Ele difama e faz calúnias contra pessoas que tentam ajudar a igreja: ". . . proferindo contra nós palavras maliciosas" &lt;br /&gt;3. João 10b  Ele não pode provar com a Bíblia que está certo, então procura desacreditar outros obreiros que poderiam ajudar, levantando calúnias contra eles. &lt;br /&gt;Oitava característica do "pastor" infiel: Proíbe a igreja de manter contato com pessoas que não apoiam a sua posição anti-bíblica. "E não satisfeito com estas causas, nem ele mesmo acolhe os irmãos, como impede os que querem recebê-los... "III. João 10b Ele faz de tudo para isolar qualquer pessoa que poderia ameaçar o seu domínio. &lt;br /&gt;Nona característica: Expulsa os insubmissos à sua ditadura da igreja: "E os expulsa da igreja". III. João 10c. O "pastor" infiel não tem a mínima preocupação com a manutenção de membros da igreja que poderiam ameaçar a sua autoridade. Não faz nenhum trabalho espiritual de recuperação, não segue os princípios de Mateus 18,15-17 -simplesmente se quer ver livre dos que não apoiam a sua posição autoritária - e os expulsa sumariamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Um mal está no declarado campo do Senhor, tão grosseiro em seu descaramento, que até o mais míope dificilmente deixaria de notá-lo durante os últimos anos. Ele se tem desenvolvido em um ritmo anormal, mesmo para o mal. Ele tem agido como fermento até que toda a massa levede. O demônio raramente fez algo tão engenhoso quanto sugerir à Igreja que parte de sua missão é prover entretenimento para as pessoas, com vistas a ganhá-las.   &lt;br /&gt;Da pregação em alta voz, como faziam os Puritanos, a Igreja gradualmente baixou o tom de seu testemunho, e então tolerou e desculpou as frivolidades da época. Em seguida ela as tolerou dentro de suas fronteiras. Agora as adotou sob o argumento de atingir as massas.   Meu primeiro argumento é que prover entretenimento para as pessoas não está dito em parte nenhuma das Escrituras como sendo uma função da Igreja. Se este é um trabalho Cristão, porque Cristo não falou dele? “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.” (Marcos 16:15). Isto está suficientemente claro. Assim teria sido se Ele tivesse adicionado “e proporcionem divertimento para aqueles que não tem prazer no evangelho.” Nenhuma destas palavras, contudo, são encontradas. Não parecem ter-lhe ocorrido. &lt;br /&gt;   Então novamente, “E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores… para a obra do ministério” (Efésios 4:11-12). Onde entram os animadores? O Espírito Santo silencia no que diz respeito a eles. Foram os profetas perseguidos porque divertiram o povo ou porque o rejeitaram? Em concerto musical não há lista de mártires.   Além disto, prover divertimento está em direto antagonismo com o ensino e a vida de Cristo e de todos os seus apóstolos. Qual foi a atitude da Igreja quanto ao mundo? “Vós sois o sal” (Mateus 5:13), não o doce açucarado - algo que o mundo irá cuspir e não engolir. Curta e severa foi a expressão: “deixa os mortos sepultar os seus mortos.” (Mateus 8:22) Ele foi de uma tremenda seriedade. &lt;br /&gt;   Se Cristo introduzisse mais brilho e elementos agradáveis em Sua missão, ele teria sido mais popular quando O abandonaram por causa da natureza inquiridora de Seus ensinos. Eu não O ouvi dizer: “Corra atrás destas pessoas, Pedro, e diga-lhes que nós teremos um estilo diferente de culto amanhã, um pouco mais curto e atraente, com pouca pregação. Nós teremos uma noite agradável para as pessoas. Diga-lhes que certamente se agradarão. Seja rápido Pedro, nós devemos ganhar estas pessoas de qualquer forma.” Jesus se compadeceu dos pecadores, suspirou e chorou por eles, mas nunca procurou entretê-los.   &lt;br /&gt;  Em vão serão examinadas as Epístolas para se encontrar qualquer traço deste evangelho de entretenimento! A mensagem delas é: “Saia, afaste-se, mantenha-se afastado!” É patente a ausência de qualquer coisa que se aproxime de uma brincadeira. Eles tinham ilimitada confiança no evangelho e não empregavam outra arma.   Após Pedro e João terem sido presos por pregar o evangelho, a Igreja teve uma reunião de oração, mas eles não oraram: “Senhor conceda aos teus servos que através de um uso inteligente e perspicaz de inocente recreação possamos mostrar a estas pessoas quão felizes nós somos.” Se não cessaram de pregar a Cristo, não tiveram tempo para arranjar entretenimentos. Dispersos pela perseguição, foram por todos lugares pregando o evangelho. Eles colocaram o mundo de cabeça para baixo (Atos 17:6). Esta é a única diferença! Senhor, limpe a Igreja de toda podridão e refugo que o diabo lhe tem imposto, e traga-nos de volta aos métodos apostólicos.   &lt;br /&gt; Finalmente, a missão de entretenimento falha em realizar os fins desejados. Ela produz destruição entre os novos convertidos. Permita que os negligentes e escarnecedores, que agradecem a Deus pela Igreja os terem encontrado no meio do caminho, falem e testifiquem. Permita que os oprimidos que encontraram paz através de um concerto musical não silenciem! Permita que o bêbado para quem o entretenimento dramático foi um elo no processo de conversão, se levante! Ninguém irá responder. A missão de entretenimento não produz convertidos. A necessidade imediata para o ministério dos dias de hoje é crer na sabedoria combinada à verdadeira espiritualidade, uma brotando da outra como os frutos da raiz. A necessidade é de doutrina bíblica, de tal forma entendida e sentida, que coloque os homens em fogo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5222850717649752352-2833065659859384629?l=crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/2833065659859384629'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/2833065659859384629'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/2008/05/pastoreando-ovelhas-ou-entretendo-bodes_30.html' title='Pastoreando ovelhas ou entretendo bodes?'/><author><name>Bp. Carlos Antonio Santos de Novais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07361364628640620052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/R_-EnYPkC3I/AAAAAAAAAAM/af36rVB2BKg/S220/Carlos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SD8g-VYbAaI/AAAAAAAAAFw/ag7hMymoYAY/s72-c/Bode.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352.post-7768512649013660985</id><published>2008-05-30T05:24:00.000-07:00</published><updated>2008-05-30T05:26:33.860-07:00</updated><title type='text'>Os usos e costumes</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SD_ya1YbAcI/AAAAAAAAAGA/AyGBU1lED18/s1600-h/Costumes.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp3.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SD_ya1YbAcI/AAAAAAAAAGA/AyGBU1lED18/s320/Costumes.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5206146237083615682" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os usos e costumes é uma velha questão nos círculos pentecostais. Os usos e costumes fazem parte de todas as instituições e sociedades. Todas as igrejas têm as suas tradições, impostas ou espontâneas. Por muito tempo se confundiu costumes com doutrina, mas há diferenças significativas entre esses conceitos.&lt;br /&gt;O que é costume? O lexicógrafo Aurélio Buarque de Holanda definiu costume como “uso, hábito ou prática geralmente observada”1, o dicionarista Adriano da Gama Cury definiu, de maneira mais completa a palavra costume, como “uso, prática habitual; modo de proceder; característica, particularidade; prática jurídica ou religiosa não escrita, baseada no uso; moda; traje característico ou adequado…”2 Essas definições mostram que o costume é um hábito repedidamente adotado por um determinado grupo social. Os costumes fazem parte da identidade de uma instituição.&lt;br /&gt;O que é doutrina? No Novo Testamento, a palavra mais usada para doutrina é didache e significa ensino, instrução, tratado e doutrina. Segundo o teólogo Claudionor Corrêa de Andrade, doutrina é a “exposição sistemática e lógica das verdades extraídas da Bíblia, visando o aperfeiçoamento espiritual do crente”³. Doutrina, portanto, é o resultado do um ensino teológico, adotado por uma denominação ou religião.&lt;br /&gt;O pastor Antonio Gilberto, M.D., apresentou em seu livro Manual da Escola Dominical4, algumas diferenças entre usos e costumes, e nesse artigo será apresentada outras diferenças, além da lista exposta pelo grande teólogo pentecostal.&lt;br /&gt;a) A doutrina é de origem divina, o costume é de origem humana.&lt;br /&gt;A doutrina é divina pois está baseada na inspirada Palavra de Deus. Para um idéia ser doutrina bíblica, é preciso que ela esteja exposta por todo o texto sagrado. Nunca uma verdadeira doutrina é baseada em textos isolados.&lt;br /&gt;O costume é imposto por convenções humanas de maneira espontânea ou obrigatória, sendo assim, o costume é humano. Há muitos que tentam achar textos bíblicos para justificar a perpetuação de sua tradição, mas normalmente praticam a eisegese5, ou seja, dizem o que bem quer e tentam justificar na Bíblia. O teólogo Esdras Costa Bentho, escrevendo sobre a eisegese, disse:&lt;br /&gt;O intérprete está cônscio de que a interpretação por ele asseverada não está condizente com o texto, ou então está inconsciente quanto aos objetivos do autor ou do propósito da obra. Entretanto, voluntária ou involuntariamente, manipula o texto a fim de que sua loquacidade possa ser aceita como princípio escriturístico. 6 &lt;br /&gt;Tentar justificar na Bíblia as tradições, é uma tarefa que tem levado a muitas distorções bíblicas. O melhor é reconhece-la com humana.&lt;br /&gt;b) A doutrina é imutável, o costume muda.&lt;br /&gt;A doutrina é permanente, ela nunca muda. A doutrina da justificação pela fé, exposta principalmente nos primeiros capítulos de Romanos, nunca mudou e nem deve ser mudada. Doutrina(bíblica) mudada é heresia. Quando Lutero resgatou a doutrina da justificação pela fé, ele orientou a igreja a voltar na perspectiva bíblica sobre o assunto. São passados mas de dois mil anos e essa doutrina nunca mudou no verdadeiro cristianismo.&lt;br /&gt;O costume não é imutável. No Brasil era comum os cidadãos andarem pelas ruas de chapéus, tanto homens como mulheres, passados anos, não há mais essa costume no país. Antigamente, os pais escolhiam com quem a sua filha casaria, esse costume também mudou. É necessário que o costume mude, pois o ele está ligado a cultura local, e toda cultura é dinâmica. Mudar alguns costumes não significa passar do são para o diabólico, como muito pregam. A mudança é inevitável e deve ser bem orientada, mas, como enfatizado, é sempre necessária. É bem relevante o que o teólogo britânico John Stott, escreveu no seu livro Cristianismo Equilibrado7:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando resistimos a mudanças- sejam elas na igreja ou na sociedade devemos perguntar-nos se são na realidade, as Escrituras que estamos defendendo(como é nosso costume insistir ardorosamente) ou, se ao contrário, é alguma tradição apreciada pelos anciãos eclesiásticos ou de nossa heranças cultural. Isto não quer dizer que todas as tradições, simplesmente por serem tradicionais, devam a qualquer custo ser lançadas fora. Iconoclasmo sem crítica é tão estúpido quanto conservantismo sem crítica, e é algumas vezes mais perigoso. O que estou enfatizando é que nenhuma tradição pode ser investida com uma espécie de imunidade diplomática à examinação. Nenhum privilégio especial pode ser-lhe reivindicado. &lt;br /&gt;Algumas igrejas estão impondo mudança de costumes, isso é um erro, que sempre levará a exageros. Os costumes mudam naturalmente, mas devem seguir orientação para não levar a práticas anti-bíblicas. As igrejas sem orientação pastoral tem aderido a costumes extravagantes, como bailes fanks em meio ao culto. Tudo deve ser feito com equilíbrio, nada de permissividade e nem de legalismo.&lt;br /&gt;c) A doutrina é universal, o costume é local.&lt;br /&gt;A doutrina é universal no sentido que é para todos os povos em todas as culturas. Proclamar que Jesus é o salvador , faz sentido no Brasil em 2007, como para os indianos que foram evangelizados pelo apóstolo Tomé, o primeiro missionário daquela nação, ainda no primeiro século da Era Cristã.&lt;br /&gt;O costume é local. Os homens na Escócia, usam um tipo masculino de saia; no Siri Lanka, é também costume as saias para homens. Saia na maior parte do Ocidente é roupa exclusivamente feminina. No Brasil é comum comer peixe cozido ou frito, no Japão se come peixe-cru.&lt;br /&gt;d) A doutrina santifica, o costume não santifica.&lt;br /&gt;A doutrina bíblica santifica o crente, mediante a Palavra de Deus. Jesus disse; “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade”(Jo 17.17). O ensino da Palavra de Deus, ou seja, das doutrinas bíblicas, é um dos meios que Deus usa para levar o crente a uma vida reta, assim como escreveu o salmista: “Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra”(Sl 119.9). John Henry Jowett disse: “Você não pode abandonar os grandes temas doutrinários e ainda assim produzir grandes santos”, e o pastor A. W. Tozer escreveu: “O propósito que está por trás de toda doutrina é garantir a ação moral”. Por isso é bom lembrar que a doutrina bíblica produz, naturalmente, bons costumes.&lt;br /&gt;O costume não pode santificar. Quem acredita na santificação por meio dos costumes, normalmente, é um escravo do legalismo. O pastor Antonio Gilberto escreveu a respeito do erros em relação a santificação , e citou o engano de associar exterioridade com santidade: “Usos, práticas e costumes. Esses últimos, quando bons, devem ser o efeito da santificação, e não a causa dela”.8 E bem relevante o que escreveu o pastor Ciro Zibordi no prefácio do livro Verdades Pentecostais:&lt;br /&gt;Conservar não significa possuir uma falsa santidade, fazendo dos usos e costumes uma causa, e não um efeito. Como pode ser ao longo dessa obra , a observância da sã doutrina leva-nos a ter santidade interna e externa, o que implica vida santa a partir do espírito (1Ts 5.23) e manutenção dos bons costumes. Estes, pois, não devem gerar doutrinas, como vem acontecendo em algumas igrejas não legitimamente avivadas, para prejuízo de seus membros.9&lt;br /&gt;O farisaísmo se caracterizava por associar sua obras a salvação de suas almas. Há muitos que fazem dos costumes doutrina e assim, pensam que para ser salvos precisam fazer isso ou aquilo. Como dizia Lutero: “As boas obras não fazem o homem bom; mas o homem bom, pratica as boas obras”. A inversão dessa ordem cria escravos do farisaísmo e não servos do Altíssimo.&lt;br /&gt;e) A doutrina é um princípio, o costume é um preceito.&lt;br /&gt;Há diferença entre princípio e preceito? Sim. O pastor José Gonçalves escreveu: “Os preceitos apontam para princípios e não o contrário. Um princípio é aquilo que está por trás do preceito ou norma”.10 Por exemplo, usar uma roupa social em um tribunal é uma norma, um preceito. O princípio ou doutrina por trás dessa norma, é que o tribunal é um lugar sério e não ambiente de entretenimento, para ir de jeans ou short.&lt;br /&gt;f) A doutrina é verdade absoluta, o costume é uma verdade relativa.&lt;br /&gt;A doutrina é sempre verdade absoluta, ou seja, é para todos, em todas as épocas e em todos os lugares. O costume é relativo, como lembra o pr. Geremias do Couto:&lt;br /&gt;Ao insistirmos nos absolutos, não queremos afirmar que não haja também conceitos relativos. Essa diversidade se manifesta, por exemplo, nas comidas típicas de cada país, nos estilos da arquitetura, no estilo da vestimenta e até mesmo em relação à hora de dormir, que depende do fuso horário. Mas tais circunstâncias relativas acabam apontando para princípios biológicos absolutos; todos precisam alimentar-se, todos precisam dormir.11&lt;br /&gt;O costume, por ser relativo, não deveria ser imposto como obrigação. Era comum missionários europeus tentarem impor os costumes do norte em países da Ásia e da América. Hoje, o conceito de transculturação, está ajudando muito em relação a esse problema.&lt;br /&gt;Há muitas outras diferenças entre doutrina e costumes, mas fica apontado que ambas não são a mesma coisa, porém estão ligadas umas as outras. O bons costumes são aqueles que não escravizam o crente, colocando um jugo que Jesus tirou na cruz, mas sim, é resultado da boa doutrina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notas:&lt;br /&gt;1- HOLANDA, Aurélio Buarque de. Mini-Aurélio Século XXI Escolar. 3 ed. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 2000. p. 190.&lt;br /&gt;2- KURY, Adriano da Gama. Minidicionário Gama Kury da Língua Portuguesa. 1 ed. São Paulo: FTD, 2001. p.265.&lt;br /&gt;3- ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. 12 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2003, p. 128.&lt;br /&gt;4- Publicado pela CPAD(Casa Publicadora das Assembléias de Deus).&lt;br /&gt;5- Prática de forjar o texto a fim de que justifique o pensamento próprio. Não confunda com exegese.&lt;br /&gt;6- BENTHO, Esdras Costa. Hermenêutica Fácil e Descomplicada. 3 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005. p. 69.&lt;br /&gt;7- Publicado pela CPAD(Casa Publicadora das Assembléias de Deus).&lt;br /&gt;8- GILBERTO, Antonio. Verdades Pentecostais. 1 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006. p 142.&lt;br /&gt;9- ZIBORDI, Ciro Sanches. Idem, pp 3,4.&lt;br /&gt;10- GONÇALVES, José. Voto de Nazireado, prática judaizante que despreza a doutrina da graça. Resposta Fiel, Rio de Janeiro, Ano 4, n. 12, p. 26, Jun-Jul-Ago/2004.&lt;br /&gt;11- COUTO, Geremias do. E agora, como viveremos? Lições Bíblicas, Rio de Janeiro, p. 39, 4. trimestre de 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Bp.Carlos Antonio Santos de Novais&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5222850717649752352-7768512649013660985?l=crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/7768512649013660985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/7768512649013660985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/2008/05/os-usos-e-costumes.html' title='Os usos e costumes'/><author><name>Bp. Carlos Antonio Santos de Novais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07361364628640620052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/R_-EnYPkC3I/AAAAAAAAAAM/af36rVB2BKg/S220/Carlos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SD_ya1YbAcI/AAAAAAAAAGA/AyGBU1lED18/s72-c/Costumes.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352.post-4813539205784315056</id><published>2008-05-28T09:09:00.000-07:00</published><updated>2008-05-29T15:40:58.740-07:00</updated><title type='text'>A Última Páscoa e a  Primeira  Ceia do Senhor</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SD8vj1YbAbI/AAAAAAAAAF4/FXnBbVBcy08/s1600-h/Santa+Ceia.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp3.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SD8vj1YbAbI/AAAAAAAAAF4/FXnBbVBcy08/s320/Santa+Ceia.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5205931986935022002" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A CEIA DO SENHOR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mt 26:17-30;  Mc 14:12-26;  Lc 22:7-23 e 1ª Co 11:23-29&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Em Atos 2:46 fala sobre  “o partir do pão”  que servia á um duplo objetivo: era vínculo de comunhão   (1ªCo 10:16) e meio de sustento para os mais necessitados. Em seu seio, o sustento dos menos favorecidos era feito      mediante as ofertas dos mais “privilegiados” , de sorte que  “todos tinham tudo em comum” (At. 2:44). Mas o       “partir do pão” era muito mais que isso, era um memorial e uma continuação da última Ceia do Senhor Jesus com os seus discípulos, antes de sua crucificação (1ª Co 11:23).&lt;br /&gt;Paulo, atribuíra grande valor á Ceia do Senhor, que era para ele “COMUNHÃO” do Corpo e do Sangue de Cristo, mediante o qual “anunciais a morte do Senhor, até que ele (Cristo) venha.&lt;br /&gt;Se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tendes vida em vós mesmos (João 6:53), A Ceia do Senhor, torna-se aqui, um sacramento místico necessário á união com o Cristo Ressurreto, que produz uma imortabilidade bem-aventurada. Inácio de Antioquia, condenado por ser cristão, nos últimos anos do reinado de Trajano (110-117), foi mandado como prisioneiro para Roma, para ser lançado ás feras, escreveu várias cartas breves, além de uma mensagem pessoal á Policarpo, Bispo de Esmirna. Inácio asseverava que a união com Cristo é necessário á vida: “fora do qual não podemos ter a vida verdadeira”, vida, não significa para esse escritor, simples existência...  “ os pontos de vista que apresenta são de índole Paulina, embora desenvolvidos no sentido de um misticismo muito mais intenso, cujo ponto focal é a idéia da vida e da união com Cristo, os ofícios eram celebrados no domingo                 e, provavelmente, também em outros dias, eram de dois tipos, desde os tempos dos apóstolos: reuniões pára   a leitura das Escrituras, pregação, hinos e orações; e uma refeição comunitária á noite, associada á Ceia        do Senhor. Ao tempo que Justino Mártir escreveu sua apologia em Roma (153), a refeição tinha    desaparecido e a Ceia tinha sido unida a reunião de pregação, na forma de sacramento final.                           A Ceia era a                ocasião em que se faziam ofertas para os necessitados, segundo Justino a Mártir (153), que também declarou     que a Ceia do Senhor já havia sido separado da refeição comunitária.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O propósito -- “Fazei isto em memória de mim...” Lc 19.22.&lt;br /&gt;A Ceia do Senhor é a nossa oportunidade para lembrar o sacrifício que Jesus fez na cruz, pelo qual nos oferece a esperança da vida eterna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os símbolos - Jesus usou dois símbolos para representar seu corpo e seu sangue, isto é, pão sem fermento     (fermento para alguns teólogos, é símbolo de falsas doutrinas e de pecado Mt. 16:11-12;), para representar o seu corpo e o fruto da videira (suco de uva recém tirada e não vinho fermentado, como advogam alguns) para representar o seu sangue que estava  para  ser derramado na cruz do calvário  Mt. 26:28.  Os discípulos se reuniam no primeiro dia da semana (domingo) para participarem da ceia (Atos 20.7), e esta Ceia era entendida como um ato de comunhão com o Senhor (1º Co 10:14-22). A ceia do Senhor é um ato de comunhão entre cada cristão e o Senhor, e  é também um ato de comunhão entre os cristãos , a ceia é um ato espiritual partilhado pelo Senhor com aqueles que estão em fraternidade com ele. Jesus não ofereceu o pão e o cálice á todos, mas somente aos seus discípulos conforme Mt. 26:28.1º (derramado por muitos, não todos, pois nem todos aceitam o sacrifício de Jesus) João conta-nos que somos, ou estamos aptos a participar com Deus na comunhão espiritual somente se andarmos    na luz do seu caminho 1º João 1:5-7&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O QUE SIGNIFICA PARTICIPAR “indignamente” DO CORPO DO SENHOR? 1º Co 11:27-29&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra “indignamente” é frequentemente mal entendida, ela não descreve  a     dignidade da pessoa (ninguém é verdadeiramente digno de comunhão com Cristo), esta palavra descreve            o modo de como participamos  desse ato de comunhão, sobre este assunto, o apóstolo Paulo não nos dá em  1º coríntios 11:27&lt;br /&gt;nenhuma definição “direta” do que vem a ser comer indignamente... analisando o contexto,  ele queria dizer que a decência comum deveria ser observada, ou seja, não pode haver entre os cristão, qualquer     desordem de glutonaria, de embriaguez, egoísmo, de degradação a outros, de contendas etc.      Aqui , não é o adjetivo indignos  de que fala o texto, mas, sim do advérbio indignamente.&lt;br /&gt;A ceia é um rito memorial, ele anuncia a morte vicária de Cristo, que nos livra da                 escravidão do      pecado, a ceia contém ainda o elemento esperança... Pois aponta para a volta de Cristo      (ver-se aqui uma mensagem escatológica), de maneira que a participação indigna se torna uma irreverência para com           o sacrifício de Cristo, levando o infrator a sofrer as penas de seu descuidado espiritual, 1º Co 11:27-30. Há uma recomendação impressionante a respeito da participação na ceia do Senhor: “Por isso, aquele que comer o pão e beber o cálice do Senhor, indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor” 1º Co 11:27. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notai: Mais uma vez que o texto não diz indignos (pois todos nós somos indignos da comunhão da cruz, mas sucedeu que a nossa indignidade foi curada mediante a fé no sacrifício da cruz.&lt;br /&gt;A ceia do Senhor é um ato memorial daquela que será realizada nas bodas do cordeiro, referido em Apocalipse, só participarão aqueles que estão em comunhão com o cordeiro de Deus, ou seja, aqueles que forem salvos, pois só irão aos céus aqueles que realmente forem salvos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota. “o comer indignamente (penso eu) é correspondente ao que aconteceu com Judas Iscariortes, trair Jesus, vendendo-o por trinta (30) moedas de prata, aquele que comer indignamente, faz o mesmo, trai a Jesus por tão pouco...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ceia do Senhor deve se fazer distinção entre o símbolo e a verdade simbolizada,            o símbolo  é&lt;br /&gt;a santa ceia  e a verdade por ela simbolizada  é a morte de Cristo pelos nossos pecados. Deve – se ter em mente que: toda irreverência, em torno dessa cerimônia, é uma ofensa contra a IGREJA que a celebra ,” ou&lt;br /&gt;menosprezais a IGREJA de Deus”  1º Co 11:22. O apóstolo Paulo recebeu do Senhor esta revelação sobre o memorial da morte de Cristo e ele (Cristo), não a entregou a algum indivíduo, ou a uma classe de pessoas privilegiadas, mas entregou á IGREJA de Cristo Jesus, a ceia do Senhor é ainda uma pregação apocalíptica e escatológica...  “até que ele (Jesus) venha, a ceia anuncia que Cristo vem nos buscar,  ou seja, buscar a sua Igreja sem mácula ou manchas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PROPÓSITO BÍBLICO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As instruções de Paulo em 1º Corintios 11 aclaram ainda mais este tema: “...Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; e, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim...” (Co.11:23-24). Quando Jesus disse: “...Tomai e comei isto é o meu corpo...”, Ele não estava dando a entender que comeriam seu corpo literal (Conforme à letra (5) do texto: 2 Exato, rigoroso, restrito: 3.Claro, expresso, formal). E sugerir esta idéia é ridículo. Ele estava falando no sentido espiritual daquilo que logo se cumpriria na cruz.&lt;br /&gt;Notemos como finaliza este versículo: “...fazei isto em memória de mim...”. a observação da Santa Ceia é uma comemoração da obra de Cristo no Calvário, não uma nova realização deste feito. O mesmo devemos dizer sobre o sangue de Cristo. “...Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o Novo Testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim...” (1Co. 11:25).&lt;br /&gt;Jesus mesmo ensinou esta lição aos seus Discípulos na Ultima Ceia .&lt;br /&gt;“...E, tomando o pão e havendo dado graças, partiu-o e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isso em memória de mim...” (Lc.22:19).&lt;br /&gt;Posto que a transubstanciação é outra Heresia católica que não esta apoiada pela Bíblia, porem que foi creditadas por homens, trago aos leitores algumas perguntas que esperam ansiosamente por respostas:&lt;br /&gt;I. Porque a Igreja católica Romana e as demais Igrejas que se chamam “evangélicas” e ainda “do Nome”, deliberadamente separam um versículo bíblico de seu contexto e desenvolvem uma doutrina que a Bíblia obviamente não ensina?&lt;br /&gt;II. Porque a Igreja Católica e as “pseudo-igrejas”, preferem que você coma a Cristo em lugar de por sua fé nele?&lt;br /&gt;III. Mais importante ainda será que você pode conscientemente tomar parte desta pratica agora e simplesmente afirmar este é um problema deles?&lt;br /&gt;IV. Sabia você que o satanismo pratica este ato de comer carne humana?&lt;br /&gt;V. Esta disposto você ainda a simplesmente ser um religioso e morrer e ir ao inferno, praticando heresias?&lt;br /&gt;VI. Quanto vale sua família para você? O preço de uma heresia é a morte e o inferno.&lt;br /&gt;E para concluirmos este tema podemos claramente afirmar, que os que praticam tais coisas não herdarão o reino de Deus. (Gl. 5:19-21).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas outras idéias sobre a ceia do Senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – É a reunião cristã que tem por maior finalidade  refletir, promover e praticar a  “Koinonia = comunhão”  (Atos 4.32; 1º Co 1.9).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Calvino condenou a missa do Catolicismo Romano em termos em nada ambíguos. "De todos os ídolos, ele não conhecia nenhum tão grotesco como aquele no qual o sacerdote evocava Cristo em suas mãos pela ‘enunciação mágica’ e oferecia-o novamente no altar do sacrifício, enquanto o povo olhava com ‘admiração estúpida’."2 Calvino formulou suas idéias sobre adoração (liturgia) baseando-as sobre a clara garantia da Escritura e apelando ao costume invariável da igreja primitiva.3 O reformador concluiu: "Não se fazia nenhuma reunião da Igreja, sem a Palavra, as orações, a participação da Ceia e as esmolas."4&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros esforços de Calvino na reforma da adoração da igreja apareceram na edição de suas Institutas de 1536:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixando, pois, de lado todo este sem fim de cerimônias e de pompas, a Santa Ceia bem que podia ser administrada santamente, se com freqüência, ou pelo menos uma vez por semana, se propusesse à Igreja como segue: no início se faria orações públicas; a seguir viria o sermão; então, postos na mesa pão e vinho, o ministro repetiria as palavras da instituição da Ceia; depois, reiteraria as promessas que nos foram nela anexadas; ao mesmo tempo, vedaria à comunhão todos aqueles que são dela barrados pelo interdito do Senhor; após isto, se oraria para que o Senhor, pela benignidade com que nos prodigalizou este alimento sagrado, também nos receba em fé e gratidão de alma, nos instruindo e preparando; e, uma vez que por nós mesmos não somos dignos, por sua misericórdia aprouve nos dignificar para tal repasto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, porém, ou se cantariam salmos ou se leria parte da Escritura, e, na ordem que convém, os fiéis participariam do sacrossanto banquete, os ministros partindo o pão e oferecendo-o ao povo. Terminada a Ceia, se faria uma exortação à fé sincera e à sincera confissão dessa fé, ao amor cristão e ao comportamento digno de cristãos. Por fim, se daria ação de graças e se entoariam louvores a Deus; findos os quais, a congregação seria despedida em paz.5&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calvino nunca se desviou dessas idéias, mas somente as expandiu na edição final das Institutas. Observe que Calvino insistia sobre a celebração freqüente da ceia do Senhor. Ele queria que a mesma fosse celebrada todo Dia do Senhor [Domingo]. Durante o primeiro pastorado de Calvino em Genebra, ele e Farel propuseram num documento intitulado "Artigos Concernentes à Organização da Igreja e da Adoração em Genebra" que a igreja seria edificada por dois meios especialmente, a celebração freqüente da ceia do Senhor e o exercício da disciplina. Por causa da "debilidade do povo", os Reformadores resolveram realizar a comunhão mensalmente. Mais tarde, em 1541, quando Calvino retornou à Genebra, ele tentou introduzir a liturgia que usou em Estrasburgo. Calvino tentou novamente introduzir uma comunhão semanal, crendo que não "havia nada mais útil para a igreja que a Ceia do Senhor. Deus mesmo, Calvino cria, uniu a ceia com a sua palavra e, portanto, era algo perigoso separá-las." O concílio de Genebra, para desalento de Calvino, insistiu numa celebração trimestral da ceia do Senhor. Calvino continuou a expressar sua insatisfação, declarando mais tarde, em 1561: "Nosso costume é falho."6&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é evidente a partir de sua declaração nas Institutas de 1536, a liturgia da comunhão de Calvino continha quatro elementos fundamentais. Esses elementos, o leitor Protestante Reformado7 reconhecerá, foram retidos intactos na Forma para a Administração da Ceia do Senhor.8  9 Eles são: repetição da instituição do Senhor como a garantia do sacramento; proclamação das promessas do Senhor que se relacionam com a sua ordenança e suprem significado e realidade aos seus sinais; excomunhão dos pecadores obstinados; e ênfase sobre a participação digna do sacramento e santidade de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com algumas exceções, somente os Salmos eram cantados, e isso sem acompanhamento instrumental. Concernente aos instrumentos, Calvino cria que "eles faziam parte daquele sistema de treinamento sob a lei, ao qual a Igreja esteve sujeita em sua infância," e, "não deveríamos imitar de maneira tola uma prática que foi planejada apenas para o povo antigo de Deus."10 Aliás, somos gratos que a visão de Calvino sobre esse assunto não tenha prevalecido na tradição Reformada Holandesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ordem da adoração de Calvino começava com o ministro falando as majestosas palavras: "O nosso socorro está em o nome do SENHOR, criador do céu e da terra. Amém". Isso era seguido por uma oração de confissão. Essa era uma breve oração (escrita) lida pelo ministro enquanto a congregação estava de joelhos.11 Após isso, o ministro leria algumas promessas escriturísticas de perdão, e logo após pronunciaria a absolvição,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que cada um de vocês reconheça-se verdadeiramente um pecador, humilhando-se diante de Deus, e crendo que o Pai celestial deseja ser gracioso para contigo em Jesus Cristo. A todos que dessa forma se arrependem e buscam a Jesus Cristo para sua salvação, declaro a absolvição em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.12&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A absolvição não era usada em Genebra. Após a confissão de pecado, a congregação cantava os Dez Mandamentos como um guia para a obediência grata do cristão perdoado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o cântico, o ministro deixava a mesa e ia para o púlpito. Ali se preparava para a leitura da Escritura e a pregação, oferecendo uma oração por iluminação. Essa e a oração de aplicação após o sermão eram as únicas orações "livres" na liturgia de Calvino. Todas as outras orações eram orações escritas. E, mesmo para essas duas orações livres, Calvino oferecia aos ministros vários modelos. Após a oração de aplicação, o ministro oferecia a oração congregacional. Essa oração era concluída com a oração do Senhor, que em algumas congregações era cantada pela congregação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, a congregação se levantava para cantar o Credo Apostólico. Nesse ponto a congregação era despedida com a bênção de Aarão, baseada em Números 6:24-26: "O SENHOR te abençoe e te guarde; o SENHOR faça resplandecer o rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; o SENHOR sobre ti levante o rosto e te dê a paz," e com uma palavra sobre esmolas: "Lembre-se de Jesus Cristo em seus pequeninos."13  14&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Genebra, nos quatro Domingos quando a ceia do Senhor era celebrada, a mesma ocorria após o sermão. Quando a ceia do Senhor terminava, e antes da bênção ser pronunciada, a congregação cantava o cântico de Simeão: "Agora, Senhor, podes despedir em paz o teu servo … porque os meus olhos já viram a tua salvação" (Lucas 2:29-30).15&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os princípios de liturgia de Calvino e a essência de sua ordem de adoração permanecem em uso para os membros das Igrejas Protestantes Reformadas. Existem algumas diferenças nos cultos. Por exemplo, não nos ajoelhamos para orar, não cantamos o Credo Apostólico nem os Dez Mandamentos, não cantamos o cântico de Simeão após a ceia do Senhor, nem temos uma pronúncia de absolvição à congregação; além disso, temos algumas orações formadas, mas não tantas quanto Calvino, e usamos acompanhamento instrumental no cântico dos Salmos. E certamente as Igrejas Protestantes Reformadas, com Calvino, fazem todo esforço para basear a adoração na "clara garantia da Escritura", apelando ao invariável "costume da igreja primitiva."16&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Possa Deus nos conceder graça para continuar assim, a fim de adorarmos aquele que é Espírito, "em espírito e em verdade" (João 4:24).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: The Sixteenth-Century Reformation of the Church, David Engelsma (editor), pp. 149-152.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bp. Carlos Antonio Santos de Novais&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5222850717649752352-4813539205784315056?l=crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/4813539205784315056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/4813539205784315056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/2008/05/ceia-do-senhor.html' title='A Última Páscoa e a  Primeira  Ceia do Senhor'/><author><name>Bp. Carlos Antonio Santos de Novais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07361364628640620052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/R_-EnYPkC3I/AAAAAAAAAAM/af36rVB2BKg/S220/Carlos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SD8vj1YbAbI/AAAAAAAAAF4/FXnBbVBcy08/s72-c/Santa+Ceia.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352.post-4591318778291185993</id><published>2008-05-23T15:57:00.000-07:00</published><updated>2008-05-26T14:04:58.585-07:00</updated><title type='text'>Integridade Doutrinária e Pessoal</title><content type='html'>Você se Venderia ao Preço de Uma Plebenda?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um antigo ditado diz: "Cada homem tem seu preço". Será verdade? Será que todos temos padrões morais válidos, contando que se acomodem aos nossos objetivos pessoais e desejos? Ou estamos dispostos a pôr de lado nossos desejos emfunção dos padrões em que professamos crer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É lamentável, mas, ouvir a resposta de um determinado pastor de uma igreja historicamente pentecostal, quando lhe expus os erros de caráter de seus líderes "superiores", a quem este é submisso.&lt;br /&gt;-"...Sei que há erros encobertos... " Sei que a Igreja que congrego têm muitos erros e meus lideres cobrem muitos irmãos, por serem seus protegidos, todavia, não falo nada, não posso fazer nada, afinal de contas eu ganho (sou assalariado, Grifo meu), da Igreja que sou pastor e não vou colocar a minha cabeça a quilhantina..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Igreja de hoje tem falta de homens e mulheres que adotem padrões que não possam ser comprometidos com o sistema eclesiástico farisaico de nossos dias.&lt;br /&gt;Muitos dos chamados cristãos se orgulham dos seus padrões morais e se gloriam do seu caráter justo, mas abandonam suas convicções quando comprometer-se com a verdade é arriscar seu "CARGO MINISTERIAL", e causar para si mesmo uma perca de ganhos financeiros. Talvés você reconheça um ou mais dos seguintes exemplos:&lt;br /&gt;* Pessoas dizem crer na Bíblia, mas sempre concorda com muitas injustiças causado por muitos lídres sem caráter e não fazem nada para corrigi-los, quando necessário.&lt;br /&gt;* Pessoas são honestas até que uma pequena desonestidade lhes renda algum dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você pode até perguntar. mas onde está o problema?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem dúvida a falta reside, primariamente, na liderança --- tanto pastores como líderes leigos, cujas responsabilidade é ensinar, guiar e proteger o povo de Deus dos falsos mestres e muitas vezes de nós mesmos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando aceitamos a Jesus Cristo como Salvador e, iluminados pelo Espírito Santo, aprendemos que as escrituras têm autoridade suprema em todas as áreas de nossas vidas. Então, a partir daí, passamos a nortear a nossa conduta, o nosso viver diário com aquilo que aprendemos na Bíblia, sob a orientação do Espírito Santo, o interprete por excelência e fazemos exatamente o que disse o apóstolo Paulo em 2ª Co. 3:14 ... Cri, por isso falei. Também cremos, por isso falamos...&lt;br /&gt;E se aprendemos a formar o nosso caráter por meio das Santas Escrituras, porque então nega-los quando somos confrontados ou pressionados pelas circunstâncias? O que está em jogo na verdade, é exatamente aquilo que cremos.&lt;br /&gt;Se creio, e nega aquilo que creio... Então não creio. &lt;br /&gt;O Se¬nhor disse-lhe: «Ouvi a tua oração e a súplica que me dirigiste; esta casa que tu me construíste, Eu a consagrei a fim de nela co¬lo¬car o meu nome para sem¬pre; os meus olhos e o meu coração aí ficarão eternamente.  Quanto a ti, se andares na mi¬nha presença, como David, teu pai, de coração ínte¬gro e sincero, praticando tudo quanto te ordenei, observando os meus man¬damentos e as minhas leis, mante¬rei para sempre o teu trono real sobre Israel, como prometi a David, teu pai, dizendo: “Haverá sempre um descendente teu no trono de Israel”.  2ª Reis 9:3-5&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na exegese do texto acima, tiramos a simples conclusão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqueles que mantiverem uma vida íntegra serão abençoados por Deus; os que não a mantiverem, serão amaldiçoados, especialmente os que estiverem na liderança espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONTINUA...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homens e Mulheres no ministério que não se vendem, nem mesmo por todo o dinheiro do mundo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5222850717649752352-4591318778291185993?l=crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/4591318778291185993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/4591318778291185993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/2008/05/integridade-doutrinria-e-pessoal.html' title='Integridade Doutrinária e Pessoal'/><author><name>Bp. Carlos Antonio Santos de Novais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07361364628640620052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/R_-EnYPkC3I/AAAAAAAAAAM/af36rVB2BKg/S220/Carlos.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352.post-8127647341083398202</id><published>2008-05-10T13:10:00.000-07:00</published><updated>2008-05-10T13:18:17.221-07:00</updated><title type='text'>Informações sobre Reconhecimento do Bacharelado pelo MEC</title><content type='html'>As pessoas que cursaram o Bacharelado em Teologia (Livre), e não tem o diploma de uma Faculdade reconhecida pelo MEC, poderão agendar com a Fatebom os exames para a Integralização de Creditos , para obter o diploma reconhecido pelo MEC. Paracer 0063/2004-MEC-CNE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pareces do MEC quanto ao curso de Teologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parecer 241/99&lt;br /&gt;Sobre os cursos superiores de teologia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parecer 296/99&lt;br /&gt;Alguns posicionamentos sobre os cursos teológicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parecer 505/99&lt;br /&gt;Introduz a matéria do reconhecimento de cursos superiores de teologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parecer 765/99&lt;br /&gt;Sobre o aproveitamento dos cursos teológicos em outras instituições de Ensino Superior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parecer 063/04&lt;br /&gt;Sobre o aproveitamento das disciplinas para a convalidação dos cursos teológicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.fatebom.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5222850717649752352-8127647341083398202?l=crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/8127647341083398202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/8127647341083398202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/2008/05/informaes-sobre-reconhecimento-do-mec.html' title='Informações sobre Reconhecimento do Bacharelado pelo MEC'/><author><name>Bp. Carlos Antonio Santos de Novais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07361364628640620052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/R_-EnYPkC3I/AAAAAAAAAAM/af36rVB2BKg/S220/Carlos.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352.post-4230590405547042562</id><published>2008-05-07T07:23:00.000-07:00</published><updated>2008-05-28T08:38:13.943-07:00</updated><title type='text'>Discurso de formatura dos Bacharéis em Teologia</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SD17SVYbAQI/AAAAAAAAAEg/aBTA4odJM9M/s1600-h/Este com a setinha sou EU.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp3.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SD17SVYbAQI/AAAAAAAAAEg/aBTA4odJM9M/s400/Este com a setinha sou EU.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5205452299217600770" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orador: &lt;br /&gt;Carlos Antonio Santos de Novais&lt;br /&gt;Bacharel em Teologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa noite a todos os amigos presentes.  Paz seja convosco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TEMOS A HONRA DE COMPOR A MESA SOLENE:&lt;br /&gt;O Presidente do ITCEU: Bp. JAIR BRUNO&lt;br /&gt;Coordenador do ITCEU: Pr. GEORGE PONTES&lt;br /&gt;Patrono do Médio: Prª. TEREZA LOBO&lt;br /&gt;Paraninfos do Bacharel: Sr. PASCOAL E CELICE MÔNACO &lt;br /&gt;Homenageado: Sr. ELIAS BORGES (Presidente do Conquista Futebol Clube)&lt;br /&gt;Amigos da Turma: Vice Presidente da COMEC – Pr. JOSÈ BARBOSA&lt;br /&gt;Preletor: Sr. GIDEON ALMEIDA&lt;br /&gt;Reitora do ITCEU: Bpª. Doutora: JOYRA BRUNO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Representando os formandos desta turma de Bacharéis em Teologia do Instituto Teológico no Centro Evangelistico Urbano de Vitória da Conquista - Bahia, gostaria de começar tentando definir o que significou para nós participar desse curso durante árduas anos. &lt;br /&gt;O que nos moveu a fazer a inscrição e, durante longo período, cumprir a grade curricular programada, sob a orientação dos  pastores - Bpª. Drª. Joyra Bruno, Bp. Jair Bruno, REITORA E PRESIDENTE respectivamente, bem como o corpo docente desta Instituição de Ensino teológico – o ITCEU.&lt;br /&gt;Penso que, para cada um, essa foi à manifestação do desejo de aprender mais das Sagradas Escrituras, buscando uma medida maior de revelação sobre o nosso Senhor Salvador Jesus Cristo, e o Seu propósito eterno, a fim de conhecermos a Sua vontade e andarmos nela, como disse o Apóstolo São João no seu Evangelho “Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna; e são elas que dão testemunho de mim”. (5:39).&lt;br /&gt;Haja visto que, este exame proferido pelo própria Jesus Cristo, conduzi-nos a um conhecimento, que se dá exclusivamente por meio de uma auto revelação, -- e “Aprouve a Deus, em sua bondade e sabedoria, revelar-se a si mesmo e tornar conhecido o mistério de sua vontade, pelo qual os homens, por intermédio de Cristo, Verbo feito carne, no Espírito Santo, têm acesso ao Pai e se tornam participantes da natureza divina”.&lt;br /&gt;Quisemos avançar nos estudos escriturísticos porque, pela operação do Espírito Santo, entendemos que é na Bíblia que o Eterno Pai revela aos Seus eleitos Seus insondáveis juízos e caminhos. &lt;br /&gt;E Sola Scriptura, como disseram os reformadores – só a Escritura, possui autoridade suprema e constitui-se a Palavra de Deus viva, eficaz e Infalível, apresentada àqueles a quem o próprio Senhor ilumina instruindo-os na verdadeira santidade que o Evangelho produz.&lt;br /&gt;E aí, entendemos como disseram os reformadores – SOMENTE A BÌBLIA POSSUI AUTORIDADE NORMATIVA PARA A IGREJA.&lt;br /&gt;De fato, como disse Watchman Nee, “toda experiência espiritual verdadeira é resultado de uma revelação daquilo que está escrito” (A vida cristã normal, Ed. Tesouro Aberto). &lt;br /&gt;O progresso no andar com Deus é o fruto da obra do Espírito Santo em tornar nossa experiência subjetiva em fatos objetivos, todas discriminadas na Palavra Escrita, que tem o poder de mudar vidas, transformando o logos em rhema.&lt;br /&gt;A autoridade suprema das Sagradas Escrituras e sua imprescindibilidade para o verdadeiro progresso do homem espiritual merecem relevo especial em nossos dias. &lt;br /&gt;O liberalismo teológico, concepção entenebrecida pelo racionalismo e subserviente ao que a humanidade chama de ciência, a qual nega a inerrância e a infalibilidade da Bíblia. &lt;br /&gt;Por outro lado, o emocionalismo inunda crescente número de grupos evangélicos, iludindo-os com o apelo aos sentidos humanos e levando-os a práticas carentes do entendimento cristão que transformam igrejas em centros de promoção do bem-estar individual, crentes em freqüentadores de parques de diversões, ávidos pelo prazer da alma, à qual recusam a operação da cruz de Cristo tornando-se pessoas almáticas que são governadas, não pelo Espírito Santo, mas, por suas próprias almas – aqui entendida como emoções. &lt;br /&gt;A tudo isso, se junta o relativismo da pós-modernidade, que, em nome da tolerância e da pluralidade, nega qualquer absoluto e faz cada homem seu próprio juiz, cada pecador justificador de si mesmo.&lt;br /&gt;Aprender mais das Escrituras -  significa para nós, alcançar uma medida maior de revelação sobre o nosso Senhor e o Seu propósito eterno – alvo sempre presente em nós e em toda pessoa regenerada que inquietante clama por mais e mais de Deus&lt;br /&gt; É aquele mesmo anelo que levava Davi a exclamar: minh’alma tem sede de Deus, do Deus vivo” (Salmos 42.2). Ainda que recebamos Dele hoje, queremos mais. Não nos acomodamos, temos uma santa insatisfação – santa porque está reservada para ser integralmente suprida somente naquele Dia Glorioso – que concorda ardentemente com a conclamação de Oséias para que “conheçamos e prossigamos em conhecer o Senhor” (Oséias 6.3).&lt;br /&gt;Nas Letras Sagradas, podemos, ainda que de forma incipiente, por causa da nossa limitação, conhecer e tocar o eterno propósito do Criador. Perguntas que, durante toda a história da humanidade, consumiram vidas inteiras de homens reputados sábios, porém sem que chegassem a conclusões que aplacassem suas inquietações, pois os mesmos sempre procuraram em inúmeras fontes espúrias, respostas que estavam patentes em um único livro – A PALAVRA DE DEUS.&lt;br /&gt;Para que foi criado o Universo? O que é e para que existe o homem? Qual o destino final de todas as coisas? A história obedece a uma progressão de eventos predeterminados para um fim preestabelecido?&lt;br /&gt;É no Documento Celestial, elaborado segundo um método antropomórfico, isto é, o intangível pensamento divino adaptado à linguagem terrena para que se adaptasse à diminuta capacidade de compreensão humana.&lt;br /&gt;No livro do profeta Jeremias, cap. 20, verso 7, está escrito “TU ME SEDUZISTE, SENHOR, E EU ME DEIXEI SEDUZIR. FOSTE MAIS FORTE DO QUE EU E VENCESTE”. Diante deste texto e do momento que estamos vivendo, sinto que ele fala de forma muito direta a todos nós formandos da 2ª Turma do Curso de Bacharéis em  Teologia e 3ª Turma do Médio em Teologia do Seminário Teológico no Centro Evangelistico Urbano, pois fomos seduzidos pelo Senhor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que isso representa para nós? &lt;br /&gt;Representa que a nossa vocação é antes de mais nada, um caso de sedução !&lt;br /&gt;Fomos seduzidos para servirmos no reino de Deus;&lt;br /&gt;Fomos seduzidos para fazermos diferença na vida das pessoas;&lt;br /&gt;Fomos seduzidos para sermos divulgadores do seu amor, da  sua graça e das suas misericórdias;&lt;br /&gt; Enfim, Fomos seduzidos para anunciarmos ao mundo que Jesus Cristo é o Senhor e Salvador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim sendo, fica uma pergunta a todos os formandos nesta noite: O QUE DEVEMOS SER ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parafraseando um Pastor amigo meu da Igreja Evangélica Assembléia Vivas Com Deus, Pastor Gilmar dos Santos Silva, eu diria que devemos ser PASTORES, no sentido mais AMPLO DA PALAVRA. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PASTORES: Mesmo que todos nós tenhamos outros adjetivos, o que todas as pessoas devem ver em nós é a figura DO PASTOR. O que devem então impulsionar o nosso MINISTÉRIO é a nossa ação PASTORAL. É o sofrer com o povo e pelo povo; É colocar a nossa vocação a serviço das nossas comunidades, mesmo em meio a lutas, dificuldades e privações.&lt;br /&gt;É O CUIDAR DAS OVELHAS QUE HOJE ESTÃO COMO SEM PASTOR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALÉM DISSO, DEVEMOS SER PROFETAS. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, todos aqueles que conviverem conosco devem ver em nós a túnica do profeta. O profeta é aquele que tem a visão da História, a visão do seu tempo, da sua época.&lt;br /&gt; Que sabe ler os sinais dos tempos e por ter a capacidade deste olhar que transcende os horizontes mesquinhos da maioria das pessoas, é muitas vezes incompreendido. &lt;br /&gt;Ele chora, Ele não é bem aceito e muitas vezes ele, esse PROFETA, tem que entregar a sua própria vida, por causa daquilo que crê. &lt;br /&gt;A partir de agora temos a missão do profeta, de denunciar a injustiça enquanto ato profético contra todo o sistema estrutural e individual que corrompe, deturpa e oprime a criação de Deus, mas também de anunciar a educação na justiça, para que, RENEGADO O EGOÍSMO HUMANO, vivamos neste mundo de maneira mais sensata, justa e piedosa, aguardando a BENDITA VOLTA DE CRISTO.&lt;br /&gt;DEVEMOS TAMBÉM SER POLÍTICOS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E políticos aqui, não tem nada a ver com o que temos visto por aí, mas políticos na visão daqueles que são apaixonados pela arte de fazer o bem.&lt;br /&gt; O PASTOR – O PROFETA – O POLÍTICO TEM QUE MOSTRAR A DIMENSÃO DA FÉ NA PRÁTICA DO DIA A DIA. &lt;br /&gt;E essa fé não exclui, mas tem que se alimentar e se inspirar na própria vida e na paixão que o PROFETA tem por aqueles que sofrem e que necessitam do seu auxílio. Por isso, todos nós FORMANDOS não podemos perder de vista a função POLÍTICA NO NOSSO MINISTÉRIO. É preciso estar atento para que a nossa atuação esteja cada vez mais voltada para que a vida vença os círculos de MORTE DENOMINACIONAL EXCLUSIVISTA DO NOSSO TEMPO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E POR FIM DEVEMOS SER POETAS...&lt;br /&gt;E fazer poesia através das nossas vidas. Há um poeta moderno que diz que o nosso mundo não precisa só de PÃO, mas também de beleza. &lt;br /&gt;PÃO E BELEZA devem casar-se com as nossas VIDAS e MINISTÉRIOS. &lt;br /&gt;Pão e beleza devem casar-se numa visão PASTORAL - PROFÉTICA – POLÍTICA E POÉTICA com aqueles que tanto necessitam de uma vida mais alegre e justa.&lt;br /&gt;PROFETAS DO PÃO E DA BELEZA !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que todos nós possamos olhar para o futuro como PASTORES – PROFETAS – POLÍTICOS – &lt;br /&gt;E POETAS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EIS O NOSSO DESAFIO!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O ITCEU foi à realização de um sonho, sonhado por poucas pessoas num tempo oportuno, cuja realização alcançou um número mui elevado de pessoas, a semelhança de José do Egito, que sonhou sozinho para salvar uma grande multidão de fome, nesse caso do ITCEU, de fome de conhecimento.&lt;br /&gt;Portanto, o ITCEU, foi uma bondosa providência de Deus para o pedido de inúmeros líderes eclesiásticos, líderes estes que, enfrentaram o preconceito arcaico cristão e passaram a enviar seus liderados para uma escola de profetas, para que estes estudassem e compreendessem a Palavra de Deus – E hoje constatamos o crescente número de pessoas que se matriculam nesta Instituição de Ensino Teológico, pessoas que se matriculam com até um ano de antecedência, haja visto a grande procura.&lt;br /&gt;Mas, esta colação de grau,  não pôs – e nem poderia pôr – fim ao clamor de nosso espírito para que o Pai da glória nos dê em seu conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação, tendo iluminados os olhos do nosso entendimento, para que saibamos qual seja a esperança da sua vocação e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos e qual a sobre excelente grandeza do seu poder sobre nós, os que cremos, segundo a operação da força do seu poder (Efésios 1.17-19).&lt;br /&gt;E esse clamor dentro de nós tem um fim absolutamente prático. Não se trata de meramente buscar saber mais, acumular informações para satisfazer a própria curiosidade ou servir à vaidade. Não. Quisemos e queremos aprender para conhecer a vontade daquele que nos “...nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor," Colossenses 1:12-13.&lt;br /&gt;A finalidade é a aplicação da Palavra em nossas vidas. Ouvir e praticar, como ensinou Tiago, o apóstolo (Tiago 1.22); ser sábios como o construtor que edificou sua casa sobre a rocha, assegurando-a, assim, da ameaça da tempestade (Mateus 7.24-25).&lt;br /&gt;Como disse John Stott:&lt;br /&gt;“...precisamos considerar que a Bíblia é um livro perigoso de se ler, e que a igreja é uma comunidade perigosa de se juntar, pois na leitura da Bíblia ouvimos as palavras de Cristo, e quando nos filiamos à igreja, dizemos que cremos em Cristo. Como resultado, pertencemos a um grupo descrito por Jesus como aqueles que ouvem os seus ensinamentos e o chamam de Senhor. Nossa filiação, portanto, coloca sobre nós a séria responsabilidade de garantir que aquilo que sabemos e dizemos está sendo traduzido no que fazemos.” (Contracultura Cristã, pág. 222)&lt;br /&gt;Assim procedendo, chegaremos ao modelo recomendado por Paulo a Timóteo: obreiro aprovado, que não tem de que se envergonhar e que maneja bem a Palavra da verdade (2 Timóteo 2.15); estaremos, como quis Pedro, sempre prontos para responder com mansidão e temor a qualquer que nos pedir a razão da esperança que há em nós (1 Pedro 3.15). &lt;br /&gt;E como há campo para novos obreiros; como o mundo necessita de homens e mulheres que dêem respostas dos céus! Ainda ecoam as palavras de Cristo, que, com compaixão, olhou para a multidão e observou o drama de uma enorme seara com poucos ceifeiros. “Rogai ao Senhor da ceara”, disse Ele. No grego, o verbo aqui traduzido como rogar é deomai, que transmite a idéia de suplicar, pedir com humildade e insistência. “Rogai ao Senhor da ceara que mande mais ceifeiros à Sua seara” (Mateus 9.37, 38). Hoje se cumpri na vida desses formandos esta palavra, pois cremos que estes são os novos ceifeiros – rogados pela Igreja e enviados por Deus, o dono da Seara.  &lt;br /&gt;Finalmente, estamos certos de que esta solenidade, além de uma celebração de agradecimento a Deus, é apenas uma cerimônia de encorajamento, de incentivo a continuarmos nesse caminho. Nada mais, nada que possa nos fazer sentir maiores ou dar lugar à vanglória. Estamos conscientes de que, como todos os nossos irmãos, sempre seremos alunos na escola de Cristo, o Grande Mestre. E quão felizes somos por isso! É a nossa segurança de que Ele continuará a nos ensinar, garantindo também o aprendizado. Afinal, aquele que começou a boa obra em nós há de completá-la até o dia de Cristo (Filipenses 1.6).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, nos apresentamos em humildade perante nossos queridos irmãos, como servos, pedindo-lhes que orem por nós, corrijam-nos e, principalmente, nos amem com o amor que vem do alto. Estejam certos todos os presentes que é com temor e tremor que estamos aqui. Sabemos quão fracos somos, mas confiamos naquele que usas as coisas fracas para confundir as fortes, as tolas para confundir as sábias, os que não são para confundir os que são (1 Coríntios 1.27-28). E, dessa forma, Ele exalta o Seu poder.&lt;br /&gt;Agradecemos aos nossos pastores; e Professores deste Instituto de Ensino Teológico, A Reitora Doutora Bpª.  Joyra Bruno, aos excelentes professores e colaboradores do ITCEU desta região, haja visto, termos outras espalhadas nalgumas cidades. &lt;br /&gt;Fazemos menção especial aos professores do BACHAREL EM TEOLOGIA: PR. ZWINGLIO ALVES RODRIGUES; NEI FREITAS; PRª. TEREZA LOBO; PR. DAVID SILVA; PR. JOSÈ BARBOSA; HERMERSON; MISSª. MÀRCIA; PRª. DOUTORA JOYRA BRUNO; PR.JAIR BRUNO, dentre outros que nos abrilhantaram com ensinamentos de extrema qualidade.&lt;br /&gt;Também nos lembramos com carinho de nossos familiares, sempre participantes de nossa história, e dos irmãos de nossas igrejas.&lt;br /&gt;E eu, em particular – faço menção especial a quatro pessoas que contribuíram de forma primordial para que eu estivesse hoje aqui – e gostaria por gentileza, que estes ficassem de pés, na medida em que forem citados.&lt;br /&gt;A minha digníssima esposa, que me ajudou muito durante este período em que eu estava estudando,  pela compreensão dispensado á minha pessoa e por ter confiado em mim.&lt;br /&gt;Ao Pastor Gilmar dos Santos Silva, a quem tive a honra de parafrasear nesta noite e que durante minha infância com Cristo, soube cuidar de mim, me ensinando os oráculos de Deus, e sendo um formador de caráter exemplar e ter me suportado durante minha adolescência, coisa que só um destemido homem de Deus pôde tolerar.&lt;br /&gt;Ao Pastor Clemente José de Araújo e sua digníssima esposa Missª. Léia, por terem reconhecido o chamado  que Deus tem em minha vida, me consagrando ao ministério em Novembro de 2001.  Além do mais, foram pessoas que souberam me acolher juntamente com a minha família num momento de dificuldades. Que Deus lhes dê em tliplo, tudo quanto fizeram por nós.&lt;br /&gt;Ao Pb. Marcos Tadeu Almeida Arruda (Concunhado), que foi instrumento de Deus para pregar o Evangelho para mim, e ter me ganho pra Cristo. &lt;br /&gt;Louvamos e bendizemos a Deus, nosso Pai; a Cristo, nosso Mestre; e ao Espírito Santo, nosso doce Guia. Pedimos ao Senhor que permita-nos, como Maria, estar aos Seus pés, ouvindo Suas Palavras e vendo Sua vida manifestar-se em nós cada dia mais e mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito obrigado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 09 de Maio de 2008&lt;br /&gt;No templo da 2ª igreja Batista de Vitória da Conquista – Bahia&lt;br /&gt;Av. Lauro de Freitas, nº  - Centro&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5222850717649752352-4230590405547042562?l=crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/4230590405547042562'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/4230590405547042562'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/2008/05/discurso-de-formatura-dos-bacharis-em.html' title='Discurso de formatura dos Bacharéis em Teologia'/><author><name>Bp. Carlos Antonio Santos de Novais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07361364628640620052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/R_-EnYPkC3I/AAAAAAAAAAM/af36rVB2BKg/S220/Carlos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/SD17SVYbAQI/AAAAAAAAAEg/aBTA4odJM9M/s72-c/Este com a setinha sou EU.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352.post-3154433381187155925</id><published>2008-05-04T08:55:00.001-07:00</published><updated>2008-05-10T12:45:21.767-07:00</updated><title type='text'>Homilética Para Professores da Escola Bíblica Dominical</title><content type='html'>A atividade docente na EBD tem sido marcada por uma exigência cada vez maior por parte dos alunos quanto a qualidade não só do conteúdo da aula, mas também quanto a maneira com que esta aula é desenvolvida e aplicada. A homilética vem exatamente prover meios para que tais exigências sejam atendidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homilética é a ciência, arte e técnica de pregar e ensinar mensagens religiosas, sacras ou cristãs. Seu objetivo principal, desde seus primórdios na Mesopotâmia cerca de 3000 a C, quanto ao seu uso na igreja a partir do século IV d C, foi o de orientar pregadores e mestres na dissertação de seus discursos e ensinos, através de princípios, fazendo simultaneamente que despertassem e tivessem uma idéia dos erros e falhas que cometiam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Preparo da Aula&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A homilética para o professor da EBD tem função importante tanto no preparo, quanto na apresentação da lição. A confiança que transmitimos quando ensinamos, está diretamente relacionada com a aplicação e a forma com que estudamos e preparamos a nossa aula. Alguns fatores precisam ser observados neste primeiro passo. São eles;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Fonte e Material de Pesquisa: A principal fonte de pesquisa do professor cristão é a Bíblia, contudo, é necessário que o professor disponha de outros materiais, tais como, Bíblias de Estudo, Dicionários e Enciclopédias, Concordâncias, Atlas Bíblico, Diversidade de bons livros para consulta, Apostilas, Periódicos, Revistas, Jornais, etc. Quanto mais fontes e material de pesquisa tiver o professor, mais rico será o conteúdo da sua aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Análise da Lição: O professor deve ler toda a lição, atentando para o seu título, texto áureo, verdade prática, leitura bíblica em classe, pontos e sub-pontos, para só então partir para a pesquisa sobre os principais temas abordados pela mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A Realização da Pesquisa: O professor deve colher todas as informações possíveis sobre o assunto, organizando-os por ordem de importância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A Sintetização e Objetividade do Conteúdo Pesquisado: O poder de síntese é uma habilidade fundamental para o professor da EBD, visto que este precisa conciliar o conteúdo à ser ensinado com o tempo disponível para tal finalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O Estudo Prévio da Lição Bíblica para os Professores: Esta ferramenta busca proporcionar mais conhecimento para o professor, dirimir suas dúvidas, uniformizar o ensino, corrigir possíveis erros de interpretação, e proporcionar uma constante interação entre superintendes, secretárias e corpo docente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Aula&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo passo fundamental, é a maneira com que a lição vai ser transmitida para os alunos. A falta de habilidade para comunicar a lição, pode colocar a perder todo o trabalho de pesquisa feito para a mesma. Alguns fatores precisam ser bem observados nesta hora, dentre os quais a linguagem do professor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por linguagem entendemos, a faculdade de expressão que serve para transmitirmos idéias e sentimentos. Quanto mais claras e precisas forem as expressões, melhor compreendida será nossa mensagem e ensino. A linguagem pode ser verbal, ou seja, aquela transmitida pela fala, ou corporal, expressa através dos gestos e movimentos do corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A linguagem verbal envolve:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Vocabulário : é o conjunto de termos lingüísticos, empregados pelo professor. São as palavras usadas para transmitir o conteúdo do assunto. O vocabulário utilizado pelo professor deve ser comum a ele e a seus alunos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A Dicção : é a pronúncia dos sons das palavras. As palavras devem ser pronunciadas de forma correta com a devida abertura da boca e articulação completa de todos os sons que compõe a palavra. Deve-se evitar alguns defeitos de pronúncia tais como levá (levar), trazê (trazer), janero (janeiro), trigue (tigre), proquê (porquê), previlégio (privilégio), Cráudio (Cláudio), sinhô (senhor), etc. Circunstâncias pode resultar em pronúncias incorretas. Se há possibilidades devemos buscar a melhora, quando não, Deus nos usará da mesma forma, pois conhece nossas limitações e sinceridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A Intensidade da Voz : a voz do professor deve ter uma tonalidade agradável, não sendo alta ou baixa demais. Ao falar em microfone a altura deve ser suficiente para alcançar o auditório. A voz demasiadamente alta irrita os ouvintes tirando assim a atenção do assunto que está sendo ensinado, além de prejudicar o aparelho auditivo. A voz demasiadamente baixa irrita da mesma forma, porém, produzindo sonolência, desinteresse e falta de atenção dos ouvintes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A Velocidade da Voz : a voz do professor deve também ser pronunciada numa velocidade que não comprometa sua compreensão. Não deve ser muito lenta ou rápida, mas sim compassada, respeitando-se também a pontuação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Os Vícios de Linguagem : são expressões incorporadas ao nosso estilo de falar, sendo repetidas muitas vezes durante a exposição do assunto, de forma consciente ou inconsciente. Ex: Não é verdade?, aí né..., glória a Deus e aleluia, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A Linguagem Corporal do Professor: Compreende linguagem corporal:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A Higiene Corporal do Professor : cabelos bem cortados, penteados e limpos, higiene bucal, unhas limpas, o cuidado com os odores exalados pelo corpo e outros cuidados com a higiene corporal, devem fazer parte da vida do professor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A Postura do Professor : todo nosso corpo fala quando nos comunicamos. As posições dos pés e pernas, o movimento do tronco e dos braços, das mãos e dos dedos, a postura dos ombros, o balanço da cabeça, as contrações do semblante, a boca e a expressão do olhar, cada gesto possui um significado próprio e encerra em si mesmo uma mensagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Os Maus Hábitos de Postura : deve-se ter cuidado com mãos nos bolsos, brincar com os dedos, botões e gravata, apoiar-se em algum objeto ou na tribuna e evitar os cacoetes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A Naturalidade do Professor : O professor acima de tudo deve ser ele mesmo. A má aplicação das regras de postura pode transformá-lo num robô, com movimentos mecânicos. Bons estilos podem ser admirados mas nunca imitados. Quando se imita perde-se a autenticidade e naturalidade, incorrendo-se ainda no risco de se expor ao ridículo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Façamos diante do aqui exposto, o devido uso da homilética, que aliada a unção do espírito do Santo, revolucionará nosso ministério de ensino, promovendo uma maior aprendizagem por parte do aluno e a glorificação do nome do Senhor Jesus!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5222850717649752352-3154433381187155925?l=crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/3154433381187155925'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/3154433381187155925'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/2008/05/homiltica-para-professores-da-escola.html' title='Homilética Para Professores da Escola Bíblica Dominical'/><author><name>Bp. Carlos Antonio Santos de Novais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07361364628640620052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/R_-EnYPkC3I/AAAAAAAAAAM/af36rVB2BKg/S220/Carlos.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352.post-6298242725775226516</id><published>2008-04-30T07:17:00.000-07:00</published><updated>2008-05-04T08:41:27.985-07:00</updated><title type='text'>Que Denominação é Essa?</title><content type='html'>O que fazem nas chamadas denominações, achando que estão fazendo a vontade de Deus é um absurdo... Muitas denominações acham que lá... e somente lá... está a porta do céu. Quanta ignorância desse povo... ou melhor... desses lideres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma pergunta que de um modo geral se faz quando se dá um folheto, ou quando convidamos a alguma reunião para o estudo da Palavra de Deus. Sem dúvida é uma pergunta sábia, especialmente nestes dias de tanta confusão.Mas, o que teria acontecido se a mesma pergunta houvesse sido feita nos dias dos apóstolos? Suponhamos que você tivesse vivido naquela época, e um dia se encontrasse com o apóstolo Pedro e lhe perguntasse: -- Pedro, que denominação é esta? Você pode imaginar a resposta? Pedro, sem dúvida, teria coçado a cabeça completamente perplexo, porque não haviam denominações na sua época. O crente procurava seguir a ordem divina.Deus tem uma Igreja neste mundo, mas não é uma organização da qual você pode por si próprio tornar-se membro. É possível fazer-se membro de uma "igreja" feita por homens, e depois "deixá-la" se você não ficar satisfeito. Mas você nunca poderia fazer a si mesmo membro da Igreja de Deus, a qual é chamada "a Igreja do Deus vivo" (1 Timóteo 3.15).Temos que voltar ao fundamento, o qual é Cristo. "Porque ninguém pode pôr outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo" (1 Coríntios 3.11). A Palavra de Deus nos diz que somos pecadores culpados diante dEle, perdidos em nossos pecados e "por natureza filhos da ira" (Efésios 2.1-3). Mas Deus, em Seu amor e misericórdia, enviou Seu próprio Filho a este mundo para pagar por nossos pecados na cruz.Primeiro o Senhor Jesus veio a Seu próprio povo terreno, Israel. "Veio para o que era Seu e os Seus não O receberam" (João 1.11). Então, foi entregue para morrer na cruz pelos pecados de todo o mundo. Triunfante, Se levantou de entre os mortos, ascendeu à destra do Pai, e enviou o Espírito Santo ao mundo no dia de Pentecostes.Com Sua ascensão e a vinda do Espírito Santo, havia chegado o tempo, no programa eterno de Deus, de colocar de lado a nação de Israel, e trazer uma coisa completamente nova -- Sua Igreja. É chamada "Igreja, que é o Seu Corpo" (Efésios 1.22,23).Sua Igreja não é "denominada". Isto é, não tem nome dado pelos homens, nem é uma organização humana, porém é composta de pessoas salvas, tanto judeus como gentios. Não tem lista de membros na terra, e ninguém pode fazer-se membro dela. Mas quando alguém vem a Deus como um pecador culpável, e recebe ao Senhor Jesus Cristo em seu coração como seu Senhor e Salvador, seu nome está escrito no Céu e imediatamente é "acrescentado" à Igreja pelo próprio Senhor (Atos 2.47). Passa a levar, então, o nome de seu Salvador, e é feito uma "nova criatura" em Cristo (2 Coríntios 5.17). Não necessita outro nome e nem precisa fazer-se membro de algo inventado pelo homem.Durante o tempo primitivo da Igreja, os crentes se reuniam simplesmente para estudar a Palavra. Não tinham nomes ou organizações denominacionais, e nem o mecanismo da atualidade. Mas as idéias mundanas penetraram mais e mais, e a simplicidade devida a Cristo desapareceu (2 Coríntios 11.3). O homem religioso sempre está acrescentando algo à ordem simples de Deus.Deus não é o autor de nenhuma denominação. Algumas delas abraçam algumas verdades bíblicas muito sadias, e têm muitos crentes, nascidos de novo, em suas organizações. Mas os crentes são assim divididos uns dos outros por seus nomes. Isto é um pecado contra Deus.Os crentes primitivos não se "denominavam" ou tinham nomes postos por eles. Eram conhecidos por termos como "discípulos", "crentes", "santos", "cristãos", ou qualquer nome que pudesse ser levado por TODOS os crentes. Não temos nenhuma base bíblica para levar um nome que não possa ser levado por todos os filhos de Deus neste mundo. Fazer isto é querer dividir o "um só Corpo" de Cristo (1 Coríntios 12.12).O Filho de Deus deve ter um sadio e inteligente conhecimento da Palavra de Deus. Não deve estar em jugo desigual tendo comunhão com os inconvertidos, mas deve "sair do meio deles" como nos diz 2 Coríntios 6.14-18.O crente deve honrar o Senhorio de Cristo, reconhecendo-O como Senhor. O mundo religioso Lhe nega esta honra e quase universalmente se refere a Ele como "Jesus", o nome de Sua humanidade. Vemos como Paulo, em suas epístolas, cuidadosamente O trata honradamente como "O Senhor Jesus Cristo".Os crentes devem tratar de, a qualquer custo, se reunir para estudar a Palavra a fim de se edificarem uns aos outros na fé. Muitas vezes isto tem que ser feito em pequenas reuniões caseiras, porque a verdade não é aceita em lugares humanamente elevados. "Saiamos, pois, a Ele fora do arraial, levando o Seu vitupério" (Hebreus 13.13).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5222850717649752352-6298242725775226516?l=crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/6298242725775226516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/6298242725775226516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/2008/04/que-denominao-essa.html' title='Que Denominação é Essa?'/><author><name>Bp. Carlos Antonio Santos de Novais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07361364628640620052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/R_-EnYPkC3I/AAAAAAAAAAM/af36rVB2BKg/S220/Carlos.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352.post-728417636101742838</id><published>2008-04-30T06:54:00.000-07:00</published><updated>2008-05-05T09:40:43.686-07:00</updated><title type='text'>SENSUS PLENIOR: Uma Análise de Obras Selecionadas em Língua Portuguesa</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.acidigital.com/Banco/images/tn-bible1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;A presente pesquisa intenta compreender o sensus plenior, também designado de sentido mais profundo ou sentido completo, a partir da observância de algumas das principais obras hermenêuticas disponíveis em língua portuguesa. A diversidade das conotações que o termo pode assumir dificulta uma definição técnica e uniforme do mesmo. No entanto, é a partir do que estes autores entendem sobre a temática que é possível chegar, ao menos, a idéia geral do uso do mesmo.&lt;br /&gt;O tema é de fundamental importância no labor hermenêutico. Em função de que ele lida com a complexidade peculiar da interpretação do texto bíblico que possui uma dupla autoria, divina e humana, e como elas se relacionam no trabalho de interpretação. Nesse particular essa problematização pode ser assim formulada: O sentido intentado pelo autor divino foi completamente compreendido pelo autor humano? Quem pode determinar o sentido mais profundo ou completo de uma passagem? A intenção divina contradiz a intenção humana? Há apenas um sentido no texto? A resposta a essas perguntas podem ser decisivas na interpretação bíblica e dessa forma interferir diretamente na prática cristã eclesiástica e particular.&lt;br /&gt;A pesquisa não se propõe a analisar exaustivamente as obras citadas, nem tampouco o pensamento completo dos autores sobre o tema. Mas limita-se apenas aquilo que eles exibem nessas obras com referência específica ao assunto, e tenta provar que mesmo quando alguns não fazem uso declarado do termo eles acabam exprimindo a mesma idéia.&lt;br /&gt;I – ANÁLISE DE OBRAS POR AUTORES&lt;br /&gt;2.1 Louis Berkhof&lt;br /&gt;O contexto em que Louis Berkhof sugere o sensus plenior na sua obra, ainda que brevemente, é quando o mesmo trata da “Concepção Correta da Bíblia, o Objeto da Hermenêutica Sagrada”. Mais especificamente ao abordar a questão da “Unidade do Sentido da Escritura”. Deve ser mencionado que o mesmo não utiliza o termo “sensus plenior”, mas fala de um sentido mais profundo da Escritura (huponoia).&lt;br /&gt;Berkhof inclui essa discussão nessa seção, em função de que enfatiza que a Escritura tem sempre um único sentido, e que admitir um sentido mais profundo não é o mesmo que afirmar um segundo sentido ao texto, senão vejamos: “... o sentido mais profundo da Bíblia não constitui um segundo sentido”. A despeito da ênfase no sentido literal como base sólida, Berkhof entende que o significado real nem sempre está na superfície, sendo assim, ele suspeita se o método gramático-histórico pode exaurir o sentido de uma passagem e assimilar, em sua plenitude, tudo o que o Espírito Santo quis comunicar.&lt;br /&gt;As provas bíblicas apontadas por Berkhof para a aceitação do sentido mais profundo são três: (1) Os tipos vétero-testamentários com cumprimento no Novo Testamento; (2) As profecias a respeito do Cristo; (3) As expressões dos Salmos como uma experiência universal do povo de Deus e, em alguns casos específicos, do Messias.&lt;br /&gt;2.2 Henry A. Virkler&lt;br /&gt;Na introdução da sua obra Hermenêutica, Virkler inclui o sensus plenior entre um dos problemas controversos na hermenêutica contemporânea.&lt;br /&gt; Para ele a problemática do sensus plenior é legitimada pela origem divino-humana das Escrituras, daí surgirem questões da dupla autoria e, por conseguinte, de um sentido pretendido pelo autor divino que excedia o autor humano. Virkler cita um autor que parece concordar com o sensus plenior ao analisar o caso:&lt;br /&gt;Estar cônscio do sensus plenior é reconhecer que existe a possibilidade de uma passagem do Antigo Testamento ter mais de um significado do que era conscientemente evidente ao autor primitivo, e mais do que pode obter pela estrita exegese gramático-histórica. [...] Este sentido mais pleno [...] só pode ser visto em retrospecto e à luz do cumprimento do Novo Testamento.&lt;br /&gt;Em seguida ele passa a listar argumentos favoráveis e contrários ao sensus plenior. Entre aqueles que apóiam estão: (1) O texto de 1Pedro 1.10-12 que sugere explicitamente que os mesmos profetizaram algumas coisas que não entendiam; (2) O mesmo parece apontar Daniel 12.8, a falta de entendimento de todas as visões recebidas; (3) A mesma situação de ausência de entendimento não só com os profetas, mas também com a sua audiência (Daniel 8.27; João 11.49-52). Virkler também sinaliza alguns argumentos opostos ao sensus plenior: (1) Que a aceitação do mesmo pode abrir caminho para interpretações eisegéticas; (2) A interpretação de 1Pedro 1.10-12, cujo entendimento não sugere que os profetas desconheciam o significado, mas simplesmente ignoravam o tempo do cumprimento das alegações proféticas; (3) Usando, como exemplo, a passagem de João 11.50, o argumento afirma que é possível não se conhecer todas as implicações da profecia; (4) Seguindo a mesma linha de raciocínio, este último argumento indica que os profetas entendiam o significado da profecia, mas não sua situação histórica.&lt;br /&gt;Virkler conclui admitindo ser improvável a solução do problema antes da eternidade, ao mesmo tempo em que propõe um critério orientador para ambos os lados, critério esse que parece inclinar-se favoravelmente ao sensus plenior:&lt;br /&gt;... qualquer passagem que pareça ter um significado mais completo do que é provável tenha sido abrangido pelo autor humano só deve ser assim interpretada quando Deus, mediante revelação posterior, tiver declarado expressamente a natureza do significado que ele tinha em mente.&lt;br /&gt;Virkler ainda trata do sensus plenior quando se propõe a analisar os problemas teoréticos e práticos na interpretação da profecia e da literatura apocalíptica. Aqui ele retorna ao argumento extraído da passagem de João 11.50, sendo que desta vez o texto ilustra ambas as posições. Os favoráveis ao sensus plenior diriam que Caifás não entendia o significado da sua profecia, enquanto que os que se opõem a essa idéia diriam que ele, simplesmente, não entendia as implicações totais da profecia, sendo este um fenômeno natural na profecia bíblica.&lt;br /&gt;2.3 Gordon D. Fee e Douglas Stuart&lt;br /&gt;Fee e Stuart tratam do sensus plenior como fenômeno específico da profecia. Diferente de Berkhof, eles o denominam explicitamente como um segundo sentido: “Este segundo sentido é comumente chamado o sensus plenior (o sentido mais pleno)”. Para esses autores, o segundo sentido surge quando uma passagem no Antigo Testamento, que tem um sentido claro, é mencionada por algum autor do Novo Testamento imprimindo-lhe um sentido completamente diferente daquele anterior. Dois exemplos são fornecidos: (1) Tanto em Êxodo 17.1-7, como em Nm.20.1-13, os israelitas experimentaram o milagre da água brotando da rocha, em Refidim e Cades sucessivamente. Nesses dois casos não há nenhum indício que a rocha seja outra coisas senão rocha, no entanto, em 1Coríntios 10.4, Paulo identifica a rocha com Cristo, estabelecendo através da analogia, segundo os autores, um segundo sentido. (2) O segundo exemplo é extraído da profecia de Oséias 11.1. A intenção aqui é clara, Deus estava demonstrando o seu amor por Israel ao tirá-lo do Egito. Todavia, Mateus 2.15, a utiliza dando-lhe um sentido novo, uma profecia acerca de Jesus Cristo quando criança.&lt;br /&gt;As conclusões de Fee e Stuart são as seguintes: (1) Só o Espírito Santo, por meio dos autores inspirados, é que pode determinar o sensus plenior; (2) Somente o Espírito Santo pode quebrar as regras hermenêuticas e estabelecer um novo sentido, nunca os intérpretes, uma vez que entendem que “... é uma função da inspiração, não da iluminação.”&lt;br /&gt;2.4 Roy B. Zuck&lt;br /&gt;Para Zuck é no estudo do emprego do Antigo Testamento no Novo que se justifica inquirir sobre se as Escrituras têm sentidos múltiplos. Essa discussão, no entanto, sucede logicamente outra: “Será que os autores do Novo Testamento compreendiam tudo o que escreviam?”. Para Zuck essa polêmica tem resposta afirmativa que ele procura provar a partir de três assertivas: (1) Usando exemplos de textos já anteriormente citado por outros autores em análise (Dn.12.8,9; Jo.11.50; 1Pe.1.10; Os.11.1), ele acena positivamente ao fato que os autores humanos da Bíblia nem sempre entendiam plenamente tudo o que escreviam; (2) Recorre ao caráter progressivo da revelação, cuja amplitude não era totalmente conhecida, exceto por Deus; (3) A dependência de determinadas profecias ao seu cumprimento, principalmente naquelas que apresentam um cumprimento em etapas, não simultâneo; (4) Passagens que se referiam a Cristo é vista como uma elevação ou expansão coerente, cuja compreensão não estava presente nos autores humanos.&lt;br /&gt;Como pode ser percebido, Zuck sustenta argumentos semelhantes aos que defendem o sensus plenior, todavia sem mencionar o termo. E como decorrência natural das suas afirmações, ele passa por quatro concepções sobre a possibilidade de sentidos múltiplos nas Escrituras. (1) Muito brevemente ele menciona a posição daqueles, incluindo especificamente Walter C. Kaiser, que defendem apenas um significado, o entendido pelos autores; (2) A segunda concepção é daqueles que advogam ser possível muitos sentidos, definidos por critérios subjetivos; (3) A terceira é o sensus plenior. Zuck define o mesmo como: “A idéia é que certas passagens bíblicas podem ter ‘sentido mais completo’ do que o planejado ou compreendido pelo autor, sentido esse, no entanto, pretendido por Deus”. Nesse particular Zuck revela coerência com o que dissera anteriormente, ao concordar com a definição do sensus plenior: “Pelo que já vimos, concordo que Deus possa ter pretendido um sentido mais amplo do que os autores imaginaram estar transmitindo”. No entanto, Zuck rejeita essa terceira concepção, uma vez que já declarou ter sido criada por um escritor católico e, dessa maneira, como interpretação oficial estaria sujeita aos dogmas falíveis da igreja.&lt;br /&gt;Tendo apresentado as três alternativas concernentes a discussão sobre significados múltiplos das Escrituras, a quarta linha de raciocínio é a que ele abertamente defende. Seu entendimento parte do pressuposto de que cada texto bíblico tem apenas um significado, embora tenha implicações que, citando Johnson, denomina de referências plenior.&lt;br /&gt; Essa posição para ele é mais favorável pelos seguintes motivos: (1) Não transgride a interpretação histórico-gramatical que exige um único significado; (2) Está acomodado ao fato de um só sentido referir-se a mais de um elemento; (3) Conforma-se ao caráter progressivo da revelação; (4) Reprime a busca de sentidos ocultos no texto; (5) É a melhor alternativa para interpretar citações dos Salmos no Novo Testamento.&lt;br /&gt;2.5 Walter C. Kaiser, Jr. e Moisés Silva&lt;br /&gt;Na obra Introdução à Hermenêutica Bíblica, Kaiser e Silva citam o termo “sensus plenior” sem oferecer nenhuma definição do mesmo. Kaiser o menciona quando trata do “Uso Teológico da Bíblia”, mais especificamente quando fornece um sumário de princípios básicos para serem postos em práticas nesse uso.&lt;br /&gt; No item seis ele explicita: “Nenhuma doutrina deve ser baseada em uma única passagem das Escrituras, parábola, alegoria, sensus plenior ou numa leitura incerta do texto” (grifo).&lt;br /&gt; Silva, por sua vez, no capítulo em que aborda “Visões Contemporâneas da Interpretação Bíblica”, mais exatamente ao tratar da “Intenção do Autor”, inclui o sensus plenior quando menciona, nesse particular, o uso controverso da Bíblia ao longo dos séculos, chegando a afirmar que “todas essas visões pressupõe que há ‘mais’ no texto bíblico do que os autores humanos tinham consciência”. No entanto, o próprio Silva poucos linhas seguintes afirma que “o sentido da passagem bíblica não precisa ser identificado completamente com a intenção do autor” (ênfase dele). Demonstrando que ele está combatendo a sugestão em que o “significado autoral seja dispensável ou até mesmo secundário”. Que não é o caso de muitos que defendem o sensus plenior, como já foi demonstrado.&lt;br /&gt;Como a discussão do sensus plenior lida, conseqüentemente, com a discussão a respeito do significado, único ou múltiplo, das Escrituras. Importa observar o que a obra desses autores diz a respeito. Kaiser em dois lugares aborda essa discussão. Primeiro quando levanta a questão sobre o “Sentido do Significado”, ao mencionar o significado como intenção, ele é taxativo ao dizer que “... entender a intenção do autor humano é entender a intenção do autor divino”.&lt;a name="_ftnref24"&gt; &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Todavia, Kaiser apressa-se ao acrescentar que isso não significa dizer que “os referentes divinos pretendentes fossem limitados àqueles que o autor via ou significava. Assim ele abre a possibilidade para admitir que, em alguma medida, os próprios autores não tinham consciência de todos os detalhes. Senão, vejamos:&lt;br /&gt;Era necessário somente que o escritor tivesse um entendimento adequado daquilo que era pretendido tanto no futuro próximo quanto no distante, mesmo que não pudesse compreender todos os detalhes que deveriam ser incorporados ao progresso da revelação e da História (ênfase minha).&lt;br /&gt;O segundo lugar em que Kaiser trabalha o sentido intencionado pelo autor é quando trata da profecia bíblica. Ele se opõe frontalmente aqueles que defendem um suposto duplo sentido das profecias. Para Kaiser não existe casos de duplo sentido, mas aceita que “uma profecia pode, de fato, estar relacionada a mais de uma coisa (como por exemplo, algo espiritual e temporal) mas ainda assim, ter um único sentido.” Kaiser chega até a creditar um certo grau de verdade ao duplo sentido quando expõe os múltiplos cumprimentos de uma profecia, mesmo que ainda enfatize que o sentido permanece o mesmo.&lt;br /&gt;Nessas concessões, pode-se ver que existe um certo grau de verdade nas afirmações acerca do duplo sentido. Muitas profecias têm um desdobramento de aplicações ou cumprimentos como forma de assegurar que a palavra seja mantida viva enquanto aguarda pelo cumprimento final, mas todos esses desdobramentos compartilham de um mesmo sentido.&lt;br /&gt;Por mais que Kaiser acentue o fato de que os profetas tinham compreensão de suas próprias profecias, essa compreensão não era completa, ou seja, eles não sabiam de todas as implicações de seus escritos.&lt;br /&gt;2.6 Paulo Anglada&lt;br /&gt;Anglada situa o tema em questão ao expor os pressupostos pneumatológicos da Hermenêutica Bíblica. Para ele o problema pode ser assim formulado: “Existe um sentido mais pleno ou profundo do que aquele tencionado pelo autor humanos nas Escrituras, ou deve-se limitar a intenção do Espírito à intenção dos autores humanos?” Anglada faz questão de esclarecer que ao usar o termo sensus plenior não estar abrindo espaço para o subjetivismo ou alegoria, nem tampouco que o mesmo sugere contradição ao sentido pretendido pelo autor humano. Citando Oss, ele exibe qual a sua concepção do sensus plenior:&lt;br /&gt;... ao reconhecimento do cânon das Escrituras como uma obra literária única. Porque ela é um único livro, nenhuma parte do livro pode ser compreendida com propriedade à parte do todo. Portanto, reflexão sobre as Escrituras como um todo é um processo vital e central no processo hermenêutico. E a compreensão que uma pessoa tem de uma passagem será mais profunda e clara se a passagem for vista à luz do todo. Isto pode incluir níveis de significados que não foram conscientemente tencionados pelo autor humano, mas que estão incluídos no sentido expresso do texto e que são parte do contexto canônico.&lt;br /&gt;Ao alistar algumas razões que justifica harmonizar a concepção de sensus plenior ao caráter divino-humano das Escrituras, Anglada amplia o entendimento do seu significado:&lt;br /&gt;1) Faz justiça à unidade orgânica das Escrituras [...] 2) Faz justiça ao caráter progressivo da revelação bíblica [...] 3) O Caráter Cristocêntrico das Escrituras [...] 5) Faz justiça às limitações humanas e à não limitação divina. [...] não é de se esperar que os autores humanos tivessem plena compreensão de todas as implicações do que escreveram, enquanto o Espírito, sim.&lt;br /&gt;Paulo Anglada conclui apresentando ainda as profecias cristológicas e escatológicas como argumentos a favor do sensus plenior. Conquanto tivessem consciência do contexto histórico imediato de suas profecias, os profetas não estavam plenamente cônscios das suas implicações mais profundas, como apresentadas no Novo Testamento.&lt;br /&gt;2.7 Kevin Vanhoozer&lt;br /&gt;Vanhoozer se propõe a analisar as principais correntes contemporâneas da interpretação. Reafirmando que o significado não é relativo e que o mesmo não é um constructo volúvel entre o texto e o leitor. Mas como ele próprio explicita “o significado independe de nossas tentativas de interpretá-lo”. E ainda:&lt;br /&gt;... tornei-me cada vez mais convencido de que as questões controversas que se encontram no cerne dos atuais debates sobre interpretação bíblica, sobre interpretação em geral e sobre a interpretação pós-moderna em especial eram realmente questões teológicas.&lt;br /&gt;A discussão sobre sensus plenior, também chamado de “significado mais completo”, se insere quando Vanhoozer trata da ressurreição do autor no âmbito particular da intenção autoral como ação comunicativa/significado.&lt;br /&gt; Para ele a interpretação bíblica lida com uma questão em particular: as intenções inspiradas, que implica na relação entre a intenção do autor divino e a intenção do autor humano. Para ele a resposta sobre essa relação e a maneira como ela pode ser elaborada é somente a partir da compreensão do cânon como um ato comunicativo divino: “Minha tese é a de que o ‘significado mais completo’ das Escrituras – o significado associado a autoria divina – emerge apenas no nível do cânone inteiro.”&lt;br /&gt;Vanhoozer admite que essa intenção divina, conhecida e estruturada no cânon como ato comunicativo, unificado e completo, “não contesta a intenção do autor humano, mas sobrevém a ela”.&lt;br /&gt; Ele não apenas não admite contradições entre o autor humano e divino, mas vai além e sugere que esse “sentido mais completo é, na verdade, o sentido literal, tomado no nível de sua descrição mais densa.”&lt;br /&gt; Dessa maneira, Vanhoozer pode definir o sensus plenior no “nível da reunião feita por Deus dos diversos propósitos e atos comunicativos parciais e progressivos dos autores humanos em um Grande Projeto Canônico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;Todos os autores das obras em análise partilham da convicção que a interpretação bíblica não pode estar sujeita a critérios subjetivos, e que nenhum recurso hermenêutico sério legitimará uma abordagem das Escrituras que não considere seu caráter divino e humano. Nesse sentido todos comungam da concepção de que o método gramático-histórico fornece os princípios que melhor aproximam o intérprete da intenção do autor humano. Ao mesmo tempo em que os pressupostos teológicos, extraídos da própria Escritura, funcionam como guias norteadores na busca do conhecimento da verdade de Deus revelada no Antigo e Novo Testamento.&lt;br /&gt;Nenhum dos autores apresenta uma definição uniforme de sensus plenior. O que torna mais difícil a tarefa de reunir todo o pensamento analisado. Mesmo assim alguns pontos principais devem ser salientados nessa conclusão.&lt;br /&gt;Sensus Plenior é um sentido mais completo, não um novo sentido&lt;br /&gt;Espero ter demonstrado que os autores que utilizam o termo sensus plenior têm compromisso com a interpretação histórico gramatical e não admitem o uso do termo para estabelecer interpretações espúrias e destituídas de fundamentação exegética. Por essa razão todos eles enfatizam que há um único sentido no texto, como afirma Berkhof explicitamente. No entanto, esse sentido tem desdobramentos, referências e implicações que o autor humano não tinha plena consciência, um sensus plenior. A única exceção é Gordon Fee e Douglas Stuart que utilizam abertamente a expressão “segundo sentido”, no entanto, mesmo estes deixam claro que somente o Espírito é que pode determinar um novo sentido.&lt;br /&gt;Sensus Plenior só pode ser determinado no nível progressivo, orgânico e canônico das Escrituras&lt;br /&gt;A preocupação de Roy Zuck é legitima quando rejeita o uso da expressão sensus plenior por estar associada à interpretação católica romana e sua dependência aos dogmas falíveis da igreja. Todavia essa concepção não é inerente ao termo, como ele imagina. A recomendação de Virkler é oportuna quando condiciona o sensus plenior a progressividade da revelação. Essa mesma preocupação é demonstrada por Anglada ao introduzir na discussão do sensus plenior a unidade orgânica das Escrituras, e Vanhoozer ao relacionar o sentido mais completo ao cânon como ato comunicativo divino.&lt;br /&gt;A idéia de Sensus Plenior pode está presente apesar da ausência do termo&lt;br /&gt;Este é o caso específico de Zuck ao se afastar do termo por conta do seu uso corrente no meio católico, mas ao mesmo tempo e, coerentemente, concorda com a definição do mesmo.&lt;br /&gt; Mesmo aceitando outras expressões como, por exemplo, referências plenior, a idéia permanece a mesma: apenas um significado com implicações não totalmente compreendidas pelo autor humano.&lt;br /&gt;O mesmo fenômeno se observa em Walter Kaiser e Moisés Silva. No caso de Silva ele explicitamente defende que “o sentido da passagem bíblica não precisa ser identificado completamente com a intenção do autor”&lt;br /&gt; É notável Silva usar a palavra “completamente”, o que lembra a idéia de sensus plenior, como exposto, de um sentido mais “completo”. Kaiser, por sua vez, apesar de afirmar que “entender a intenção do autor humano é entender a intenção do autor divino”. Ele mesmo admite que os referentes divinos não estavam limitados ao autor humano. O que está além da limitação humana é designado por muitos como sensus plenior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Berkhof, Louis. Princípios de Interpretação Bíblica. (São Paulo: Cultura Cristã, 2000), 38.&lt;br /&gt;Virkler, Henry A. Hermenêutica. (São Paulo: Vida, 1987), 17.&lt;br /&gt;Citado em Virkler, 17. Donald A. Hagner, “The Old Testament in the New Testament”.&lt;br /&gt;Fee, Gordon D., Stuart, Douglas. Entendes o que lês? (São Paulo: Vida Nova, 1998), 171.&lt;br /&gt;Zuck, Roy B. A Interpretação Bíblica. (São Paulo: Vida Nova, 1999), 315.&lt;br /&gt;Citado em Zuck, 317. Johnson, Elliott E. “Expository hermeneutics: an introduction.”&lt;br /&gt;Kaiser, Walter C. Silva, Moisés. Introdução à Hermenêutica Bíblica. (São Paulo: Cultura Cristã, 2002).&lt;br /&gt;Anglada, Paulo. Material Didático da Disciplina: Hermenêutica. Fitref. (Não publicado)&lt;br /&gt;Citado em Anglada. Oss, “Cânon as Context”.&lt;br /&gt;Vanhoozer, Kevin. Há um significado neste texto? (São Paulo: Vida Acadêmica, 2005), 15.&lt;br /&gt;Ibid, 372.&lt;br /&gt;Berkhof, Princípios de Interpretação Bíblica, 57.&lt;br /&gt;Fee. Stuart, Entender o que lês?, 171.&lt;br /&gt;Zuck, A Interpretação Bíblica, 317.&lt;br /&gt;Virkler, Hermenêutica, 18.&lt;br /&gt;Anglada, Aulas não publicada.&lt;br /&gt;Vanhoozer, Há um significado neste texto?, 37.&lt;br /&gt;Zuck, A Interpretação Bíblica, 13.&lt;br /&gt;Kaiser, Silva, Introdução à Hermenêutica Bíblica, 238.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Servi&amp;ccedil;o de coment&amp;aacute;rios provido por comentar.com.br" src="http://comentar.com.br/imagem/public/comentar.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5222850717649752352-728417636101742838?l=crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/728417636101742838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5222850717649752352/posts/default/728417636101742838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crescendonagracaenoconhecimento.blogspot.com/2008/04/sensus-plenior-uma-anlise-de-obras.html' title='SENSUS PLENIOR: Uma Análise de Obras Selecionadas em Língua Portuguesa'/><author><name>Bp. Carlos Antonio Santos de Novais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07361364628640620052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_ulgWrgp2kIc/R_-EnYPkC3I/AAAAAAAAAAM/af36rVB2BKg/S220/Carlos.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5222850717649752352.post-7652716094760063540</id><published>2008-04-30T06:50:00.000-07:00</published><updated>2008-04-30T06:52:21.443-07:00</updated><title type='text'>Estudos sobre ação social cristã</title><content type='html'>Estudos sobre ação social cristã&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perspectiva Bíblica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Definição de termos“Ação social cristã” é uma expressão imprecisa e genérica. Precisamos dar-lhe um conteúdo, dizer o que entendemos por ela. Uma tentativa de definição seria afirmar que consiste em toda atividade de cristãos individuais ou da igreja coletivamente no sentido de suprir necessidades materiais das pessoas, aliviar o sofrimento humano, atenuar ou eliminar males sociais que afligem indivíduos, famílias, comunidades e até mesmo a sociedade como um todo. Essa ação social é especificamente cristã, pois responde a motivações e princípios diretamente relacionados com as Escrituras e com o evangelho de Cristo.O objetivo da ação social cristã é proporcionar às pessoas e comunidades condições de vida mais condignas, o suprimento básico das carências humanas fundamentais no plano material (moradia, alimentação, saúde, educação, trabalho). Quanto à sua amplitude de atuação, a ação social pode ir desde o atendimento de necessidades emergenciais, muitas vezes chamado de assistencialismo, até aquela atuação mais ampla que visa resolver os problemas de modo mais permanente e profundo. Um exemplo disso seria não somente fornecer alimento para uma pessoa ou família, mas proporcionar-lhe meios de educação, capacitação profissional e oportunidade de trabalho para que ela mesma possa ganhar o seu sustento, libertando-se da dependência externa. O objetivo mais elevado e complexo da ação social cristã seria a transformação das estruturas sociais e econômicas do país, visando a eliminação das causas da pobreza, a correção das injustiças sociais, a melhor distribuição de renda e assim por diante. Nesse último caso, os cristãos e as igrejas precisam atuar junto ao poder público, a classe política e as diferentes instituições da sociedade.Essas colocações mostram que, do ponto de vista cristão, a ação social é incompleta em si mesma para promover a plena dignidade humana, porque as necessidades humanas transcendem o plano meramente material. As pessoas e famílias têm também carências emocionais e espirituais. Daí falar-se no binômio evangelização-ação social como duas atividades complementares da igreja. Infelizmente, por razões históricas que serão abordadas posteriormente, muitos evangélicos fazem uma dicotomia entre esses dois elementos, considerando-os como mutuamente excludentes. Acham que a igreja deve preocupar-se apenas com atividades “espirituais” ou religiosas, como a evangelização, deixando a esfera social para outras instituições, principalmente o Estado.Entendemos que a evangelização e a ação social são partes essenciais e complementares da missão da igreja no mundo. Cremos existirem abundantes argumentos bíblicos que apontam para o fato de que Deus quer dar plenitude de vida às suas criaturas, e essa plenitude inclui tanto o conhecimento de Deus e um relacionamento vital com ele, quanto o suprimento das necessidades humanas mais fundamentais no plano material. Não só o desconhecimento de Deus, mas também a fome, a doença, a ignorância e a violência são fatores que atentam contra a dignidade humana. Portanto, a evangelização e a ação social devem caminhar lado a lado, como dois aspectos integrais da missão e do testemunho da igreja junto à sociedade.Existem outros termos e expressões que são aplicados a essa atividade cristã, mas nem todos são muito felizes nas suas implicações. É o caso, por exemplo, de “assistência social” e “beneficência”, com suas conotações assistencialistas. Melhor seria falar em “responsabilidade social” ou “serviço cristão”, este último tendo forte conteúdo bíblico. Outros termos bíblicos aplicáveis são “socorros” (1 Co 12.28), “exercício da misericórdia” (Rm 12.8), “fazer o bem” (Gl 6.9-10), “prática do bem” (Hb 13.16) e “ministração” (2 Co 9.13).&lt;br /&gt;2. Ensino do Antigo TestamentoA temática social está fortemente presente em todas as partes do Antigo Testamento: a Lei (Pentateuco), os Profetas e os Escritos. A base da ética social bíblica é o caráter de Deus. Deus se apresenta ao povo de Israel como um Deus justo e misericordioso, que atenta para os sofredores (Jr 9.24; Sl 68.5-6; 103.6; 146.7-9). Acima de tudo, Deus é gracioso e misericordioso para com Israel, amando-o, escolhendo-o, libertando-o do cativeiro, conduzindo-o pelo deserto, dando-lhe a terra prometida, suprindo todas as suas necessidades (Dt 4.37; 7.6-8; 8.4,7-10,15-16; Ex 20.2). E assim como Deus tratou Israel, ele quer que os seus filhos tratem uns aos outros (Lv 19.9-10,33-34; Dt 10.17-19). Isso faz parte da aliança que Deus firmou com Israel e da lei associada com essa aliança.Israel é continuamente exortado a praticar a justiça e a misericórdia, como na conhecida passagem de Miquéias 6.8 (ver também Jr 22.3; Os 6.6). Outra motivação inculcada é o amor ao próximo (Lv 19.18). Deus demonstra um interesse especial pelos elementos mais frágeis e vulneráveis da sociedade, tais como o órfão, a viúva, o pobre, o enfermo, o deficiente físico e o estrangeiro (Lv 19.10,13-15). A ética do Antigo Testamento está centrada na generosidade e na solidariedade. Toda a criação e seus recursos pertencem a Deus e devem servir para o sustento de todos, não para que alguns tenham excesso e outros tenham falta do mínimo necessário para a sua subsistência. Os filhos de Deus devem ser bons mordomos das dádivas de Deus, utilizando-as sabiamente e repartindo-as com os outros.A Lei contém diversos mecanismos pelos quais a solidariedade social deveria ser praticada em Israel. Alguns exemplos notáveis são a respiga, mediante a qual parte do produto da terra devia ser propositalmente deixada para os necessitados (Lv 23.22; Dt 24.21; Rt 2.7,15); o ano sabático, ano de descanso da terra a cada sete anos, quando tudo que crescesse espontaneamente estaria disponível a todos indistintamente (Lv 25.1-7,20-22); e o ano do jubileu, a cada cinqüenta anos, no qual todas as propriedades retornavam aos seus donos originais e os escravos eram devolvidos a suas famílias (Lv 25.8-17,23-27). O argumento de Deus na última passagem é “a terra é minha” e “vós sois para mim estrangeiros e peregrinos” (v. 23; ver também o v. 55).A mensagem social mais enfática do Antigo Testamento está contida nos profetas do século oitavo antes de Cristo (Isaías, Oséias, Amós e Miquéias). Essa mensagem adquiriu uma conotação “política” ao denunciarem energicamente os males sociais do seu tempo, como a opressão e a injustiça praticadas pelos poderosos contra os necessitados. Ninguém pode ler as passagens desses profetas e continuar afirmando que os cristãos nada têm a ver com os problemas sociais do seu país. Alguns textos significativos são os seguintes: Isaías 1.17,23; 3.14-15,18-23; 5.7-8; 58.5-10; Oséias 10.12; Amós 2.6-7; 4.1; 5.12,24; 8.4-6; Miquéias 2.1-2; 6.8. No entanto, a ênfase do Antigo Testamento como um todo é positiva e construtiva: não somente deixar de praticar o mal e denunciar a injustiça, mas fazer o bem ao próximo concretamente.3. Ensino do Novo TestamentoCristo e os apóstolos mantiveram implicitamente a mensagem social do Antigo Testamento. A ética de Jesus preserva e torna mais exigentes os requisitos da Lei, revelando a sua intenção mais profunda (Mt 5.17,20). A prática do bem deve estender-se também aos que não pertencem à família de Deus (Mt 5.
